Psicóloga Yasmin Souza Martins

Psicóloga Yasmin Souza Martins Psicóloga - CRP: 04/50011
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24/11/2025

Psi, você também? 🫣

12/11/2025

fluir com a vida…

Sou bem mais do que eu mesma posso enxergar. Ao mesmo tempo que isso é interessante, curioso, excitante; também é confus...
02/08/2023

Sou bem mais do que eu mesma posso

enxergar. Ao mesmo tempo que isso é interessante, curioso, excitante; também é confuso, assustador, incerto.

Percebo que é um desperdício de vida viver tentando ser uma coisa só o tempo todo. Isso é se prender a uma ilusão de que somos iguais independente do momento, contexto e relação.

Cada espaço que ocupados física e afetivamente atressa nosso jeito de ser, conversar, se expressar e sentir. Influenciamos e somos influenciadas, pela forma como lemos o mundo e as nossas experiências, mas também por aquilo que vemos do lado de fora.

No meu dia a dia como psicóloga uma dor que aparece com certa frequência é a que surge da não permissão para se enxergar de um jeito diverso e até controverso em muitos casos. E isso é o que provoca o medo absurdo de cometer erros, de se ver sendo alguém que não se reconhece sendo.

Mas se eu me autorizo a conhecer mais sobre mim estando disposta a entrar em contado com as várias “eus” que carrego, o processo f**a mais leve (não fácil) de vivenciar. Eu sei que posso errar, que posso me confundir, que posso querer coisas diferentes em diferentes circunstâncias.

Afinal, não sou a mesma todos os dias.

Com carinho, Yas.

Pode parecer confuso o que vou escrever agora, mas sei que também fará algum sentido: sofre mais quem não enxerga o sofr...
18/07/2023

Pode parecer confuso o que vou escrever agora, mas sei que também fará algum sentido: sofre mais quem não enxerga o sofrimento enquanto uma condição humana.

Acredito na premissa de que existimos para viver e contemplar o bem estar, principalmente, mas não acredito que isso está dissociado das experiências dolorosas e frustrantes. E mais que isso, vejo como a tentativa de fugir da frustração nos arrasta para dentro dela, como dois polos opostos que se atraem feito imã.

E isso faz todo sentido se formos capazes de enxergar a vida como uma experiência que vai muito além dos signif**ados que nós atribuímos a ela. Quando entendemos que existe além de cada pessoa uma engrenagem que nos une e nos separa, que acontece independente da nossa interferência direta.

Um exemplo claro disso é perceber que nem todo resultado depende exclusivamente do esforço pessoal. Nem tudo que vivemos é formado pela simples equação escolha - consequência (num âmbito em individual sim, mas também existimos além dele). Muitas coisas acontecem provocadas pelas nossas decisões, mas tantas outras nos acontecem sem que possamos ter controle.

E até mesmo nessas sobre as quais temos algum tipo de controle, a frustração se faz presente. Quem nunca fez uma escolha e percebeu com o tempo que ela conduzia a um caminho frustrante?

Vemos a vida com base no ponto no qual estamos nesse instante, e decidimos a partir dele; é grande o risco de que esse caminho mude e não há o que fazer em relação a esse risco. Afinal de contas, viver é se arriscar.

Por mais que a gente busque por coerência e assertividade, nem sempre isso será o bastante para evitar a dor, o medo, a frustração, a tristeza, a angústia.

E pensando nisso agora, me conta: você tem visto a frustração como uma condição natural da existência ou como uma grande vilã da sua vida?

O que seria a vida senão um emaranhado de tudo-ao-mesmo-tempo? Na clínica é comum que as pessoas cheguem buscando uma “m...
15/06/2023

O que seria a vida senão um emaranhado de tudo-ao-mesmo-tempo?

Na clínica é comum que as pessoas cheguem buscando uma “melhora” para aquilo que sentem, com a divisão do que é bom ou ruim, adequado ou inadequado, certo ou errado de sentir. E percebo que bate uma angústia imensa quando se entende que a psicoterapia não se propõe a melhorar esses sentimentos, e sim reconhecê-los, validá-los, aprender como se relacionar com eles.

Inclusive isso é o que faz com que algumas pessoas não deem continuidade ao processo: a expectativa frustrada de que com a ajuda psicológica as “coisas ruins” não serão mais sentidas.

Mas o que seriam das nossas experiências se não existisse a chance de serem diversas? Viveríamos sempre da mesma forma? Em looping?

Vez em sempre me questiono sobre isso. Acredito que nunca saberíamos o que realmente faz bem se não existisse a experiência do que faz mal. A vida seria sempre “neutra”, sem grandes desafios, mas também sem grandes prazeres.

