SIMM Os nossos objetivos são extensos e todos eles passam por uma luta de melhores condições de trabalho.

SINDICATO INDEPENDENTE DOS MOTORISTAS DE MERCADORIAS
Natureza, Âmbito e Sede
O SIMM - SINDICATO INDEPENDENTE DOS MOTORISTAS DE MERCADORIAS, com o Certificado de Admissibilidade Número 7720-1248-5285, é a organização sindical constituída por todos os motoristas de mercadorias que nela se filiem voluntariamente e que exercem a sua atividade profissional por conta de outrem. O Sindicato abrange todo o território nacional, tem a sua sede no Bairro da Lagarta, nº18 São Martinho de Orgens, 3510-685 Viseu NIF: 513626840. O SIMM - SINDICATO INDEPENDENTE DOS MOTORISTAS DE MERCADORIAS é uma organização autónoma, independente do Estado, do patronato, de confissões religiosas, dos partidos políticos ou de quaisquer outras associações de qualquer natureza. O SIMM - SINDICATO INDEPENDENTE DOS MOTORISTAS DE MERCADORIAS rege-se pelos princípios do sindicalismo democrático, baseados na eleição periódica e por escrutínio secreto dos órgãos estatutários e na participação ativa dos motoristas associados em todos os aspetos da atividade sindical.

Porque é que não foi possível chegar a acordo com a ANTRAM na revisão do CCTV?Nos próximos dias tentaremos expor aquilo ...
08/02/2026

Porque é que não foi possível chegar a acordo com a ANTRAM na revisão do CCTV?

Nos próximos dias tentaremos expor aquilo que para nós é inaceitável nas alterações propostas pela associação patronal (ANTRAM) e já aceite por um sindicato.

A nova cláusula 21.ª (Limites da duração de trabalho) quer consagrar, para trabalhadores móveis, até 60h de tempo de trabalho semanal, com média de 48h em 17 semanas, excluindo do cômputo o tempo de disponibilidade, ou seja, só conta como tempo de trabalho a condução e os outros trabalhos (martelos).

Isto permite semanas sucessivas de 50–55h de trabalho (condução + outros trabalhos), desde que haja algumas semanas “mais leves” e/ou férias a empurrar a média para perto das 48h, o que, em termos reais, signif**a longas jornadas diárias (10–11h de trabalho útil), somadas a períodos consideráveis de disponibilidade não contada.
Passarão as férias do trabalhador a ser utilizadas para que este possa descansar ou, passe o empregador a fazer a gestão das férias para que o motorista trabalhe mais sem que exceda os limites previstos nesta cláusula?
F**a a dúvida...

Do ponto de vista dos motoristas, esta solução normaliza os tempos máximos legais (em vez de os tratar como exceção), com impacto direto em:

- possível violação ao Código do Trabalho (CT) que no seu Artigo 228.º estabelece como tempo máximo de trabalho suplementar anual as 200 horas, desde que isso esteja previsto em contratação coletiva, se isso não estiver previsto, estes limites baixam para 150 ou 175 horas conforme se trate de grande ou pequena/micro-empresa. Pois bem, a ANTRAM não satisfeita com estes limites, propõe alterações para alargar estes tempos para 384 horas anuais, praticamente o dobro do previsto no CT e no atual CCTV.

- fadiga crónica;

- maior risco de acidentes (sobretudo à noite e em transporte de matérias perigosas);

- destruição da vida familiar e social.

Em nosso entender a assinatura do CCTV tal como está, é um mau serviço aos trabalhadores, em especial aos motoristas!

Comunicado aos trabalhadores do sector dos transportes rodoviários de mercadorias.
06/02/2026

Comunicado aos trabalhadores do sector dos transportes rodoviários de mercadorias.

Plenário na sede do SIMM para discussão dos últimos desenvolvimentos na negociação para a revisão do CCTV.Convocam-se to...
23/01/2026

Plenário na sede do SIMM para discussão dos últimos desenvolvimentos na negociação para a revisão do CCTV.

Convocam-se todos os motoristas sócios e não sócios do SIMM para que marquem presença, ouçam e façam ouvir a sua voz para o futuro.
Nada está fechado ainda e é preciso consertar posições para o que pode vir a seguir.
É sobre o teu futuro, participa!
24 de janeiro de 2026 às 15 horas em Albergaria a Velha

REVISÃO DO CCTV PARA OS PRÓXIMOS 3 ANOSDecorreu ontem (22/12) a primeira reunião entre o SIMM e a ANTRAM para que se dê ...
23/12/2025

REVISÃO DO CCTV PARA OS PRÓXIMOS 3 ANOS

Decorreu ontem (22/12) a primeira reunião entre o SIMM e a ANTRAM para que se dê início ao processo negocial que culminará na revisão do CCTV para o sector dos transportes públicos rodoviários de mercadorias para mais 3 anos.

