04/12/2025
Os ortobiológicos tornaram-se um dos pilares da medicina regenerativa, aplicados a várias áreas da medicina, incluindo a Medicina Estética e Ginecoestética. Incluem sobretudo plasma rico em plaquetas (PRP), plasma rico em fibrina (PRF), frações celulares derivadas de tecido adiposo e concentrados de fatores de crescimento. A sua grande vantagem é serem compostos biológicos naturais, com elevada biocompatibilidade e risco mínimo de rejeição ou reação adversa.
Na medicina estética, os otobiológicos são utilizados para estimular a regeneração cutânea, promover neocolagénese e melhorar a qualidade e textura da pele. O PRP, por exemplo, liberta fatores de crescimento que atuam na reparação tecidular, sendo usado em rejuvenescimento facial, melhoria da luminosidade, tratamento de cicatrizes, entre outros. A Associação de técnicas de forma correta e programada, é parte do sucesso.
Na ginecoestética, a medicina regenerativa tem ganho especial relevância no tratamento da secura vaginal, dor sexual, incontinência urinária leve e alterações decorrentes da menopausa ou pós-parto. O uso do laser Fotona, de PRP ou de células derivadas de gordura no rejuvenescimento íntimo promove aumento da vascularização, melhoria da lubrificação e maior trofismo dos tecidos vulvovaginais, contribuindo para um maior conforto e função sexual. Estes procedimentos oferecem uma alternativa segura e minimamente invasiva para mulheres que procuram soluções naturais ou que apresentam contraindicação para terapias hormonais.
A Medicina Regenerativa aplicada à Estética e Ginecoestética representa um avanço significativo na abordagem centrada na reparação tecidular, na função e não apenas na aparência. É uma área em rápida evolução, que se apoia em ciência sólida, técnicas cada vez mais refinadas e um crescente interesse em soluções autólogas, personalizadas e biologicamente integradas.
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