Jaqueline Corintho Psicóloga

Jaqueline Corintho Psicóloga Por elações saudáveis, começando com você! Pós-graduanda em TCCs | Formada em terap. de casais

the whitest version of central park 🤍❄️
02/18/2026

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snow ☃️❄️
02/17/2026

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Cores de Miami 💙🛟
02/15/2026

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Se há 5 anos atrás dissesem que a nossa vida estaria assim hoje, eu não acreditariaNós fomos o casal de metrô, com dates...
02/11/2026

Se há 5 anos atrás dissesem que a nossa vida estaria assim hoje, eu não acreditaria

Nós fomos o casal de metrô, com dates no Sesc (por ser gratuito), com a casquinha do mc donalds (que na época custava menos de 5 reais).

Quando eu conheci o Felipe, ele não trabalhava na área e eu era vestibulanda. A nossa vida era bem diferente de hoje.

E hoje, amor, eu olho pra você e vejo o homem que você se tornou e me apaixono de novo e de novo.

Ontem embarcamos para ir para um outro país por causa de você, do seu trabalho. Eu sempre acreditei no seu potencial e soube que era capaz. Mesmo com um contexto tão difícil, você foi a prova de que por mais que o contexto influencie, temos o poder de escolher caminhos diferentes.

Te amo e admiro cada dia mais, o homem e marido que você é.

Vamos pra mais uma vivência juntos, pro resto da vida ❤️

02/05/2026

Nem tudo que é diferente é errado 👀

Na psicologia, a gente aprende que o que parece estranho, confuso ou “fora do padrão” muitas vezes só está fora do nosso referencial.

No Japão, por exemplo, a forma como quadras e blocos são organizados pode causar estranhamento pra quem vem do Brasil. A lógica é outra. A leitura do espaço é diferente. E, num primeiro momento, dá até vontade de pensar: “isso não faz sentido”.

Mas pode fazer, só não é a lógica que a gente aprendeu.

E isso vale pra muito além da geografia.
Vale pra culturas, relações, comportamentos e jeitos de funcionar.

Quando a gente chama tudo que é diferente de errado, a gente fecha a porta pra compreensão.
Quando troca o julgamento pela curiosidade, algo muda.

Talvez o exercício não seja consertar o que foge do nosso padrão,
mas tentar entender qual lógica sustenta aquilo.

Pra isso, é essencial que possamos ter sobre curiosidade dentro das nossas relações!

E aí, vc se considera curiosa na relação? 🧡

Por que discutir casos não é suficiente na supervisão clínica?A supervisão não é só sobre tirar dúvida pontual. É sobre ...
02/02/2026

Por que discutir casos não é suficiente na supervisão clínica?

A supervisão não é só sobre tirar dúvida pontual. É sobre aprender a pensar clinicamente, sustentar decisões com mais clareza, intencionalidade e responsabilidade ética.

Na supervisão baseada em competências, o caso deixa de ser o fim e passa a ser o meio.

O foco está no desenvolvimento contínuo da terapeuta:
• raciocínio clínico
• formulação de caso
• tomada de decisão
• manejo da relação terapêutica
• escolha e uso de intervenções
• autorregulação emocional e profissional

Tudo isso de forma planejada, com metas claras, feedback estruturado e acompanhamento do crescimento ao longo do tempo.

Se você sente que já não quer mais apenas “apagar incêndios” na clínica e busca uma prática mais consciente, estruturada e sustentável, esse modelo de supervisão pode fazer sentido pra você.

Mais informações da supervisão em grupo no link da bio! 🤍

01/27/2026

Psicologia é daquelas profissões que a gente nunca termina de estudar 😮‍💨

E, sinceramente, esse nunca foi o problema!

O difícil sempre foi tentar estudar no meio de tanta indicação, tanto livro, tanto curso… e pouca direção.
Eu comprava livros, salvava referências, mas f**ava com a sensação de que nada se organizava de verdade na prática clínica.

Com o tempo, eu fui entendendo que o que faz diferença não é estudar mais, é estudar com sentido. Ter um caminho.

É exatamente isso que o Clube do Livro da se propõe!

Além do box com sete livros essenciais pra prática clínica (que fora do box f**aria mais de R$1000 e no clube f**a R$663, ele também oferece:
➡️ guia de estudo
➡️ comunidade pra trocar experiências
➡️ conteúdos complementares e uma plataforma que ajuda a integrar esse aprendizado no dia a dia da clínica.

Usando o cupom de desconto SOPARAPSIS você garante o desconto! 🤍

01/22/2026

Neurodivergência envolve lidar com um cérebro diferente.

Não diferente no sentido de errado, mas em uma estrutura que processa informações de forma diferente.

No autismo (TEA), a poda sináptica (que é o processo natural de reorganização das conexões cerebrais ao longo do desenvolvimento) pode ocorrer de forma atípica em algumas pessoas.

Isso signif**a que certas conexões que, em outros cérebros, seriam reduzidas ou reorganizadas, podem ser mantidas por mais tempo, resultando em padrões diferentes de conectividade neural. Em alguns casos, isso se manifesta como maior densidade de conexões; em outros, como mudanças na integração entre áreas do cérebro ao longo de fases críticas do desenvolvimento.

Essas diferenças ajudam a compreender:
•⁠ ⁠maior sensibilidade a estímulos sensoriais
•⁠ ⁠processamento mais detalhado de informações
•⁠ ⁠maior custo energético para regular emoções, atenção e interação social
•⁠ ⁠desafios na comunicação e na aprendizagem em determinados contextos

Não se trata de falha ou defeito cerebral, mas de uma organização neural diferente, que pode gerar tanto vulnerabilidades quanto habilidades específ**as, dependendo do ambiente, das demandas e do suporte oferecido.

