Dra. Vanessa Aoqui

Dra. Vanessa Aoqui Dra. Vanessa Aoqui
Nefrologista | CRM/SP 162.240 | RQE 73.462
Especialista pela USP-RP. Consultório em Araçatuba/SP.
📍 Rua Bandeirantes, 454.

Existe uma fase da doença renal em que o corpo ainda consegue continuar funcionando, mas já não consegue filtrar o neces...
29/05/2026

Existe uma fase da doença renal em que o corpo ainda consegue continuar funcionando, mas já não consegue filtrar o necessário. Esse processo costuma ser muito mais silencioso do que as pessoas imaginam.

Os rins não servem apenas para “produzir urina”. Eles funcionam como um sistema contínuo de equilíbrio interno. Filtram resíduos metabólicos, eliminam excessos, regulam eletrólitos, ajudam no controle da pressão e participam de mecanismos que mantêm o organismo funcionando em harmonia.

Quando os rins começam a perder eficiência, o organismo tenta compensar. Você continua trabalhando e seguindo a sua rotina, mas pequenas substâncias que deveriam ser eliminadas se acumulam lentamente na circulação, provocando aos poucos uma sobrecarga metabólica silenciosa.

Na nefrologia, não esperamos apenas sintomas intensos para agir, observamos tendências, sinais discretos e alterações laboratoriais que mostram quando o corpo está em desequilíbrio. Em muitos casos, identificar as alterações em fase inicial pode ser o diferencial para manter a saúde dos seus rins .

Agende sua avaliação e cuide da sua função renal de forma preventiva e segura.

Dra. Vanessa Aoqui
Médica Nefrologista
CRM-SP 162.240 | RQE 73.462

Duas pessoas, da mesma idade, podem beber a mesma quantidade de água, ter hábitos semelhantes e ainda assim apresentarem...
28/05/2026

Duas pessoas, da mesma idade, podem beber a mesma quantidade de água, ter hábitos semelhantes e ainda assim apresentarem riscos diferentes para formar cálculos renais.
Porque cada corpo humano lida com a produção de sais de uma maneira.

Existe uma combinação complexa entre genética, metabolismo, alimentação, funcionamento intestinal, perfil hormonal, composição urinária e capacidade renal de equilíbrio, que determina como cada pessoa concentra substâncias dentro da urina.

Na prática, isso significa que alguns organismos criam um ambiente muito mais favorável para a cristalização. Existem pacientes que naturalmente eliminam mais cálcio pela urina, mesmo sem consumo em excesso, outros apresentam maior produção de ácido úrico. Alguns possuem alterações metabólicas que reduzem substâncias protetoras urinárias, como o citrato, responsável por dificultar a agregação de cristais. Há ainda organismos mais sensíveis ao excesso de sódio, o que modifica diretamente a excreção urinária de cálcio e aumenta o risco de litíase renal.

Por isso, “pedra nos rins” raramente é apenas uma questão de “beber pouca água”. Em muitos casos, ela representa um comportamento metabólico específico. E talvez esse seja um dos maiores erros na prevenção dos cálculos renais: tratar todas as pessoas como se reagissem iguais.

Na nefrologia, investigar cálculo renal vai além de identificar a "pedra", significa entender o ambiente interno que permitiu que ela fosse formada.

Dra. Vanessa Aoqui
Médica Nefrologista
CRM-SP 162.240 | RQE 73.462

22/05/2026

Você sabe o que o seu exame de creatinina diz sobre a sua saúde renal?

Esse teste simples de sangue é um dos principais parâmetros para avaliar o funcionamento dos seus rins. De forma geral, quando a função renal diminui, os níveis de creatinina no sangue tendem a subir.

No entanto, o resultado nunca deve ser interpretado de forma isolada. Fatores como idade e quantidade de massa muscular influenciam diretamente nesse número. Além disso, uma dúvida muito frequente no consultório é se o uso de suplementos como a creatina pode alterar o exame: a resposta é sim. O consumo de creatina pode elevar os níveis de creatinina no sangue, sem que isso signifique, necessariamente, uma lesão nos rins.

É por isso que duas pessoas com o mesmo valor de creatinina podem ter realidades renais completamente diferentes.

Quer entender melhor os seus exames e garantir a segurança da sua saúde? O acompanhamento regular com o nefrologista é o caminho mais seguro para a prevenção.

Dra. Vanessa Aoqui
Médica Nefrologista
CRM-SP 162.240 | RQE 73.462

21/05/2026

Você costuma ignorar o inchaço nas pernas achando que é apenas cansaço ou má circulação?

Quando os rins não conseguem filtrar o sangue de maneira eficiente, o organismo retém líquidos. Esse acúmulo tende a se concentrar nos membros inferiores e, em alguns casos, no rosto.

Como a maioria das condições renais se desenvolve de forma silenciosa, o inchaço frequente não deve ser negligenciado. Se ele vier acompanhado de fadiga, pressão alta ou falta de ar, a avaliação médica se torna indispensável.

