ImigraMama

ImigraMama Mariana Alonso Montanher
Counsellor M.A.C.A. level 3
mari.counselling@gmail.com

Mariana Alonso Montanher - Counsellor - ACA 23952
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Tem pensamentos que parecem lógicos.“Não tenho com quem deixar meu bebê.”“Agora não cabe no orçamento.”“É só uma fase, v...
28/04/2026

Tem pensamentos que parecem lógicos.
“Não tenho com quem deixar meu bebê.”
“Agora não cabe no orçamento.”
“É só uma fase, vai passar.”
E, de certa forma, eles fazem sentido.
Mas o problema é que esses pensamentos não estão te protegendo. Eles estão te mantendo no mesmo lugar, sustentando tudo sozinha, por tempo demais.
A maioria das mulheres que eu atendo não chegou cedo. Chegou quando já estava no limite.
Não porque “deixou pra depois”. Mas porque não sabia reconhecer o que estava vivendo.
Na maternidade no exterior, o que você sente não vem com nome claro. Vem como cansaço constante, irritação, culpa, confusão.
E quando não tem nome, parece menor do que é. Mas não é.
Você não precisa esperar piorar para se autorizar a cuidar de você.
Se esse post organizou algo aí dentro, salva pra reler nos dias mais difíceis.
E se você quiser entender como isso funciona na prática, me chama no direct com a palavra terapia.

27/04/2026

Você não sabe explicar o que está sentindo.
Só sabe que tem alguma coisa fora do lugar.
Um cansaço que não passa. Uma cabeça que não para. Uma sensação de estar sempre no limite mesmo quando “deveria estar tudo bem”.
E aí vem o pensamento: “o problema sou eu.”
Mas não é.
O que você está vivendo não é falta de força. É sobrecarga emocional sustentada por tempo demais, sozinha.
E quando tudo vai se acumulando por dentro, o resultado não é clareza. É confusão mesmo.
Talvez o que você sente não esteja confuso. Talvez só ainda não tenha encontrado nome.
E quando começa a ganhar nome… começa, aos poucos, a fazer sentido.
Se isso te atravessou de alguma forma, comenta: “SOU EU”

A mulher não pode errar. E quando vira mãe, isso se intensif**a.Mas na maternidade no exterior, essa conta não fecha.Nin...
26/04/2026

A mulher não pode errar. E quando vira mãe, isso se intensif**a.
Mas na maternidade no exterior, essa conta não fecha.
Ninguém ensina a sustentar o que vem junto: a dúvida, o medo, a sobrecarga, a solidão…
Porque não é só sobre cuidar de um bebê. É sobre sustentar decisões, adaptação, responsabilidade. Muitas vezes sem referência e sem apoio.
E isso muda completamente a forma como tudo pesa.
O que muitas mulheres vivem não é falta de preparo. O que parece falha, na maioria das vezes, é sobrecarga.
E sobrecarga não se resolve com mais esforço. Se resolve com organização interna.
Você não precisa dar conta de tudo para provar que está fazendo certo.

Se isso fez sentido, salva esse post para reler nos dias em que a cobrança vier mais forte.
E se em algum momento você pensou “é exatamente isso”… comenta: "FAZ SENTIDO"

Isso me ajuda a continuar trazendo conteúdos que realmente organizam o que você está vivendo.

23/04/2026

Deixa eu te contar uma verdade? Esse pão vai descansar hoje mais do que você.
E talvez o problema não seja o pão… seja o quanto você aprendeu que não pode parar.
Você continua funcionando. Mesmo cansada, mesmo sobrecarregada, mesmo sem espaço pra você. E chama isso de força.
Mas força de verdade não é aguentar tudo. É reconhecer quando já está pesado demais.
Talvez hoje você não precise fazer mais. Talvez precise descansar sem culpa.
Se isso te atravessa, você não está sozinha.

