Paula Ribeiro - Psicóloga Clínica e da Saúde

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Curar não é linear.Há dias em que sentes que avançaste mundos e outros em que uma emoção antiga regressa como se nada ti...
25/01/2026

Curar não é linear.

Há dias em que sentes que avançaste mundos e outros em que uma emoção antiga regressa como se nada tivesse mudado.

E isso não é fracasso.
É processo.

Na terapia — e na vida — avançar não é seguir sempre em frente.
Às vezes é voltar atrás para olhar com outros olhos, com mais recursos, mais consciência, mais compaixão.

É revisitar dores que antes só doíam
e que agora também podem ser compreendidas.
É tropeçar no mesmo ponto,
mas cair de forma diferente.

Curar não é apagar o passado.
É integrá-lo.

Por isso, se hoje sentes que recuaste,
lembra-te:
talvez estejas apenas a aprofundar.

Porque crescer não é uma linha reta.
É um caminho vivo, humano, imperfeito — e ainda assim, profundamente transformador.

✨ Avançar também inclui voltar atrás.

Há um cansaço que não se vê.Aquele que se aprende a engolir, a disfarçar, a carregar em silêncio.Foste ensinada/o a ague...
21/01/2026

Há um cansaço que não se vê.
Aquele que se aprende a engolir, a disfarçar, a carregar em silêncio.

Foste ensinada/o a aguentar.
A ser forte.
A não incomodar.
A resolver sozinha/o.

Mas o corpo sente.
A mente pesa.
E a alma pede pausa.

Permitir-te dizer “estou cansada/o” não é desistir.
Permitir-te pedir apoio não é fraqueza.
É maturidade emocional.
É autocuidado.
É humanidade.

Nem tudo precisa de ser suportado em silêncio.
Nem tudo precisa de ser carregado sozinha/o.

Às vezes, o passo mais terapêutico não é resistir mais…
é deixar cair a armadura.

🌱 Se sentes que estás a aguentar mais do que consegues, talvez este seja o momento de te ouvires com mais gentileza.

📌 Cuidar da saúde mental também é aprender a pedir ajuda.

(Estou aqui.)

Nem sempre dá para ter tudo no lugar.E talvez o problema seja termos acreditado que devia dar.A vida raramente se organi...
18/01/2026

Nem sempre dá para ter tudo no lugar.
E talvez o problema seja termos acreditado que devia dar.

A vida raramente se organiza em linhas direitas.
Há dias confusos, emoções misturadas, decisões adiadas, partes de nós ainda por entender.
E isso não é falha — é condição humana.

Vivemos muitas vezes à espera de que tudo se alinhe para então respirar.
Mas a calma não nasce da perfeição.
Nasce da permissão.

Permissão para não saber tudo.
Para não controlar tudo.
Para caminhar mesmo com o coração desalinhado.

A verdadeira regulação emocional acontece quando deixamos de lutar contra o processo
e começamos a habitar o caminho.
Um passo de cada vez.
Um dia de cada vez.
Um sentir de cada vez.

Encontrar calma não é chegar a um lugar onde nada dói.
É aprender a caminhar com mais gentileza
mesmo quando nem tudo está resolvido.

E talvez hoje a pergunta não seja
“como faço para ter tudo no lugar?”
mas sim:
“como posso cuidar de mim enquanto avanço?”

🌿 A calma também se aprende em movimento.

O teu sistema nervoso também faz planos.Nem todos os planos vivem na cabeça.Alguns vivem no corpo.Enquanto fazes listas ...
14/01/2026

O teu sistema nervoso também faz planos.

Nem todos os planos vivem na cabeça.
Alguns vivem no corpo.

Enquanto fazes listas de objetivos, o teu sistema nervoso pergunta outra coisa:
O que é que eu quero sentir mais vezes?
Mais calma?
Mais segurança?
Mais leveza ao acordar?
Menos sobressalto?
Mais presença nos momentos simples?

A forma como vives os dias não depende apenas do que conquistas,
mas de como o teu corpo se sente enquanto caminhas em direção a isso.

