Psico Educa Acompanhamento Escolar e Psicopedagógico

Psico Educa Acompanhamento Escolar e Psicopedagógico Acompanhamento Pedagógico e Psicopedagógico HOME CARE
Cada criança possui seu “tempo de aprendizado”. Cada criança possui seu “tempo de aprendizado”.

Acompanhamento Pedagógico , Psicopedagógico Clínico e Coaching Kids e Teens.

12/03/2018

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Papai ,mamãe e educadores, convido vocês a conhecerem um pouco sobre o Coacing Kids e Teens.O processo de Coaching Infan...
06/10/2017

Papai ,mamãe e educadores, convido vocês a conhecerem um pouco sobre o Coacing Kids e Teens.

O processo de Coaching Infantil, pode ocorrer através da orientação a pais com crianças a partir de 2 anos e por meio de processo formal de Coaching com crianças a partir de 8 anos de idade até os 13 anos, por meio de sessões presenciais e estruturadas conduzidas por um Coach habilitado e com a participação dos pais ou cuidadores.

O processo não visa somente atingir os objetivos traçados, mas ajuda a família a se reconectar e alterar o sistema que foi constituído até então, favorecendo novos entendimentos e novas atitudes que a levam de onde se encontra para onde ela quer estar e precisa ir, buscando formas mais produtivas e funcionais. Ajuda a criança a gerenciar seus sentimentos de forma mais apropriada, trazendo-lhe um maior grau de entendimento a respeito de suas experiências e levando-a a ser mais saudável, feliz e adaptada para que se sinta melhor no mundo.

6 razões pelas quais o
Método KidCoaching dá tão certo!

1-Ele desenvolve um objetivo
claro com a criança!

O que família junto com sua criança deseja obter
com o Método KidCoaching?

2-Julgamentos?
Aqui não!

O KidCoach jamais diz o que deve ser feito! Ele favorece
o surgimento de novas atitudes e respostas adequadas à
realidade singular de cada família, através de uma
metodologia estruturada e de ferramentas lúdicas e
apropriadas ao universo infantil.

3-Ele ajuda a criança a desenvolver
um novo padrão comportamental!

O KidCoach, através de técnicas específ**as, facilita
o entendimento da criança acerca de si mesma e do ambiente
que a cerca para que ela possa criar maneiras mais assertivas
e criativas de lidar com a sua realidade.

4-Ajuda para que habilidades da criança venham à tona e prosperem!

Quais são as habilidades que faltam na criança para que ela atinja seus próprios objetivos e esteja perto daquilo que deseja para sua vida? Através de técnicas criadas para o universo infantil, o KidCoach estimula o desenvolvimento dessas habilidades
5-Rompe crenças
limitantes

Crenças limitantes são desafiadas para dar lugar a pensamentos alavancadores e a novas atitudes, tanto para a criança, quanto para a família.

6-Desenvolve o sentido de
autorresponsabilização!

O KidCoach propulsiona uma maior percepção da
criança sobre si mesma e sobre o seu protagonismo na
própria vida. Dessa forma, ela f**a hábil em se posicionar
e manter um papel ativo frente àquilo que experimenta e vive.

Wylksa Barros Life Coach For Kids e Teens.

28/08/2017

Orientação Vocacional e o Coaching


Entre os 17 e 18 anos, a maioria das pessoas se deparam com um dilema: que carreira seguir? Qual curso universitário escolher? Humanas, Biológicas ou Exatas? Ou quem sabe um curso técnico? Afinal, qual caminho seguir? A fase é de transição, saindo da adolescência e entrando na fase adulta, as responsabilidades e decisões a serem tomadas aumentam. A escolha da carreira a ser seguida é decisiva, irá determinar os rumos da sua vida nos próximos anos, uma decisão errada poderá comprometer seu tempo e suas expectativas. Em momentos assim, ter uma orientação vocacional contribui de forma positiva na tomada de decisão dos futuros profissionais.

