Goretti Moreira Psicóloga

Passamos tanto tempo a olhar para a vida dos outros que, sem nos apercebermos, começamos a duvidar da nossa.Uma fotograf...
21/05/2026

Passamos tanto tempo a olhar para a vida dos outros que, sem nos apercebermos, começamos a duvidar da nossa.

Uma fotografia não mostra a ansiedade.
Um sorriso não revela o que alguém está a carregar por dentro.
Uma vida aparentemente perfeita não é sinónimo de paz.

Nas redes sociais, vemos recortes.
Momentos escolhidos.
Versões editadas.

E, quando nos esquecemos disso, é fácil acreditar que estamos atrasados, que não fizemos o suficiente ou que há algo de errado connosco.

Mas a verdade é mais simples do que parece.

O teu valor não diminui só porque a vida dos outros parece acontecer mais depressa.

A tua vida não está atrasada.

Está a acontecer no teu ritmo.

Guarda este post para reler nos dias em que sentires que não és suficiente.

💚 Qual destas frases precisavas mais de ouvir hoje?

Se te identif**aste com este carrossel, talvez o teu cansaço não venha apenas daquilo que fazes.Pode vir de tudo aquilo ...
19/05/2026

Se te identif**aste com este carrossel, talvez o teu cansaço não venha apenas daquilo que fazes.

Pode vir de tudo aquilo que tens evitado sentir.

Guarda este post para reler com calma.
E partilha com alguém que nunca consegue parar.

Há pessoas que se habituaram a fazer tudo sozinhas.Resolvem. Antecipam. Organizam. Cuidam dos outros. Mantêm tudo a func...
16/05/2026

Há pessoas que se habituaram a fazer tudo sozinhas.

Resolvem. Antecipam. Organizam. Cuidam dos outros. Mantêm tudo a funcionar.

Por fora, esta capacidade costuma ser vista como força, maturidade e autonomia.

Mas nem sempre é assim que ela nasceu.

Muitas vezes, a hiper-independência desenvolve-se quando, em algum momento da vida, pedir ajuda não pareceu seguro. Quando não havia disponibilidade emocional, quando a vulnerabilidade foi recebida com crítica ou quando se aprendeu, demasiado cedo, que depender dos outros podia trazer desilusão.

Com o tempo, o sistema adapta-se e cria uma regra silenciosa: é mais seguro não precisar de ninguém.

Isto não signif**a que a pessoa não deseje proximidade. Signif**a apenas que confiar pode ativar desconforto, receio e a sensação de perda de controlo.

O que, à primeira vista, parece autonomia pode esconder cansaço, dificuldade em relaxar, necessidade de ter tudo sob controlo e a sensação persistente de que não é possível baixar a guarda.

Pedir ajuda não é sinal de fraqueza.

É, muitas vezes, um passo importante para construir relações mais seguras e perceber que não é preciso sustentar tudo sozinho.

💬 Identif**as-te com esta necessidade de ter de dar conta de tudo?

Se te revês nestas palavras, talvez o teu corpo esteja a pedir atenção há mais tempo do que imaginas.💬 Alguma vez disses...
14/05/2026

Se te revês nestas palavras, talvez o teu corpo esteja a pedir atenção há mais tempo do que imaginas.

💬 Alguma vez disseste:
“Não sei o que tenho, mas não estou bem”?

Ou envia este carrossel a alguém que precisa de perceber que aquilo que sente faz sentido.

"Mãe…ainda vais a tempo de te reencontrar fora do papel de quem cuida de tudo.E eu gostava que um dia olhasses para ti c...
11/05/2026

"Mãe…
ainda vais a tempo de te reencontrar fora do papel de quem cuida de tudo.
E eu gostava que um dia olhasses para ti com o mesmo carinho com que sempre olhaste para mim."

Hoje, talvez baste uma pergunta:
o que eu preciso recuperar em mim — nem que seja em pequenas doses — para me sentir novamente eu?

"Mãe…ainda vais a tempo de te reencontrar fora do papel de quem cuida de tudo.E eu gostava que um dia olhasses para ti c...
09/05/2026

"Mãe…
ainda vais a tempo de te reencontrar fora do papel de quem cuida de tudo.

E eu gostava que um dia olhasses para ti com o mesmo carinho com que sempre olhaste para mim."

Hoje, talvez baste uma pergunta: o que eu preciso
recuperar em mim — nem que seja em pequenas doses — para me sentir novamente eu?

Talvez uma das conversas mais importantes deste momento seja esta:há pessoas extremamente funcionais que estão profundam...
07/05/2026

Talvez uma das conversas mais importantes deste momento seja esta:
há pessoas extremamente funcionais que estão profundamente exaustas… e ninguém percebe.

