Casos da Medicina

Casos da Medicina Página destinada a assuntos da Medicina em geral .

02/07/2020

Você sabe qual é a diferença entre fruta e fruto? Clique aqui e descubra para ampliar seus conhecimentos em Botânica!

Muito interessante !
09/06/2020

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Uma equipe de cientistas de uma universidade americana afirma ter descoberto uma forma de acessar um mundo fascinante e impensável na física tradicional.

A cura virá !
09/06/2020

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A professora, médica e infectologista Cristiana Toscano é a única representante da América Latina no grupo internacional que investiga uma possível prevenção para a doença

Vale a pena conferir !
09/06/2020

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A administradora Joice Simões compartilhou um relato de que seu filho não conseguia dormir e que iniciou um tratamento com óleo essencial de lavanda. A

13/12/2019

Pessoas que forem confraternizar fora de casa precisam observar a higiene do local

Ovo de codorna, vale a pena comer ?Os ovos de codorna tem um sabor semelhante aos ovos de galinha, mas são ligeiramente ...
13/12/2019

Ovo de codorna, vale a pena comer ?

Os ovos de codorna tem um sabor semelhante aos ovos de galinha, mas são ligeiramente mais calóricos e mais ricos em nutrientes como Calcio, Fósforo, Zinco e Ferro. E embora muito menores em tamanho, no que diz respeito à valor calórico e nutricional cada ovo de codorna é muito mais rico e concentrado, sendo uma excelente alternativa de lanche para as crianças na escola ou entradas num jantar entre amigos, por exemplo.

Os benefícios de comer ovo de codorna podem ser litados assim:

Ajuda a prevenir a anemia, por ser rico em ferro e ácido fólico;
Aumenta a massa muscular, devido ao teor em proteínas;
Contribui para a formação de glóbulos vermelhos saudáveis, por ser rico em vitamina B12;
Contribui para uma visão saudável e para promover o crescimento em crianças, devido à vitamina A;
Ajuda a melhorar a memória e a aprendizagem, por ser rico em colina, um nutriente essencial para o sistema nervoso;
Fortalece os ossos e os dentes, por conter vitamina D, que favorece a absorção de cálcio e fósforo.
Além disso, o ovo de codorna também contribui para o fortalecimento do sistema imunológico, manutenção da saúde cardiovascular e prevenção do envelhecimento precoce, por ser rico em vitamina A e D, zinco e selênio.

Principais benefícios do Cacau para a saúdeO cacau, é a semente do fruto do cacaueiro e o principal ingrediente do choco...
13/12/2019

Principais benefícios do Cacau para a saúde

O cacau, é a semente do fruto do cacaueiro e o principal ingrediente do chocolate. Ele é rico em flavonóides e antioxidantes, tendo ainda mais que o açaí e a blueberry, o que traz os seguintes benefícios para a saúde:

Melhorar o humor e combater a depressão e a ansiedade, por aumentar a produção de serotonina, o hormônio do bom humor.
Prevenir trombose, devido à presença de flavonol;
Combater o colesterol alto, por ser rico em antioxidantes e prevenir a formação das placas de ateroma;
Prevenir aterosclerose, por prevenir o acúmulo de colesterol nos vasos sanguíneos;
Prevenir anemia, por ser rico em ferro;
Reduzir o risco de diabetes, devido aos antioxidantes flavonoides e por ajudar no combate à resistência à insulina;
Prevenir problemas como demência e derrames, por melhorar a circulação sanguínea, cognição e a memória;
Reduz a pressão porque melhora a qualidade dos vasos sanguíneos;
Ajuda a regular o intestino porque possui flavonóis e catequinas que chegam ao intestino grosso onde podem aumentar a quantidade de bifidobactérias e lactobacillus, que são boas para a saúde;
Ajuda a controlar a inflamação, o que pode ser observado através da redução da quantidade de proteína C reativa no sangue.
Principais benefícios do Cacau para a saúde
Para obter esses benefícios, deve-se consumir 2 colheres de sopa de cacau em pó por dia ou 40 g de chocolate amargo, o que equivale a cerca de 3 quadradinhos da barra.