Importa salientar duas coisas, a primeira é que o SIMM está neste processo em total boa fé e as propostas que apresentamos resultam do nosso conhecimento profundo da atividade enquanto motoristas que todos os dias conduzem um camião, a segunda, as contra propostas da ANTRAM vão no sentido da valorização dos profissionais do sector, contudo, f**am muito aquém daquilo que é necessário para recuperar o que se perdeu nos últimos 3 anos.

Recorde-se que, nos últimos 3 anos não houve qualquer atualização dos valores de ajudas de custo e a proposta da ANTRAM f**a muito aquém do aumento das refeições nos estabelecimentos de restauração.
Nacional de 9€ para 10€, diária de 24,50€ para 26,50€
Ibérico de 10,50€ para 11,30€, diária de 27,50€ para 30€
Internacional a diária passa de 40€ para 43€
Convidavamos aqui, os patrões a tomar as refeições por estes preços e depois nos dissessem o que tinham conseguido comer...

Nos últimos 3 anos, não houve qualquer atualização nos subsídios de operações da cláusula 60.ª (cargas e descargas).
Nos últimos 6 anos, não houve atualização na ajuda de custo TIR para o ibérico e internacional.
Nos últimos 6 anos, não houve qualquer atualização dos subsídios de risco para as matérias perigosas, seja no subsídio diário ou no subsídio mensal.
Nestas matérias a ANTRAM não fez qualquer proposta, o que leva a crer que pretendem que estes valores fiquem congelados por mais 3 anos.

É certo que têm havido atualizações anuais em outras cláusulas, mas se fizermos bem as contas, o que se ganhou de um lado perdeu-se do outro, pois a inflação na alimentação em muitos casos é superior a 50% nos últimos 6 anos, mas os trabalhadores não tiveram atualizações salariais de 50%, ou seja, já estamos a pagar para trabalhar, principalmente quem faz servicos que obrigam a pernoitar fora da residência.
Não é justo e os patrões têm de perceber isso, caso contrário perderão muitos bons profissionais desiludidos com a profissão e os mais jovens não quererão esta profissão também.

Há outras matérias que constam da nossa proposta para a revisão sobre as quais a ANTRAM nem se pronunciou, como o fim da mudança de pneus e pequenas reparações efetuadas pelos motoristas, a proteção das duplas em tripulação múltipla (principalmente casais), a clarif**ação dos EPIs que o empregador tem de fornecer obrigatoriamente a cada trabalhador de acordo com a atividade que desempenha e outras, a maioria delas não impõe quaisquer custos para as empresas e que são de grande importância para os motoristas.

Não vemos com bons olhos, apesar de parecer uma melhoria, a proposta do pagamento de horas extra para além dos limites aos tempos de trabalho impostos na cláusula 21.ª, bem sabemos que neste sector tudo o que se pode fazer, rapidamente é convertido em "obrigatório" fazer e que raio, será que os motoristas não têm direito a ter tempo para viver para além do camião?
Neste caso ainda estamos à espera para ver como a ANTRAM quer colocar esta norma por escrito para podermos dizer se é bom ou mau.

Sigam a nossa página de Facebook para irem f**ando por dentro de todo o processo sem ser, "a ouvir dizer" aqui e ali.

COMUNICADO AOS SÓCIOS!Encerramento da sede nos dias 24 e 31 de dezembro devido a férias.Encerramento da sede no dia 2 de...
19/12/2025

COMUNICADO AOS SÓCIOS!

Encerramento da sede nos dias 24 e 31 de dezembro devido a férias.
Encerramento da sede no dia 2 de janeiro, porque o complexo estará completamente encerrado.

Nos dias 22 e 26 de dezembro o atendimento presencial será assegurado por um dos dirigentes no horário habitual.
Excepto nos dias 25 de dezembro e 1 de janeiro, mantém-se o atendimento telefónico ou por e-mail.

Contamos com a vossa compreensão.

No dia de hoje não podemos deixar de endereçar uma palavra de agradecimento a todos aqueles que de alguma forma contesta...
11/12/2025

No dia de hoje não podemos deixar de endereçar uma palavra de agradecimento a todos aqueles que de alguma forma contestaram a reforma laboral que o governo pretende implementar.
Obrigado a todos!