Identificar as alterações em estágio inicial é fundamental para um tratamento eficaz, evitando complicações.

Dra. Vanessa Aoqui
Médica Nefrologista
CRM—SP 162.240 | RQE 73.462

20/05/2026

Muitos de nós estamos destruindo nossos rins sem perceber… Será que você está cometendo esses erros?
O consumo excessivo de sal e até o uso de medicamentos sem orientação podem afetar muito seus rins, principalmente se você tem hipertensão.

Esses hábitos sobrecarregam os rins ao longo do tempo e aumentam o risco de problemas renais, muitas vezes sem que a pessoa perceba. E o pior é que, no início, não sentimos nada. Só quando o dano é grande é que aparecem sintomas.
Cuidar dos rins pode ser fácil com prevenção. Mantenha os exames em dia e vá ao nefrologista para garantir que está tudo certo!

O maior problema das doenças renais é que elas costumam evoluir em silêncio.
Excesso de sal, pressão alta descontrolada e uso frequente de medicamentos sem orientação podem sobrecarregar os rins durante anos sem causar sintomas claros.
E quando o corpo finalmente avisa, muitas vezes o dano já aconteceu.
Cuidar dos rins não começa quando aparecem sintomas. Começa antes.
Se você tem hipertensão, diabetes ou histórico familiar, manter seus exames em dia faz diferença.

Dra. Vanessa Aoqui
Médica Nefrologista
CRM-SP 162.240 | RQE 73.462

11/05/2026

Quando os rins não estão funcionando bem, o corpo acumula toxinas, e isso afeta não só a função renal, mas também o sistema digestivo. O resultado? Enjoo, azia e aquele gosto metálico persistente.

Esses sinais podem ser confundidos com outras condições, mas se você os estiver sentindo sem explicação clara, não ignore. Isso pode ser um indicativo de que os seus rins estão comprometidos.

Se esses sintomas persistirem, procure um nefrologista. O diagnóstico precoce faz toda a diferença para cuidar da sua saúde renal e prevenir complicações.

Dra. Vanessa Aoqui
Médica Nefrologista
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Existe algo muito bonito em perceber a vida seguindo em forma de amor.Um dia filha, aprendendo sobre cuidado através dos...
10/05/2026

Existe algo muito bonito em perceber a vida seguindo em forma de amor.

Um dia filha, aprendendo sobre cuidado através dos gestos mais simples.
Hoje mãe, descobrindo diariamente novas formas de amar.

Feliz Dia das Mães para quem transforma afeto em presença 🤍

Você sabia que a injúria renal aguda (IRA) e a doença renal crônica (DRC) são bem diferentes, principalmente no que diz ...
29/04/2026

Você sabia que a injúria renal aguda (IRA) e a doença renal crônica (DRC) são bem diferentes, principalmente no que diz respeito à velocidade de instalação?

A injúria renal aguda se instala subitamente, em questão de horas ou dias. Seus sintomas surgem de forma abrupta, e pode ou não haver diminuição da urina, bem como inchaço nas pernas e tornozelos. A boa notícia é que, quando tratada rapidamente, ela pode ser reversível.

Já a doença renal crônica é um processo lento e progressivo, que muitas vezes não causa sintomas evidentes até que a função renal esteja bastante comprometida. Ela se desenvolve ao longo de meses ou anos e é irreversível.

Por isso, é importante ficar atento: se você tem histórico de hipertensão, diabetes ou outros fatores de risco, consultar um nefrologista regularmente é essencial para evitar complicações graves no futuro. Não espere os sintomas surgirem!

Dra. Vanessa Aoqui
Médica Nefrologista
CRM-SP 162.240 | RQE 73.462

TFGe baixa no idoso nem sempre significa doença renal. Esse é um dos erros mais comuns na interpretação de exames. Com o...
23/04/2026

TFGe baixa no idoso nem sempre significa doença renal. Esse é um dos erros mais comuns na interpretação de exames.

Com o envelhecimento, os rins naturalmente perdem parte da sua função. Por isso, olhar apenas o valor da TFGe pode levar a conclusões equivocadas.

O que realmente importa:
• A TFGe isolada pode enganar
• A presença de proteinúria muda o risco
• A evolução ao longo do tempo é mais importante que um valor único

Ou seja: não é só o número, é o contexto clínico.

Em muitos idosos, uma TFGe reduzida pode ser apenas reflexo do envelhecimento, e não de doença ativa.

Você também já interpretou TFGe isoladamente?

Dra. Vanessa Aoqui
Médica Nefrologista
CRM-SP 162.240 | RQE 73.462

16/04/2026

A prioridade no transplante renal segue critérios técnicos definidos pelo Sistema Nacional de Transplantes.

Não é uma escolha subjetiva, é um processo regulamentado.

Você sabia desses critérios?

Dra. Vanessa Aoqui
Médica Nefrologista
CRM-SP 162.240 | RQE 73.462

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