29/12/2025
Um beijo apaixonado vai muito além do contato físico — ele provoca uma verdadeira “conversa química” no cérebro.
Do ponto de vista neurológico, o beijo estimula áreas relacionadas ao prazer, à atenção, à memória afetiva e à criação de vínculos. Nesse processo, há liberação de dopamina, que gera sensação de recompensa; de oxitocina, ligada à confiança e à conexão emocional e, ao mesmo tempo, uma diminuição do cortisol, hormônio associado ao estresse.
Essa combinação de reações tem um efeito poderoso: ela interrompe o funcionamento automático do cérebro e traz a pessoa para o momento presente.
Não se trata apenas de romantização ou atração passageira, mas de um processo biológico que promove conexão, regulação emocional e fortalecimento dos laços afetivos.
Em termos práticos, um beijo intenso altera o estado interno do organismo.
E quando esse estado muda, a forma de viver e sentir o momento também se transforma.
Isso é comportamento humano.
Isso é neurociência em ação no campo do afeto.
Então… bora beijar, minha gente 😁
Fabiana Stella
Psicóloga CRP 09/7918
*Terapia On-line Para Adultos.