Me conta aqui nos comentários: você tem conseguido descansar ou ainda está no modo ‘dar conta de tudo’?

Você sustenta a casa, as decisões de viver em outro país, o fuso horário com o Brasil e todas as demandas da maternidade...
13/04/2026

Você sustenta a casa, as decisões de viver em outro país, o fuso horário com o Brasil e todas as demandas da maternidade. Por fora, o mundo vê uma mulher forte, que "deu conta" de morar fora. Por dentro, a régua que você usa para se medir é implacável.

Você se cobra para ser a mãe perfeita que nunca erra, a profissional produtiva e a imigrante resiliente que nunca fraqueja. Mas, ao final do dia, mesmo tendo feito o impossível para o dia funcionar, a sensação que sobra é a de insuficiência. Você se trata com uma dureza que jamais usaria com uma amiga.

Já parou para pensar em como seria o seu dia se, em vez de se punir pelo que não foi feito, você conseguisse reconhecer o esforço real que é maternar sem rede de apoio por perto?

Imagine trocar o peso da autocrítica por uma voz de acolhimento, pelo alívio de se sentir humana. Reconhecer-se humana não é um erro. Entender que estar exausta não signif**a que você está falhando. É possível recuperar o seu eixo e voltar a se enxergar com mais carinho, sentindo que você é, sim, o suficiente para o seu filho e, principalmente, para você mesma.

Essa distância entre a "mulher forte" que você tenta ser e a "mulher insuficiente" que você sente que é, nasce de uma desorganização emocional profunda. No meu trabalho com brasileiras no exterior, eu ajudo você a nomear essas cobranças e a construir uma base emocional mais sólida.

Você não precisa carregar o peso de ser perfeita o tempo todo. Aprender a diferenciar o que é sua responsabilidade e o que é uma exigência irreal é o primeiro movimento para uma vida mais leve.

Você sente que a sua autocrítica é o que mais pesa hoje?

Salve este post para ler quando a cobrança bater forte, ou envie para aquela amiga que também precisa desse lembrete de que ela não está sozinha.

Eu peguei as chaves do carro, um livro e saí sem rumo.Pode parecer uma cena de filme, mas foi a minha segunda-feira de f...
06/04/2026

Eu peguei as chaves do carro, um livro e saí sem rumo.
Pode parecer uma cena de filme, mas foi a minha segunda-feira de feriado aqui na Austrália. Depois de uma manhã de expectativas quebradas e uma 'competição de gritos' em casa, eu entendi: se eu não saísse de cena, eu ia desmoronar.
Muitas vezes, a gente acredita que 'ser uma boa mãe' ou 'ser uma esposa presente' signif**a aguentar o caos até a última gota de energia. Mas no exterior, sem rede de apoio, essa conta chega rápido demais.
Sair sem rumo não foi uma fuga. Foi um resgate. Foi o tempo que precisei para que a 'Mariana' voltasse a ocupar o lugar da 'mãe sobrecarregada'.
Se você sente que está chegando nesse limite onde o choro é fácil e a irritação é constante, saiba que você tem permissão para pausar. Você não é uma máquina de resolver pendências.
No link da minha bio, deixei um recurso específico para esses dias: 'Quando ser forte já não é possível'. Um guia de escrita para quando o peso de carregar tudo sozinha f**a insuportável.

E você? Já sentiu vontade de pegar as chaves e sair sem rumo hoje? Me conta nos comentários, vamos normalizar esse sentir.

05/04/2026

Cuidar de um jardim no exterior me ensinou mais sobre psicologia do que eu imaginava. Existe uma paciência e uma técnica que a maternidade na imigração também exige de nós.

