29/12/2025
Gravação para a sobre a “Síndrome do Ano Novo”.
O fim do ano desperta emoções intensas. Sentir tristeza, frustração ou saudade de quem partiu é natural e humano. Nem tudo saiu como planejado, e reconhecer isso não é fraqueza.
Vivemos em um tempo de comparações e positividade excessiva, mas aceitar não é se conformar. É reconhecer o que não esteve sob nosso controle e, ao mesmo tempo, refletir sobre o que pode ser diferente daqui para frente.
A frustração paralisa quando vira apenas reclamação. Ela se transforma em aprendizado quando nos ajuda a identificar mudanças possíveis, escolhas que precisam ser revistas e esforços que precisam ser feitos.
Quando o sofrimento é intenso ou persistente, buscar ajuda é cuidado. Conversar e ser acolhido faz diferença. O Centro de Valorização da Vida (188) oferece escuta gratuita, 24h. A OMS (Organização Mundial da Saúde) reconhece que solidão, luto e frustrações impactam a saúde mental, e estudos do British Medical Journal mostram que períodos de transição, como o fim do ano, aumentam a vulnerabilidade emocional.
Cuidar da saúde emocional é acolher o que se sente, aprender com as frustrações e, quando possível, fazer diferente.