Dra. Ana Cristina Reumato

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Dra Ana Cristina Reis Lima
Reumatologista Titulada pela Sociedade Brasileira de Reumatologia/ RQE: 14814/ CRM: 2978MG/ Residência: PUC- Campinas/ Telefone: (035) 3821-1213

Hoje é um dia voltado para dar visibilidade a uma doença autoimune complexa e, muitas vezes, silenciosa: o lúpus.No lúpu...
05/10/2026

Hoje é um dia voltado para dar visibilidade a uma doença autoimune complexa e, muitas vezes, silenciosa: o lúpus.

No lúpus, o sistema imunológico, que deveria proteger o organismo, passa a atacar tecidos saudáveis, podendo comprometer diferentes partes do corpo, como pele, articulações, rins, sangue e até o sistema nervoso.

Os sinais podem variar bastante de pessoa para pessoa, o que torna o diagnóstico um desafio. Entre os sintomas mais comuns estão cansaço persistente, dores articulares, queda de cabelo, manchas na pele (especialmente no rosto) e febre sem causa aparente.

É uma condição mais frequente em mulheres, principalmente em idade fértil, mas pode ocorrer em qualquer pessoa.

Um ponto importante é que o lúpus costuma se manifestar em fases, com períodos de atividade e outros de maior controle. Por isso, o acompanhamento médico contínuo faz toda a diferença para ajustar o tratamento e evitar complicações.

Apesar de ainda não ter cura, hoje contamos com opções terapêuticas que permitem controlar a doença e proporcionar uma boa qualidade de vida.

O objetivo desta data é justamente ampliar a conscientização, combater a desinformação e reforçar a importância do diagnóstico precoce.

Se você apresenta sintomas persistentes ou sinais que chamam atenção, não normalize. Investigar com um reumatologista é essencial para um diagnóstico adequado e um cuidado mais seguro.

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Desejo a todos um Feliz Dia das Mães! 🤍
05/10/2026

Desejo a todos um Feliz Dia das Mães! 🤍

Com o avanço da idade, o nosso corpo passa por mudanças naturais, e o sistema musculoesquelético é um dos mais afetados....
05/08/2026

Com o avanço da idade, o nosso corpo passa por mudanças naturais, e o sistema musculoesquelético é um dos mais afetados. Por isso, algumas doenças reumatológicas se tornam mais frequentes na população idosa, podendo impactar diretamente a mobilidade, a autonomia e a qualidade de vida.

Entre as condições mais comuns, destacam-se:

🔹 Osteoporose
Caracterizada pela perda de massa óssea, deixa os ossos mais frágeis e aumenta o risco de fraturas, muitas vezes silenciosamente. Por isso, o diagnóstico precoce é essencial.

🔹 Artrose (osteoartrite)
É o desgaste das articulações ao longo do tempo. Costuma causar dor, rigidez e limitação de movimentos, principalmente em joelhos, mãos e quadris.

🔹 Artrite reumatoide
Embora possa surgir em qualquer idade, também pode acometer idosos. É uma doença autoimune que provoca inflamação nas articulações, levando a dor, inchaço e, se não tratada, deformidades.

🔹 Polimialgia reumática
Mais comum após os 50 anos, causa dor e rigidez muscular, especialmente nos ombros e quadris, sendo mais intensa pela manhã.

É importante lembrar que dor não deve ser encarada como algo “normal da idade”. Muitos desses quadros têm tratamento e podem ser controlados, evitando limitações e complicações.

O acompanhamento com um reumatologista permite diagnóstico correto, manejo adequado dos sintomas e mais qualidade de vida no envelhecimento.

Se você ou alguém próximo apresenta dores persistentes, rigidez ou dificuldade de movimentação, vale a pena buscar avaliação especializada.

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Legenda: Hoje é o Dia da Conscientização da Espondilite Anquilosante.Uma doença inflamatória que muitas vezes começa de ...
05/07/2026

Legenda: Hoje é o Dia da Conscientização da Espondilite Anquilosante.

Uma doença inflamatória que muitas vezes começa de forma silenciosa e pode ser confundida com dores comuns do dia a dia!