É importante lembrar que apenas o chocolate amargo, com pelo menos 70% de cacau, traz também benefícios à saúde, pois o chocolate ao leite e o chocolate branco contêm pouca quantidade de cacau e muito açúcar e gordura. Na culinária, cacau pode ser adicionado em bolos, massas, biscoitos ou em salada de frutas.

Além disso, o cacau em pó não deve ser consumido juntamente com produtos ricos em cálcio, como leite, queijo e iogurte, pois ele possui ácido oxálico, uma substância que diminui a absorção de cálcio no intestino.

12/12/2019

As últimas descobertas da ciência vem mudando o caminho da medicina da melhor forma e com isso separamos as melhores inovações que vão mudar a medicina!

Saiba porque reaproveitar o óleo das frituras faz mal à saúdeO óleo utilizado para fritar os alimentos não deve ser reap...
12/12/2019

Saiba porque reaproveitar o óleo das frituras faz mal à saúde

O óleo utilizado para fritar os alimentos não deve ser reaproveitado porque sua reutilização aumenta a formação da acroleína, uma substância que aumenta o risco de doenças como irritação do intestino e câncer. Em caso de frituras repetidas, cuidados especiais devem ser tomados para reduzir a produção de acroleína.

A formação da acroleína ocorre quando o óleo é submetido a temperaturas muito altas, pois a gordura sofre alterações e perde qualidade. Essa degradação acontece mesmo com os óleos mais benéficos para saúde, como o azeite e óleos de peixe.

Saiba porque reaproveitar o óleo das frituras faz mal à saúde
Cuidados que se deve ter durante a fritura
A seguir estão alguns cuidados que se deve ter durante o processo de fritura para reduzir a decomposição do óleo, aumentar a sua vida útil e diminuir a formação de substâncias tóxicas à saúde:

A temperatura máxima que o óleo deve atingir é de 180ºC. Um sinal de que a temperatura está muito alta é quando o óleo desprende fumaça;
É melhor fritar por longos períodos de tempo do que fazer várias pequenas frituras;
Em momentos de pausa da fritura, a fritadeira/frigideira/tacho deve ser tampada para o óleo não ficar em contato com o ar;
Deve-se evitar misturar óleo velho com óleo novo;
O óleo deve ser filtrado no fim de cada fritura para retirar os pedaços de alimentos que se soltam. Para filtrar o óleo, pode-se utilizar filtro de café ou gaze, por exemplo;
Entre uma fritura e outra, o óleo deve ser armazenado em recipientes tapados e protegidos da luz, e se o intervalo entre usos for longo, o óleo deve ser colocado na geladeira;
As fritadeiras/frigideiras/tachos devem possuir os cantos arredondados, pois isso facilita a limpeza e evita o acúmulo de restos de alimentos e de óleo velhos.

Sinais de que o óleo deve ser trocado
O tempo que óleo pode ser utilizado depende da quantidade de frituras que foi feita, da temperatura que o óleo atingiu e do tempo que ele ficou aquecido. Os sinais de que o óleo precisa ser descartado são:

Formação de espuma ou fumaça durante a fritura;
Escurecimento intenso da coloração do óleo ou do alimento;
Cheiro e sabor estranhos do óleo ou do alimento frito.
Mesmo quando se toma cuidado durante a fritura, esse processo adiciona gordura aos alimentos e forma substâncias prejudiciais para a saúde, devendo-se evitar a ingestão de alimentos fritos e dar preferência a alimentos grelhados ou assados no forno.

10 formas naturais de substituir o açúcarAlimentos como mel e açúcar de coco, e adoçantes naturais como Stevia e Xilitol...
12/12/2019

10 formas naturais de substituir o açúcar

Alimentos como mel e açúcar de coco, e adoçantes naturais como Stevia e Xilitol são algumas das alternativas naturais de substituir o açúcar branco para ajudar na perda de peso e melhorar a saúde, favorecendo a prevenção e o controle de doenças como diabetes, colesterol alto e obesidade.