Em busca da vocação perdida

Existem pessoas que parecem que já nasceram com certas habilidades e predisposições para determinadas áreas. Quando chega o momento decisivo, elas já tem certeza do que vão fazer. Porém, a grande maioria não tem esse privilégio e dúvidas a respeito da carreira profissional são sempre comuns.

A busca por um horizonte profissional pode ser bastante complicada e estressante, principalmente quando não se tem ideia do que fazer. Para encontrar respostas, deve-se levar em conta alguns fatores, como: conhecer a si mesmo, suas próprias habilidades e capacidades, e ainda ter o conhecimento do mercado de trabalho e sobre desenvolvimento da carreira a qual tem interesse. Além disso, é importante ter uma atitude pró-ativa em relação à busca por encontrar a sua área de atuação. Pesquise sobre carreiras que demonstre algum interesse e procure conversar com profissionais que atuem nessas áreas. Te**es e orientações vocacionais sempre ajudam bastante quem ainda está em dúvida.

Orientação Vocacional

Esse programa funciona como uma bússola para encontrar o horizonte profissional. A técnica ajuda, antes de tudo, aos estudantes descobrirem quais os seus talentos e interesses. Além disso, essa orientação indica quais são os cursos que mais tem relação com o perfil de cada um. Os processos de orientação vocacional ajudam os estudantes a definirem quais são as carreiras profissionais que mais tem relação com o estilo de vida almejado por eles.

Coaching Vocacional

O Coaching é um ótimo método de Orientação Vocacional, pois conduzirá o jovem nessa fase da vida, levando-o a descobrir o que realmente o interessa, e o que vai atender suas expectativas atuais e futuras, tanto profissionais como pessoais. E o Instituto Brasileiro de Coaching tem a formação ideal, para os jovens que estão nessa fase. No processo de Coaching o jovem será levado, através de questionamentos, a descobrir sua missão de vida e seus valores, ao conhecimento e desenvolvimento de capacidades e habilidades.

Além de ser estimulado a responder algumas questões como: O que quer para o futuro? Como se vê daqui a 5, 10 anos? Qual estilo de vida quer levar? Quais as expectativas perante o mundo? Qual a importância que quer ter na sociedade? Durante o Coaching, ele entrará em um processo de auto conhecimento e será levado a descobrir o que realmente interessa, o que desperta sua curiosidade, ou seja, aquilo que lhe dará o prazer de realizar.

O Coaching não é consultoria, pois o profissional Coach não dará respostas ao jovem, na Orientação Vocacional, e sim fará através de perguntas com que o jovem encontre dentro de si respostas para os questionamentos apresentados. A vantagem da Orientação Vocacional com Coaching é que o jovem entrará em um processo de evolução contínua, e além de estar desenvolvido para se especializar na profissão a qual escolher, ele também terá adquirido técnicas e ferramentas para se desenvolver como profissional ao longo de sua carreira.

EXISTEM MILHARES DE PAIS PREOCUPADOS COM A CARREIRA DOS SEUS FILHOS,E EXISTEM JOVENS INDECISOS.COM ISSO,O COACH USA FERRAMENTAS E METODOLOGIAS PARA AJUDAR ESSES JOVENS.

11/07/2017
Como ocorre a intervenção psicopedagógica ?O psicopedagogo pode atuar de duas formasA intervenção do Psicopedagogo pode ...
25/05/2017

Como ocorre a intervenção psicopedagógica ?

O psicopedagogo pode atuar de duas formas

A intervenção do Psicopedagogo pode ser de forma preventiva, a qual detecta as dificuldades e promove sugestões metodológicas, orientação vocacional, educacional e ocupacional ou de forma terapêutica. Seja em escolas, identif**ando alunos com dificuldades ou em hospitais, elaborando diagnósticos das pessoas internadas. Também pode trabalhar em centros comunitários, em consultórios ou orientando pessoas quanto ao processo de aprendizagem . Em contrapartida, numa linha terapêutica a função é tratar a dificuldade de aprendizagem , diagnosticando e desenvolvendo técnicas remediativas.

