Terapeuta Mestre Andre

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ORUNKÓNOMES DADOS AOS FILHOS DE SANTO NA TERRA DE YORÙBÁResumo FinalO Orunkó — cujo significado literal é “eco do céu” —...
13/02/2026

ORUNKÓ
NOMES DADOS AOS FILHOS DE SANTO NA TERRA DE YORÙBÁ
Resumo Final
O Orunkó — cujo significado literal é “eco do céu” — representa um dos momentos mais sagrados e aguardados dentro das tradições de matriz africana. É o nome que o orixá ecoa publicamente no dia especial conhecido como Nome do Santo, durante a Feitura de Santo, diante de toda a comunidade religiosa: irmãos, filhos e adeptos da casa.
Na tradição Ketu, esse instante marca o ápice da iniciação. Um ritual de grande tensão espiritual e profunda expectativa, onde se manifesta o resultado de todo o trabalho realizado pelos sacerdotes responsáveis pela iniciação. Nesse momento solene, o noviço confirma espiritualmente se o rito foi bem conduzido. Quando afirmado, o grito triunfal do Orunkó ressoa, e todos os iaôs (eleguns) que ainda não cumpriram a obrigação dos sete anos (Odu Ejé) entram em transe, selando a confirmação do axé recebido.
O Orunkó não é apenas um nome ritual. Ele passa a ser a identidade espiritual do iniciado, o nome pelo qual será reconhecido e chamado dentro da comunidade, representando o vínculo eterno entre o ser humano e o sagrado.
Na Nação Angola, esse rito recebe o nome de Volva Dijina, expressão que pode ser traduzida como “falar” ou “dizer o seu nome”. Nessa tradição, o iniciado — o muzenza — recebe sua dijina, um nome que lhe pertence enquanto pessoa iniciada. Diferentemente do rito Ketu, esse ato ocorre de forma reservada, apenas com a presença dos membros da inzo ou mansu (casa), e o nome pertence exclusivamente ao iniciado, não ao seu nkise.
Assim, seja chamado Orunkó ou Dijina, o nome sagrado simboliza o nascimento espiritual, o pertencimento à tradição e o compromisso eterno com o axé. Ele é voz, identidade, memória e herança viva — o céu ecoando na terra através do nome.......

Quando você diz “Eu Sou um ser de Fogo Violeta”, não está pedindo algo externo. Está reconhecendo que essa chama já exis...
07/02/2026

Quando você diz “Eu Sou um ser de Fogo Violeta”, não está pedindo algo externo. Está reconhecendo que essa chama já existe em você. O Fogo Violeta atua limpando registros emocionais, mentais e energéticos acumulados no cotidiano, como culpas, mágoas, medos, padrões repetitivos e dores antigas, inclusive aquelas que não lembramos conscientemente.

A frase “Eu Sou a pureza que Deus deseja” não fala de perfeição ou julgamento. Fala de retorno à essência. Pureza aqui é coerência interna. É quando pensamento, sentimento e ação começam a se alinhar com a verdade da alma, sem peso, sem punição, sem autocobrança excessiva.

Esse decreto atua em três níveis ao mesmo tempo.
No mental, dissolve pensamentos repetitivos e autossabotadores.
No emocional, acalma, alivia culpas antigas e libera tristezas guardadas.
No energético, limpa a aura e reorganiza o campo vibracional.

No dia a dia, ele é especialmente eficaz em momentos de ansiedade, confusão mental, culpa por decisões passadas, sensação de sobrecarga ou quando surge a necessidade real de recomeçar e virar a chave.

Quanto mais esse decreto é repetido com presença, mais a Chama Violeta deixa de ser apenas uma invocação e passa a se tornar um estado de consciência. A reação diminui, o perdão acontece com mais naturalidade, o peso se dissolve mais rápido e a vida começa a fluir com mais leveza.

É um decreto simples, mas profundo. Ele não transforma apenas o que está ao redor. Ele transforma a forma como você se reconhece por dentro.

