Distribuidora Arco Verde

Distribuidora Arco Verde Bem vindo ao Facebook Arco Verde.

Bem vindo ao Facebook Arco Verde, uma empresa que atua há 24 anos no mercado da homeopatia, dirigida por profissionais farmacêuticos homeopatas. Em 1989 começou com a empresa "Jardim do Éden Produtos Naturais Ltda" e em 1990 fundou-se a Distribuidora Arco Verde Ltda, tendo como clientes várias farmácias homeopáticas, de manipulação e drogarias. A Arco Verde trabalha no sentido de evolução constant

e respeitando os princípios homeopáticos e ao mesmo tempo atua na área de suplementos alimentares e phytocosméticos. A nossa empresa tem como Missão suprir as necessidades dos clientes, oferecendo produtos com qualidade, através de:
• Desenvolvimento de pesquisas técnicas para introduzir novos PRODUTOS no mercado;
• Investimento em equipamentos, instalações e recursos operacionais adequados aos processos de fabricação de medicamentos com qualidade;
• Treinamento de seus funcionários;
• Mantendo um elo de comunicação com os clientes afim de identificar as necessidades dos mesmos
• Seguimento das normatizações estabelecidas pelo Órgão Vigente. Os objetivos da qualidade são determinadas em reuniões de análise crítica da direção e registrados em atas, sendo que tais objetivos abrangem as funções e níveis relevantes para a qualidade e são monitorados através de reuniões de análise da direção. Os objetivos da qualidade são atualizados periodicamente e divulgados através da distribuição das atas das reuniões de análise crítica. A Política da Qualidade é comunicada a todos os funcionários da Arco Verde por meio de reuniões formais de conscientização, comunicações internas e/ou outros meios aplicáveis, de modo a despertar a importância de aplicarem nas atividades que exercem os princípios nela contidos.

A Farinha Seca Barriga é uma mistura balanceada e equilibrada das Farinhas de Berinjela, Banana Verde, Feijão Branco, Ma...
20/09/2013

A Farinha Seca Barriga é uma mistura balanceada e equilibrada das Farinhas de Berinjela, Banana Verde, Feijão Branco, Maracujá, Maçã, Laranja, Limão, Mamão, Cenoura, Ameixa, Soja Preta, Uva com Colágeno, Psyllium e Agar-Agar, enxuga a barriga e emagrece! A boa notícia é resultado de um estudo realizado pelo Instituto de Nutrição de uma Universidade Federal e comercializado exclusivamente por nossa Empresa.
É muito bem aceito por clientes que tem como objetivo emagrecer e reduzir cintura, pois apresenta excelentes resultados ( 1,5 a 2 kg de perda de peso em cada frasco).
Por ter sua fórmula balanceada e equilibrada, desenvolvida em laboratório, o produto cumpre muito bem o que promete, ou seja, enxuga a barriga, é excelente regulador de intestino, ativa a circulação, combate o colesterol e triglicerídeos, auxilia na queima de gordura localizada, sacia o apetite, tira a fome e muito mais.
É um produto 100% natural e não possui contra indicações. Todos que o consomem, f**am encantados com os benefícios e resultados apresentados já nos primeiros dias de utilização.
O produto é campeão de vendas em todas as Lojas de Produtos Naturais, Farmácias e Drogarias.

Excesso de café pode causar transtorno mentalA cafeína é uma das substâncias mais usadas no mundo para aumentar o desemp...
05/06/2013

Excesso de café pode causar transtorno mental

A cafeína é uma das substâncias mais usadas no mundo para aumentar o desempenho.
Para aliviar o problema é preciso cortar o consumo, que também tem algumas complicações, como fadiga, dor de cabeça, dificuldade em se concentrar e depressão leve.

Cientistas descobriram mais um malefício do excesso de café no corpo humano. Uma nova pesquisa afirma que o excesso de cafeína pode causar transtorno mental temporário e síndrome de abstinência.

O estudou foi publicado na nova edição do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders. O periódico é considerado um manual de referência para psicólogos e psiquiatras no tratamento de doenças mentais.

Entre os sintomas da intoxicação estão inquietação, nervosismo, excitação, rubor, desconforto gastrointestinal, espasmos musculares, confusão na fala, insônia e alteração do ritmo cardíaco. Quem exagerou no café e sofre cinco ou mais desses sintomas pode estar com intoxicação.

Para aliviar o problema é preciso cortar o consumo, que também tem algumas complicações, como fadiga, dor de cabeça, dificuldade em se concentrar e depressão leve. Esses sintomas de abstinência de cafeína são transitórios.

