30/03/2026
De verde e rosa, bem no estilo Padrinhos Mágicos, realizando desejos (e superando limites!) 💚💖
Durante anos, foi minha inspiração na corrida e eu era quem a esperava na linha de chegada. Esse ano era para ser diferente: tínhamos um plano. Mas logo na largada, a muvuca nos separou. Bateu o medo, porque ela sempre foi meu amuleto da sorte.
Sorte a minha que estava com outros dois anjos no caminho, Alexandra e Gilmara. E foi a Alexandra que, depois da temida ladeira do cavalinho, avistou a Lili. Ali eu voltei a acreditar.
Dali para frente foi ombro a ombro. Ela, com toda a sua experiência, me guiando. Mandou curtir a energia, mas também puxou minha orelha para focar. No km 20, veio o choque de realidade: “Acabou a brincadeira, se concentra. Se quer entregar dentro da meta, vai precisar ir de corpo e alma” (última foto me entrega k*k).
Doía respirar, a perna já não existia, vi gente caindo e parando com cãibras ao meu lado. E a Lili só repetia: “Se entrega, vai que está acabando!”.
A corrida dizem ser um esporte individual, mas é o mais coletivo que conheço. Eu não teria conseguido sem você, amiga. Obrigada por acreditar em mim quando eu mesma duvidei. Já comecei com o sarrafo alto, que venham os próximos quilômetros e histórias para dividirmos! 🏁✨
❤️