🙏🏻💜

Chico Xavier dizia: perdoe a si mesmo pelas escolhas que fez quando ainda não conhecia caminhos melhores.E há uma miseri...
07/02/2026

Chico Xavier dizia: perdoe a si mesmo pelas escolhas que fez quando ainda não conhecia caminhos melhores.
E há uma misericórdia profunda nessa frase, daquelas que não aliviam apenas a culpa, mas devolvem dignidade ao coração.

Você tomou decisões com a consciência que tinha na época.
Com as dores que carregava.
Com os medos que não sabia nomear.
Com a maturidade possível para aquele momento.

Não se julgue com a lucidez de hoje por atitudes de ontem.
Isso não é justiça, é crueldade disfarçada de exigência.
Quem amadurece enxerga melhor, e enxergar melhor não deveria virar sentença contra a própria história.

Houve caminhos que você escolheu por falta de direção, não por maldade.
Houve permanências que nasceram do medo, não da verdade.
Houve silêncios que vieram da insegurança, não da indiferença.

E tudo bem reconhecer isso sem se destruir.

Auto perdão não é negar responsabilidade.
É assumir a responsabilidade com ternura.
É olhar para trás e dizer: eu fiz o que consegui com os recursos que tinha, agora escolho diferente.

A culpa paralisa.
O arrependimento consciente transforma.
Um te prende no passado.
O outro te devolve ao presente com mais sabedoria.

Perdoar a si mesmo é interromper a violência interna.
É parar de repetir, todos os dias, a mesma acusação no tribunal da mente.
É permitir que a própria alma respire sem carregar correntes antigas.

Você não é a soma dos seus erros.
Você é também a coragem de ter revisto rotas,
a humildade de ter aprendido,
a força de ter recomeçado.

Deus não te chama para viver ajoelhado diante da culpa,
te chama para levantar com consciência e seguir em reparação, crescimento e luz.

Então, hoje, faz esse gesto sagrado por você.
Coloca a mão no peito, respira fundo, e se absolve daquilo que já não te define.

Há caminhos melhores, sim.
E você já está neles.
Não porque nunca errou,
mas porque decidiu evoluir.

O cachorro ficou sem comer depois que o dono morreu. Um dia, ele levou a bolinha para o sofá vazio e rabanou o rabo. A f...
07/02/2026

O cachorro ficou sem comer depois que o dono morreu. Um dia, ele levou a bolinha para o sofá vazio e rabanou o rabo. A foto que a família tirou nesse momento revelou o invisível. 🐕🎾📸👻

Rex era a sombra do Seu João. Onde o João ia, o vira-lata ia atrás. Era uma conexão de almas. Quando Seu João infartou e partiu repentinamente, Rex sentiu antes de todo mundo. O cachorro entrou em depressão profunda. Não comia, não bebia, passava o dia deitado na porta do quarto, soltando suspiros longos e tristes. A família, já sofrendo com o luto, ficava com o coração partido vendo o animal definhar. — "Ele vai morrer de tristeza", dizia a filha.

Mas, no sétimo dia após o falecimento, algo mudou. A casa estava silenciosa. De repente, Rex levantou as orelhas. Ele correu para a sala, parou na frente da poltrona velha onde Seu João costumava ler jornal e começou a abanar o rabo freneticamente. Ele gania baixinho, aquele choro de felicidade de quando o dono chega em casa. A viúva e a filha olharam, assustadas. A poltrona estava vazia. — "Rex, sai daí, não tem ninguém...", disse a filha.

Rex ignorou. Ele correu, pegou a bolinha preferida dele (que ele não tocava há uma semana) e colocou em cima do assento da poltrona. Depois, sentou e ficou olhando para o "ar", acompanhando um movimento invisível com os olhos, como se alguém estivesse fazendo carinho na cabeça dele.

A filha pegou o celular. — "Vou filmar para mostrar pro veterinário, ele deve estar alucinando." Ela tirou uma sequência de fotos. Quando abriu a galeria para ver as imagens, o celular quase caiu da mão dela.