Alguns especialistas consideram a inclusão da intoxicação e da abstinência no manual um exagero. Mas o psicólogo Alan Budney explica que a sociedade precisa f**ar atenta aos efeitos da cafeína, que está cada vez mais presente na rotina das pessoas.

Segundo o especialista, o tópico exige seriedade, mesmo que seja uma questão controversa. Alguns consumidores podem não estar cientes da dependência física causada pelo café.

A cafeína é uma das substâncias mais usadas no mundo para aumentar o desempenho. O estimulante de sabor amargo acelera o sistema nervoso central, o que faz a pessoa se sentir acordada, alerta e com mais energia.

Mas vale ressaltar que a cafeína não é a única substância que causa intoxicação. Esse tipo de transtorno está associado também ao uso de álcool, nicotina, maconha e alucinógenos. O uso dessas substâncias podem alterar o comportamento, os processos mentais e causar sintomas físicos.

Fonte: Exame.com

AVC não surge do nada, avisam especialistasCerca de cinco milhões de pessoas morrem de AVC por ano, no mundo; no Brasil ...
28/05/2013

AVC não surge do nada, avisam especialistas


Cerca de cinco milhões de pessoas morrem de AVC por ano, no mundo; no Brasil são por volta de 100 mil
Os números impressionam. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), mais de cinco milhões de pessoas morrem, anualmente, em decorrência do AVC (acidente vascular cerebral), também conhecido como derrame. No Brasil, este índice é de aproximadamente 100 mil casos, de acordo com dados do Ministério da Saúde.

Desse total, 43 mil ocorrem na região Sudeste: 21 mil em São Paulo e quase 11 mil no Rio de Janeiro. Quando não mata, o mal leva a sequelas graves que atingem em torno de 50% dos sobreviventes. Por fim, sabe-se que a doença é mais comum após os 40 anos, embora possa surgir em qualquer idade.

Veja Álbum de fotos
Por tudo isso, reconhecer e tratar o AVC são grandes desafios atuais no país e no mundo. O problema ocorre quando uma artéria é tapada ou obstruída ou quando se rompe um vaso sanguíneo. Diante do quadro, a parte do cérebro afetada não recebe o oxigênio necessário e neurônios começam a morrer. Perceber que o derrame está acontecendo é fundamental porque cada minuto sem tratamento signif**a a morte de muitos neurônios e das conexões entre eles, o que origina sequelas.

"Ele não surge do nada, geralmente é fruto de disfunções anteriores que levam ao aumento no risco de oclusão de um vaso ou seu rompimento", salienta o neurologista Leandro Teles, médico do Hospital Oswaldo Cruz, em São Paulo.

Os sintomas do AVC surgem repentinamente e, uma vez sabendo quais são, dá para identif**ar o perigo iminente. Os principais sinais são: enfraquecimento, adormecimento ou paralisação de braço ou perna de um lado do corpo; perda de força na face, o que pode causar desvio da boca para um lado (ela f**a torta); alteração da visão, com turvação ou perda especialmente de um olho, episódio de visão dupla ou sensação de "sombra" sobre a linha do que se enxerga; dificuldade de falar ou entender o que os outros estão dizendo; dor de cabeça súbita, forte e persistente; perda da capacidade de engolir; e tontura, desequilíbrio, falta de coordenação ao andar ou mesmo queda.

Diante da menor suspeita do distúrbio, é imprescindível, portanto, buscar ajuda médica especializada, que confirmará o diagnóstico e implementará as ações necessárias, salienta o neurocirurgião Paulo Porto de Melo, que é membro das Sociedades Brasileira e Americana de Neurocirurgia e colaborador do Departamento de Neurocirurgia da Universidade de Saint Louis (Missouri, EUA).

Drible algumas das doenças hereditárias comuns com hábitos simplesNo século 19, o botânico Gregor Mendel percebeu que um...
27/05/2013

Drible algumas das doenças hereditárias comuns com hábitos simples



No século 19, o botânico Gregor Mendel percebeu que um
pé de ervilha era capaz de transmitir sua cor e textura
para a próxima geração da planta. Com pessoas, o
princípio é o mesmo, apesar de mais complexo
Foto: Danilo Borges
Nosso destino não está marcado nas estrelas, mas nos genes. São eles que determinam boa parte de nossas características. “Têm como função codif**ar proteínas e enzimas que atuam no corpo”, explica Fernanda Teresa de Lima, geneticista do Hospital Israelita Albert Einstein (SP). O código genético ainda é responsável por criar uma predisposição para o desenvolvimento de alguns tipos de problemas, como diabetes, demências e até câncer — são centenas de genes envolvidos em uma única patologia. “O risco de lidar com uma doença é, de fato, maior quando se tem um familiar diagnosticado com a mesma complicação”, conta a geneticista. E quanto mais próximo o grau de parentesco, maior a probabilidade de pipocar a encrenca. Conheça as características das principais doenças herdadas e o que você pode fazer para driblar a força da natureza.