Dor lombar persistente, rigidez ao acordar e desconfortos que melhoram com movimento são alguns sinais que merecem atenção ⚠️

Conscientizar também é incentivar o diagnóstico precoce, o acompanhamento adequado e a importância de não normalizar dores constantes.

Seu corpo dá sinais. Ouvi-los pode fazer toda a diferença na sua qualidade de vida!

Essa é uma data importante para trazer visibilidade a uma doença inflamatória crônica que ainda costuma ser pouco reconh...
05/07/2026

Essa é uma data importante para trazer visibilidade a uma doença inflamatória crônica que ainda costuma ser pouco reconhecida, principalmente nas fases iniciais: a espondilite anquilosante.

Ela faz parte do grupo das espondiloartrites e afeta principalmente a coluna e as articulações sacroilíacas, podendo causar dor lombar persistente, rigidez (especialmente pela manhã) e limitação dos movimentos ao longo do tempo.

Diferente de uma dor comum nas costas, a dor da espondilite tem características específicas: costuma começar de forma lenta, melhora com o movimento e piora com o repouso (um detalhe importante que muitas vezes passa despercebido).

A doença é mais frequente em homens adultos jovens, mas pode levar anos até ser diagnosticada, justamente por ser confundida com outras causas de dor lombar. Por isso, informação e atenção aos sinais fazem toda a diferença.

Além da coluna, a espondilite também pode afetar outras articulações e até órgãos, como olhos (uveíte), reforçando a importância de um olhar atento e acompanhamento especializado.

Apesar de não ter cura, o tratamento adequado permite controlar a inflamação, aliviar os sintomas e preservar a qualidade de vida.

O Dia Mundial da Espondilite Anquilosante existe justamente para isso: ampliar o reconhecimento da doença, incentivar o diagnóstico precoce e melhorar a qualidade de vida de quem convive com ela.

Se você sente dor lombar frequente, rigidez ao acordar ou percebe que a dor melhora quando se movimenta, não ignore esses sinais. Procurar um reumatologista é o primeiro passo para investigar e cuidar da sua saúde.

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A arterite de Takayasu é uma doença inflamatória rara dos vasos sanguíneos, classificada como uma vasculite, que afeta p...
04/30/2026

A arterite de Takayasu é uma doença inflamatória rara dos vasos sanguíneos, classificada como uma vasculite, que afeta principalmente a aorta e seus principais ramos, responsáveis por levar sangue do coração para diferentes partes do corpo.

Ela ficou conhecida como “doença sem pulso” porque, em alguns casos, a inflamação provoca estreitamento ou obstrução das artérias, reduzindo o fluxo sanguíneo e fazendo com que o pulso fique diminuído ou até ausente, principalmente nos braços.

A doença é mais frequente em mulheres jovens, geralmente entre os 10 e 40 anos, embora possa ocorrer em outras faixas etárias.

No início, os sintomas costumam ser inespecíficos, o que muitas vezes dificulta o diagnóstico. Cansaço excessivo, febre baixa, perda de peso, dores no corpo e mal-estar podem surgir nas fases iniciais.

Com a progressão do quadro, podem aparecer dor nos braços ou pernas ao esforço, tontura, dor de cabeça, falta de ar, diferença de pressão arterial entre os braços, sensação de fraqueza e redução do pulso em determinados membros.

Como a inflamação compromete a circulação, alguns órgãos também podem ser afetados, dependendo das artérias envolvidas.

O diagnóstico é feito com avaliação clínica, exames laboratoriais e exames de imagem que permitem observar as artérias, como angiotomografia, angiorressonância ou ultrassonografia vascular.

Embora seja uma doença crônica e sem cura definitiva, o tratamento permite controlar a inflamação, reduzir riscos e evitar complicações vasculares mais graves.

A base do tratamento costuma envolver corticoides e outros medicamentos imunossupressores, sempre com acompanhamento especializado.

Como a doença pode alternar períodos de atividade e remissão, o seguimento regular com o reumatologista é fundamental para monitorar a evolução e ajustar o tratamento sempre que necessário.

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Sim, crianças e adolescentes também podem desenvolver doenças reumáticas, embora muitas pessoas ainda associem essas con...
04/28/2026

Sim, crianças e adolescentes também podem desenvolver doenças reumáticas, embora muitas pessoas ainda associem essas condições apenas à vida adulta ou ao envelhecimento.