É importante evitar o uso de açúcar porque o seu excesso favorece o ganho de peso e estimula a produção de gordura, o que aumenta o risco de problemas como cáries dentárias, doenças cardíacas e gordura no fígado, por exemplo. Veja a seguir 10 alternativas naturais para trocar o açúcar e ter mais saúde sem perder o sabor doce dos alimentos.

1. Mel
10 formas naturais de substituir o açúcar
O mel de abelha é um adoçante natural e rico em nutrientes como potássio, magnésio, ferro e cálcio, trazendo benefícios como fortalecer o sistema imunológico, atuar com anti-oxidante, melhorar a digestão e manter a flora intestinal saudável.

Além disso, o mel possui médio índice glicêmico, o que faz com que pequenas quantidades desse produto não estimulem a produção de gordura como acontece com o açúcar. Cada colher de mel possui cerca de 46 calorias, sendo importante lembrar que ele não pode ser dado para crianças menores de 1 ano. Veja mais sobre os benefícios e contraindicações do mel.

2. Stevia
A Stevia é um adoçante natural obtido a partir da planta Stevia Rebaudiana Bertoni, podendo ser encontrado em supermercados e lojas de produtos naturais na forma de pó ou em gotas. Ela possui a capacidade de adoçar cerca de 300 vezes mais que o açúcar comum, trazendo ainda a vantagem de não possuir calorias.

A Stevia pode ser usada em preparações quentes ou frias, pois ela é estável em temperaturas elevadas, sendo fácil de utilizar em bolos, biscoitos ou doces que precisam ser fervidos ou ir ao forno. Veja as 5 dúvidas mais comuns sobre o adoçante Stevia.

3. Açúcar de Coco
10 formas naturais de substituir o açúcar
O açúcar de coco tem baixo índice glicêmico, o que faz com que ele não cause um grande aumento da glicemia e não estimule a produção de gordura, ajudando no controle do peso.

Além disso, o açúcar de coco é rico em nutrientes como ferro, cálcio, zinco e potássio, mas por possuir um elevado teor de frutose, deve ser usado com moderação, pois seu excesso pode trazer problemas como gordura no fígado e ganho de peso. Cada colher de chá desse açúcar possui cerca de 20 calorias.

4. Xilitol
O xilitol é um tipo de açúcar de álcool, assim como o eritritol, o maltitol e o sorbitol, sendo todos substâncias naturais obtidas a partir de frutas, vegetais, cogumelos ou algas marinhas. Por terem um índice glicêmico baixo, eles são uma opção natural mais saudável e têm uma capacidade de adoçar muito parecida com a do açúcar.

Outra vantagem é que o xilitol não prejudica os dentes e possui menos calorias que o açúcar, tendo cerca de 8 calorias para cada colher de chá do produto. Como o seu poder de adoçar é parecido com o do açúcar, ele pode ser utilizado nas mesmas proporções como substituto em diversas preparações culinárias.

5. Maple Syrup
10 formas naturais de substituir o açúcar
O maple syrup, também chamado de xarope de bordo ou de ácer, é produzido a partir de uma árvore bastante encontrada no Canadá, e traz benefícios para a saúde devido ao seu elevado teor de antioxidantes e nutrientes como cálcio, potássio e zinco.

O maple syrup pode ser usado em preparações que serão aquecidas, mas por conter calorias assim como açúcar, também deve ser consumido em pequenas quantidades.

6. Taumatina
A taumatina é um adoçante natural composto por duas proteínas e que tem o poder de adoçar cerca de 2000 a 3000 vezes mais que o açúcar comum. Como ela é composta por proteínas, não tem a capacidade de aumentar a glicemia e não estimula a produção de gordura, podendo ser usada em dietas de emagrecimento e para o controle da diabetes, por exemplo.

A taumatina possui as mesmas calorias que o açúcar, mas como seu poder adoçante é muito maior que o do açúcar, o seu uso é feito em quantidade bem pequenas, o que adiciona poucas calorias à dieta.

7. Geleia de fruta sem açúcar
Adicionar geleias de fruta sem açúcar, também chamadas 100% fruta, é outra forma natural de adoçar alimentos e preparações como iogurtes, vitaminas e massas para bolos, tortas e biscoitos.