A partir do estudo da origem da dificuldade em aprender, o psicopedagogo desenvolve atividades que estimulam as funções cognitivas que não estão ativadas no paciente e a questão afetiva e social. O Psicopedagogo contribui para a construção da autonomia e independência, através da relação com “como eu aprendo” e “como me relaciono com o saber”. Durante as sessões com o psicopedagogo , os recursos como jogos, livros e computador, tem a finalidade de descobrir os estilos de aprendizagem do paciente: ritmos, hábitos adquiridos, motivações, ansiedades, defesas e conflitos em relação ao aprender. O Psicopedagogo tem a função de auxiliar o indivíduo que não aprende a se encontrar nesse processo, além de ajudá-lo a desenvolver habilidades para isso.

🔜 Wylksa Barros
Psicopedagoga Clínica
CBO :2394-25 🔚

24/05/2017

Pais superprotetores: quando é demais?
Quando a proteção virou superproteção e já está encaminhando-se para obsessão será fácil perceber? E que sinais dirão que não é apenas demonstração de amor?

Proteger é uma atitude que a maioria dos pais tem com seus filhos e cônjuge, mas quando isso torna-se exagerado, gerando conflitos e um sentimento de perseguição e aprisionamento?

O excesso de cuidados pode tornar-se uma doença que prejudica a convivência e integração familiar, os pais têm que saber dosar e equilibrar os cuidados com os filhos, para que isso não vire uma síndrome obsessiva.

Existem 2 tipos mais conhecidos de superproteção: a simbiótica e a parasitária, a primeira é quando mãe e filho não conseguem separar-se, a outra é quando a mãe tem dependência de estar grudada onde o filho estiver, isso pode ser na escola, nas aulas de esportes, na faculdade... Chega-se a um extremo em que a mãe chega a seguir o filho mesmo sem ele saber.

Então como podemos verif**ar se esta superproteção não está prejudicando toda família e como resolver este problema que já tornou-se uma obsessão? Vamos abordar alguns pontos sobre este assunto. Vamos lá?

1- Comportamento

Alguns comportamentos devem ser avaliados com cuidadosa reflexão.

Medo dominador de que os filhos se machuquem brincando.

Seus filhos vão querer e precisarão brincar. Algumas vezes vão se machucar, arranhar o joelho, machucar o pé, mas é totalmente normal. Crianças e jovens pulam, correm, se penduram nas coisas e é totalmente comum vez ou outra machucarem-se, mas também sua recuperação é rápida, pois são jovens, bem nutridos e cheios de energia, então não é necessário os pais agirem cheios de cuidados exagerados. Há mães que só deixam seus filhos brincarem como numa bolha, até mesmo dentro de casa, longe de todo e qualquer objeto; determinar horas, locais e espaços adequados para que eles brinquem é saudável e importante, mas exagerar em algumas medidas é perigoso.

Medo constante de que algo ruim aconteça com o filho/a.

Fazer as responsabilidades de seu filho no lugar dele/a, como fazer as tarefas, escovar seus dentes (falamos disso quando a criança já possui maturidade suficiente para executar essas ações sozinha), cortar seu bife, colocar comida na boca dele/a, dar banho, trocar a roupa, amarrar os cadarços, etc. Geralmente os pais os tratam como se fossem bebezinhos que não têm nem a fala nem coordenação motora desenvolvida para desempenharem esse papel sozinhos.

Pais que falam de modo infantil com o filho, fazendo ruídos estranhos.

Pais que enchem seus filhos de elogios com o intuito de convencê-los das coisas que eles como pais querem que eles executem.

Proibição de passeios escolares, já que eles não poderão estar presentes.

Toda atitude controladora em demasia que sufoca e impede o desenvolvimento e a independência dos filhos, pode ser denominada obsessão.

Obsessão

, segundo o dicionário signif**a, perseguição, mania, ideia fixa, impertinência, alienação, transtorno, compulsão, embirração, doidice, extravagância, inoportuno, entre tantos outros.

