16/01/2026
A gente cresce ouvindo que errar é fracassar.
Que o erro precisa ser evitado a qualquer custo.
Mas a vida, e a clínica mostram outra coisa.
Ninguém amadurece tentando acertar o tempo todo.
No trabalho, nas relações, na caminhada pessoal, o erro não é o fim do percurso.
Ele é um sinal.
Um convite para olhar de novo, ajustar a rota, amadurecer.
Freud já apontava isso:
é no tropeço que algo do inconsciente aparece.
Aquilo que estava escondido vem à tona para ser visto.
Fora da teoria, acontece do mesmo jeito.
Cada falha revela limites, desmonta a fantasia da perfeição e ensina algo que o acerto nunca ensinaria.
Ser imperfeito não te diminui.
Te humaniza.
E é exatamente essa humanidade
que sustenta qualquer processo verdadeiro de crescimento.