Demências
O Alzheimer e o corpúsculo de Lewy — que também causa perda de memória e dificuldade de comunicação — apresentam um forte componente genético. “Existe, sim, um risco elevado de desenvolvê-las caso haja algum parente próximo com a doença”, esclarece David Schlesinger, neurologista do Hospital Israelita Albert Einstein (SP).

Idade em que a doença costuma aparecer: por volta dos 60 anos.

Primeiros sintomas: alteração cognitiva, diminuição da memória, dificuldade em se expressar, esquecimento, apatia, depressão e perda da capacidade de realizar tarefas do dia a dia.

Prevenção: “malhar a mente é a melhor saída”, diz André Lima, neurologista do Hospital Barra D’Or (RJ). “É preciso ler, manter-se ativa, viajar, tocar instrumentos e praticar atividades físicas. Pesquisas mostram que quem se exercita tem uma chance quatro vezes menor de desenvolver Alzheimer”, completa o especialista. Controlar o tabagismo, a hipertensão e o diabetes também reduz a incidência do problema.

Câncer
Nesse caso é preciso diferenciar genético de hereditário. “O câncer surge a partir de mutações nas células. Portanto, todos têm um caráter genético”, diz José Cláudio Casali, oncologista do Centro Oncológico de Niterói (RJ). Definido isso, podemos classif**ar apenas 10% das ocorrências como hereditárias. Os cânceres mais relacionados à genética são os de ovário, de mama, de intestino, de tireoide e de estômago.

Idade em que a doença costuma aparecer: o de mama e o de ovário tendem a surgir durante o período fértil da mulher. “Já os outros devem ser investigados entre 10 e 15 anos antes da idade em que o primeiro familiar foi acometido pela doença”, conta Ana Paula Garcia Cardoso, oncologista clínica do Hospital Israelita Albert Einstein (SP).

Primeiros sinais: cada tipo tem suas características. O de intestino e o de endométrio provocam dores, enquanto o de tireoide se manifesta por meio de nódulos palpáveis.

Prevenção: é preciso equilíbrio alimentar, atividade física regular e extinção de agentes cancerígenos, como álcool e cigarro. “Além disso, é essencial que pessoas com predisposição genética a algum tipo de câncer procurem um oncologista desde cedo”, alerta Ana Paula Cardoso.

Problemas cardíacos
Uma pesquisa publicada pela revista científ**a ­ e Lancet no ano passado mostra que homens com variação no cromossomo Y têm uma probabilidade 50% maior de transmitir aos filhos uma doença arterial causadora de infarto.

Idade em que a doença costuma aparecer: acontece até em recém-nascidos, mas é mais comum por volta de 50 anos nas mulheres.

Primeiros sintomas: muitas doenças cardíacas são assintomáticas e só são descobertas por meio de consultas médicas e check-ups periódicos.

Prevenção: “exercícios são uma alternativa saudável para espantar os males”, diz Rodrigo Leandro Ginberg, cardiologista do Hospital Israelita Albert Einstein (SP).

Osteoporose
A genética influencia nossa massa óssea. “Mas não é uma regra certa. Exercícios, dieta e fumo também têm papel decisivo na formação dos ossos”, explica Ari Halpern, reumatologista do Hospital Israelita Albert Einstein (SP).

Idade em que a doença costuma aparecer: geralmente na pós-menopausa. Primeiros sintomas maior ocorrência de fraturas.

Prevenção: “pratique exercícios regularmente, ingira bastante cálcio por meio da alimentação, tome sol para garantir o aporte de vitamina D e evite ci****os, bebidas alcoólicas e café em excesso”, aconselha Ari Halpern.

Diabetes
Se um dos pais tem o tipo 2 — que corresponde a 95% dos casos —, deve haver acompanhamento nas gerações mais novas. “Agora, se tiver o tipo 1, não necessariamente o filho desenvolverá diabetes. Mas há risco de apresentar doenças autoimunes”, completa Alex Leite, endocrinologista do Hospital e Maternidade São Luiz (SP).

Idade em que a doença costuma aparecer: acima dos 30 anos. “Porém está cada vez mais frequente em adultos jovens, adolescentes e crianças”, revela Alex Leite.

Primeiros sintomas: ingestão de muito líquido, mais idas ao banheiro, muita sede, fome, tontura, mal-estar e visão turva.

Prevenção: coma pouco, devagar e não faça jejum. Evite gordura, consuma mais alimentos integrais, pratique exercícios e tente fugir do estresse exagerado.

