Lelia Crespo - atendimento de autistas

Lelia Crespo - atendimento de autistas 🐕 Além das 4 paredes
🌳 Conexão entre natureza, animais e pessoas
25 anos com autistas | Mentoria TAA
🎓 The Animal Way
🏡 ALL Connect Farm

Você sabe o que precisa fazer…mas na hora, não consegue.Isso é muito comum em pessoas autistas.Não é falta de esforço.É ...
04/14/2026

Você sabe o que precisa fazer…
mas na hora, não consegue.

Isso é muito comum em pessoas autistas.

Não é falta de esforço.
É dificuldade de transformar entendimento em ação.

É exatamente aí que eu trabalho.

Como life coach, eu te ajudo a criar estratégias práticas para o dia a dia —
rotina, trabalho, organização, sobrecarga.

Atendimento online e presencial em Massachusetts.

Se você quer sair do “eu sei, mas não consigo”,
me chama no privado.
Primeira conversa gratuita.

A mesma pessoa pode funcionar de formas completamente diferentes dependendo do ambiente.Mais calma ou mais irritada.Mais...
04/09/2026

A mesma pessoa pode funcionar de formas completamente diferentes dependendo do ambiente.

Mais calma ou mais irritada.
Mais presente ou mais dispersa.
Mais conectada ou mais retraída.

E isso não é sobre esforço.

É sobre contexto.

Ao longo dos anos, trabalhando fora do consultório, eu vi isso com muita clareza.

Em ambientes abertos, em contato com a natureza, com menos estímulos artificiais e mais espaço para existir no próprio ritmo, algo muda.

O corpo desacelera.
A atenção se organiza.
A presença aparece.

Não é mágica.

É coerência entre o ambiente e a forma como a pessoa funciona.

Talvez a pergunta não seja
“como eu posso me adaptar melhor?”

Mas sim:
“em que ambiente eu realmente consigo ser quem eu sou?”

É a partir dessa pergunta que muita coisa começa a fazer sentido.





Nem sempre é falta de capacidade.Nem sempre é só cansaço.Às vezes, é o ambiente.Dor de cabeça frequente.Irritabilidade s...
04/07/2026

Nem sempre é falta de capacidade.
Nem sempre é só cansaço.

Às vezes, é o ambiente.

Dor de cabeça frequente.
Irritabilidade sem explicação.
Cansaço que não passa.
Sensação de estar sempre “fora do lugar”.

Muitas pessoas vivem assim por anos, tentando se adaptar, se ajustar, fazer dar certo.

Mas, em alguns casos, o problema não está na pessoa.

Está na incompatibilidade entre o ambiente e a forma como ela funciona.

Ao longo da minha prática, eu vi isso acontecer muitas vezes.

E foi a partir daí que comecei a trabalhar de uma forma diferente, levando o processo para fora, para a vida real, para ambientes onde o corpo pudesse, de fato, se regular.

Porque quando o ambiente muda, muita coisa muda junto.

Se você se reconhece nisso, talvez a pergunta não seja
“o que há de errado comigo?”

Mas sim:
“em que tipo de ambiente eu realmente consigo funcionar bem?”

E talvez exista, sim, uma outra forma de viver e de trabalhar —
com mais coerência e menos esforço.




Ao longo de 25 anos, eu construí uma forma própria de fazer psicologia.Um trabalho que acontece fora do consultório, em ...
04/05/2026

Ao longo de 25 anos, eu construí uma forma própria de fazer psicologia.

Um trabalho que acontece fora do consultório, em contato com a vida real, com a natureza e com os animais.

Não como recurso ou técnica, mas como parte do processo.

Sempre foi uma escolha consciente.

Durante muito tempo, eu descrevia isso apenas como o meu jeito de trabalhar.

Hoje eu entendo que é mais do que isso.
É uma forma de olhar, de escutar e de construir caminhos possíveis com o outro.

Hoje, estou trabalhando para realizar um sonho: uma fazenda terapêutica.

Um sonho antigo, que não consegui realizar no Brasil, e que agora começa a ganhar forma aqui.

E, aos poucos, também vou compartilhar como esse trabalho acontece na prática.
Para quem sente que existe uma outra forma de trabalhar com pessoas — e quer aprender a construir isso também.

Se isso fizer sentido pra você, f**a por aqui




Antes de Duke, vieram Duda e Brankela.Duas Boxers.A Duda eu escolhi. A Brankela veio depois, filha dela. E não foi por a...
04/02/2026

Antes de Duke, vieram Duda e Brankela.

Duas Boxers.