Não era alucinação. Na foto, exatamente na altura onde ficaria a mão do Seu João acariciando a cabeça do cachorro, havia um Orbe. Uma esfera de luz branca, densa e brilhante, flutuando sobre a cabeça do Rex. Em outra foto, uma névoa sutil parecia contornar a forma de uma pessoa sentada na poltrona.

A família começou a chorar. Rex não estava louco. Ele estava se despedindo. Seu João veio fazer a última visita antes de seguir para a colônia espiritual, e o único na casa com "lentes" limpas o suficiente para vê-lo era o cachorro. Depois daquele dia, Rex voltou a comer. Ele entendeu que o dono não o abandonou, apenas se mudou para um lugar onde a dor não entra.

A lição é clara para quem ama animais: Os animais não têm o véu do ceticismo que cobre os olhos humanos. Eles veem a energia pura. Se o seu cachorro late para o "nada" ou abana o rabo para uma cadeira vazia, respeite. Eles são os primeiros a testemunhar que a vida continua e que o amor é a única frequência que atravessa dimensões.

A Juliana estava preocupada. O filho dela, Lucas, de apenas 3 anos, não brincava sozinho. Ele passava horas no canto da ...
07/02/2026

A Juliana estava preocupada. O filho dela, Lucas, de apenas 3 anos, não brincava sozinho. Ele passava horas no canto da sala conversando, rindo e até dividindo o lanche com o "nada". — "Com quem você está falando, filho?" — "Com o Zé, mamãe. O Zé é engraçado."

Juliana sentiu um calafrio. Não conheciam nenhum Zé. Ela pensou em levar no psicólogo, pensou em levar na igreja. "Será que meu filho vê fantasmas?", ela temia. O "Zé" parecia saber de tudo. O menino dizia coisas como: "O Zé disse que você chorava muito quando era pequena porque caiu de bicicleta azul". Juliana gelou. Ela teve uma bicicleta azul que foi roubada quando ela tinha 7 anos. Ninguém falava disso.

Um dia, arrumando caixas antigas, Juliana achou um álbum de família empoeirado. Lucas veio correndo, colocou o dedinho gordo numa foto em preto e branco e gritou: — "Olha o Zé aí, mamãe! Ele tá com o chapéu que ele gosta!"

Juliana olhou para a foto e começou a chorar. Aquele não era um estranho. Era o Seu José, o pai dela. O avô que Lucas nunca conheceu, pois faleceu 20 anos antes do menino nascer. O avô que morreu brigado com a família, sem resolver mágoas antigas.

Lucas continuou, com a naturalidade que só as crianças têm: — "O Zé mandou avisar que já pediu desculpa pro Papai do Céu. E disse que ele vai voltar. Ele falou que vai virar meu irmãozinho pra você cuidar dele de novo."

Juliana achou que era imaginação fértil. Duas semanas depois, ela começou a sentir enjoos. O atraso. O teste de farmácia. Positivo. Juliana estava grávida.

O "amigo imaginário" sumiu da sala. Lucas disse: "O Zé foi embora, mamãe. Ele disse que agora tem que dormir pra acordar pequeno." Nove meses depois, nasceu o Gabriel. E a primeira vez que Juliana olhou nos olhos do bebê, ela sentiu uma paz antiga. O olhar do bebê não era de descoberta. Era de reencontro.

O avô voltou. Não para assombrar, mas para ser amado e perdoado. A reencarnação na mesma família é a maior prova da misericórdia divina. É a chance de reescrever a história, de transformar mágoas passadas em amor presente.

A lição é para todas as famílias: Ninguém cai na sua árvore genealógica por engano. Aquele filho "difícil", aquele parente complicado... muitas vezes são reencontros marcados há séculos. O seu lar é uma escola, e os seus filhos podem ser velhos amigos (ou velhos desafetos) que voltaram para te dar a chance de amar melhor dessa vez.