Glaucoma
O aumento da pressão ocular atinge o nervo óptico e causa uma perda irreversível da visão. Aqui, o componente genético é um dos principais fatores de risco. “Não há percentual estabelecido, mas pacientes com histórico familiar devem ser submetidas a avaliações”, alerta Andréa Barbosa, oftalmologista da Rede D’Or São Luiz (RJ).

Idade em que a doença costuma aparecer: o tipo de glaucoma mais comum, o crônico de ângulo aberto, se manifesta por volta dos 40 anos.

Primeiros sintomas: perda da visão periférica.

Prevenção: “não há como evitar seu aparecimento, mas quanto mais cedo for detectada, menor o dano à visão”, diz Andréa Barbosa.

Doença celíaca
O organismo de pessoas que convivem com essa complicação reconhece o glúten dos alimentos como um invasor. Aí, para combatê-lo, aciona o sistema imunológico. Só que os mesmos anticorpos que destroem a substância danif**am a mucosa que reveste o intestino delgado. Não se sabe exatamente por que isso acontece com algumas pessoas e com outras não, mas é certo que há fatores hereditários. “Apesar disso, uma pessoa que tenha um parente com a doença pode passar a vida toda sem desenvolvê-la”, explica Mauro Toporovski, gastropediatra da Santa Casa de São Paulo (SP). “O risco de apresentar a complicação, se houver antecedência familiar, é de 10% a 15%”, completa ele.

Idade em que a doença costuma aparecer: surge nos primeiros anos de vida ou já na idade adulta. “Existe uma grande relação com o sistema imunológico. Por isso, doenças que afetam a imunidade intensif**am o risco”, diz Mauro Toporovski.

Primeiros sintomas: dor abdominal, gases, diarreia, perda de peso, erupções na pele, cãibras, dores nas juntas e cabelos quebradiços.

Prevenção: elimine os produtos com glúten do cardápio — os principais são pães, bolos e massas feitos com trigo, aveia, centeio ou cevada. Cerveja, sopas de latinha, molho de salada, sorvete de massa, ketchup e mostarda também levam a substância. Leia os rótulos com atenção.

22/05/2013

AZEITE DE OLIVA EXTRAVIRGEM: CONHEÇA OS BENEFÍCIOS

Ele é o exemplo de que nem toda gordura faz mal. Conheça todos os benefícios do azeite de oliva extravirgem




O azeite de oliva extravirgem protege a pele contra as agressões causadas pelos raios
ultravioleta, combate dores e inflamações e facilita a digestão. Foto: Danilo Tanaka
É o melhor exemplo de que nem toda gordura faz mal. Muito pelo contrário. O azeite de oliva extravirgem oferece atributos especialíssimos à saúde. Ele é rico em ácidos graxos monoinsaturados, como o ácido oleico, que melhoram o perfil das gorduras do sangue: abaixam o colesterol ruim e aumentam o bom. Além disso, por ser prensado a frio, o extravirgem é tão puro que pode ser comparado a um suco de frutas: preserva os antioxidantes da azeitona, notadamente os polifenóis e a vitamina E. Os demais óleos vegetais recebem solventes químicos ao passarem pelo processo de refinação e com isso perdem boa parte desses agentes benéficos.

Os antioxidantes do azeite impedem a ação dos radicais livres que provocam a oxidação do colesterol e o acúmulo de placas de gorduras nos vasos, concluiu um trabalho realizado por bioquímicos da Universidade Estadual Paulista em Botucatu, no interior de São Paulo, comprovando o que havia sido demonstrado em pesquisas anteriores conduzidas na Europa (sobretudo em países mediterrâneos, como Itália, Espanha, França e Grécia) e nos EUA.

Modo de usar: tempere a salada ou adicione às carnes e receitas, sempre que possível no final do preparo. Para não ter problemas com a balança limite-se a duas colheres (sopa) por dia. Cada uma fornece em torno de 62 calorias.



Proteção à pele

A cada dia surgem mais evidências a favor do azeite. Cientistas europeus mostraram que o consumo regular impede o depósito de gordura na barriga, onde f**a justamente o tipo mais perigoso para o coração. Ele ainda protege a pele contra as agressões causadas pelos raios ultravioleta, combate dores e inflamações, facilita a digestão, melhora a atividade intestinal (tem leve efeito laxante) e estimula a absorção de cálcio pelos ossos. Entendeu por que os mediterrâneos o apelidaram de ouro líquido?