Por mais que seja interessante f**ar viajando sobre como seria tudo se não fosse como é, o fato é que podemos nos sentir de muitas formas ao mesmo tempo. Você pode estar feliz e satisfeita por ter alcançado um objetivo na sua carreira ao mesmo tempo que se sente frustrada no relacionamento. Pode estar chateada com sua família e ao mesmo tempo feliz por conseguir comunicar seus limites. Pode ter algo incrível acontecendo em um âmbito da sua vida enquanto outra situação bem desafiadora te atravessa no outro canto.

A graça é poder vivenciar tudo simultaneamente, mesmo que não seja fácil, nada fácil. Suas emoções e sentimentos não são separados em cômodos dentro de você, em uma fila que os classif**a entre “os que podem ser sentidos e os que não podem ser sentidos.”

Vou te dar aqui uma imagem mais realista de como eles se organizam: imagine um grande salão onde várias pessoas dançam como bem entendem, espontâneas, cada uma do seu jeito, todas misturadas e ao mesmo tempo únicas. Talvez seja mais ou menos assim dentro da gente.

Foi através de uma referência de bell hooks em seu livro “tudo sobre o amor” que minha curiosidade foi atiçada em relaçã...
23/05/2023

Foi através de uma referência de bell hooks em seu livro “tudo sobre o amor” que minha curiosidade foi atiçada em relação às teorias sobre autoestima do psicoterapeuta e escritor Nathaniel Braden.

Conhecido pelos livros em que disserta sobre o que é autoestima e quais seus pilares principais, Braden se ocupou em classif**ar seis bases para o fortalecimento dessa noção de si mesmo.

Esses pilares devem fazer parte de todo nosso desenvolvimento, mas nem sempre são estimulados naquelas fases iniciais da nossa vida e em outras etapas nas quais dependemos prioritariamente do olhar do outro. Por isso conhecer nossa história faz tanta diferença, assim nos localizamos no nosso mundo interior e também no mundo que nos envolve.

Mas apesar do pouco estímulo que algumas pessoas vivenciam, é possível desenvolver e aprimorar esses aspectos conforme amadurecemos e nos tornamos mais perceptíveis com relação a nós mesmos. Até porque esses caminhos não são lineares, em alguns momentos nos sentimos mais fortes nesse trajeto e em outros nem tanto, autoestima também é sobre se reconhecer como um ser em constante movimento, suscetível a muitas coisas.

A verdade é que aprender a se estimar também envolve precisar lidar com tantos discursos que alimentam o oposto disso, sempre em um ritmo que nos diz que nunca somos aquilo que pensamos que deveríamos ser. E é importante pontuar que nem todas as pessoas encontram condições facilitadoras para desenvolverem esse afeto amoroso por quem são e por aquilo que têm, com isso entendemos que a autoestima não tem a ver somente com “querer ser melhor”, mas também com uma visão mais ampla de onde estamos e como levamos a vida de modo geral.

Ou seja: pode ser que não seja a tal “força de vontade” que te falte, mas sim um olhar realista sobre suas necessidades e possibilidades.

Pra fechar: esses pilares são ótimos orientadores para exercitarmos a autoestima, mas se estimar vai muito além de gostar da imagem que você vê no espelho e com toda certeza essa dose de carinho autodirecionado não é a mesma todos os dias.

Encarar o término de um relacionamento é sempre algo que mexe com tudo dentro de nós. Aquele vínculo especial ocupa um e...
28/04/2023

Encarar o término de um relacionamento é sempre algo que mexe com tudo dentro de nós. Aquele vínculo especial ocupa um espaço de muita relevância na nossa vida, e quando isso chega ao fim nos deparamos com todo um processo de readaptação que é necessário nesse momento - a gente querendo ou não.

Separei nesse post algumas estratégias práticas que podem auxiliar nesse processo. Se estiver passando por isso agora, aproveite e salve pra rever sempre que precisar. Mas caso tenha a sorte de não estar passando por isso e não possa dizer o mesmo de uma amiga, compartilhe, ela vai te agradecer!

O amadurecimento não é um conceito de definição rígida. Não existe um único conjunto de “fazeres” que marcam de uma form...
12/04/2023

O amadurecimento não é um conceito de definição rígida. Não existe um único conjunto de “fazeres” que marcam de uma forma única o que signif**a amadurecer.

Quer dizer, a alguns anos atrás existiam sim algumas “etapas obrigatórias” para que uma pessoa fosse considerada “madura o suficiente”, mas hoje sabemos que a maturidade não tem a ver somente com essas tais etapas (se casar, ter filhos, possuir bens materiais, etc), esse processo envolve também uma série de novas percepções sobre a vida a forma como vivemos e nos relacionamos de modo geral.

Nesse post reuni algumas lições valiosas que encontramos nesse caminho que trilhamos ao longo de toooooda nossa existência. Me conta nos comentários se você já tinha refletido sobre alguma delas e se consegue se perceber nesse processo de amadurecimento:

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