A Duda eu escolhi. A Brankela veio depois, filha dela. E não foi por acaso. Eu já tinha observado que era uma raça que se dava muito bem com pessoas, principalmente com crianças. Afetuosa, brincalhona, presente.

Mas só isso não bastava.

Eu treinei as duas com base no que eu já tinha estudado em psicologia experimental. Nada complicado. O básico bem feito: não pular, não lamber, ser gentil. E, mais do que tudo, saber estar.

A Duda era mais aberta, mais brincalhona.
A Brankela, que era surda, era mais calma, mais sensível.

E foi aí que começou a acontecer uma coisa que eu nunca tinha visto em curso nenhum.

Elas sabiam quando e como se aproximar.

Sem comando.

A Duda chegava perto de uma criança em shutdown e simplesmente f**ava ali, presente.
A Brankela se afastava quando alguém estava desregulado, como se entendesse que aquele não era o momento de contato.

Aquilo me chamou muita atenção.

Porque elas não estavam ali só “fazendo companhia”.

Elas estavam trabalhando.

Observando, lendo, respondendo… muitas vezes antes de mim.

Foi aí que eu entendi uma coisa que mudou tudo:

Cão não assiste terapia.
Cão faz terapia.

E eu precisei aprender com elas.

Passei anos observando, ajustando, refinando. Não foi algo que veio de curso ou de livro. Veio da prática, do dia a dia, de prestar atenção de verdade no que elas faziam.

Hoje, quando alguém fala em treinar cão para terapia, muita gente pensa em comando. Sentar, deitar, f**ar.

Mas não é isso.

É conexão. É percepção. É resposta.

A Duda e a Brankela já sabiam.

Eu só precisei aprender a não atrapalhar.

Elas não estão mais aqui.

Mas o que elas me ensinaram continua em cada sessão que eu faço.



“Para onde vamos na sessão de hoje?”“Pra vida.”Essa sempre foi a minha resposta.Nunca fez sentido pra mim fazer terapia ...
03/31/2026

“Para onde vamos na sessão de hoje?”

“Pra vida.”

Essa sempre foi a minha resposta.

Nunca fez sentido pra mim fazer terapia dentro de quatro paredes. A vida acontece lá fora. As dificuldades aparecem lá fora.

Então eu levava meus pacientes pra rua. Parque. Campo. Lago. Com os cães e cavalos. Na natureza.

E tinha algo que eu percebia, mas nunca dizia:

Algo muito potente acontecia ali.

Meus pacientes se abriam mais rápido.
Se sentiam mais seguros.
Mais presentes. Mais conectados.

E sim, eu também.

Eu saía das sessões mais calma, mais regulada, mais centrada.

Durante muito tempo, achei que era só o meu “jeito diferente” de trabalhar.

Mas continuei, porque funcionava.

Não só pra mim.
Pra eles. De forma consistente.

Anos depois veio o diagnóstico: autista.

E sim, parte fez sentido.

A natureza me regulava.

Mas essa não era a história inteira.

Porque o que começou como algo intuitivo…
se tornou um método.

Uma forma de conduzir processos com resultado real.

Uma forma de criar vínculo, segurança e transformação fora do setting tradicional.

Esse método moldou toda a minha trajetória.
Abriu portas que eu nunca imaginei.

Inclusive, foi parte do caminho que me trouxe para os Estados Unidos.

Então não, não era só adaptação.

Era método.

Algo que eu vivi, refinei e comprovei ao longo dos anos.

Hoje eu entendo:

A natureza não era só cenário.
Era parte ativa do processo.

👇 Qual ambiente faz você funcionar — e talvez até prosperar?

Passei 25 anos atendendo autistas.Crianças, adolescentes, adultos. Famílias inteiras.Usei cães. Usei cavalos.Sempre ao a...
03/26/2026

Passei 25 anos atendendo autistas.

Crianças, adolescentes, adultos. Famílias inteiras.

Usei cães. Usei cavalos.

Sempre ao ar livre.
Sempre no ritmo deles.

E nunca passou pela minha cabeça que EU também era autista.

Descobri aos 53 anos.

Em setembro de 2024.

Parece impossível, né?

Como uma psicóloga especializada em autismo não percebe o próprio autismo?

A resposta é mais simples do que parece:

meu ambiente sempre foi adaptado pra mim.

Eu SEMPRE atendi ao ar livre.
Nunca gostei de consultório fechado.

Eu SEMPRE usei animais.
Eles me regulavam antes de regular meus pacientes.

Eu SEMPRE trabalhei sozinha.
Nunca em equipe grande.

Sem saber, eu construí um setting perfeito pra uma pessoa autista trabalhar.