Por isso, no autismo, cuidado e saúde mental precisam considerar adaptação, previsibilidade e prevenção, e não apenas intervenção após o sofrimento já instalado.

Entender isso é poder entender também como ajudar uma pessoa que tem TEA 🧡

Uma vida que vale a pena ser vivida também tem sofrimento!❤️‍🩹E talvez esse seja um dos pontos mais difíceis, a ideia de...
01/20/2026

Uma vida que vale a pena ser vivida também tem sofrimento!❤️‍🩹

E talvez esse seja um dos pontos mais difíceis, a ideia de que viver bem não signif**a viver sem dor. Signif**a aprender a continuar, mesmo quando a dor existe. E no final das contas todos sofrem, uns mais, outros menos, mas todos passam pela dor.

Construindo uma Vida que Vale a Pena Ser Vivida parte exatamente desse lugar. Não da promessa de felicidade constante, mas do reconhecimento honesto de que, uma vida com sentido, não necessariamente é uma vida feliz e que ainda assim, viver pode ser escolhida, um dia de cada vez.

Ao ler o livro da Marsha, f**a impossível separar a DBT da história que a originou. Antes da teoria, havia uma jovem tentando sobreviver aos próprios dias, ao próprio inferno. Antes da técnica, havia dor. Muita dor. Dor que não foi ignorada, negada ou suavizada.

Ela trouxe com muita delicadeza a sua própria história, somando na prática como é a aplicação da DBT. Dentre tantas histórias, algumas me marcaram para o resto da vida.

1️⃣ Flexibilidade - Entender que, às vezes, insistir em um caminho errado, só porque já começamos por ele, nos mantém mais perto do penhasco do que da saída. Saber parar, reconhecer o erro e não insistir na mesma rota também é um gesto de cuidado consigo. Não é fracasso. É lucidez.

2️⃣ Aceitação - Não a aceitação como resignação, mas como reconhecimento radical da realidade. Há dores que não desaparecem facilmente. Há problemas que não somem porque a gente quer. E lutar contra isso, muitas vezes, só nos esgota. Aceitar é parar a guerra interna para, então, ter energia para viver e viver não é eliminar os “dentes-de-leão” do caminho.

3️⃣ “Não acredite que aquele que busca confortá-lo vive sem problemas entre as palavras simples e calmas que às vezes fazem bem a você. Sua vida tem muita dificuldade e tristeza… Se fosse diferente, ele nunca teria sido capaz de encontrar essas palavras.”

Talvez seja por isso que esse livro toque tão fundo, porque ele não promete uma vida sem sofrimento, ele mostra que é possível construir sentido apesar dele.

Caso você queria ler a temos cupom 30%off: SOPARAPSIS

Se eu pudesse te dar um conselho: leia! 🧡

Foram quatro dias intensos! 💜De pensar, organizar, alinhar, conversar muito e tomar decisões importantes.O Soma’s House ...
01/12/2026

Foram quatro dias intensos! 💜
De pensar, organizar, alinhar, conversar muito e tomar decisões importantes.

O Soma’s House foi esse espaço pra olhar com calma pra tudo que estamos construindo dentro do Soma e, principalmente, pra onde a gente quer ir.

Mas não foi só trabalho, teve leveza, troca, risada, descontração e muito tempo junto como equipe.

Porque a gente acredita que é assim, com conexão de verdade, que dá pra construir algo ainda melhor.

Tem muita coisa boa vindo e antes de qualquer próximo passo, a gente fez o que acredita de verdade: organizou, estruturou e colocou cada coisa no seu lugar.

Tudo pra seguir trazendo cada vez mais qualidade pras psicólogas, com a proposta de ter tudo em um só lugar! com clareza, cuidado e intenção.

Esse sempre foi o nosso propósito, é assim que a gente segue construindo 💜

(Fotinhos com aparições dos nossos 3 mascotes: Simple, Luna e Maia 🐾)

A gente tem mais poder do que imagina!o poder de decidir o que vai carregar e o que vai deixar.Nem tudo que está na noss...
01/06/2026

A gente tem mais poder do que imagina!

o poder de decidir o que vai carregar e o que vai deixar.

Nem tudo que está na nossa vida precisa nos acompanhar para o próximo ano.
Mas escolher diferente exige mais do que vontade.
Exige mudança comportamental.
E mudança, a gente sabe, não é simples, nem rápida, nem confortável.

Muitas vezes, antes mesmo de saber exatamente o que queremos,
precisamos ter clareza do que não queremos mais sustentar.

Padrões que cansam.
Relações que drenam.
Silêncios que machucam.
Autocobranças que adoecem.

Saber o que não vai com você é um ato de cuidado.
É limite.
É maturidade emocional.
É respeito com a própria história.

Talvez 2026 não seja sobre adicionar mais coisas.
Mas sobre escolher melhor o que f**a.

O que você decide não carregar para o seu ano?

Regulação emocional: dá para aprender?Segunda-feira participei de um programa especial na TV  falando sobre um tema que ...
09/11/2025

Regulação emocional: dá para aprender?

Segunda-feira participei de um programa especial na TV falando sobre um tema que atravessa todos nós: regulação emocional 💬

Foi um bate-papo cheio de reflexões sobre como lidar com sentimentos intensos, sem precisar reprimi-los ou explodir, mas encontrando caminhos mais saudáveis para expressá-los.

Muitas vezes pensamos que lidar com a emoção é “não sentir” mas, na verdade, regular é acolher o que sentimos, compreender a função das emoções e escolher respostas que nos aproximem da vida que queremos viver!

Você já parou para pensar como você regula suas emoções no dia a dia? 🤔

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