Raízes - Vânia Guimarães

Raízes - Vânia Guimarães Vamos juntos criar um futuro mais conectado, sem abrir mão da sua autenticidade. 💗

🤝 Ajudo pais insatisfeitos com a sua carreira a acolherem os seus filhos tal como são, apoiando os seus talentos únicos para que prosperem e cresçam felizes e realizados.

20/01/2026

Aprender não é um clique, é um processo. E esse processo vive num lugar desconfortável chamado Zona de Aprendizagem.

Quando o teu filho se frustra e tu resolves o problema por ele, estás a tirar-lhe a oportunidade de construir resiliência. Sem frustração, não há esforço. Sem esforço, não há nova habilidade.

O nosso papel não é evitar que eles caiam no "vale da frustração", mas sim ser o apoio que lhes permite aguentar lá o tempo necessário até aprenderem.

Não sejas o pai que salva. Sê o pai que confia.

👇 Tu também sentes este impulso de querer resolver tudo por eles?
Escreve "SIM" nos comentários se este é um desafio para ti.

18/01/2026

“Não, essa peça não é aí. Vê, é assim que está certo.”
Parece inofensivo, não é?

Afinal, estamos só a ajudar. A ensinar. A poupar frustração.

Mas há um ciclo que interrompemos cada vez que corrigimos antes deles tentarem outra vez:
Tentativa → Erro → Frustração → Nova Tentativa → Aprendizagem → Confiança

Quando erram, o cérebro pensa:
“Ok, isto não funcionou. Vou tentar de outra forma.”

A frustração que sentimos vontade de eliminar?
Pode ser o impulso para tentar de novo — se houver segurança emocional e espaço para errar.

Mas quando corrigimos imediatamente, o cérebro ativa o medo:
“Não sou capaz… melhor esperar que o adulto resolva.”

E assim eles aprendem:
❌️ “Errar é dececionante”
❌️ “Não sou capaz sozinho”
❌️ “A frustração é má, tenho que a evitar”

Depois de 10, 20, 100 correções…
param de tentar.
Não por preguiça — mas por medo.

A verdade difícil?
Ao corrigir constantemente, não estamos a ensinar.
Estamos a ensinar a desistir.

A resiliência só se constrói quando os deixamos sentir a frustração, tentar outra vez e
descobrir:
“Consegui. Sozinho.”

Cada erro que eles resolvem sozinhos = um tijolo de autoconfiança.
Cada erro que nós resolvemos por eles = um tijolo que desaparece.

Já reparaste quantas vezes corriges num só dia?

14/01/2026

Na sala de aula, muitas crianças passam horas a tentar parecer que sabem.
Com medo de errar.
Com medo de perguntar.
Com medo de mostrar que não perceberam.

Mas quando estão com um explicador… tudo muda.
As perguntas aparecem.
A curiosidade volta.
A aprendizagem acontece sem vergonha, sem julgamento.

E no fim, a reflexão é simples mas poderosa:

O que queremos para os nossos filhos?
Que escondam dúvidas… ou que aprendam sem medo?

Se este vídeo fez sentido para ti, partilha com outro pai ou mãe.


12/01/2026

Às vezes não é o erro que dói mais.
É ouvir alguém a assinalá-lo.

Quando errar não é seguro, a criança não aprende — esconde.

O que estás a ensinar quando dizes: “eu bem te disse”?





05/01/2026

Desde cedo ouvimos que errar é falhar.
Que falhar é não ser suficiente.

Com o tempo, esse discurso transforma-se em medo.
Medo de tentar. Medo de errar. Medo de nos sentirmos incapazes.

Crescemos assim.
E, muitas vezes sem intenção, acabamos por transmitir esse mesmo medo aos nossos filhos.

Quando o foco está no erro, no que não saiu bem, o corpo fecha-se.
O cérebro entra em modo de proteção: evitar a dor, evitar tentar de novo, evitar arriscar.

Mas a aprendizagem real nunca foi linear.
É feita de tentativas, ajustes e repetição.
De cair, observar, levantar… e tentar outra vez.

Quando olhamos para uma experiência apenas como isso — uma experiência —
sem rótulos nem julgamentos,
o erro deixa de ser um inimigo e passa a fazer parte do caminho.

Agora deixo-te duas perguntas:
👉 O que é que deixaste de fazer por medo de errar?
👉 O teu filho reage mal às tuas correções para se tentar proteger da sensação de falhar?

Se isto te fez pensar, segue-me.
Aqui encontras estratégias práticas para apoiar o teu filho com mais confiança e menos medo.








31/12/2025

Nem todas as resoluções se escrevem.
Algumas vivem-se — todos os dias.

No meio da exaustão, da culpa e da sensação de “não fiz o suficiente”, há algo que muitos pais
não reconhecem:
o compromisso silencioso que sustentou o ano inteiro.

Talvez 2026 não precise de mais promessas.
Talvez precise de mais reconhecimento.
De menos exigência.
E de mais presença consciente.

Se este vídeo te tocou, f**a com esta pergunta:
O que fizeste este ano que nunca colocaste numa lista — mas que realmente importou?