2- Como isso afeta os filhos?

Geralmente quando os filhos são criados com base nas descrições citadas, é comum que tornem-se pessoas inseguras, inquietas ou quietas demais, indivíduos que tenham muito medo, que não consigam se socializar bem, ou tornem-se pessoas revoltadas ou agressivas, sem gostar de obedecer regras e valorizar o tempo em família, cada pessoa pode ter reações bem diferentes. Em vez de haver uma aproximação com a família, pode desenvolver desejo de isolamento familiar.

Tudo isso pode ser evitado com uma proteção cuidadosa, mas, equilibrada; os filhos precisarão aprender, andar com suas próprias pernas, trabalhar, para que consigam enfrentar os desafios do mundo quando os pais não estiverem mais por perto.

3- Sentimento de culpa

Sentimento esmagador de culpa pelas falhas dos filhos. É claro que nem sempre eles vão acertar, nem sempre vão tirar nota 10 nas matérias, mas os pais tem que entender que falhar faz parte do processo de aprendizagem da criança, jovem ou adolescente, não há necessidade dos pais se autoafligirem ou f**ar em um processo chamado punição mental, onde toda hora criticam a si mesmos, dessa forma não há harmonia, paz interior e nem estará ajudando seu filho a superar as falhas.

4- Síndrome do ninho vazio

É uma síndrome conhecida por fazer sofrer em excesso quando o filho/a está ausente. Essa síndrome é marcada por sentimentos de inutilidade e vazio que tomam conta de pais e mães que constroem suas vidas baseados na dependência maternal ou paternal e sentem-se perdidos diante da ausência deles, como se não tivessem mais objetivos na vida; isso acontece muito quando eles casam ou saem para viajar ou a trabalho.

5- Sintomas a ser cuidados

Muita ansiedade.

Angústia.

Falta de sono constante por medo de algo ruim acontecer.

Pensamentos negativos a todo instante de que se não ligaram é porque foram atropelados, desmaiaram na rua, se feriram ou estão no hospital.

Insegurança.

6- O que fazer?

Controlar-se em primeiro lugar.

Evitar f**ar ligando de uma em uma hora para saber onde estão, o que estão fazendo e com quem estão.

Conversar bastante sobre suas dificuldades tanto com o cônjuge, como com os filhos, se já tiverem idade para compreender e ajudar.

Permitir que eles se ausentem de sua presença para ir a passeios, acampamentos, e desenvolver outras atividades como esportes que os ajudem em seu desenvolvimento social.

Permissão para namorar na idade recomendada, de preferência a partir dos 16 anos que é quando os jovens já estão mais amadurecidos para compreenderem regras, direitos e deveres.

Os pais devem dar as ferramentas para que os filhos desenvolvam as próprias defesas e façam escolhas.

Os pais precisam demonstrar que confiam em seus filhos.

Orientar, não manipular.

Se houver muita dificuldade em resolver esse problema que virou obsessão, o mais indicado é procurar ajuda de um profissional na área de psicologia que vai lhe orientar a como vencer esses desafios interiores.

O essencial é cuidar com amor; superproteção com base em obsessão não faz bem. Hábitos simples, com ternura e compreensão de todos, fortalece as famílias, ajuda a superar as barreiras e lutar para o melhor, lembrando que o primeiro passo é reconhecer e o segundo, mudar!

7- Equilíbrio

Ter equilíbrio na vida sob qualquer aspecto é um bem a ser encontrado. Autotortura, ansiedades extremas, compulsões, obsessões, não é bom nem saudável. Qualquer pessoa pode buscar mais qualidade de vida por meio simples, como:

Condicionamento da mente.

Eliminando velhas manias que são prejudiciais

Fazendo exercícios físicos ou aeróbicos que ajudam a extravasar as tensões e traz mais sensação de bem-estar.

Conversando com amigos sobre o problema.

Com passos simples, mas determinados, é possível vencer medos e dificuldades e buscar esse equilíbrio que torna a vida de todos melhor.

