02/26/2026
Muita gente não imagina, mas existe uma relação importante entre o funcionamento da tireoide e algumas doenças reumáticas autoimunes. Pacientes com condições como artrite reumatoide, lúpus, síndrome de Sjögren e esclerodermia apresentam com mais frequência alterações na tireoide do que a população em geral.
A tireoide é uma glândula localizada no pescoço e tem a função de produzir hormônios essenciais para o equilíbrio do organismo. Esses hormônios controlam o metabolismo, influenciam o funcionamento do coração, do cérebro, dos músculos e até o nosso nível de energia.
Quando a tireoide não funciona adequadamente, podem ocorrer duas situações principais:
🔹 Hipotireoidismo: quando há redução na produção dos hormônios, podendo causar cansaço excessivo, ganho de peso, desânimo, queda de cabelo, dores musculares e sensação de frio constante.
🔹 Hipertireoidismo: quando há produção aumentada de hormônios, levando a sintomas como agitação, palpitações, perda de peso, tremores e dificuldade para dormir.
O ponto de atenção é que muitos desses sintomas, como fadiga, dores nas articulações, rigidez e fraqueza muscular, também aparecem nas doenças reumáticas. Por isso, às vezes pode ser difícil diferenciar o que vem da tireoide e o que está relacionado à condição autoimune.
Além disso, algumas alterações da tireoide também têm origem autoimune, o que explica por que essas doenças costumam “caminhar juntas”. Identif**ar e tratar o problema corretamente faz toda a diferença para o controle dos sintomas e para a qualidade de vida.
Por esse motivo, é comum que a reumatologista solicite exames da tireoide tanto na avaliação inicial quanto durante o acompanhamento do paciente. Cuidar da tireoide é parte importante do cuidado integral com a saúde reumatológica.
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