Aqui estão as conexões que fiz entre a terra e o nosso EIXO emocional:

1. O mato e as formigas (O limite necessário): Na jardinagem, aprendi que ao arrancar uma erva daninha, é preciso manter distância, pois formigas virão junto. Na maternidade imigrante, isso é sobre limite emocional. Quando você decide "arrancar" um comportamento automático ou uma culpa antiga, as "formigas" (críticas, julgamentos ou o medo de falhar sozinha) aparecem. Se você não tiver uma base sólida e um distanciamento saudável (auto-observação), acaba sendo picada pela sobrecarga antes mesmo de concluir a limpeza.

2. O ritmo da planta (Aceitação e Compromisso): Muitas vezes queremos que nossos filhos (ou nossa própria adaptação ao novo país) floresçam rápido. Mas forçar o crescimento só estressa a planta. Maternar no exterior exige respeitar o tempo de maturação da nossa nova identidade. Às vezes, o inverno é longo, e o que parece "parado" por fora, está criando raízes profundas por dentro.

3. O solo diferente (Interculturalidade): O adubo que funcionava no Brasil nem sempre serve para o solo daqui. Na imigração, precisamos aprender a "nutrir" nossa saúde mental de formas novas. O que te sustentava lá (a rede de apoio física, a proximidade da família) não está mais disponível. Você precisa aprender quais nutrientes o seu contexto atual exige para que você não murche na exaustão.

Trabalhar o seu EIXO é aprender a cuidar desse jardim interno, respeitando as formigas, o tempo e o clima de onde você está agora.

Qual dessas lições mais ressoa com o seu momento atual? Você sente que está tentando plantar em solo novo com ferramentas antigas?

Vamos conversar nos comentários.

Você não está sozinha.

05/04/2026

A Páscoa no exterior tem um gosto agridoce.

Para a brasileira que vive a maternidade longe do seu país de origem longe, datas como esta funcionam como um "marcador de ausência". O domingo não é apenas sobre chocolate; é sobre o silêncio de uma mesa com poucos lugares e a falta que faz o barulho na cozinha da mãe.

Isso tem nome: Luto Migratório Ambíguo.

É a sensação de perda de algo que ainda existe (sua família no Brasil), mas que não é acessível no seu cotidiano. Celebrar fora exige uma "reparentalidade": acolher sua criança que sente falta do ninho, enquanto fortalece a mulher que constrói sua própria história.

Por que pesa tanto?

1) Dissonância de pertencimento: O contraste entre a cultura atual e suas memórias de infância gera "desorganização" interna.

2) Sobrecarga de cuidado: O peso de "criar a magia da Páscoa" sozinha para os filhos, sem rede de apoio, gera exaustão e sensação de incompetência.
3) Rigidez Psicológica: Tentar replicar o Brasil exatamente pode gerar frustração. A saúde mental reside na flexibilidade: honrar raízes criando novos rituais.

Mudar de país exige aprender a "habitar a si mesma". Sentir irritação, choro fácil ou cansaço nestas datas não é fraqueza, é sua mente processando uma mudança profunda.

Meu papel como psicoterapeuta é te ajudar a nomear esses sentimentos para que você recupere seu EIXO e pare de viver no automático.

Como tem sido para você? Você conseguiu criar alguma nova tradição aí onde você está ou ainda sente o peso de tentar replicar o que ficou no Brasil?

Vamos conversar nos comentários.

Você não está sozinha.

Você acorda e a primeira coisa que sente não é disposição, mas o peso de tudo o que precisa decidir hoje.Escolher a esco...
30/03/2026

Você acorda e a primeira coisa que sente não é disposição, mas o peso de tudo o que precisa decidir hoje.

Escolher a escola, entender as regras do país, decidir o que cozinhar, gerenciar o fuso horário com a família no Brasil e ainda lidar com as demandas da gestação ou de um bebê pequeno.

Ser imigrante é viver em um estado constante de decisão. Cada detalhe exige uma escolha consciente: desde o ingrediente no mercado estrangeiro até como explicar sua dor para o médico em outro idioma.