Este pacote laboral tem de ser derrotado, junta-te a nós!
10/12/2025

Este pacote laboral tem de ser derrotado, junta-te a nós!

Dia 11 o que devo fazer?Esta greve geral não é contra a empresa nem contra o teu patrão. Esta greve é contra uma lei do ...
09/12/2025

Dia 11 o que devo fazer?

Esta greve geral não é contra a empresa nem contra o teu patrão. Esta greve é contra uma lei do Governo que vai afetar o teu trabalho, a tua família e o teu futuro.
A greve geral é um direito tão real como o direito a férias pagas, ao descanso semanal, aos subsídios de férias e de natal!

Dia 11 vamos todos exercê-lo.

Para quem tem dúvidas de como o fazer, f**a aqui uma ajuda. Partilhem.

➡️ Não tenho sindicato. Posso fazer greve?
Sim. A greve é um direito individual (Art. 57.º da Constituição). Não precisas de ser sindicalizado.

➡️ Tenho de avisar o patrão?
Não. Não és obrigado a avisar.
No dia da greve simplesmente não vais trabalhar.

Se quiseres avisar o patrão ou outros colegas, podes fazê-lo — a lei não proíbe. Mas não tens qualquer dever de informação individual (Arts. 534.º–535.º CT).

➡️ O patrão pode proibir?
Não. É ilegal impedir, pressionar ou perguntar quem faz greve.
(Art. 540.º CT — proibição de represálias).

➡️ O que podem descontar?
Apenas a remuneração correspondente ao tempo de greve. Nada mais.
(Art. 536.º CT). Podem também não pagar subsídio de alimentação — porque este pressupõe prestação de trabalho.

➡️ Trabalho numa empresa pequena. Posso aderir?
Sim. A greve é nacional e o direito vale para todos os trabalhadores, independentemente do tamanho da empresa.
(Art. 57.º CRP).

➡️ Somos poucos e temos medo. Será que vale a pena?
Vale e em grupos pequenos, a ausência nota-se mais, organizem-se para ninguém f**ar isolado. A união faz a força. Podem explicar a razão da greve ao patrão, alguns patrões vão estar do vosso lado.

➡️ Podemos combinar entre colegas?
Podem e devem, conversas informais são legais, basta decidirem parar. Lembrem-se, a união faz a força e impede represálias.

➡️ Podem fazer lista de quem faz greve?
Não, qualquer lista, pressão ou tentativa de identif**ar grevistas é ilegal.
(Art. 540.º CT + proteção de dados).

➡️ E se o meu setor tiver serviços mínimos?
Só quem for oficialmente escalado os cumpre — e só em setores específicos definidos na lei (Art. 537.º CT).
Os restantes podem fazer greve normalmente.

➡️ A greve conta como falta?
Sim, regista-se como falta justif**ada em dia de greve, nunca como “falta” disciplinar.
(Art. 536.º CT — suspensão do contrato durante a greve). A greve é um direito protegido e não um favor ao trabalhador.

➡️ Tenho contrato a prazo, posso fazer greve?
Sim.
É ilegal discriminar, penalizar ou não renovar um contrato por causa da greve.
(Art. 540.º CT).
A forma mais segura é aderirem vários colegas, quando todos lutam ninguém sai prejudicado!

➡️ O que digo?
Só isto: “Estou em greve.”
Não tens de justif**ar mais nada.

➡️ Como agir no dia?
Não vais trabalhar.
Não justif**as.
Não cedes a pressões.
Qualquer tentativa de pressão é ilegal e deve ser documentada (Art. 540.º CT).

➡️ Tenho medo de ir sozinho. O que faço?
Fala com vários colegas: “Se formos todos, ninguém f**a sozinho.”
A força da greve está na união.

➡️ Preciso de autorização?
Não.
A greve é um direito constitucional (Art. 57.º CRP).
Tu não pedes licença para exercer um direito — exerces e pronto!

Contra esta reforma laboral é preciso a união de todos e ao contrário daquilo que muitos motoristas possam pensar, esta reforma também os vai afectar apesar de terem um CCTV mais favorável que o Código do Trabalho, a revisão desse CCTV está prestes a iniciar e os patrões não vão querer perder a oportunidade de vos retirar direitos.
É preciso lutar pelo bem comum e se hoje não lutas ao lado dos outros trabalhadores, não esperes que um dia eles simpatizem com as tuas lutas, a solidariedade entre trabalhadores é muito importante e constrói-se com ações todos os dias!

ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA!!!De acordo com o previsto nos estatutos deste sindicato, o Presidente da Mesa da Assembleia ...
08/12/2025

ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA!!!

De acordo com o previsto nos estatutos deste sindicato, o Presidente da Mesa da Assembleia convoca todos os associados para a AG a realizar no próximo dia 27 de dezembro de 2025 a partir das 15 horas na sede deste sindicato sita em, Centro Comercial Grossista de Albergaria a Velha, loja 137.

Ordem de trabalhos:
1. Apresentação, discussão e aprovação do plano de atividades e orçamento para o exercício do ano 2026.
2. Outros assuntos.

Participa no futuro do teu sindicato, ele avança com a tua força!

O SIMM SOMOS TODOS E TODOS SOMOS UM!

Há momentos em que todos os trabalhadores têm de estar unidos, dia 11 de dezembro é desses momentos!Sem nada que o justi...
04/12/2025

Há momentos em que todos os trabalhadores têm de estar unidos, dia 11 de dezembro é desses momentos!

Sem nada que o justifique, o atual governo pôs em marcha mais um gravíssimo ataque aos direitos dos trabalhadores portugueses.

Poderíamos entrar aqui numa série de considerações que justif**am o nosso apoio à greve geral convocada pelas centrais sindicais UGT e CGTP, não o vamos fazer pois não queremos que a nossa posição seja considerada como uma posição política, a nossa posição não é contra o governo que resultou das últimas eleições e que os portugueses escolheram democraticamente.
A nossa posição é contra estas medidas que o governo quer implementar, não podemos aceitar a perda de direitos básicos, alguns deles consagrados na Constituição da República, como o direito ao emprego e o direito à greve.

Com as medidas apresentadas não vislumbramos nenhum benefício para os trabalhadores, muito pelo contrário, facilitar o despedimento, limitar o exercício da atividade sindical e condicionar o direito de uso da última arma dos trabalhadores (greve) é o equivalente a vergar todos, principalmente aqueles que ainda mantêm a coragem de lutar.

Embaretecer o custo do trabalho através da criação do banco de horas individual em que um trabalhador pode fazer mais 150 horas de trabalho extra por ano sem receber um tostão por isso, essas horas f**am para o trabalhador g***r, mas só quando der jeito ao patrão.

Estas são apenas algumas das medidas propostas, nos próximos dias iremos descrever outras e demonstrar o porquê do nosso apoio a esta greve.

A adesão à greve é um direito do coletivo tal como um direito individual de cada trabalhador, cada um deve analisar os motivos da greve sem nunca esquecer um princípio muito simples, quem não luta perde sempre e nos últimos 50 anos os trabalhadores têm perdido e regredido nos direitos laborais e sociais, principalmente nos 25 anos do século XXI.
Retirar a milhões de trabalhadores para transferir para um pequeno grupo de pessoas, é isso o progresso e o avanço civilizacional que a sociedade moderna ambiciona para os seus filhos e para os seus netos?

A participação nesta greve deve ser norteada por dois princípios simples e basilares, justiça social e direito a uma vida digna para quem trabalha e produz riqueza para o país!

OS TRABALHADORES UNIDOS JAMAIS SERÃO VENCIDOS!

Quem nos segue, sabe que desde agosto temos vindo a alertar para as alterações ao Código do Trabalho propostas pelo gove...
03/12/2025

Quem nos segue, sabe que desde agosto temos vindo a alertar para as alterações ao Código do Trabalho propostas pelo governo que vão ter um grave impacto na vida dos trabalhadores portugueses em geral e, principalmente na vida dos Motoristas de mercadorias quando conjugadas com a Proposta de Lei n.º17/XVII.

Alguns poderão chamar-nos de radicais, mas não têm razão, porque desde agosto que tentámos dialogar com o Governo, fomos ouvidos pelos vários grupos parlamentares na Assembleia da República e mais recentemente, foi rejeitado o requerimento apresentado pelo partido Chega para que o SIMM fosse ouvido nas Comissões Parlamentares dedicadas a estas matérias, o radicalismo é de quem impõe e não de quem tenta dialogar!

