Dra Monique Nascimento

Dra Monique Nascimento Psicanalista e pesquisadora. Apresentadora do Podcast Sujeito Cindido. Doutora e Mestra pela UFSC.

04/05/2026

A ideia de que uma boa mãe é aquela que nunca falha é, na verdade, um mito que pode prejudicar o desenvolvimento emocional da criança.

O que a psicanálise, a partir de Donald Winnicott, nos mostra é o contrário:
é na falha — gradual, suportável e humana — que o bebê começa a se constituir como sujeito.

Sustentar tudo o tempo todo impede a experiência de frustração, que é essencial para o desenvolvimento.

Você não precisa ser perfeita.
Precisa ser suficientemente boa.

30/04/2026

Aceitar o outro fala sobre aceitar o limite.

20/04/2026

Lutos, sociedades, Big Brother Brasil e o coletivo.

20/04/2026

Big Brother Brasil e o luto enquanto fenômeno coletivo.

18/04/2026

Nem todo amor é encontro…

14/04/2026

A sublimação não é o brilho.
É o processo.

É o trabalho silencioso de transformar a dor em algo que sustenta a vida.

08/04/2026

Nem todo amor é encontro.

Às vezes, é apenas uma forma de sustentar uma imagem de si.

04/04/2026

O que mais te irrita no outro pode dizer muito mais sobre você do que sobre ele.
Na psicanálise, o outro também funciona como espelho — inclusive daquilo que não queremos ver.
Nem todo incômodo precisa ser evitado.
Às vezes, ele pode ser escutado.

💬 Isso faz sentido pra você?

27/03/2026

O desejo não é espera, é movimento.

19/03/2026

O sintoma é um grito de socorro do que foi silenciado. A análise é o lugar para traduzir essa dor em linguagem.

12/03/2026

O auto abandono não é uma virtude, é uma violência silenciosa. Romantizar o sacrifício feminino é uma forma de manter as mulheres exaustas e silenciadas. Na análise, buscamos resgatar o que sobra quando as demandas do outro calam. Você não precisa desaparecer para que os outros existam.

08/03/2026

No 8 de março, muitas homenagens exaltam a “força da mulher”.

Mas convido você a fazer outra pergunta:
qual é o custo psíquico de sustentar o ideal da força inabalável feminina?

A figura da mulher forte, resiliente, que dá conta de tudo — trabalho, casa, filhos, relações — pode funcionar como um ideal do eu rígido e silencioso. Um ideal que não admite falha, ambivalência ou cansaço.

E quando a vulnerabilidade se torna proibida, o sofrimento não desaparece. Ele retorna como exaustão, culpa, sintomas.

Neste 8 de março, talvez a questão não seja celebrar a capacidade de resistência.
Mas interrogar a exigência permanente de dar conta.

Reconhecer limites não diminui ninguém.
Ao contrário: é o que permite que o desejo não seja continuamente adiado em nome de um ideal impossível.

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