AZEITE DE OLIVA EXTRAVIRGEM: CONHEÇA OS BENEFÍCIOSEle é o exemplo de que nem toda gordura faz mal. Conheça todos os bene...
22/05/2013

AZEITE DE OLIVA EXTRAVIRGEM: CONHEÇA OS BENEFÍCIOS

Ele é o exemplo de que nem toda gordura faz mal. Conheça todos os benefícios do azeite de oliva extravirgem




O azeite de oliva extravirgem protege a pele contra as agressões causadas pelos raios
ultravioleta, combate dores e inflamações e facilita a digestão. Foto: Danilo Tanaka
É o melhor exemplo de que nem toda gordura faz mal. Muito pelo contrário. O azeite de oliva extravirgem oferece atributos especialíssimos à saúde. Ele é rico em ácidos graxos monoinsaturados, como o ácido oleico, que melhoram o perfil das gorduras do sangue: abaixam o colesterol ruim e aumentam o bom. Além disso, por ser prensado a frio, o extravirgem é tão puro que pode ser comparado a um suco de frutas: preserva os antioxidantes da azeitona, notadamente os polifenóis e a vitamina E. Os demais óleos vegetais recebem solventes químicos ao passarem pelo processo de refinação e com isso perdem boa parte desses agentes benéficos.

Os antioxidantes do azeite impedem a ação dos radicais livres que provocam a oxidação do colesterol e o acúmulo de placas de gorduras nos vasos, concluiu um trabalho realizado por bioquímicos da Universidade Estadual Paulista em Botucatu, no interior de São Paulo, comprovando o que havia sido demonstrado em pesquisas anteriores conduzidas na Europa (sobretudo em países mediterrâneos, como Itália, Espanha, França e Grécia) e nos EUA.

Modo de usar: tempere a salada ou adicione às carnes e receitas, sempre que possível no final do preparo. Para não ter problemas com a balança limite-se a duas colheres (sopa) por dia. Cada uma fornece em torno de 62 calorias.



Proteção à pele

A cada dia surgem mais evidências a favor do azeite. Cientistas europeus mostraram que o consumo regular impede o depósito de gordura na barriga, onde f**a justamente o tipo mais perigoso para o coração. Ele ainda protege a pele contra as agressões causadas pelos raios ultravioleta, combate dores e inflamações, facilita a digestão, melhora a atividade intestinal (tem leve efeito laxante) e estimula a absorção de cálcio pelos ossos. Entendeu por que os mediterrâneos o apelidaram de ouro líquido?

Chá de Hibisco  Além da ação antioxidante, calmante e diurética, agora, o Chá de Hibisco entra em cena para promover um ...
01/05/2013

Chá de Hibisco

Além da ação antioxidante, calmante e diurética, agora, o Chá de Hibisco entra em cena para promover um corpo mais sequinho. Com propriedades capazes de auxiliar o organismo a perder medidas, o chá ajuda a turbinar o emagrecimento.

Veja esta matéria e se surpreenda com os benefícios que ele pode trazer pra você: http://ow.ly/kkNRq

Benefícios - Triple EFASAltamente concentrado: 1000mg por cápsulaEfeito positivo no metabolismoRica fonte de ácidos grax...
19/04/2013

Benefícios - Triple EFAS
Altamente concentrado: 1000mg por cápsula
Efeito positivo no metabolismo
Rica fonte de ácidos graxos essenciais

Triple EFA's é uma rica fonte de ácidos graxos essenciais ideal para dietas de low carb que prezam por uma alta ingestão de proteínas e de gorduras. Porém, é importante prestar atenção no tipo de gordura que você está consumindo. Os ácidos graxos essenciais são considerados "gorduras boas" e são uma fonte de energia altamente concentrada e usados para acionar as reações químicas do organismo, tais como, aumento de metabolismo, aumento de crescimento muscular, transporte de oxigênio, crescimento celular normal, funções nervosas e regulação hormonal.

Os ácidos graxos não são produzidos pelo corpo, sendo importante buscar essa fonte através da suplementação. Os ácidos graxos são importantes, pois ajudam a controlar os níveis de colesterol e ajudam na redução do excesso de gordura armazenada no corpo. Triple EFA's contém uma seleta junção de nutrientes ricos em ômega-3 e ômega-6.

Fontes de Pesquisa:

1. Liu S, Baracos VE, Quinney HA, Clandinin MT. Dietary omega-3 and polyunsaturated fatty acids modify fatty acyl composition and insulin binding in skeletal-muscle sarcolemma. Biochemical Journal 1994; 299 (Pt 3):831-837.