Provérbios 16:3. É Deus quem me sustenta...  Boa sexta-feira!
03/03/2017

Provérbios 16:3.
É Deus quem me sustenta...
Boa sexta-feira!

Atendimento Psicopedagógico. Avaliação Atividades terapêuticas Atividades de estímulo cognitivo e sensorial Atendimento ...
02/03/2017

Atendimento Psicopedagógico.
Avaliação
Atividades terapêuticas
Atividades de estímulo cognitivo e sensorial
Atendimento a crianças, jovens, adultos e idosos.

Ninguém vai mal na escola porque quer. Procure ajude profissional!
27/02/2017

Ninguém vai mal na escola porque quer. Procure ajude profissional!

17/02/2017

SOBRE O TDAH!

7 coisas que uma criança com TDAH gostaria que você soubesse
Um dos maiores desafios de quem tem TDAH é fazer as pessoas que estão ao redor entenderem suas dificuldades. O TDAH é um transtorno invisível, não existe nada aparente em quem o possui. Logo, as crianças com este diagnóstico são frequentemente rotuladas de preguiçosas, bagunceiras, teimosas, desobedientes, etccriança com TDAH
Vamos mudar essa visão? Inspirada na convivência diária com meu filho, aqui vão 7 coisas que as crianças com TDAH gostariam que você soubesse:
A luta é constante! Não é nada fácil tentar o tempo todo acompanhar as outras pessoas, pensar e agir como os outros, não parecer diferente.
Eu não consigo parar! Não é algo controlável. Meu corpo e minha mente estão em hiperatividade o tempo todo.
Eu não sou preguiçoso! Simplesmente não consigo dar conta de todas as expectativas que colocam sobre mim.
Eu me preocupo muito! Sei que às vezes parece que eu não estou nem aí, mas sempre penso o que posso estar esquecendo, se fiz algo de errado, se te decepcionei…
Eu sou muito inteligente! Dê-me um voto de confiança e ainda vou te surpreender. Só preciso de pessoas que acreditem em mim ao meu redor.
Tente enxergar minhas habilidades! Tirar o foco daquilo que eu não consigo fazer talvez faça você perceber meus pontos fortes.
Aceite-me como sou! Preciso de ajuda, incentivo, respeito, amor. E ser aceito!

↪️‘Síndrome do Imperador’: Crianças mandonas e autoritárias. ↩️Você sabe o que é a ‘Síndrome Imperador’?As mudanças sóci...
13/01/2017

↪️‘Síndrome do Imperador’: Crianças mandonas e autoritárias. ↩️

Você sabe o que é a ‘Síndrome Imperador’?
As mudanças sócio-culturais das últimas décadas têm preparado o terreno para o surgimento de alguns comportamentos disfuncionais nas crianças. Um conjunto de atitudes e comportamentos que mais preocupam os pais é quando a criança se torna o mestre indiscutível da família, submetendo os outros membros da família às suas necessidades e caprichos.Os ´´filhos imperadores´´ escolhem a comida que vai ser feita, onde a família vai passar as férias, o vai ser visto na televisão, a hora de ir dormir ou realizar outras atividades, e assim por diante. Para atingir os seus fins, gritam, ameaçam e agridem fisicamente e psicologicamente seus pais. Pode-se dizer que o seu nível de amadurecimento no campo da empatia (capacidade de se colocar no lugar da outra pessoa) é subdesenvolvido. Por esta razão, parecem ser incapazes de experimentar sentimentos como o amor, a culpa, o perdão e a compaixão.
🔸Síndrome do Imperador: Entrando na mente da criança autoritária
Esse fenômeno tem sido chamado de “Síndrome do Imperador”, uma vez que as crianças imperadoras estabelecem padrões de comportamento para satisfazer os seus caprichos e exigências acima da autoridade de seus pais ou responsáveis. Quem não cumprir as exigências da criança é vítima de birras ultrajantes e, até mesmo, agressão. A violência que os filhos exercem contra seus progenitores, aprendendo a controlá-los psicologicamente, resulta no êxito em fazê-los obedecer e realizar os seus desejos. Esta característica da personalidade destas crianças também foi apelidada de “filhos ditadores”, devido ao seu domínio incontestável na família.

