01/03/2026
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Ambas as religiões conquistaram seus prosélitos com a ponta da espada; ambas construíram seus templos sobre enormes hecatombes de vítimas humanas. No pórtico do século I de nossa era brilharam fatidicamente estas palavras ominosas: "O CARMA DE ISRAEL". Sobre os umbrais do XIX poderão ler os profetas do futuro outras palavras que farão referência ao Carma da história ardilosamente falseada dos fatos deturpados de propósito e dos grandes caracteres caluniados ante a posteridade e destruídos até ficarem irreconhecíveis, entre os dois carros de Jagannâtha: o Fanatismo e o Materialismo — um que tudo aceita e o outro que tudo nega. Sábio é aquele que se mantém tranquilo entre os dois extremos, e que confia na justiça eterna das coisas. Diz Faiza Dîwân, "testemunha dos maravilhosos discursos de um livre pensador que pertence a mil seitas": "Na assembléia do dia da ressurreição, quando serão perdoadas as coisas do passado, deixarão de existir os pecados da Ka'bah, graças ao pó das igrejas cristãs." A isso responde o Professor Max Muller: "Os pecados do Islam são tão indignos como o pó do Cristianismo, no dia da ressurreição, tanto os maometanos como os cristãos verão a inanidade de suas doutrinas 100 religiosas. Os homens combatem pela religião na terra;; no céu compreenderão que só existe uma religião verdadeira- a adoração do ESPÍRITO DE DEUS117." Em outras palavras: "NÃO HÁ RELIGIÃO SUPERIOR À VERDADE" -
Satyat Nâsti Paro Dharmah — o lema do Mahârâjah de Benares, adotado pela Sociedade Teosófica.