Então nunca "quebrei".
Nunca entrei em burnout.
Nunca me senti no lugar errado.

Alguns meses depois, entrei no mundo corporativo.

Janeiro de 2025.

E foi aí que tudo mudou.

Dor de cabeça constante.
Mau humor.
Dor no corpo.
Exaustão.

Foi nesse contraste que tudo fez ainda mais sentido.

O diagnóstico não veio do colapso.

Mas o ambiente novo revelou o que antes estava invisível.

E confirmou o que eu já começava a entender.

Autismo + altas habilidades.

Fez TUDO fazer sentido.

Compartilho isso porque sei que não estou sozinha.

Tem muita gente autista por aí que só vai descobrir quando o ambiente deixar de ser adaptado.

E tá tudo bem.

O diagnóstico não muda quem você é.

Só finalmente explica.


Medicina humana ou veterinária?Olha essa foto. É aqui que eu me sinto em casa. Sempre foi. Mas demorei anos pra entender...
03/24/2026

Medicina humana ou veterinária?

Olha essa foto. É aqui que eu me sinto em casa. Sempre foi. Mas demorei anos pra entender que isso podia ser profissão.

Durante anos, essa foi minha dúvida. Sempre gostei mais de bichos do que de pessoas. Me conectava melhor com eles. Entendia melhor.

Aí a vida fez uma curva inesperada.

Eu trabalhava como babá. Cuidava do filho de uma psicóloga. Um dia, ela me deu um livro para ler.

Eu me apaixonei.

"O que é isso?", perguntei. "Psicologia", ela respondeu.

E foi assim. Sem planejamento. Sem grande epifania. Só um livro que fez sentido.

Hoje, olhando pra trás, percebo que foi a escolha certa. Ser observadora sempre foi o meu forte. E psicologia exige isso: um bom olho clínico.

A psicologia me deu algo que eu não esperava: uma forma de interpretar o mundo, as pessoas, e navegar por tudo isso no meu próprio ritmo. Com menos sofrimento.

Não foi o caminho que eu planejei. Foi o caminho que me encontrou.

E você? Como chegou onde está hoje?

👇 Me conta nos comentários: sua profissão foi escolha ou acaso?


Encontrei essa placa numa viagem e tirei foto na hora.Ri. E logo depois pensei: a gente ainda precisa tanto justif**ar q...
03/08/2026

Encontrei essa placa numa viagem e tirei foto na hora.
Ri. E logo depois pensei: a gente ainda precisa tanto justif**ar que tem razão.
Hoje, no dia 8 de março, mulheres no Brasil estão nas ruas por um motivo que dói. Um grupo de homens 357upr0u uma mulher. E o debate que se seguiu foi, mais uma vez, sobre o que ela fazia lá, o que ela tinha bebido, o que ela estava vestindo.
Masking não é só coisa de autista. Toda mulher aprende desde cedo a se diminuir, a sorrir na hora certa, a não ocupar espaço demais, a não reagir forte demais. A não dar trabalho.
E mesmo assim a culpa sempre volta pra gente.
Eu sou psicóloga há mais de 20 anos. Atendo mulheres. Sou mulher. E te digo com todas as letras: o problema nunca foi a mulher.
Feliz 8 de março pra quem ainda está de pé apesar de tudo.
🐾
leliaCrespo saudemental autismo

2026 é o ano de colocar o projeto no asfalto. 🚜 A jornada começa com minha Mentoria. Vou ensinar o controle absoluto e a...
03/05/2026

2026 é o ano de colocar o projeto no asfalto. 🚜 A jornada começa com minha Mentoria. Vou ensinar o controle absoluto e a afinidade real de 20 anos de estrada. Quem vem para este novo nível comigo?

Não é “senta” e “f**a”. É o bicho sentir sua necessidade e você ler o sinal dele. 🐾 Liderança silenciosa. Aprenda a líng...
03/03/2026

Não é “senta” e “f**a”. É o bicho sentir sua necessidade e você ler o sinal dele. 🐾 Liderança silenciosa. Aprenda a língua do seu animal. Quer aprender a falar “cão”? Fique atento.

Meu trabalho acontece onde a vida pulsa. 🌳 Se o autista quer aprender a viver, tem que estar na Petsmart, no parque, no ...
02/27/2026

Meu trabalho acontece onde a vida pulsa. 🌳

Se o autista quer aprender a viver, tem que estar na Petsmart, no parque, no mundo. O bicho é o mediador da segurança. Autonomia é o foco. Acompanhe a psicologia aplicada ao cotidiano.

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