Guarda este post para voltares a ele nos dias em que sentires que o teu cansaço não tem explicação visível.
E partilha com alguém que anda há demasiado tempo a sobreviver em esforço silencioso.

Nem sempre a relação com a comida tem a ver com disciplina, controlo ou “força de vontade”.Cada vez mais estudos em psic...
30/04/2026

Nem sempre a relação com a comida tem a ver com disciplina, controlo ou “força de vontade”.
Cada vez mais estudos em psicologia e neurociência mostram que comportamentos como comer em excesso estão frequentemente ligados à forma como o sistema nervoso tenta regular estados internos como stress, ansiedade ou sobrecarga emocional.

Quando o corpo entra em modo de tensão constante, procura formas rápidas de voltar ao equilíbrio — e a comida pode tornar-se uma dessas respostas, porque ativa mecanismos de conforto e alívio imediato.

O problema não está no comportamento isolado.
Está na ausência de outras formas de regulação.

Por isso, antes de entrares em ciclos de culpa ou autocontrolo extremo, pode ser mais útil criar pequenas pausas de consciência: perceber o que estás a sentir, o que ficou por expressar e o que o teu corpo está realmente a pedir naquele momento.

Isto não resolve tudo — mas muda o ponto de partida.

Já sentiste que a comida vai além da fome?



Guarda este post para voltares a ele com mais calma.

Nem tudo o que a violência deixa para trás é imediatamente visível.Muitas vezes, o impacto instala-se de forma silencios...
27/04/2026

Nem tudo o que a violência deixa para trás é imediatamente visível.

Muitas vezes, o impacto instala-se de forma silenciosa e prolongada, aparecendo no corpo em alerta, no medo que não desaparece, na dificuldade em confiar, na culpa que ocupa espaço a mais e naquela sensação estranha de já não se saber bem o que é exagero, o que é defesa e o que é sobrevivência.

Quando uma pessoa vive violência, o sofrimento não f**a limitado ao momento em que tudo aconteceu. Em muitos casos, continua a manifestar-se muito depois, através de respostas psicológicas e físicas que podem ser difíceis de identif**ar, sobretudo quando houve repetição, manipulação, controlo ou desvalorização constante. O sistema nervoso pode permanecer em estado de ameaça, e isso tem impacto real na forma como a pessoa sente, pensa, dorme, reage e se relaciona.

Falar sobre isto também é uma forma de cuidado, porque ajuda a dar nome ao que tantas pessoas vivem em silêncio, sem perceberem que aquilo que sentem pode ser consequência direta do que passaram.

Se este tema tocar em algo seu, ou de alguém próximo, procure apoio.

Em situação de perigo imediato, ligue 112.
CIG: 800 202 148 | SMS 3060 | violencia@cig.gov.pt
| 24h
APAV: 116 006 | dias úteis, das 8h às 23h
Linha Nacional de Emergência Social: 144 | 24h/365 dias

Partilhar este conteúdo pode ser uma forma de chegar a alguém que ainda não conseguiu pedir ajuda.

Hoje fala-se de liberdade.Mas nem toda a liberdade é visível.Há quem viva sem medo por fora e em constante alerta por de...
25/04/2026

Hoje fala-se de liberdade.

Mas nem toda a liberdade é visível.
Há quem viva sem medo por fora e em constante alerta por dentro.
Há quem tenha voz e, ainda assim, não consiga dizer o que sente.

A liberdade emocional não é um dado adquirido.
É algo que se constrói — com segurança, com consciência e, muitas vezes, com ajuda.

Se isto fizer sentido para si, partilhe.
Pode chegar a alguém que ainda não se sente livre.

Os sinais de dificuldades de aprendizagem não costumam aparecer de forma evidente desde o início.Instalam-se em detalhes...
19/04/2026

Os sinais de dificuldades de aprendizagem não costumam aparecer de forma evidente desde o início.

Instalam-se em detalhes pequenos, na leitura que exige mais tempo, nas tarefas que f**am a meio, na forma como a criança se organiza ou responde em contexto escolar. Quando surgem de forma pontual, passam facilmente despercebidos. Quando se repetem, começam a ter impacto.

Ao longo desse processo, muitas crianças ajustam o comportamento sem que isso seja imediatamente compreendido. Algumas afastam-se de determinadas tarefas, outras demoram mais, outras ainda começam a mostrar frustração ou perda de confiança.

Tudo isto faz parte da forma como tentam lidar com aquilo que lhes está a ser mais difícil.

Olhar com atenção para estes sinais permite perceber melhor o que está a acontecer e decidir, com mais segurança, se faz sentido aprofundar através de uma avaliação.

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