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Composição - Triple EFAS
Informações Nutricionais
Porção: 3 cápsulas
Conteúdo: 120 cápsulas
Quantidade
por porção
% IDR *
Valor energético 27 Kcal
1
Gorduras totais 3 g
5
Óleo de peixe 1200 mg
**
Óleo de linhaça 900 mg
**
Óleo de borragem 900 mg
**
* % Valores diários de referência com base em uma dieta de 2000 Kcal ou 8400 Kj. Seus valores diários de referência podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas. "Não contém quantidades signif**ativas de de proteínas, carboidratos, gorduras saturadas, gorduras trans, fibra alimentar e sódio". ** VD não estabelecido.
Ingredientes: Óleo de peixe, óleo de linhaça, óleo de borragem, gelatina (gelif**ante), glicerina (umectante) e água purif**ada (veículo). NÃO CONTÉM GLÚTEN.
Sugestão de Uso: Ingerir 3 cápsulas ao dia.
Recomendação: "Pessoas alérgicas a peixes e crustáceos devem evitar o consumo deste produto". "Pessoas que apresentem doenças ou alterações fisiológicas, mulheres grávidas ou amamentando (nutrizes) deverão consultar o médico antes de usar o produto". Consumir este produto conforme a Recomendação de Ingestão Diária constante da embalagem.



Dicas - Triple EFAS
Para obter o máximo de benefícios associados a este produto é recomendado a prática de atividades físicas regulares e a adoção de uma alimentação balanceada.

Óleo de peixe pode melhorar imunidade após cirurgias, revela estudo da USPInfusão parenteral evita perdas decorrentes do...
19/04/2013

Óleo de peixe pode melhorar imunidade após cirurgias, revela estudo da USP

Infusão parenteral evita perdas decorrentes dos processos digestivos e absortivos
A infusão pré-operatória de emulsão lipídica parenteral (pelas veias) de óleo de peixe em pacientes com câncer gastrintestinal pode favorecer a resposta imunológica pós-operatória, revela pesquisa da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). O óleo de peixe é rico em ácidos graxos poli-insaturados de cadeia longa ômega-3 (AGPI w-3), que têm potencial para prevenir ou atenuar inflamações.

A pesquisa foi realizada pela bióloga Raquel Torrinhas em 63 pacientes internados para cirurgia eletiva de ressecção de câncer de estômago e cólon, na Divisão de Cirurgia do Aparelho Digestivo do Hospital das Clínicas (HC) da FMUSP.

Entre os pacientes selecionados, com idades entre 18 e 75 anos, 31 receberam óleo de peixe e 32, no grupo controle, receberam infusão de emulsão parenteral rica em triglicérides de cadeia média. "Todos foram selecionados de acordo com critérios de inclusão específicos, como índice de Karnofsky (medida da capacidade funcional) e condição venosa periférica adequada para infusão parenteral e coletas de sangue", conta a bióloga.

"Também foram adotados critérios de exclusão que buscaram minimizar variáveis que pudessem interferir na sua resposta imunológica imediata, como presença de doenças de carácter infeccioso, imunológico ou metabólico".

A infusão da emulsão lipídica ocorreu de forma duplo-cega, por veia periférica, na concentração de 0,2 gramas (g) de gordura por quilo (kg) de peso corpóreo por dia, durante seis horas contínuas e com rodízio diário do acesso venoso. Os pacientes que compuseram o grupo experimental receberam a infusão parenteral de emulsão de óleo de peixe (Omegaven® 10%, Fresenius Kabi, Bad Homberg, Alemanha), rica em AGPI w-3.

Já os que compuseram o grupo controle receberam a infusão parenteral de emulsão com 50% de triglicérides de cadeia longa e 50% de cadeia média (Lipovenos MCT® 10% – Fresenius Kabi, Bad Homberg, Alemanha).

No período pós-operatório, pacientes tratados com emulsão de óleo de peixe apresentaram menores níveis de interleucina IL-6 e maiores níveis da interleucina IL-10, em comparação aos que foram tratados com emulsão lipídica controle. "Enquanto a IL-6 é um mediador imunológico relacionado com inflamação e imunossupressão, a IL-10 tem propriedades anti-inflamatórias", conta ela.

"Pacientes tratados com emulsão de óleo de peixe apresentaram ainda funções ou marcadores de funções leucocitárias (das células de defesa do organismo) pós-operatórios melhores do que aqueles tratados com emulsão controle, notadamente menor diminuição da explosão oxidativa leucocitária, manutenção da porcentagem de monócitos exprimindo moléculas de superfície HLA-DR e CD32 e aumento da intensidade da expressão de CD32 por neutrófilos. A migração leucocitária não foi influenciada", diz Torrinhas.

Benefícios imunológicos

De acordo com a bióloga, não foram encontradas diferenças na frequência de infecções e no tempo de permanência na unidade de terapia intensiva e hospitalar. "Portanto, em comparação à emulsão lipídica controle, emulsão de óleo de peixe associou-se com benefícios de ordem imunológica, sem melhora signif**ativa na evolução clínica imediata de nossos pacientes", observa.