Nesse caso, o açúcar natural da fruta é concentrado na forma de geleia, o que aumenta o seu poder adoçante, além de dar sabor às preparações de acordo como sabor da geleia. Para ter a certeza de que é a geleia é 100% fruta, basta conferir a lista de ingredientes no rótulo do produto, que deve conter apenas a fruta, sem adição de açúcar.

8. Açúcar Mascavo
10 formas naturais de substituir o açúcar
O açúcar mascavo é feito a partir da cana-de-açúcar, mas não passa por um processo de refinamento como o açúcar branco, o que faz com que seus nutrientes sejam conservados no produto final. Assim, ele possui minerais como cálcio, magnésio, potássio e fósforo.

No entanto, é importante lembrar que apesar de ter mais nutrientes, o açúcar mascavo tem praticamente as mesmas calorias que o açúcar branco, não devendo ser consumido com frequência e nem utilizado em casos de diabetes.

9. Melado de cana
O melado é um xarope produzido a partir da evaporação do caldo de cana ou durante a produção de rapadura, tendo escura e um forte poder adoçante. Por não ser refinado, ele é ricos nos mesmo minerais que o açúcar mascavo, possuindo cálcio, magnésio, potássio e fósforo.

No entanto, ele também deve ser consumido apenas em pequenas quantidades devido ao seu alto teor de calorias, devendo ser evitado em casos de diabetes e doença renal. Veja mais sobre o melado e saiba o poder adoçante e as calorias dos adoçantes naturais.

10. Eritritol
O eritritol é um adoçante natural que tem a mesma origem do xilitol, mas contém apenas 0,2 calorias por grama, sendo quase um adoçante sem valor calórico. Ele tem cerca de 70% da capacidade de adoçar do açúcar, e pode ser usado por pessoas com diabetes ou que desejam emagrecer.

Além disso, o eritritol não provoca cáries e pode ser encontrado em lojas de produtos naturais ou de suplementos nutricionais, sendo vendido na forma de pó.

11/12/2019

Todas as regiões do Rio apresentavam problemas. Médicos e enfermeiros decidiram fechar as unidades de atenção básica.

Rachaduras nos pés: o que causa e como tratarMais do que simplesmente uma questão estética, as rachaduras nos pés podem ...
11/12/2019

Rachaduras nos pés: o que causa e como tratar
Mais do que simplesmente uma questão estética, as rachaduras nos pés podem trazer também outros problemas

As rachaduras nos pés podem causar outros transtornos para a saúde.

Se tem algo que incomoda as mulheres são as rachaduras nos pés. As causas são muitas, mas o que muita gente não compreende é que elas podem trazer consequências mais sérias para a saúde do que se imagina.

Foi pensando nisso que A Revista da Mulher pediu à Suzy Rabello, dermatologista do Hospital Bandeirante, que explicasse melhor quais são as causas das rachaduras nos pés, quais problemas para a saúde podem causar, além dos tratamentos disponíveis.

Principais causas das rachaduras nos pés
A dermatologista explica que são diversos os fatores que podem deixar a pele dos pés mais espessa e ressecada causando rachaduras. “O uso predominante de calçados abertos, o excesso de peso corporal, nas mulheres o período após a menopausa também pode gerar estas alterações, além de doenças como algumas micoses e também a psoríase”, alerta.

Apesar de serem tratadas muitas vezes como um problema estético, que incomoda apenas por deixar os pés com um aspecto desagradável, as rachaduras nos pés podem gerar outros transtornos.

“Entre os problemas gerados pelas rachaduras podemos citar dor e alterações na forma de pisar, o que consequentemente pode trazer distúrbios de coluna e da bacia, além de poder gerar uma porta de entrada para infecções bacterianas”, ensina a especialista.

Principais tratamentos
Por se tratar de um problema que pode surgir em decorrência de outras doenças, antes de começar um tratamento é preciso descobrir causa. “É importante afastar doenças como as micoses ou a psoríase, que devem ser tratadas de modo específico, além de hidratar bem a pele dos pés", reforça.