O MILAGROSO MEL DE OXÚM.Dentre as muitas incumbências dadas por Òrúnmìlà a Òsun (Oxúm), o de primeira e grande Ìyágbasè ...
07/02/2026

O MILAGROSO MEL DE OXÚM.

Dentre as muitas incumbências dadas por Òrúnmìlà a Òsun (Oxúm), o de primeira e grande Ìyágbasè (Mãe responsável pela cozinha) também lhe foi confiado.

Oxúm é a dona da Síbí igi (colher de pau). Ela conhece todos os segredos dos alimentos e da arte de cozinhar. Um dos seus grandes encantos na cozinha é o Oyin (mel de abelha) que é muito utilizado em suas obrigações principalmente no ritual do Ìpètè (uma oferenda de Oxúm que denomina uma festividade).

Um Ìtàn (mito) Yorubá diz que Oxúm conhece todo o segredo do mel a das abelhas.

O mel de abelha foi um dos primeiros alimentos descobertos pela humanidade. Além de ser um saboroso alimento, o mel possui ótimos nutrientes, propriedades antissépticas, cicatrizantes, revigorantes combate resfriados e dores de garganta.

No Candomblé, ele é usado em muitos rituais e nos Ebo's onje's Òrìsà's (oferendas e comidas dos Orixás). O único Òrìsà que tem Èwò (tabu) com o mel de abelha é Òsóòsí (Oxossi).

Chamado de Èjè òdòdó (sangue das flores), o mel simboliza o amor, a doçura e a tranquilidade. É oferecido nos momentos em que a paz é necessária principalmente em situações sentimentais e familiares.

Òsun, òóré yeye o ní ìyáàfin ásírí nití oyin, mú dùn wa èémí!
(Oxúm, mãe da bondade e dona dos mistérios do mel, adoce nossa vida!).
Àséo! 🐝🐝🐝🐝

Sem Ebó não há Candomblé.Ègbé, acho tão importante este tema que resolvi republicá-lo acrescentando mais informações e r...
07/02/2026

Sem Ebó não há Candomblé.

Ègbé, acho tão importante este tema que resolvi republicá-lo acrescentando mais informações e ratificando a importância de um Ebó em nossas vidas.

Será que todos sabem o que é um Ebó e suas inúmeras finalidades, e aí pergunto: para que serve o Ebó?

É importantíssimo esse entendimento para quem estuda, pratica e vive o Orixá.Tomar e restituir, propiciar redistribuindo, reequilibrar reestabelecendo uma sintonia com o Axé.

*”…Insistimos muitas vezes-diz Juana Elbein- que toda dinâmica do sistema Nagô está centrada em torno do ebó, da oferenda. O sacrifício em toda sua vasta gama de propósitos e modelidades… É a devolução que permite a multiplicação e o crescimento, Tudo aquilo que existe de forma individualizada deverá restituir tudo que o filho protótipo [Exú] devorou…Cada indivíduo está constituído, acompanhado por seu Exú individual, elemento que permitiu seu nascimento, desenvolvimento ulterior e multiplicação; para que ele possa cumprir seu ciclo de existência harmoniosamente, deverá imprescindivelmente restituir, através de oferendas, os “alimentos”, o Axé devorado real ou metaforicamente por seu princípio de vida individualizada. É como se um processo vital equilibrado, impulsionado e controlado por Exú, fosse baseado na absorção e na restituição constantes de matéria…”*

Respondemos inúmeras perguntas sobre qualidades de Orixás, fundamentos, lendas, feituras, borís, axés,sonhos, procuramos desmestificar e dar coragem ao leitor de interagir e familiarizar-se com essa cultura, porém, sem ebó não teremos religião e essa pergunta ninguém fez: Preciso fazer ebó para tomar um Obí? Eborí? Assentar um Oríxá? Iniciação? Como saber qual ebó devo fazer? Por que tenho que fazer ebó? Quando fazer o ebó?