A resposta imunológica pode ser direta ou indiretamente influenciada pelo AGPI w-3, principalmente ácidos eicosapentaenoico (EPA) e docosaexaenoico (DHA) presentes em abundância no óleo de peixe, prevenindo ou atenuando a inflamação. "Cabe ressaltar que o AGPI w-3 parece ser incorporado a membranas celulares plasmáticas e sanguíneas mais rapidamente quando infundidos por via parenteral (um a três dias), do que quando ingeridos por via enteral, ou seja, pelas vias digestivas (quatro a sete dias)", afirma a bióloga.

"Além disso, a infusão parenteral de AGPI w-3 evita perdas decorrentes dos processos digestivos e absortivos que se seguem após sua ingestão oral ou enteral", acrescenta. Na Europa, Ásia e América do Sul, emulsão lipídica parenteral composta por óleo de peixe, rica em AGPI w-3, é rotineiramente infundida associada a emulsões lipídicas convencionais, como parte da terapia nutricional parenteral (TNP). A proposta principal do estudo foi utilizá-la como um nutracêutico, independente da indicação de TNP.

"Como parte da TNP, em pacientes cirúrgicos, a infusão perioperatória de emulsão lipídica de óleo de peixe se associa à preservação de funções imunológicas e modulação favorável de mediadores inflamatórios pós-operatórios, com redução na frequência de complicações infecciosas e no tempo de internação em unidade de terapia intensiva e hospitalar", conta a bióloga. "Atualmente, segundo diretrizes brasileiras, europeias e americanas, a TNP deve ser indicada apenas a pacientes que não conseguem preencher suas necessidades nutricionais por via enteral. Assim, a maioria dos pacientes cirúrgicos em pré-operatório perde as vantagens potenciais da infusão de AGPIs w-3 por via parenteral".

Segundo ela, a infusão isolada de emulsão parenteral de óleo de peixe como fármaco-nutriente já foi realizada por outros pesquisadores em outras populações de pacientes e vem se mostrando segura, quando feita na mesma dose que aquela adotada na pesquisa (0,2g de gordura/ kg de peso corpóreo/ dia). "Durante o estudo observaram-se efeitos adversos de baixa/moderada gravidade (dor local, vômitos e flebite local) em 9,7% dos pacientes do grupo óleo de peixe OP e 6,2% dos pacientes do grupo controle".

O trabalho teve orientação do professor Dan Linetzky Waitzberg e contou com apoio financeiro da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

HC-SP dá dicas para evitar dores pelo uso excessivo de tablets e smartphonesPostura correta e o uso consciente são medid...
19/04/2013

HC-SP dá dicas para evitar dores pelo uso excessivo de tablets e smartphones

Postura correta e o uso consciente são medidas importantes, pois essas ferramentas ainda não estão adaptadas para o uso por períodos prolongados
Smarthphones, tablets, e notebooks fazem parte da vida moderna, permitindo estar conectado ao mundo a qualquer hora e em qualquer lugar. Mas essa autonomia pode ter como consequência lesões nos dedos pelo excesso de digitação e problemas posturais. O alerta é do especialista Mateus Saito, do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, ligado à Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.

O uso da tecnologia aumenta as chances de desenvolver dor no polegar quando comparado com usuários de celular sem internet. "Para cada clique que o polegar realiza há um movimento de extensão que, após várias mensagens, acaba por causar microlesões no tendão extensor que se inflama. A articulação da base do polegar também se inflama pelo excesso de atrito do movimento circular deste dedo", explica Saito.

Segundo o especialista, se a pessoa faz uso dos aparelhos e os posiciona de maneira confortável para os olhos, provavelmente seu uso se torna desconfortável para as mãos e braços. Quando posicionados de maneira confortável para mãos e braços, é necessário posicionar o pescoço de uma maneira incômoda para a cabeça e coluna cervical.

A má posição da cabeça durante o manuseio dos tabletes e smartphones também pode levar a fadiga de alguns músculos responsáveis pelo posicionamento adequado, além de sobrecarregar discos da coluna cervical. "A musculatura cansada dói, e os discos degenerados podem evoluir para uma hérnia de disco", alerta o ortopedista.

As dores consequentes do uso destes aparelhos podem ser tratadas com analgésicos e programa de fortalecimento e estabilização do pescoço e do dorso, através de exercícios específicos.