"Quando a pessoa utiliza muitos calçados abertos é aconselhável mudar pelo menos parcialmente o hábito. Quando a obesidade é um fator importante na formação do ressecamento e das consequentes rachaduras a mudança de hábitos e adequação do peso pode ser de grande auxílio”, destaca Suzy Rabello.

A dermatologista lembra ainda que bem melhor do que remediar, a prevenção continua sendo a melhor opção, pois assim é possível evitar os incômodos causados pelas rachaduras nos pés. Hidratar bem a pele da região é a melhor maneira de prevenir o problema. Vale lembrar, contudo, que, caso as rachaduras não desaparecem com estas medidas, é aconselhável consultar um médico dermatologista.

Chá da Casca do Abacaxi Emagrece? Para Que Serve, Benefícios e Como FazerVocê provavelmente já deve ter comido a polpa d...
11/12/2019

Chá da Casca do Abacaxi Emagrece? Para Que Serve, Benefícios e Como Fazer

Você provavelmente já deve ter comido a polpa do abacaxi ou pelo menos tomado um suco feito com ela, certo? Mas e quanto à casca da fruta? Veja a seguir se é verdade que o chá da casca do abacaxi emagrece, para que serve e como fazer essa bebida com uma parte da fruta que geralmente é descartada.

Aproveite para conhecer também mais receitas com casca de abacaxi light e saudáveis para aproveitar em sua dieta e aprenda a fazer o chá de abacaxi com canela.

Será que o chá da casca do abacaxi emagrece?
Especialistas afirmam que o consumo do chá da casca do abacaxi com gengibre pode ser útil para quem deseja e/ou necessita emagrecer porque juntos, os dois ingredientes dão uma força em relação à aceleração do metabolismo e ao aumento da saciedade.

Entretanto, nada disso significa que o chá da casca do abacaxi emagrece magicamente, esteja ele associado a outro ingrediente ou não. É possível ainda que diferentes pessoas tenham diferentes resultados ao utilizarem a bebida.

Isso porque cada um tem um organismo com suas próprias características e necessidades, além de ter diferentes hábitos de dieta e prática de atividades físicas, fatores que influenciam bastante na questão do peso corporal.

Quem quiser testar a receita para ver se ganha uma ajuda em seu processo de perda de peso tem que estar ciente que, para emagrecer, não deixa de ser essencial seguir toda uma alimentação saudável, equilibrada, nutritiva e controlada.

Além disso, praticar exercícios físicos regularmente também pode contribuir neste sentido porque eles maximizam a queima de calorias. No entanto, para garantir que o processo seja eficiente e seguro, é essencial contar com o acompanhamento do nutricionista na dieta e do educador físico na prática dos treinamentos.

Para que serve – Benefícios do chá da casca do abacaxi
Agora que analisamos se é verdade que o chá da casca do abacaxi emagrece, que tal conhecermos alguns benefícios que já foram atribuídos à bebida?

Veja também:
7 Benefícios do Suco de Abacaxi com Casca - Como Fazer, Receitas e Dicas
5 Receitas de Suco de Berinjela com Abacaxi - Benefícios e Como Fazer
7 Receitas de Suco de Abacaxi com Maçã para Emagrecer
8 Receitas com Casca de Abacaxi - Light e Saudáveis
1. Vitamina C
De acordo com suas informações nutricionais, a casca do abacaxi possui 38% a mais de vitamina C do que a própria polpa da fruta.

Isso é uma boa notícia porque além de ser um antioxidante, a vitamina C também é importante para o tecido conjuntivo, atua nos processos de cura/cicatrização do organismo e contribui com a absorção de ferro.

O nutriente ainda trabalha na formação da proteína utilizada na produção da pele, dos tendões, dos ligamentos e dos vasos sanguíneos e na reparação e manutenção da cartilagem, dos ossos e dos dentes.

2. Digestão
O chá da casca do abacaxi com gengibre pode promover uma melhora no processo digestivo.

Entretanto, não há explicações de como a bebida pode auxiliar neste sentido e nem falas de especialistas ou informações a respeito de pesquisas científicas para embasar essa afirmação.