As doenças reumáticas na infância envolvem processos inflamatórios que podem afetar articulações, músculos, pele, vasos sanguíneos e até órgãos internos, exigindo atenção e diagnóstico precoce.

Entre as condições mais conhecidas está a artrite idiopática juvenil, mas existem outras doenças inflamatórias e autoimunes que também podem surgir nessa fase da vida.

Os sinais nem sempre aparecem de forma evidente no início. Dor nas articulações, inchaço, rigidez ao acordar, dificuldade para caminhar, febre sem causa definida, cansaço frequente, alterações de comportamento, perda de peso e manchas na pele são alguns sintomas que merecem atenção.

Em alguns casos, a criança pode evitar brincar, reclamar de dor ao se movimentar ou apresentar limitação em atividades que antes fazia normalmente.

Como muitos desses sinais podem ser confundidos com dores do crescimento ou outras condições comuns da infância, o diagnóstico nem sempre acontece rapidamente.

Por isso, quando os sintomas persistem ou se repetem, a avaliação médica é fundamental.

O diagnóstico precoce permite controlar melhor a inflamação, prevenir complicações e preservar o desenvolvimento e a qualidade de vida da criança.

Quanto mais cedo a investigação é feita, maiores são as chances de um tratamento adequado e de uma boa evolução.

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O herpes-zóster é uma infecção causada pela reativação do vírus varicela-zóster, o mesmo vírus responsável pela catapora...
04/23/2026

O herpes-zóster é uma infecção causada pela reativação do vírus varicela-zóster, o mesmo vírus responsável pela catapora. Depois da infecção inicial, ele pode permanecer adormecido no organismo por muitos anos e voltar a se manifestar quando há queda da imunidade.

Quando isso acontece, surgem lesões dolorosas na pele, geralmente em forma de pequenas bolhas agrupadas, acompanhadas de ardor, queimação, sensibilidade local e dor intensa em apenas um lado do corpo.

As regiões mais atingidas costumam ser tórax, costas, abdômen e face, mas o quadro pode variar de pessoa para pessoa.

Pacientes com doenças autoimunes precisam de atenção especial porque muitas vezes utilizam medicamentos imunossupressores, corticoides ou imunobiológicos, que reduzem a resposta do sistema imunológico e podem aumentar o risco de reativação do vírus.

Além das lesões cutâneas, o herpes-zóster pode causar dor persistente mesmo após a melhora da pele, quadro conhecido como neuralgia pós-herpética, que pode durar semanas ou até meses.

Os primeiros sinais costumam incluir dor, formigamento ou ardência em uma área específica, antes mesmo do aparecimento das lesões.

O tratamento deve ser iniciado o mais cedo possível, idealmente nas primeiras 72 horas, com medicamentos antivirais e controle adequado da dor.

A prevenção também é importante, e atualmente existe vacina específica contra o herpes-zóster, indicada principalmente para grupos com maior risco.

Ao perceber sintomas suspeitos, é fundamental procurar avaliação médica rapidamente, especialmente em pacientes com doenças autoimunes ou em uso de medicações que alteram a imunidade.

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A densitometria óssea é um exame importante para avaliar a saúde dos ossos e identificar precocemente alterações como os...
04/21/2026

A densitometria óssea é um exame importante para avaliar a saúde dos ossos e identificar precocemente alterações como osteopenia e osteoporose, muitas vezes antes mesmo do surgimento de sintomas ou fraturas.

Ele mede a densidade mineral óssea e permite analisar se a massa óssea está adequada para a idade e o perfil do paciente, sendo uma ferramenta fundamental na prevenção e no diagnóstico de perda óssea.

O exame é simples, rápido, indolor e não exige preparo complexo, sendo realizado por meio de um equipamento específico que avalia principalmente regiões como coluna lombar e quadril, áreas onde fraturas osteoporóticas são mais frequentes.

A densitometria costuma ser indicada para mulheres a partir dos 65 anos e homens acima dos 70, mas também pode ser recomendada antes dessa faixa etária em pessoas com fatores de risco.