"Postura correta e o uso consciente são as melhores opções para usufruir das vantagens do mundo moderno sem comprometer a saúde, pois apesar da evolução, estas ferramentas ainda não estão adaptadas para o uso por períodos prolongados", finaliza Mateus. Veja as dicas do especialista:

• evitar o uso de aparelhos portáteis para produção de textos longos;

• ao utilizar os aparelhos, procurar f**ar numa posição de forma que haja um equilíbrio ente os olhos e as mãos;

• fortalecer os músculos com de atividades físicas de estabilização do tronco, sempre sobre a orientação de um profissional adequado;

• evitar de f**ar mais de 30 minutos na mesma posição

• ao manusear o aparelho distribuir a carga entre as duas mãos

Cientistas fazem cabras transgênicas contra diarreia infantilA relação de sobrevivência entre seres humanos e caprinos n...
19/04/2013

Cientistas fazem cabras transgênicas contra diarreia infantil


A relação de sobrevivência entre seres humanos e caprinos no semiárido nordestino está a caminho de se tornar ainda mais íntima, do ponto de vista genético. Pesquisadores brasileiros no Ceará, em parceria com cientistas da Universidade da Califórnia em Davis, nos Estados Unidos, estão desenvolvendo cabras geneticamente modif**adas com genes humanos, capazes de produzir um leite mais rico em proteínas que combatem a diarreia infantil - um grave problema de saúde pública na região.

Os dois primeiros animais transgênicos - um macho e uma fêmea - nasceram em julho do ano passado, modif**ados com o gene da lisozima, uma proteína com propriedades antibióticas que é abundante no leite humano, porém escassa no leite caprino. A fêmea, chamada Lisa, começou a produzir leite há cerca de dois meses, com uma concentração de 300 microgramas de lisozima por mililitro: mais da metade da concentração média do leite humano e cerca de 1 mil vezes maior do que a do caprino.

"Estamos iniciando os te**es farmacológicos, para determinar a eficiência do leite em quadros de diarreia em ratos", diz a bióloga molecular Luciana Bertolini, da Universidade de Fortaleza (Unifor), que toca o projeto no Brasil em parceria com o marido, Marcelo, que é veterinário. O objetivo é saber se o leite enriquecido com lisozima é capaz de aliviar os sintomas da diarreia em crianças, ou até impedir o desenvolvimento da doença. A proteína funciona como um antibiótico natural no intestino, combatendo infecções bacterianas que causam a diarreia. Se a estratégia funcionar em ratos, o plano é testar o leite em porcos - que têm um sistema digestivo mais parecido com o do homem - para, depois, iniciar te**es clínicos com seres humanos.

Te**es realizados com porcos na Califórnia já demonstraram um efeito terapêutico do leite. Animais doentes que foram alimentados com o leite de cabras transgênicas recuperaram-se da diarreia mais rápido do que os alimentados com leite convencional. Os resultados foram publicados em março na revista científ**a PLoS One. "Todas as nossas previsões têm se confirmado nos modelos animais", diz o pesquisador James Murray, da UC Davis, que desenvolveu a tecnologia e coordena as pesquisas nos EUA.

"Sabemos o que estamos fazendo; é uma tecnologia muito bem controlada", assegura Luciana, que fez doutorado com o marido no laboratório de Murray. "Não estamos introduzindo nada de 'novo' no leite; é uma proteína que já faz parte do leite e que consumimos regularmente", diz o pesquisador Luiz Antonio Barreto de Castro, criador da Rede de Biotecnologia do Nordeste (Renorbio), que financia o projeto com R$ 6,5 milhões.

As duas primeiras cabras transgênicas foram produzidas pela técnica de microinjeção, em que cópias do gene são injetadas em embriões in vitro, que depois são transferidos para cabras reprodutoras selecionadas. Nesse caso, não há garantia de que os filhotes nascerão transgênicos, pois o transgene nem sempre se incorpora ao genoma do animal. De mais de 30 cabras nascidas de embriões microinjetados na Unifor, por exemplo, só essas duas são transgênicas.

O desafio agora é produzir novas cabras transgênicas pela técnica de clonagem; e não apenas com o gene da lisozima, mas também o da lactoferrina, outra proteína com propriedades antibióticas do leite humano. É uma técnica mais complexa, porém mais precisa. "O animal que nascer você sabe que é transgênico", explica Luciana. Várias tentativas de clonagem foram feitas nos últimos dois anos, mas sem sucesso. Uma nova leva de embriões clonados foram transferidos para cabras receptoras no início deste mês.

Uma vez que os pesquisadores tenham animais com cada proteína, o plano é cruzar as linhagens para gerar um animal que produza lisozima e lactoferrina no leite simultaneamente. Segundo Luciana, vários laboratórios no mundo estão tentando desenvolver essa tecnologia, em caprinos e bovinos, com diferentes proteínas, mas nenhum até agora obteve quantidades signif**ativas de produção no leite.

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