Quando passamos demasiado tempo em alerta, em esforço, em sobrevivência,
o corpo aprende a antecipar perigo — mesmo quando já não existe.
E então reagimos, em vez de escolher.
Fechamo-nos, em vez de sentir.
Aceleramos, mesmo quando precisamos de pausa.

Regular emoções não é controlá-las.
É criar condições internas para que o corpo se sinta seguro o suficiente para sentir.

Talvez este seja um bom momento para perguntar:
Que ambientes me acalmam?
Que relações me regulam?
Que hábitos me deixam mais inteiro/a — e não apenas mais produtivo/a?
Porque o teu sistema nervoso não quer mais exigência.
Quer previsibilidade, cuidado, gentileza.

E talvez o verdadeiro plano deste ano não seja fazer mais, mas sentir melhor.

🌿 Quando escolhes o que queres sentir mais vezes, estás a ensinar o teu corpo que a vida pode ser um lugar seguro.

📌Escolhe apenas uma sensação para ser a tua "âncora" esta semana.
- Âncora: Calma (sempre que sentires o batimento acelerar, faz três respirações profundas)

- Âncora: Presença (larga o telemóvel enquanto tomas o pequeno almoço)

- Âncora: Segurança (faz por teres um momento de pausa no final do dia para reconheceres que naquele instante estás protegida/o e em paz.

Janeiro chega carregado de promessas.Metas, planos, listas, resoluções.Uma pressão subtil — e às vezes esmagadora —de qu...
11/01/2026

Janeiro chega carregado de promessas.
Metas, planos, listas, resoluções.
Uma pressão subtil — e às vezes esmagadora —
de que agora é que tem de ser.

Como se o novo ano fosse uma prova.
Como se falhar não fosse opção.
Como se descansar fosse sinónimo de f**ar para trás.

Mas a verdade é que nem todos começam o ano com energia.
Alguns começam cansados.
Outros, tristes.
Outros ainda, apenas a tentar sobreviver ao que ficou por digerir do ano anterior.

E está tudo bem.

A ansiedade de recomeço nasce muitas vezes desta ideia perigosa:
a de que precisamos de compensar, recuperar, acelerar.
Quando, na realidade, o que mais precisamos é escutar.

Talvez este ano não venha para te exigir mais.
Talvez venha para te ensinar limites.
Talvez não seja o ano das grandes conquistas,
mas o ano em que aprendes a não te abandonar.

Não precisas de fazer deste o melhor ano da tua vida.
Às vezes, fazer dele um ano habitável já é um enorme avanço.

Um ano onde cabes.
Onde respiras.
Onde não te medes o tempo todo.

Recomeçar também pode ser suave.
Evoluir também pode ser silencioso.

E se, em vez de expetativas pesadas,
este ano te pedisse apenas uma coisa:
que sejas mais humano/a contigo?

🌱 A saúde mental também se constrói assim — sem pressa, sem comparação, sem culpa.

08/01/2026

Estamos a sair de um tempo de festas.
De listas, compras, embrulhos.
De muitos pais a fazerem um esforço enorme para dar aos filhos
o presente da moda,
o brinquedo do momento,
aquilo que “não podia faltar” no Natal.

E tudo isso é feito, quase sempre, por amor.

Mas agora que o papel de embrulho ficou no lixo
e os brinquedos começam a perder o brilho,
f**a uma pergunta silenciosa:

o que é que realmente permanece?

Vivemos rodeados de estímulos, notif**ações e urgências inventadas.
E, sem perceber, vamos adiando aquilo que mais marca uma infância:
a presença real.

O maior presente que uma criança pode receber
não se embrulha,
não faz barulho,
não cabe numa caixa.

Cabe no tempo.
No olhar que se demora.
Na escuta que não apressa.
Na atenção que não se divide.

Para uma criança, ser vista, ouvida e sentida
é a base da sua segurança emocional.
É assim que se constroem vínculos, autoestima
e memórias que aquecem por dentro.

