Dra Simone Ribeiro Endocrino

Dra Simone Ribeiro Endocrino 👩🏻‍🎓 Dra. Simone Ribeiro
📚Endocrinologista Metabologista + mãe do Davi
🎓RQE: 53.12

17/04/2026

Você não precisa amar exercício. Mas precisa entender o impacto absurdo que ele tem na nossa vida!

Quando você se exercita, não é só “gastar calorias”.

💪 O músculo funciona como um verdadeiro órgão endócrino. Ele libera substâncias chamadas miocinas, e elas têm efeitos poderosos no corpo:

• Reduzem inflamação crônica

• Melhoram a sensibilidade à insulina

• Ajudam no controle do peso

• Diminuem o risco de doenças como diabetes tipo 2, hipertensão e doenças cardiovasculares
Além disso, treinar aumenta a massa muscular, preserva a densidade óssea e reduz o risco de fragilidade e quedas com o envelhecimento.

E tem mais: estudos mostram que pessoas fisicamente ativas têm menor mortalidade por todas as causas.

Ou seja, cada vez que você se movimenta, você está mandando um recado claro pro seu corpo:

“Eu quero viver mais e melhor.”

E não precisa ser complicado. Você pode começar com o básico:
• Caminhar
• Correr
• Pedalar
• Nadar
• Musculação
• Dançar
• Fazer treino em casa

Não é sobre gostar. É sobre cuidar do seu corpo.

Então começa do jeito que dá. Mas começa.

14/04/2026

🚨 A bioimpedância vai muito além de mostrar o peso na balança.

✔️ Com esse exame, conseguimos avaliar sua composição corporal completa: água total, massa muscular, gordura corporal e até a distribuição desses componentes por segmento: parte superior, inferior, braços e pernas.

✔️ Isso é essencial porque a gordura central (abdominal) tem impacto direto no risco cardiometabólico, e a bioimpedância permite mensurar exatamente essa diferença entre gordura central e periférica.

✔️ O exame ainda fornece um índice de composição corporal, que expressa o equilíbrio entre gordura e massa magra.

👉Quanto maior esse score, melhor o perfil metabólico e maior a taxa metabólica basal, ou seja, seu corpo gasta mais energia mesmo em repouso. 🔥🔥🔥

✔️ A bioimpedância é útil em qualquer fase da vida, inclusive em crianças e adolescentes, e o mais importante: o acompanhamento deve ser feito comparando você com você mesmo, ao longo do tempo, para avaliar sua evolução real.

28/03/2026

Você já imaginou ajustar a dose do Manjaro na base do ‘clique por clique’, em vez de ficar preso a doses prontas?

Em breve, teremos no Brasil uma nova caneta do Manjaro, a KwikPen, que muda justamente isso.

Hoje, a gente usa as canetas em doses fixas: 2,5, 5, 7,5 e 15 mg.

Com a KwikPen, a dose passa a ser personalizada: cada clique corresponde a uma quantidade específica de medicamento, e o médico consegue ajustar de forma muito mais fina, de acordo com a resposta de cada paciente.

Isso é especialmente importante para quem:

• tem muitos efeitos colaterais com aumentos rápidos de dose
• ou quase não responde e precisa subir de forma mais gradual e controlada.

Na prática, a gente ganha mais flexibilidade para equilibrar eficácia e tolerância, sempre pensando em segurança.

Mas é fundamental lembrar:

a quantidade de cliques e o ajuste de dose devem ser definidos exclusivamente pelo médico que acompanha o seu caso.

Não mude dose e não copie a caneta de outra pessoa. Cada organismo responde de um jeito.

25/03/2026

Transplante de ilhotas pancreáticas e possível ‘cura’ do diabetes tipo 1.

Um estudo recente da Universidade de Chicago vem chamando muita atenção. Eles transplantaram ilhotas pancreáticas no fígado de pessoas com diabetes tipo 1 e usaram um novo imunomodulador chamado tegoprubart, da empresa Eledon.

Até agora, foram 12 pacientes. Os dados mais impressionantes: entre quem já passou de algumas semanas do transplante, praticamente todos conseguiram ficar independentes de insulina, e o primeiro paciente já está há cerca de 18 meses sem aplicar insulina, com hemoglobina glicada abaixo de 6%.

