Catarina Gomes - Terapeuta Familiar e de Casal

Catarina Gomes - Terapeuta Familiar e de Casal Estou aqui para te ajudar a viver a tua vida e as tuas relações de uma forma mais leve e consciente.

Gabinete Terapêutico
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3720-241 Oliveira de Azeméis

Clínicas com parceria para Terapia Familiar e de Casal:
- Clinifeira - Parento Infantil

O ressentimento raramente aparece de repente. Vai-se construindo devagar.Nas pequenas coisas que ficaram por dizer,nos p...
09/05/2026

O ressentimento raramente aparece de repente. Vai-se construindo devagar.

Nas pequenas coisas que ficaram por dizer,
nos pedidos que não foram escutados,
nas necessidades que não foram atendidas.

E com o tempo, aquilo que começou como mágoa transforma-se em distância, irritação
ou frieza na relação.

Nasce, muitas vezes, da ausência de reparação e reconhecimento.

E é por isso que tantas relações não precisam apenas de conversar mais.
Precisam de voltar a sentir que as necessidades emocionais são ouvidas.

Que necessidade tua ficou tempo demais por escutar?

Catarina 🤍

Talvez isto explique mais do que parece.Catarina 🤍
06/05/2026

Talvez isto explique mais do que parece.

Catarina 🤍

03/05/2026

Confirmo: o neurónio é partilhado 😂
(e às vezes não está a funcionar a 100% 🤪)

Mas a verdade?
Eu também sou apanhada muitas vezes presa nas rotinas, no ‘tem que ser’, no piloto automático de mãe.

Eu também me esqueço de brincar, abrandar.
De simplesmente me divertir com elas.

E muitas vezes, tenho mesmo que proporcionar estes momentos… em que largo o controlo e entro na brincadeira.

Nem tudo tem de ser educativo.
Nem tudo tem de ser perfeito (e honestamente, elas nem precisam disso).

Neste Dia da Mãe, estou a lembrar-me disto a mim: menos pressão, menos culpa… e mais destas figuras tristes que acabam em gargalhadas 🤍

Quem mais aí? 🙌

Catarina - a mãe imperfeita e a aprender todos os dias 🤍

Nem tudo o que sentimos precisa de resposta imediata.Há momentos em que o impulso é reagir,responder rápido, defender, j...
01/05/2026

Nem tudo o que sentimos precisa de resposta imediata.

Há momentos em que o impulso é reagir,
responder rápido, defender, justificar, contra-atacar.

E as relações constroem-se também na capacidade de abrandar.

Abrandar para sentir, perceber e escolher, em vez de reagir.

Entre o que sentimos e o que fazemos, há um pequeno intervalo.
E muitas vezes, é nesse intervalo que a relação se constrói.

E tu, consegues dar esse espaço antes de reagir?

Catarina 🤍

29/04/2026

Quando digo aos meus pacientes para não guardarem tudo… não significa ‘botar tudo para quebrar’ 😅

Entre o silêncio e a explosão, existe um caminho: o dos limites saudáveis.

Sentir é importante.
Mas perceber de onde vem o que estamos a sentir… e escolher conscientemente o que fazemos com isso é o que transforma relações.

Catarina 🤍

25 de abrilDia da Liberdade Celebramos a liberdade como um direito coletivo. Mas há uma parte dela que é profundamente í...
25/04/2026

25 de abril
Dia da Liberdade

Celebramos a liberdade como um direito coletivo. Mas há uma parte dela que é profundamente íntima.

A liberdade de dizer o que sentimos.
De não nos calarmos para evitar conflito.
De não nos moldarmos para caber.

Nem sempre é fácil.
Nem sempre vem de fora.

Muitas vezes… é um caminho interno.

E talvez comece em pequenos momentos de verdade connosco.

Hoje pergunta-te: em que situações sentes que te afastas de quem és?

Catarina 🤍

A esperança não nasce de ter tudo resolvido, nem de garantias.Muitas vezes, nasce num momento simples:quando alguém nos ...
24/04/2026

A esperança não nasce de ter tudo resolvido, nem de garantias.

Muitas vezes, nasce num momento simples:
quando alguém nos escuta, nos vê. É aí que algo muda por dentro.

A esperança também é uma emoção e constrói-se em relação.

Pequenos momentos de ligação podem devolver aquilo que parecia perdido.

Não é sobre ter certezas. É sobre voltar a sentir que há espaço
para continuar.

A ti, o que te devolve esperança nas tuas relações?

Catarina 🤍

Esta sou eu. E nem sempre é simples olhar para mim com gentileza.Há dias gravei um vídeo… E depois fiquei a olhar para m...
22/04/2026

Esta sou eu. E nem sempre é simples olhar para mim com gentileza.

Há dias gravei um vídeo… E depois fiquei a olhar para mim. Não para o conteúdo, para mim.

Para as rugas que começam a aparecer, para os ângulos que não gosto tanto,
para os traços que nem sabia que tinha.

E pensei: em que momento deixei de me ver “mais nova” e comecei a ver, de forma tão clara, a minha idade?

Tenho 41 anos. E, de repente, isso deixou de ser só um número.

Trabalhar com exposição (mesmo que seja “só” nas redes) não é assim tão simples quanto parece.
Há um confronto silencioso que acontece, com a nossa imagem, com os nossos padrões, e com aquilo que achamos que “devíamos” ser.

E no meio disto tudo… há também um convite difícil: o de aceitar.

Não num lugar de resignação, mas num lugar de presença.

De continuar a aparecer, mesmo quando não nos sentimos no nosso melhor.
Não deixar de ver o que mudou mas aprender a olhar com mais gentileza.

E tu… já te apanhaste a olhar para ti com mais crítica do que cuidado?

Catarina 🤍

20/04/2026

Há algo profundamente significativo em dois parceiros que escolhem sentar-se lado a lado… e olhar para a relação com intenção.

Não é sobre quem tem razão. É sobre estar disponível para cuidar.

Tenho tido muitos casais a iniciar esta jornada, e há uma coisa que nunca passa despercebida: o que este passo comunica.

Comunica coragem, compromisso e um “nós importamos”.

Não é um recomeço do zero, porque a história existe, as marcas também. Mas é, muitas vezes, um ponto de viragem:
“Eu estou aqui.
E quero fazer diferente.”

E, num mundo onde é tão fácil desistir ou afastar-se, escolher ficar e trabalhar na relação, já diz muito sobre o que ainda existe.

Se estás neste caminho, reconhece isso em ti e no outro.

Catarina 🤍

Nem tudo o que sustenta uma relação é visível.Há tentativas que não são ditas, esforços que não são reconhecidos.E quand...
18/04/2026

Nem tudo o que sustenta uma relação é visível.

Há tentativas que não são ditas, esforços que não são reconhecidos.

E quando isso não é visto, com o tempo, começa a pesar.

Não porque o outro não faça. Mas porque ninguém repara.

Às vezes, uma relação não precisa de mais esforço. Precisa de mais reconhecimento.

Um simples “vejo o quanto te esforças”
pode aliviar mais do que mudar comportamentos.

Porque ser visto regula e sentir-se visto aproxima.

Sentes que o teu esforço é visto na tua relação?

Catarina 🤍

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