Não são os objetos que f**am.
Ficam as gargalhadas sem pressa.
O colo disponível.
A sensação profunda de: “eu importo”.

Um dia, quando crescerem,
não se vão lembrar dos brinquedos da moda.

Vão lembrar-se de quem estava lá.

E talvez a pergunta mais importante, neste pós-festas, seja mesmo esta:
daqui a alguns anos, o que queres que o teu filho recorde de ti?

Presença também é cuidado psicológico 🤍

Talvez este novo ano não venha com a exigência de te reinventares.Talvez não te peça uma versão melhor, mais produtiva o...
04/01/2026

Talvez este novo ano não venha com a exigência de te reinventares.
Talvez não te peça uma versão melhor, mais produtiva ou mais forte de ti.

Talvez te peça apenas isto:
que pares de lutar contra quem és.

Recomeços realistas não acontecem quando nos anulamos,
mas quando nos escutamos.
Quando deixamos de prometer excessos
e começamos a oferecer presença.

Não precisas de ser outra pessoa para começar de novo.
Precisas de reconhecer os teus limites,
honrar o teu cansaço,
e respeitar o ritmo que o teu corpo e a tua mente pedem.

Recomeçar pode ser mais simples do que parece:
é continuar… mas com mais verdade.

Que 2026 seja menos sobre transformação forçada
e mais sobre coerência interna.
Menos sobre provar
e mais sobre cuidar.

Porque o verdadeiro começo acontece
quando deixas de te abandonar. 🌿

Que este ano que começa não te peça pressa para ser melhor,mas permissão para seres inteira/o.Inteira/o com as tuas conq...
31/12/2025

Que este ano que começa não te peça pressa para ser melhor,
mas permissão para seres inteira/o.
Inteira/o com as tuas conquistas,
com as tuas quedas,
com tudo o que ainda está em processo.

Que possas entrar neste novo ciclo com mais escuta interna
e menos exigência.
cuidar.

Como psicóloga, desejo-te um ano onde a saúde emocional
não seja um “extra”,
masCom mais gentileza contigo
e menos comparações com os outros.

Que aprendas a honrar os teus limites
como quem honra a própria vida.
Que percebas que descansar também é crescer,
que pedir ajuda também é força
e que recomeçar não signif**a falhar — signif**a uma prioridade.
Onde possas construir relações mais verdadeiras,
começando pela relação contigo.

Que este ano te encontre mais presente,
mais consciente
e, sobretudo, mais em casa dentro de ti.

🌿 Feliz Ano Novo.
Que seja um ano vivido com verdade, presença e coração.💫

Hoje é Natal.E antes de ser sobre mesas cheias, presentes embrulhados ou fotografias perfeitas, é — ou pode ser — sobre ...
25/12/2025

Hoje é Natal.
E antes de ser sobre mesas cheias, presentes embrulhados ou fotografias perfeitas, é — ou pode ser — sobre presença.

Natal lembra-nos da importância do encontro.
Com os outros… mas também connosco.

Nem todos vivem este dia com leveza. Para alguns, o Natal traz saudade, silêncio, ausências, memórias difíceis ou uma solidão que dói mais quando o mundo parece exigir alegria. E está tudo bem se hoje não for fácil. As emoções não seguem calendários.

Que este Natal seja um convite à gentileza —
para ouvir mais, exigir menos, acolher o que surge sem julgamento.
Um convite a estar inteiro/a, mesmo imperfeito/a 🤍

Se houver abraços, que sejam verdadeiros.
Se houver silêncio, que seja respeitado.
Se houver lágrimas, que encontrem espaço.
E se houver alegria, que seja simples e real.

Que possas oferecer — a ti e aos outros — o presente mais raro: atenção, cuidado e presença.

Feliz Natal ✨
Com mais humanidade, mais escuta e mais coração.

Nesta época natalícia, em que as ruas se enchem de luzes e as mãos se ocupam de sacos e listas de compras, talvez valha ...
23/12/2025

Nesta época natalícia, em que as ruas se enchem de luzes e as mãos se ocupam de sacos e listas de compras, talvez valha a pena parar um instante e perguntar: o que é que realmente f**a?