Qual é o diferencial? Em vez de usar aqueles imunossupressores clássicos, mais tóxicos para rim, sistema cardiovascular e sistema nervoso, esse medicamento atua em uma via específica do sistema imune, ajudando a proteger as ilhotas transplantadas com menos efeitos colaterais.

Isso significa que o diabetes tipo 1 está curado? Ainda não. A gente chama isso de ‘cura funcional’: a pessoa continua tendo diabetes tipo 1, mas consegue viver sem insulina exógena graças ao transplante e à imunomodulação.

E é importante ter calma: esse tratamento ainda está em estudos clínicos, precisa passar por fases maiores, com mais pacientes e mais tempo de acompanhamento, para comprovar segurança e eficácia antes de chegar à prática clínica.

Mas, pela primeira vez, começamos a enxergar, com dados concretos, a possibilidade de que, nos próximos anos, uma parte das pessoas com diabetes tipo 1 possa viver sem insulina. É ciência séria, ainda em teste, mas o futuro é, sim, promissor.

24/03/2026

“Ainda falando sobre prevenção e controle do diabetes tipo 1, existe uma linha de pesquisa muito interessante com o baricitinibe, um comprimido da Lilly, a mesma empresa do Mounjaro.

Esse medicamento é um inibidor de JAK, ou seja, ele modula o sistema imunológico e pode ajudar a proteger as células beta, que são as células do pâncreas responsáveis por produzir insulina. Estudos em pessoas com diabetes tipo 1 recente mostram que o baricitinibe pode preservar produção de insulina, melhorar tempo em alvo na glicemia e reduzir a dose de insulina necessária.

Hoje existem grandes estudos internacionais avaliando o baricitinibe em duas situações:
– em pessoas com alto risco e estágios iniciais de diabetes tipo 1, para tentar atrasar a evolução para o diagnóstico;
– e em pessoas já com diabetes tipo 1 recém-diagnosticado (geralmente até cerca de 100 dias do diagnóstico), para tentar prolongar a chamada “lua de mel” e manter a função das células beta por mais tempo.

23/03/2026

⚡️Já pensou se fosse possível atrasar o diabetes tipo 1 antes mesmo dele começar?

Isso agora já é realidade 👏🏻

! Recentemente, a Anvisa aprovou o teplizumabe, um medicamento inovador que pode retardar em meses ou até anos o aparecimento da doença.

O teplizumabe é um anticorpo monoclonal que age nos linfócitos T, ajudando a proteger as células beta do pâncreas, aquelas responsáveis pela produção de insulina.

Ele pode ser usado em pessoas com dois anticorpos positivos para diabetes tipo 1 e uma alteração leve da glicemia, mas que ainda não precisam de insulina.

Ainda não é uma cura, mas é um grande avanço, pela primeira vez temos uma forma de atrasar o aparecimento do diabetes tipo 1.

No Brasil, já existem centros de pesquisa estudando essa terapia em São Paulo, Curitiba, Marília e Rio de Janeiro.

Então, se você tem um familiar com diabetes tipo 1, pode valer a pena investigar esses anticorpos e ver se há possibilidade de participar dos estudos.

16/03/2026

Você sabia que hoje já é possível identificar precocemente e até tentar prevenir , o diabetes tipo 1?

A Sociedade Brasileira de Diabetes recomenda o rastreamento em parentes de primeiro grau (pais, filhos e irmãos) de pessoas que já têm a doença.

Esse rastreamento é feito através da pesquisa de autoanticorpos específicos, que indicam uma resposta autoimune contra as células beta do pâncreas.

A evolução do diabetes tipo 1 é dividida em três estágios:
• Estágio 1: dois ou mais autoanticorpos positivos, porém com glicemia ainda normal.
• Estágio 2: dois ou mais autoanticorpos positivos com alteração da glicemia, mas sem sintomas clínicos — é a chamada disglicemia assintomática.
• Estágio 3: presença dos mesmos autoanticorpos, associada a sintomas e necessidade de uso de insulina — é o diabetes tipo 1 propriamente dito.

O objetivo desse rastreamento é permitir intervenções precoces, o acompanhamento mais próximo desses indivíduos e a participação em protocolos de pesquisa com terapias imunomoduladoras, que buscam retardar ou até impedir o aparecimento do diabetes em estágios iniciais.

12/03/2026

Um novo capítulo na proteção renal no diabetes tipo 1.

Pacientes com DM1 e doença renal crônica têm risco elevado de perda progressiva da função dos rins, muitas vezes evoluindo para hemodiálise ou transplante.

