Luciana Buske Psicóloga

Luciana Buske Psicóloga Sou Luciana Buske, psicóloga CRP 07/15.197, resido na cidade de Agudo, RS

05/02/2026

Aos 8 anos, muitas crianças ainda estão aprendendo algo essencial:
como se tratar quando algo não dá certo.

É nesse cotidiano aparentemente simples que se formam crenças profundas sobre erro, valor e pertencimento.

Na clínica, é comum encontrar adultos que aprenderam cedo que errar era perigoso, frustrar alguém era grave,
e descansar precisava ser justif**ado.

O perfeccionismo, muitas vezes, não nasce do desejo de acertar.
Nasce do medo de falhar sem proteção.

Cuidar também é não ensinar a criança a dar conta de tudo, mas ajudá-la a não se abandonar quando não dá conta.

💾 Salve se isso conversa com a forma como você aprendeu a errar.
📤 Compartilhe com alguém que cria uma criança sensível.

Nem tudo que incomoda precisa ser eliminado.Algumas experiências pedem tempo, presença e gentileza…não correção imediata...
04/02/2026

Nem tudo que incomoda precisa ser eliminado.
Algumas experiências pedem tempo, presença e gentileza…

não correção imediata.

Em um mundo que exige respostas rápidas, acolher pode ser um gesto silencioso de saúde.

💬 Hoje, tente não se consertar tão rápido.

Falar sobre perfeccionismo, adiamento e cuidado exige responsabilidade clínica. Hoje recebi o certif**ado da especializa...
27/01/2026

Falar sobre perfeccionismo, adiamento e cuidado exige responsabilidade clínica.

Hoje recebi o certif**ado da especialização em Prática Baseada em Evidências em Psicologia Clínica concluída em dezembro.

Nem tudo vira conteúdo no momento em que acontece.

Mas tudo sustenta o que aparece aqui.

_____

Meu agradecimento ao .pbe pelo cuidado, seriedade e compromisso com uma prática clínica responsável.

26/01/2026

Muitas mulheres não chegam exaustas à maternidade por falta de amor.
Chegam cansadas porque transformaram responsabilidade em vigilância interna.

Quando tudo vira prova, errar deixa de ser parte da experiência e passa a ser vivido como falha pessoal.

Isso pesa.
Silenciosamente.

Ser mãe não exige perfeição.
Exige presença possível.

📌 Salve este post para lembrar nos dias em que o peso aumenta.

💬 Se sentir que esse tema atravessa sua história como mãe, o espaço terapêutico também pode ajudar. Informações sobre atendimentos estão no link da bio.

25/01/2026

Descansar também organiza.

24/01/2026

Nem todo limite precisa virar sintoma para ser válido.
Ele pode ser escutado antes.

Sexta também pode ser pausa.
24/01/2026

Sexta também pode ser pausa.

22/01/2026

Nem todo adiamento é desleixo.
Às vezes, é medo de errar diante de expectativas altas demais.

Nas relações, isso costuma ser mal interpretado.
A gente cobra mais, pressiona mais
e acaba aumentando justamente aquilo que queria resolver.

Diminuir cobrança não signif**a baixar o cuidado.
Signif**a criar espaço para o movimento acontecer.

💭 Observe como a exigência aparece nas tuas relações.

Nem todo sofrimento vem do excesso de exigência visível.Às vezes, ele se organiza em formas silenciosas de proteção.Evit...
22/01/2026

Nem todo sofrimento vem do excesso de exigência visível.
Às vezes, ele se organiza em formas silenciosas de proteção.

Evitar conversas, adiar tarefas, refletir muito antes de agir,
não pedir ajuda, não colocar limites.

Por fora, isso parece prudência, maturidade ou autocontrole.
Por dentro, muitas vezes, é medo de errar e de não ser suficiente.

Quando a cobrança interna é alta demais,
o adiamento vira uma tentativa de preservar valor pessoal.
O problema é que essa proteção cobra um preço.

Na clínica, olhar para esses processos,
e não apenas para rótulos ou comportamentos isolados,
ajuda a entender onde a vida ficou rígida demais.

É aí que o cuidado começa a fazer sentido.

💬 Observe:
o que em você parece virtude, mas talvez esteja funcionando como proteção?

21/01/2026

Depois de entender o ciclo, f**a mais fácil reconhecer o gesto pequeno que acontece antes dele.

O freio.
A hesitação.
O adiamento que não vem da falta de interesse, mas do medo de errar.

Nem sempre o corpo paralisa porque não quer ir.
Às vezes, ele só está tentando evitar uma dor maior.

Talvez hoje não seja sobre fazer mais.
Talvez seja sobre compreender melhor.

💭 Menos exigência também pode ser cuidado.

21/01/2026

Muita gente entende a procrastinação como falta de disciplina.
Na clínica, ela costuma aparecer como outra coisa.

Muitas pessoas vivem esse ciclo achando que o problema é falta de força de vontade ou organização.
Esse é um dos modelos cognitivo-comportamentais usados para entender o perfeccionismo clínico: quando os padrões internos são rígidos demais, o adiamento vira uma tentativa de proteção — que depois se transforma em autocrítica.

A exigência sobe.
O medo de falhar aumenta.
A ação paralisa.

O alívio de adiar é breve.
Logo vem a culpa, a cobrança e a sensação de incapacidade, que alimentam o mesmo ciclo que a pessoa tenta romper.

O que esse modelo ajuda a mostrar é que, nesses casos,
a pessoa não adia porque não se importa.
Ela adia porque se importa demais.

Entender esse funcionamento não serve para rotular.
Serve para deslocar a pergunta:
não “por que eu não faço?”,
mas “o que está tornando tão arriscado começar?”.

Quando a cobrança diminui,
o movimento costuma reaparecer.

Referência
Modelo cognitivo-comportamental de manutenção do perfeccionismo clínico
(Shafran, Egan & Wade).

💭 Se isso nomeia algo que você vive, vale observar:
do que você está tentando se proteger quando adia?

Endereço

Avenida Concórdia, 2621
Agudo, RS
96540-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

Telefone

+5555999588080

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