O que parece ser apenas "cansaço" é, na verdade, o que chamamos de "sobrecarga de decisão". É o acúmulo de pequenas e grandes escolhas feitas sem nenhuma pausa interna. Para a mulher imigrante e mãe, o mundo espera que você tenha todas as respostas, o tempo todo.

O resultado? Você sente que está no limite. A irritação surge por coisas pequenas e a mente não desliga nem quando o bebê dorme. Você se sente sozinha, mesmo acompanhada, porque a responsabilidade final de fazer o dia funcionar parece recair sempre sobre os seus ombros.

Essa exaustão é invisível para o mundo, mas os impactos na sua saúde mental são reais: uma desorganização emocional que te faz viver no piloto automático, sentindo-se irritada e desconectada de si mesma. Esse é o sinal de que o seu reservatório emocional transbordou!

Mas a verdade é que você não precisa carregar esse peso no escuro. Existe um caminho para nomear o que você sente e recuperar seu espaço de respiro, mesmo sem rede de apoio por perto. O primeiro passo é entender que o que você sente tem nome — e que não é culpa sua.

Você sente que sua mente não para nem quando você finalmente senta no sofá?

Se você se identificou com esse peso de decidir tudo sozinha, digite 'EU' nos comentários. Quero que você saiba que não está sozinha nessa jornada.

1 em cada 3 mães imigrantes enfrentam sintomas de ansiedade ou depressão. Se você está carregando peso emocional, saiba ...
26/03/2026

1 em cada 3 mães imigrantes enfrentam sintomas de ansiedade ou depressão. Se você está carregando peso emocional, saiba que isso tem nome, tem explicação e tem solução. Deslize para entender melhor.

Estava lendo o texto 'Nada é só bom' de  e me deparei com o trecho da imagem.Fiquei pensando no quanto isso atravessa a ...
25/03/2026

Estava lendo o texto 'Nada é só bom' de e me deparei com o trecho da imagem.

Fiquei pensando no quanto isso atravessa a gestação. Especialmente quando ela acontece em outro território.
Não sei exatamente quando isso começou. Mas, em algum momento, nos ensinaram que a felicidade deveria ser constante. Estável. Sem rachaduras.
Como se viver bem fosse nunca se sentir mal.
E talvez seja por isso que tantas mulheres se sintam perdidas na gestação.
Porque, junto com a gravidez, vem também a expectativa de que esse deveria ser um tempo só de plenitude. De conexão imediata. De gratidão constante.
Mas não é assim.
Existem dias em que a saudade aperta. Em que o medo aparece sem aviso. Em que o corpo muda e a identidade também. E nada parece totalmente reconhecível.
Mesmo quando tudo foi desejado, esperado… há confusão, há silêncio interno, há insegurança.
E então, vem a cobrança: “Por que eu não estou feliz o tempo todo?”.
A culpa: “Era para eu estar feliz.” “Era para eu estar grata.”
Mas não era.
Talvez porque viver não é um estado contínuo de felicidade. E gestar também não.
Quando a felicidade vira exigência, qualquer emoção diferente disso parece errada.
Mas não é.
A maternidade não começa no “felizes para sempre”. Ela começa justamente onde a história f**a real.
Entre emoções que coexistem. Entre amor e ambivalência. Entre presença e dúvida. Entre momentos de encantamento e de estranhamento, de conexão e de distância, de força e de fragilidade.
E está tudo bem, tudo isso faz parte.
Talvez o problema nunca tenha sido o que você sente. Mas a ideia de que você deveria sentir outra coisa.
Você não precisa transformar a sua gestação em uma experiência perfeita para que ela seja verdadeira.
O que sustenta não é a felicidade constante, mas a possibilidade de sentir o que é real, com espaço e acolhimento.
Às vezes, viver bem é simplesmente conseguir permanecer no meio do que é verdadeiro.
Se esse texto te encontrou, me conta: em que momento você se cobrou sentir felicidade quando, na verdade, estava precisando de acolhimento?

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