Entre esses fatores estão menopausa precoce, histórico familiar de osteoporose, uso prolongado de corticoides, doenças inflamatórias crônicas, artrite reumatoide, baixo peso corporal, tabagismo e deficiência de vitamina D.

Além do diagnóstico inicial, o exame também é muito importante para acompanhar pacientes que já estão em tratamento, ajudando a avaliar a resposta terapêutica e orientar ajustes quando necessário.

Como a perda óssea costuma evoluir de forma silenciosa, identificar alterações precocemente faz diferença na prevenção de fraturas e na preservação da qualidade de vida.

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A esclerose sistêmica, também conhecida como esclerodermia, é uma doença autoimune crônica em que ocorre alteração do si...
04/17/2026

A esclerose sistêmica, também conhecida como esclerodermia, é uma doença autoimune crônica em que ocorre alteração do sistema imunológico, inflamação e aumento da produção de colágeno, levando ao endurecimento da pele e podendo também comprometer órgãos internos.

Além da pele, a doença pode afetar pulmões, rins, coração, trato digestivo e vasos sanguíneos, por isso o acompanhamento precoce é tão importante.

Ela é mais frequente em mulheres, principalmente entre os 40 e 50 anos, e pode começar de forma silenciosa, com sinais que muitas vezes passam despercebidos no início.

Um dos primeiros sintomas mais comuns é o fenômeno de Raynaud, caracterizado por mudança de cor nos dedos das mãos, que ficam muito pálidos, arroxeados ou avermelhados, especialmente em contato com frio ou situações de estresse.

Também podem surgir inchaço nas mãos, rigidez, pele mais espessa, dificuldade para movimentar os dedos, azia, refluxo e sensação de cansaço.

O diagnóstico precoce faz diferença porque permite identificar a doença antes do surgimento de complicações mais importantes, principalmente pulmonares e vasculares.

A avaliação costuma incluir exame clínico detalhado, exames laboratoriais e a capilaroscopia periungueal, um exame simples realizado na região das cutículas que ajuda a observar alterações nos pequenos vasos sanguíneos.

Embora seja uma condição sem cura, o tratamento adequado ajuda a controlar os sintomas, retardar a progressão da doença e preservar a qualidade de vida.

Por isso, sinais persistentes como alterações de circulação nas mãos, endurecimento da pele ou sintomas sem explicação merecem investigação com o reumatologista.

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A síndrome antifosfolípide é uma doença autoimune em que o organismo produz anticorpos que aumentam a tendência de forma...
04/15/2026

A síndrome antifosfolípide é uma doença autoimune em que o organismo produz anticorpos que aumentam a tendência de formação de coágulos no sangue, o que pode comprometer a circulação e causar diferentes complicações.

Esses anticorpos atuam de forma inadequada contra componentes das próprias células, favorecendo episódios de trombose em veias ou artérias.

A condição pode aparecer isoladamente ou estar associada a outras doenças autoimunes, principalmente o Lúpus Eritematoso Sistêmico.

Ela é mais frequente em mulheres, principalmente entre os 20 e 40 anos, justamente uma fase em que muitas pacientes também estão em idade fértil, o que torna ainda mais importante a atenção aos riscos gestacionais relacionados à doença.

Entre as manifestações mais comuns estão trombose nas pernas, embolia pulmonar, episódios de AVC em pacientes jovens, além de abortos de repetição, parto prematuro e outras complicações gestacionais.

Em alguns casos, também podem surgir dores de cabeça frequentes, alterações na pele, redução de plaquetas e sintomas circulatórios.

Como os sinais podem variar bastante, o diagnóstico depende da associação entre histórico clínico e exames laboratoriais específicos, que identificam a presença dos anticorpos antifosfolípides no sangue.

O tratamento é individualizado e geralmente envolve o uso de anticoagulantes, principalmente em pacientes que já tiveram trombose, além de acompanhamento rigoroso em situações como gestação ou associação com outras doenças autoimunes.

O diagnóstico precoce é fundamental para reduzir riscos e evitar complicações futuras.

Por isso, diante de histórico de trombose, perdas gestacionais repetidas ou suspeita clínica, a investigação médica é essencial.

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