Além disso, pessoas que sofrem com problemas como a gastrite não devem tomar o chá (outras contraindicações da bebida você confere mais abaixo). Vale a pena consultar o médico antes de consumir o chá para evitar problemas de saúde.

Como fazer – Receitas de chá com a casca do abacaxi
Antes de aprendermos as receitas de chá da casca do abacaxi, precisamos alertar para alguns cuidados que você precisa tomar em relação à higienização da casca da fruta para diminuir os riscos de sofrer uma intoxicação ou contaminação.

É crucial optar por cascas de abacaxis orgânicos e livres de agrotóxicos. O ideal é higienizar a casca da fruta com o hipoclorito hortifrutti, embora a limpeza também possa ser feita com a água sanitária.

1. Chá da casca do abacaxi
Ingredientes:

1,5 l de água;
1 abacaxi grande.
Modo de preparo:

Lavar bem, secar e retirar toda a casca do abacaxi. Colocá-la dentro de um recipiente com a água e deixar de molho dentro da geladeira ao longo de 24 horas; Com o auxílio de um garfo, retirar toda a polpa da casca; Levar a água e a casca do abacaxi para ferver em uma panela por 10 minutos; Coar e servir-se imediatamente.

Atenção: o modo de remoção da casca do abacaxi pode ser utilizado para as próximas receitas.

2. Chá da casca do abacaxi com gengibre
Ingredientes:

1/3 da casca de um abacaxi grande;
1 rodela de gengibre de aproximadamente 4 cm;
3 xícaras de chá de água.
Modo de preparo:

Lavar bem a casca do abacaxi com o auxílio de uma escovinha; Após, juntar todos os ingredientes dentro de uma panela e levar ao fogo para ferver durante 10 minutos; Coar e servir-se imediatamente ou levar à geladeira em um recipiente bem fechadinho para tomar o chá gelado.

Alertamos que o chá não pode ser consumido por mulheres grávidas e por pessoas que sofrem com problemas de estômago.

Cuidados com o gengibre

A mestra em bioquímica Naomi Parks alertou que o chá de gengibre não pode ser consumido por pessoas que sofrem com a diabetes ou mulheres que se encontrem no período de amamentação.

O gengibre também não deve ser utilizado por quem sofre com hipertireoidismo e cálculo na vesícula biliar e crianças, pessoas com enxaqueca, úlceras e alergias não devem abusar da raiz.

O chá de gengibre também deve ser evitado por pessoas que sofrem com a pressão alta. O consumo exagerado da bebida pode provocar efeitos colaterais como gases e inchaço e também pode provocar azia e perturbação estomacal.

Outro possível efeito colateral do gengibre é a vertigem. E se a pessoa alérgica ao gengibre tomar o chá preparado à base da raiz, ela pode experimentar sintomas como desconforto na boca ou no estômago ou erupção cutânea.

A Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos alerta que pessoas que fazem uso de medicamentos diluidores do sangue (anticoagulantes) devem evitar os suplementos de gengibre, e ainda destacou que pessoas com distúrbios hemorrágicos também devem evitar os suplementos de gengibre.

3. Chá da casca do abacaxi com gengibre e hortelã
Ingredientes:

Casca da metade do abacaxi bem lavada e cortada em pedaços de 0,5 cm;
10 cm de gengibre cortado em lâminas;
1 xícara de folhas de hortelã;
Água mineral.
Modo de preparo:

Colocar as cascas do abacaxi e o gengibre dentro de uma panela; Acrescentar a água e levar ao fogo para cozinhar por 20 minutos; Desligar o fogo e coar. Adicionar as folhas de hortelã e servir-se imediatamente.

Cuidados com a hortelã

A hortelã pode provocar efeitos colaterais como azia, alterações no ritmo intestinal como diarreia ou prisão de ventre e reações alérgicas que podem incluir dor de cabeça, ruborização, coceira, urticária na pele e feridas na boca. A segurança do uso da folha da planta em longo prazo é desconhecida.

Ela é contraindicada para gestantes, mulheres que estejam amamentando, crianças com menos de cinco anos de idade e pessoas que sofrem com refluxo grave ou hérnia de hiato.