A finerenona, um antagonista não esteroidal do receptor de mineralocorticoide já aprovado no DM2 com nefropatia diabética, acaba de ser estudada em pacientes com DM1 e doença renal crônica no estudo FINE-ONE.

Em 6 meses, houve redução significativa da albuminúria em torno de 25–30%, um marcador importante de progressão de doença renal e risco cardiovascular. Ainda não temos dados de desfechos “duros” (morte CV, infarto, AVC) em DM1, mas o sinal é promissor e pode representar uma estratégia para frear a evolução para insuficiência renal terminal.

09/03/2026

Se você tem Diabetes Tipo 1 e tem o desejo de iniciar o uso de uma bomba de insulina, há uma excelente notícia.

No início de março, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) consolidou o entendimento de que os planos de saúde não podem mais negar o fornecimento da bomba de insulina sob a justificativa de que o dispositivo não está incluído no rol da ANS.

Essa decisão reconhece que a bomba de insulina é tecnologia essencial no manejo do Diabetes Tipo 1, principalmente em pacientes com grandes variações glicêmicas, episódios recorrentes de hipoglicemia ou hiperglicemia graves, e dificuldade de atingir metas glicêmicas mesmo com múltiplas doses de insulina diárias.

Para solicitar o dispositivo, o primeiro passo é conversar com seu médico endocrinologista, que deverá elaborar um relatório médico detalhado, incluindo: tempo de diagnóstico, regime atual de insulina, histórico de controle glicêmico (com gráficos ou dados de CGM) e intercorrências clínicas relevantes.

Em seguida, é importante anexar o número de registro da bomba de insulina na Anvisa e encaminhar o pedido formal ao convênio.

Caso haja negativa do plano, solicite o documento por escrito e procure orientação jurídica especializada.

Com essa decisão do STJ, o paciente agora tem base legal e respaldo técnico robusto para garantir o acesso à terapia com bomba de insulina que proporciona melhor controle glicêmico, menor variabilidade e mais qualidade de vida.

Cuidar de outras mulheres é a minha missão, e é por elas que eu escolho viver a medicina todos os dias.No consultório, v...
08/03/2026

Cuidar de outras mulheres é a minha missão, e é por elas que eu escolho viver a medicina todos os dias.

No consultório, vejo de perto a força de quem enfrenta dores, mudanças, diagnósticos e recomeços, sem deixar de carregar amor e coragem no olhar.

Ser mulher é resistir, é aprender a colocar a própria saúde como prioridade e entender que autocuidado não é luxo, é necessidade.

Hoje, no Dia Internacional da Mulher, celebro cada paciente que confia em mim, cada história que me emociona e cada conquista que construímos juntas.

Que você se olhe com mais carinho, se escute com mais atenção e saiba: não está sozinha nessa jornada!

Feliz Dia das Mulheres

04/03/2026

Hoje, no Dia Mundial da Obesidade (4 de março), a ciência mostra que a obesidade é uma doença crônica.

A obesidade surge de uma combinação complexa de fatores: genética, funcionamento do cérebro e hormônios da fome e saciedade, alimentação ultraprocessada e barata, menos oportunidade de movimento no dia a dia, questões emocionais e contexto social. Esse excesso de gordura corporal está ligado a maior risco de diabetes tipo 2, pressão alta, infarto, AVC, alguns tipos de câncer, apneia do sono e problemas articulares, entre outros.

A boa notícia é que mesmo uma perda de peso modesta, sustentada, já reduz de forma importante o risco de complicações e melhora qualidade de vida. Hoje contamos com estratégias baseadas em evidências: mudanças de estilo de vida realistas, feitas passo a passo; medicamentos modernos que atuam em vias hormonais da fome e saciedade.

Se você vive com obesidade, não precisa enfrentar isso sozinho(a) nem se culpar. Procure um especialista em Endocrinologia ou equipe multiprofissional para uma avaliação individualizada e um plano de tratamento seguro, eficaz e possível para a sua realidade. Pedir ajuda é um cuidado com a sua saúde hoje e um investimento nos próximos anos da sua vida.

20/02/2026

Repost de uma reportagem importantíssima,
Explicando a segurança e a importância da reposição hormonal na menopausa!

Endereço

Avenida Brasil, 1500/Ed New York, Sala 804
Americana, SP
13465-810

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