Em primeiro lugar precisamos acreditar no Ebó e na Iyá ou Babálorixá que prescreveu o Ebó e, principalmente entende-lo, pelo menos ter um caminho de entendimento. Ter a prova concreta de ter feito o ebó e ter melhorado, ou ter se livrado de um perigo, amenizado um situação de queda geral, de acidente, de perigo, de perda, de injustiça, de doença, de mal agouro, de egun, de demanda, de negatividade, etc, etc.

Existem ebós positivos e negativos, aqueles que se dão caminho e os que não se dão caminho, ebós de odú, ebós de Folhas,ebós que são presenteados,èjè, opé àti ìdàpò, ètùtù,ebó Ojú kòríbi, Owaji, Osun, Efun, Yrosún, ebó ayè pínùm,ebó ìpilè,ebó catimbó,ebó ancestral, ebós de Exú, Ikú, Egun, Ebós de carrego, Ebós de Axexê,Ebó Ajeum,kizilas/Ewós, Ebó de Ori Ejó, Ebós de Kamburukú, Fatolú, Ebós de Osé, Ebós de Abikú, Ebó Omim, Ebós de prosperidade,ebó de troca, ebós de lua, sol, chuva, tempo, ebós da madrugada, leiú, ebós de rua de todos os tipos, ebó de cachoeira, rio, mar,cemitério, hospital, banco, praça, delegacia,empresas, igreja,mato, dentro do buraco, na montanha, ebós contra vícios, roubo e ebós e tantos ebós de limpeza e preparação até para abrir um jogo de búzios, ebós para chegar e para sair, pra viver, pra morrer,para mil outras finalidades. Os efuns no iyawo é um ebó de proteção e importantíssimo.

O ebó não espera um dia ser feito, se foi prescrito tem que fazer o mais rápido ou não faça mais, pois ele se apresenta num caminho que pode ser transitório.

O ebó existe permanentemente dentro de um Ilê Axé, no momento que entramos na casa, saudamos a entrada com água para esfriar o caminho, isso é um Ebó.

O Ebó é místico, essa é minha visão, ele tem influências de Exú e Orunmilá e Omolú. Na própria confecção do ebó tem a energia de quem está fazendo, arrumando, tem a energia de quem vai passar, de quem vai levar.

O banho de ervas é um ebó de pai Ossayin e, é de suma importãncia tomá-lo após um ebó, é o sangue verde das folhas, a essência viva da natureza.

Se faz ebó com apenas um ovo, se faz ebó com apenas uma pedra de ofun ralado, com uma pimenta da costa, se faz ebó com a fé nas coisas simples que é a grande sabedoria Yorubá.

Os iniciados no Orixá tomam ebó sempre e para sempre, pois, manter-se limpo é estar em sintonia com seu Orixá, é concebe-lo numa suavidade preponderante em seu axé individual, é dar ao seu Orixá um corpo limpo pra uma manifestação pura.

Òrúnmìlá òjó iku dá.**
Somente Òrúnmìlá muda o dia de nossa morte. (com ebó ikú)

O ebó é fundamental para quem quer manter o equilíbrio vital na convivência religiosa, pois “Sem Ebó não há Candomblé”.

03/02/2026
DECRETO PODEROSO DO RAIO AZUL(Para proteção, quebra de maldições, magias e reestabelecimento da ordem na vida)“Eu invoco...
01/02/2026

DECRETO PODEROSO DO RAIO AZUL
(Para proteção, quebra de maldições, magias e reestabelecimento da ordem na vida)

“Eu invoco agora, de forma consciente, firme e soberana, o Sagrado Raio Azul da Vontade Divina. Invoco sua força viva, seu poder, sua fé e sua proteção absoluta para que atue imediatamente em minha vida, em meus corpos, pensamentos, emoções, decisões e caminhos.

Invoco a presença do Mestre Ascensionado El Morya, guardião da fé, da coragem e da vontade alinhada ao propósito divino. Que sua energia dissolva toda indecisão, medo, insegurança, fraqueza espiritual e perda de direção. Que eu me levante agora com firmeza interior, clareza mental e autoridade sobre minha própria vida.