Vivemos numa sociedade que nos ensinou a medir o afeto em embrulhos, valores e objetos. E, ainda assim, quando olhamos para trás, raramente é um presente que nos aquece o coração.
O que permanece são as memórias.
Os risos partilhados sem pressa.
O abraço que chega no momento certo.
A conversa que nos fez sentir vistos.
O silêncio confortável ao lado de quem amamos.

Presentes podem ser gestos de carinho — e são —, mas são as experiências vividas juntos que constroem vínculos profundos e duradouros. É nelas que o amor ganha forma, textura e sentido.

Como psicóloga, acompanho de perto o impacto transformador das conexões verdadeiras na saúde emocional. Estar presente, de corpo e de alma, regula, fortalece e cura. Criar memórias é um ato de cuidado: é escolher a presença em vez da distração, a escuta em vez da pressa, o encontro em vez da performance.

Neste Natal, talvez o convite seja este:
mais do que pensar no que vai oferecer, pense no que pode viver com quem ama.
Porque memórias não se embrulham — mas acompanham-nos para a vida inteira.

💡 Pequeno gesto, grande impacto: no próximo encontro, pouse o telemóvel, olhe nos olhos, escute com atenção. Às vezes, o melhor presente é simplesmente estar.

Foste ensinada/o a ser forte.A aguentar.A não incomodar.A seguir, mesmo quando o corpo pede pausa e a alma pede colo.Des...
21/12/2025

Foste ensinada/o a ser forte.
A aguentar.
A não incomodar.
A seguir, mesmo quando o corpo pede pausa e a alma pede colo.

Desde cedo, aprendeste que ser forte era não chorar, não falhar, não parar.
Que descansar era fraqueza.
Que precisar era um peso.

E assim, sem perceber, foste f**ando dura/o contigo.
Exigente.
Implacável.
Como se o amor tivesse de ser conquistado através do cansaço.

Mas a força que nasce da rigidez esgota.
Cansa.
Quebra por dentro.

Há outra forma de viver a força.
Uma que não grita, não aperta, não castiga.
Uma força suave, que escuta limites, respeita ritmos e acolhe imperfeições.

A gentileza contigo não te torna menos capaz.
Torna-te mais inteira/o.

Porque a dureza cansa…
mas a gentileza sustém.

E talvez o maior ato de coragem seja começares a tratar-te como alguém que merece cuidado. 🌿

A paz que chega quando deixamos de nos julgar💫Vivemos como se houvesse um juiz dentro de nós, atento a cada erro, cada f...
16/12/2025

A paz que chega quando deixamos de nos julgar💫

Vivemos como se houvesse um juiz dentro de nós, atento a cada erro, cada falha, cada momento em que não fomos “suficientes”.
Cobramos, exigimos, comparamos.
E chamamos a isso motivação… quando, na verdade, muitas vezes é crueldade silenciosa.

A autocompaixão não é desistir de crescer.
É escolhermos crescer sem nos ferirmos pelo caminho.

É aprendermos a falar connosco como falaríamos com alguém que amamos:
com respeito, paciência e verdade.
É reconhecermos a dor sem a minimizar.
É aceitarmos a imperfeição sem desistirmos de nós.

✨ A alma respira quando deixamos de a apertar.

Quando trocamos o “devia ter sido diferente” por
“fiz o melhor que consegui com o que tinha naquele momento”.

Talvez hoje o exercício não seja fazer mais…
mas julgar menos.
E ofereceres a ti próprio/a o descanso emocional que tantas vezes ofereces aos outros.

Se sentes que o teu diálogo interno é duro, crítico ou exaustivo,
talvez seja tempo de aprenderes a estar contigo de outra forma.

Cuidares de ti também é aprenderes a ser gentil contigo.
E isso, sim, pode ser profundamente transformador 🤍

Endereço

Online E Presencial (Gaia, Maia E Gondomar)
Vila Nova De Gaia

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