Outras dicas
O ideal é tomar um chá logo após o seu preparo (não tomar todo o conteúdo preparado de uma vez, pois isso pode ser perigoso para a saúde), antes que o oxigênio do ar destrua os seus compostos ativos. Um chá costuma preservar substâncias importantes até 24 horas depois do preparo, porém, depois desse período, as perdas são consideráveis.

Certifique-se ainda de que os ingredientes que você utilizar no preparo do seu chá sejam de boa qualidade, de boa procedência, orgânicos, frescos, estejam bem limpos e higienizados e não tenham a adição de nenhuma substância ou produto que possa prejudicar a sua saúde. Na hora de comprar a matéria-prima para fazer o chá, verifique ainda que se trata realmente da planta desejada, conferindo o seu nome científico.

O que é dor neuropática e quais os sintomasA dor neuropática é um tipo de dor que resulta de uma lesão no sistema nervos...
10/12/2019

O que é dor neuropática e quais os sintomas

A dor neuropática é um tipo de dor que resulta de uma lesão no sistema nervoso, podendo ser provocada por infecções, como o herpes ou doenças como diabetes, por exemplo, ou resultar de uma disfunção do sistema nervoso. Além disso, a dor pode ser acompanhada por edema e sudorese, alterações do fluxo sanguíneo local ou por alterações dos tecidos, como atrofia ou osteoporose.

Esse tipo específico de dor é causada quando um "curto-circuito" altera os sinais nervosos que são então anormalmente interpretados no cérebro, podendo causar sensação de queimação e outras sensações extremamente dolorosas, estando a dor neuropática classificada como um dos principais tipos de dor crônica. Saiba o que é uma dor crônica e principais tipos.

Esta doença não responde muito bem aos tratamentos habituais para a dor, sendo necessário recorrer a analgésicos de ação central, anticonvulsivantes ou antidepressivos.

O que é dor neuropática e quais os sintomas
Quais os sintomas
A dor neuropática é uma dor intensa nos nervos do corpo que pode ser acompanhada por queimação, agulhadas, choques e hipersensibilidade ao toque, podendo ser acompanhada de formigamento ou adormecimento da região do corpo cujo trajeto nervoso esteja comprometido. No entanto, pode estar envolvido mais de um nervo, levando a uma dor generalizada, que pode afetar o tronco, as pernas e os braços.

A dor também pode ser acompanhada por uma sensibilidade exagerada a estímulos que habitualmente não causam dor, como o contacto com a roupa ou outros objetos, podendo persistir mesmo depois de remover o estímulo doloroso.

A dor pode ser intermitente ou contínua e a sua intensidade pode ser leve a muito intensa, dependendo da causa e dos nervos que estão envolvidos.

Causas da dor neuropática
A dor neuropática pode ser causada por vários fatores como:

Alcoolismo ou deficiência nutritiva, que afetam a função nervosa de forma significativa;
Diabetes mellitus, que afeta principalmente os membros, causando neuropatia diabética periférica;
Problemas nos nervos faciais;
Problemas de tireoide;
Infecções por bactérias ou vírus, como sífilis, herpes ou AIDS por exemplo, que podem afetar os nervos pela libertação de toxinas;
Traumas na medula espinhal, provocadas por acidentes, fraturas ou cirurgias;
Amputação de um membro, em que surge uma dor referida ao membro desaparecido, conhecida por dor do membro fantasma.
Além disso a quimioterapia e doenças como mieloma múltiplo e esclerose múltipla, podem também provocar dor neuropática. Saiba mais sobre a esclerose múltipla.

Como é feito o diagnóstico
Os sintomas ajudam a distinguir a dor neuropática de outros tipos de dor, mas não são suficientes para confirmar o diagnóstico. Assim, é muito importante falar com o médico, que poderá fazer algumas perguntas de forma a saber como é a dor, quando ocorre e com que intensidade, e realizar uma avaliação física ou exames neuromusculares, de forma a determinar quais as regiões neurológicas que estão afetadas.