30/12/2025

Depois do Natal, muitos pais sentem isto:

“Passei tanto tempo a escolher…
e agora ele já nem liga.”

Se este pensamento te atravessou, respira.
Não falhaste como pai/mãe.
E o teu filho não é ingrato.

A ciência mostra-nos algo simples e libertador:
o cérebro habitua-se rapidamente aos objetos.
Especialmente nas crianças.

O brinquedo novo perde o brilho.
Mas o momento vivido em conjunto — esse transforma-se em memória, vínculo e segurança emocional.

Talvez 2026 não precise de mais coisas.
Talvez precise de mais presença.

Em vez de:
“Que mais lhe posso dar?”
Pergunta-te:
“Como é que quero estar com o meu filho?”
“Que experiências quero que ele leve dentro dele?”
“Que memórias estamos a construir juntos?”

Diz-me nos comentários:
Em 2026, o que gostarias de fazer diferente com o teu filho?

(E se este texto te fez lembrar alguém, partilha. Às vezes é assim que a mudança começa.)






26/12/2025

Jogos de Natal ou em qualquer dia do ano, porque o mais importante é essa ligação e sensação de pertença que tivemos e que guardamos na memória.

22/12/2025

Perguntar a uma criança Montessori "quanto vale" algo de 0 a 10 é como perguntar a cor do
vento. Ela não sabe. E isso é maravilhoso.

Nós fomos condicionados a rotular o potencial humano com dígitos. Mas em Montessori, o
foco não é a nota, é a conquista.

Por que é que aqui não há classif**ações?

- A nota não ensina:
Um "4" ou um "15" não resolvem dificuldades nem motivam ninguém a aprender melhor.

- Avaliação é apoio, não julgamento:
Avaliamos para compreender onde a criança está e do que precisa para avançar, não para a comparar com os colegas.

- Servimos a criança, não o sistema:
A avaliação deve ser uma ferramenta ao serviço de quem aprende, e não um instrumento de rotulagem.

Para ajudar o teu filho a crescer, eu não preciso de lhe dar um número. Preciso de o conhecer.

O teu filho é um processo único, não um dado estatístico.⭐️


̧ãoformativa

Tu, pai/mãe, és o especialista no teu filho. Tu sabes quando uma nota NÃO reflete o que ele realmente aprendeu.Se tu sab...
19/12/2025

Tu, pai/mãe, és o especialista no teu filho. Tu sabes quando uma nota NÃO reflete o que ele realmente aprendeu.

Se tu sabes a verdade, por que é que o sistema de avaliação continua obcecado com números?

As notas não te garantem um futuro. Mas quantas crianças carregam para a vida adulta a sensação de que "não são boas o suficiente" porque um número artificial as rotulou?

Estamos a sacrif**ar a curiosidade, o amor por aprender e a confiança da criança em nome de uma avaliação que não serve para o futuro delas.

Imagina professores com tempo para observar o PROCESSO , para ajustar metodologias e respeitar ritmos diferentes.

No final, o que queremos? Que adquiram habilidades reais? Ou que sejam rotuladas de "boas" ou "más"?

Escreve "HABILIDADES REAIS" nos comentários se estás cansado de rótulos e queres ver os teus filhos a desenvolver pensamento crítico e resiliência!

17/12/2025

Um pai consciente não usa as notas para decidir se a criança merece o seu carinho.
Apoia no fracasso, celebra o esforço... mas o amor, o tempo juntos e a diversão nunca são recompensas.
São parte da relação ♥️

O cerne da questão é: qual a verdadeira finalidade do sistema de ensino?Se tivermos esse objetivo claro em mente, podemo...
12/09/2025

O cerne da questão é: qual a verdadeira finalidade do sistema de ensino?
Se tivermos esse objetivo claro em mente, podemos então pensar em diferentes caminhos para o alcançar.

O documentário mostra — e é nisso que tenho insistido — que cada indivíduo precisa descobrir quem é, onde estão as suas maiores potencialidades, para que possa florescer de forma alinhada com os seus interesses e paixões. A escola deveria ser precisamente esse espaço: um ambiente de aprendizagem que desperta o potencial de cada aluno, valorizando a sua beleza e unicidade.

Somente a complementaridade das perspetivas e habilidades de cada um pode gerar soluções para os desafios e necessidades que o mundo enfrenta.

No entanto, o sistema atual continua a incentivar a competição e o individualismo, a desvalorizar quem pensa fora da caixa, e a sufocar o pensamento crítico e a criatividade. O resultado é um aluno que muitas vezes carrega consigo uma sensação de não pertença e de incompetência.

Por isso, é encorajador ver que já existem instituições que se atrevem a ser disruptivas, abrindo caminhos para um futuro mais humano e autêntico na educação.

Será que o sistema educativo se devia adaptar aos jovens?

▶ Vê o documentário «A Cura por uma Sala de Aulas Moderna», na .

Endereço

Vizela

Telefone

+351914796862

Website

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Raízes - Vânia Guimarães publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Categoria