Invoco o Amado Arcanjo Miguel, com sua espada de luz azul, para cortar, dissolver e remover toda energia negativa, ataques visíveis ou invisíveis, interferências, invejas, obsessões, magias, vínculos nocivos, votos inconscientes e pactos feitos no medo ou na ignorância. Que toda força contrária à luz seja agora neutralizada e transmutada.

Que o Raio Azul atue em minhas decisões, fortalecendo minha palavra, minha postura e minhas escolhas. Que eu diga sim ao que é alinhado e não ao que me enfraquece. Que toda confusão mental, dúvida constante e medo de errar seja dissolvido agora.

Que este raio fortaleça minha vida profissional e financeira, trazendo ordem, disciplina, comando e proteção. Que eu tenha coragem para avançar, maturidade para sustentar e fé para não recuar diante dos desafios.

Que o Raio Azul atue também em meus relacionamentos, cortando laços de dependência, submissão, abuso emocional ou espiritual. Que eu caminhe com dignidade, verdade e respeito por mim mesmo.

Eu decreto agora proteção absoluta sobre meu campo energético, minha casa, meus caminhos e tudo o que me pertence.
Eu decreto fé ativa, força interior e alinhamento com a Vontade Divina.
Eu decreto que nenhuma energia contrária à luz tenha poder sobre mim.

Eu Sou a força do Raio Azul em ação.
Eu Sou a fé que não vacila.
Eu Sou a proteção divina manifestada.
Eu Sou firme, guiado e protegido agora.”

Médico psiquiatra, dirigiu por muito tempo o Sanatório Espírita de Uberaba.Desencarnado em 1988 vem, através da psicogra...
01/02/2026

Médico psiquiatra, dirigiu por muito tempo o Sanatório Espírita de Uberaba.
Desencarnado em 1988 vem, através da psicografia, nos dar esse importante alerta.
"Irmãos e irmãs, o que vale no Espiritismo é o que você faça dos conhecimentos que for adquirindo nele. O resto - acredite -, não conta muito.
Quando desencarnei, ninguém queria saber qual era o meu nome, endereço, tampouco os títulos que eu possuía - A minha consciência é que, insistentemente, me pedia contas.
A bem dizer, a minha condição de espírita nada significava, e nem significa até hoje. o que vale é o valor - o seu valor pessoal, sem rótulos, ou faixas, de qualquer espécie. Deste Outro Lado, a única coisa capaz de lhe valer é o seu currículo - o seu currículo de bondade! Porque, no fundo, é isto que irá proporcionar a você alguma réstea de luz, para que, mesmo caminhando na escuridão, consiga evitar o abismo...
Não cometa a tolice de imaginar que, na Vida de além-túmulo, o espírita possa ser tratado com deferência. Privilégio, ou o famoso "jeitinho" brasileiro, é algo que por aqui não existe!
Chico Xavier dizia, e com razão, que os espíritas estavam desencarnando mal - estavam, e, em geral, ainda estão!
Sinceramente, o único predicado que eu invejo numa pessoa, seja ela qual for, é a bondade! Depois que a gente larga a carcaça, para quem é realmente bom, aqui todas as portas se abrem, e todos os caminhos se desimpedem!
Por isto, eis o conselho que lhe dou: teorize menos, e procure servir mais!
De uma encarnação a outra, o espírito melhora muito pouco... A evolução, para quem não se conscientiza, acontece quase que a passo de lesma - dessas que deixam o seu rastro gosmento no chão!
Não creia ser diferente. Não estou querendo desanimar a quem seja, mas, se você se interessa pela Verdade, ei-la aqui de maneira nua e crua.
"Nosso Lar", a colônia espiritual que muita gente na Terra almeja habitar, tem muito mais católicos, protestantes, umbandistas, e até mais ateus, do que espíritas...
Não, não se creia o suprassumo, porque você não o é!
Como é que eu posso dizer isto?! Ser espírita é só acréscimo de responsabilidade espiritual."
INÁCIO FERREIRA
Uberaba - MG, 22 de julho de 2013.

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