Qual o tratamento
A dor neuropática normalmente tem cura mas, caso não seja possível, existem tratamentos que podem ajudar no alívio do sofrimento causado pela doença. O tratamento depende da doença que origina a dor neuropática, e consiste em tratar essa doença ou o nervo, e aliviar a dor.

Para isso, podem ser usados medicamentos anticonvulsivantes, como a Carbamazepina, Gabapentina ou Pregabalina por exemplo, que atuam diminuindo a atividade elétrica dos nervos ou inibindo a passagem da dor por determinadas vias nervosas, analgésicos de ação central como o Tramadol e o Tapentadol, que acalmam a dor e diminuem a atividade elétrica dos nervos, ou mesmo antidepressivos como a Amitriptilina e Nortriptilina, que além de aliviar a dor, atuam também na depressão, muito frequente em pessoas com dor na fase crônica.

A fisioterapia, a terapia ocupacional e o uso de estímulos elétricos e térmicos podem também melhorar a função física e ajudar a pessoa a ganhar funcionalidade. Em casos mais graves de dor neuropática, pode ser necessário recorrer a cirurgia.

Descoberto mecanismo de vírus que torna a Leishmaniose mais agressivaPesquisadores da Universidade de São Paulo, a USP, ...
10/12/2019

Descoberto mecanismo de vírus que torna a Leishmaniose mais agressiva

Pesquisadores da Universidade de São Paulo, a USP, identificaram o mecanismo pelo qual o Leishmania RNA vírus, ou LRV, torna esse protozoário mais resistente ao organismo, favorecendo o desenvolvimento da forma mais grave da leishmaniose, a tegumentar, em que há lesões destrutivas nas mucosas e nas vias aéreas, trazendo complicações para a pessoa.

Até o momento já se sabia que esse vírus deixava a Leishmania mais agressiva, no entanto não era conhecido o mecanismo como o vírus possibilitava o desenvolvimento do protozoário. Essa descoberta é muito importante para o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas para a leishmaniose para que seja evitada, assim, formas graves da doença e haja melhora da qualidade de vida da pessoa.

Descoberto mecanismo de vírus que torna a Leishmaniose mais agressiva
O que foi descoberto
O objetivo da pesquisa foi verificar como o protozoário infectado pelo vírus atuava no corpo humano. Para isso, observaram que quando a Leishmania infectada entra no organismo, o vírus ativa uma estrutura presente nas células humanas, chamada de Toll-Like-Receptors 3, ou TLR3, e estimula a produção de Interferon do tipo 1 e regula a sua atividade, favorecendo a replicação e permanência do parasita e destruição das células humanas pelo processo de autofagia.

Isso acontece porque devido à regulação do interferon favorável ao parasita, o organismo teria de produzir o inflamassoma, que é um conjunto de proteínas que atuam contra o agente infeccioso, no entanto o interferon impede a ação do inflamassoma, deixando a pessoa cada vez mais suscetível à infecção.

Dessa forma, foi verificada que a presença do LRV na Leishmania permite o desligamento de vários mecanismos de defesa da pessoa, o que permite o desenvolvimento das formas mais graves da leishmaniose.

Essa descoberta é importante para o desenvolvimento de novas formas de combate da doença, sendo sugerido que as pessoas que são portadoras desse protozoário, além de receberem o tratamento convencional, devem receber o tratamento com medicamentos que impedem a atividade do vírus. No entanto esse medicamento ainda está em processo de investigação.

O que é a Leishmaniose
A leishmaniose é uma doença infecciosa causada pelo protozoário Leishmania sp. que pode ser transmitido pelas pessoas por meio da picada do mosquito do gênero Lutzomyia, popularmente conhecido como birigui ou mosquito-palha.

Os sintomas de leishmaniose variam de acordo com a espécie do protozoário e sistema imunológico da pessoa, além de também depender do fato do protozoário ser portador ou não do LRV. No caso da Leishmania sp. estar infectada pelo vírus, há maior probabilidade da pessoa desenvolver a forma grave da doença, a leishmaniose tegumentar, que é caracterizada pelo aparecimento de lesões abertas na mucosa e cartilagens, principalmente nariz e boca, o que causa dificuldades para falar, respirar e engolir, por exemplo.

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