Não é demais recordar que estas alterações não tiveram qualquer anúncio de intenção aos sindicatos e muito menos aos eleitores no último ato eleitoral, não houve da parte do poder político qualquer tentativa de negociação ou audição prévia com os sindicatos, estas matérias não foram apresentadas muito menos negociadas, estão a ser impostas e os trabalhadores/motoristas não podem f**ar quietos e calados!
Quem não luta perde sempre.

No caso da Proposta de Lei 17/XVII o SIMM sabe que os patrões influenciaram o texto e as medidas que nele constam, em fevereiro de 2025 foi-nos enviado o primeiro texto para essa Proposta de Lei e pedido o nosso contributo no prazo de 5 dias, o que fizemos, trabalhámos afincadamente para enviar o nosso parecer e sugestões de alteração dentro do prazo, tudo para obter como resposta que o nosso contributo já não podia ser aceite e remetendo para o período de consulta pública onde podíamos participar, ou seja, teríamos que enviar aquilo que eles já tinham em cima da secretária.
Esse processo legislativo foi interrompido por causa da dissolução da AR e retomado pelo novo Governo, novamente encetamos contactos com o Governo para saber em que ponto estava a aprovação da PL, manifestando sempre a nossa disponibilidade para o melhorar na perspectiva e proteção dos motoristas, sem qualquer resposta, até ao momento em que somos surpreendidos com um texto com alterações gravíssimas para os motoristas, que sabemos nós, resultaram das sugestões de alteração da ANTRAM, desde desconsiderar o tempo de disponibilidade a aumentar os limites máximos de trabalho para além do que a própria UE propõe nas várias diretivas e regulamentos aprovados no Parlamento e Conselho Europeus.
No dia 18 de agosto, elementos presentes na reunião entre o Ministério das Infraestruturas, IMT e uma delegação do SIMM e que tiveram responsabilidade directa na redação da Proposta de Lei, admitiram nunca terem dito conhecimento do nosso parecer, apesar de ele já estar no Ministério à 6 meses.
Os sindicatos não são ouvidos mesmo quando o fazem de forma pública, mas os patrões são, mesmo que o façam "off the record", os trabalhadores motoristas têm nestas duas propostas perdas gravíssimas e nós somos radicais por assumir uma posição de defesa dos motoristas quando é esse o nosso compromisso e objetivo?

Como f**a bem patente nas posições das associações patronais sobre o início do processo negocial para a revisão do CCTV, estão à espera do que possa vir a acontecer no próximo dia 11 de dezembro, estão à espera para ver a força dos motoristas ou se pelo contrário, ainda podem tirar mais aos motoristas do que aquilo que tinham pensado inicialmente.
O teu comodismo hoje vai ditar o teu futuro laboral e social, eles farão connosco aquilo que nós deixarmos que façam, pensa nisso...

Foi apresentado na Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão um requerimento do partido Chega para que o Sindica...
08/11/2025

Foi apresentado na Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão um requerimento do partido Chega para que o Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM) seja ouvido em audiência parlamentar, bem como para que seja promovida uma audição com a Ministra do Trabalho. O pedido surge na sequência das audições realizadas com os diversos grupos parlamentares, nas quais o SIMM expôs as condições exigentes e muitas vezes ilegais enfrentadas pelos motoristas de mercadorias — jornadas que frequentemente ultrapassam o limite legal de 48 horas semanais, trabalho suplementar não remunerado e fadiga associada a riscos acrescidos de sinistralidade.

O SIMM apresentou à Assembleia da República um parecer e uma proposta de alterações legislativas que visam:
* Clarif**ar o conceito de tempo de trabalho e tempo de disponibilidade;
* Garantir remuneração justa e segurança rodoviária;
* Travar o aumento para um período de 4 para 6 meses o período de referência de 4 meses durante o qual os motoristas podem fazer 48 horas de trabalho em média;
* Proibir a remuneração ao quilómetro;
* Criar um registo público de contra-ordenações graves, é preciso de uma vez por todas desmascarar os patrões que só "sabem" estar no sector se não cumprirem as regras;
* Harmonizar a legislação nacional com o direito da União Europeia;

O objectivo do SIMM é assegurar condições de trabalho mais justas, seguras e transparentes para todos os motoristas profissionais, contribuindo para a dignif**ação da profissão e para a segurança de todos os que circulam nas estradas.

Endereço

Centro Grossista De Albergaria-a-Velha, Loja 137
Viseu
3850-184

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 20:00
Terça-feira 08:00 - 20:00
Quarta-feira 08:00 - 20:00
Quinta-feira 08:00 - 20:00
Sexta-feira 08:00 - 20:00

Telefone

+351916289454

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