12/11/2020
Pediatras reforçam importância da rotina para evitar obesidade infantil
A obesidade é um dos distúrbios nutricionais mais prevalentes entre crianças e adolescentes, em todos os países.
Por muito tempo, houve um esforço muito grande para que as crianças ficassem menos tempo em frente às telas de televisão, celulares, tablets e videogames. No entanto, com o cenário de distanciamento social, momento em que todos se viram em casa, esse cuidado ficou prejudicado, já que muitos utilizam as telas como um passatempo nesse período de pandemia. Essa exposição mais prolongada pode ter associação com obesidade, padrão de sono irregular, piora nos hábitos alimentares e retardo no desenvolvimento da linguagem e cognitivo. Recomenda-se evitar essa exposição à tela para crianças com menos de 2 anos e restringir, a no máximo 2h por dia, para as maiores de 2 anos.
Entre outros cuidados a serem estabelecidos está a inclusão de horários estabelecidos para refeições (incluindo desjejum), horários para atividades recreativas de acordo com faixa etária (lazer ativo – jogar bola, andar bicicleta, dançar, pular corda, “amarelinha” entre outras), horários para atividades de leitura em livros impressos, horário para os estudos escolares, horários para uso de “telas” e, também, horário para dormir garantindo um adequado tempo e qualidade do sono. A diminuição na duração do sono é associada ao desenvolvimento da obesidade. Crianças de 1 a 5 anos precisam cerca de 10 a 14 horas por dia, dos 6 aos 13 aos cerca de 9 a 11 horas por dia enquanto adolescentes devem dormir de 8 a 10 horas por dia.
Fonte: Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul
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