🔸Crianças Imperadores são facilmente distinguíveis: geralmente mostram traços de personalidade egocêntricas e têm pouca tolerância à frustração: não aceitam que suas exigências não sejam atendidas. Essas características não passam despercebidas na família, e muito menos na escola, onde as suas exigências podem ser menos satisfeitas. São crianças que não aprenderam a se controlar, nem regular os seus sentimentos e emoções. Elas têm a experiência necessária para saber quais são os pontos fracos de seus pais, a quem acabam manipulando com ameaças, ataques e argumentos inconstantes.

🔸Causas Psicossociais da Síndrome do Imperador
Muitos psicólogos e psicopedagogos têm enfatizado que um dos fatores que podem levar a criança a adquirir padrões de comportamento da Síndrome do Imperador é a escassez de tempo para os pais educarem e estabelecer normas e limites para sua prole. Necessidades econômicas e um mercado de trabalho instável não oferecem aos tutores o tempo e espaço necessários para a criança, ocasionando um estilo educacional culpabilizante, e por isso f**am propensos a concordar e superproteger seus filhos.
Também se pode observar nessas crianças uma falta de hábitos afetivos familiares, negligenciando a necessidade de brincar e interagir com as crianças. Socialmente, um dos problemas que serve de base para o comportamento egocêntrico, é a atitude ultra-permissiva dos adultos com relação às crianças.

🔸Diferenciando Autoridade de Autoritarismo
O estilo educativo predominante há décadas atrás se baseava no autoritarismo: Os pais gritavam, ditavam ordens e exerciam um controle punitivo sobre o comportamento das crianças. De certa forma, por medo de caírem nesse estilo de educação que muitos sofreram na própria carne, o estilo educativo atual deslocou-se para o extremo oposto: a ultra-permissividade.
Por isso, é importante lembrar que autoridade não é o mesmo que autoritarismo: os pais devem exercer um grau inteligente e controlado de autoridade, de maneira saudável e se adaptando às necessidades educacionais e evolutivas de cada criança.
A cultura do vale tudo: a ética do hedonismo e consumismo
Quando falamos de estilos de educação e ensino para os nossos filhos, devemos lembrar da influência determinante dos valores morais da sociedade como um todo, uma vez que esta forma de superestrutura ética compartilhada incentiva certos vícios e/ou virtudes na atitude da criança. A atual cultura consumista usa a bandeira do hedonismo como valor inalienável. Isso entra em conflito com qualquer tipo de imposição interna ou externa de responsabilidade sobre as próprias ações e com a cultura do esforço. Se esses valores não forem bem geridos e conduzidos, a criança aprende erroneamente que o seu direito de se divertir ou fazer o que quiser pode sobrepor o direito dos outros de ser respeitado, e perder a noção de que as recompensas exigem um esforço anterior.

🔸Educação familiar e escolar
Os pais hesitantes, que exercem uma educação passiva e relaxada, não estabelecem limites de referência para a conduta dos filhos, permitindo a réplica, cedendo à chantagem e sendo vítimas até de agressões verbais e físicas.
O sistema de ensino também está saturado. Enquanto os pais perdem toda a sua autoridade, os professores estão na posição de estabelecer limites para crianças que foram educadas para desobedecer e desafiar em prol de suas demandas. Chega-se ao ponto em que o professor que tenta estabelecer normas, recebe reclamações de pais que não permitem que qualquer pessoa exerça autoridade sobre seus filhos. Isso reforça e fortalece as atitudes da criança imperador.
A criança imperador na adolescência
Na adolescência, as crianças imperadores consolidaram seus padrões comportamentais e morais, sendo incapazes de conceber que alguma autoridade externa possa impor limites. Em casos graves, podem chegar a agredir seus pais, sendo uma queixa cada vez mais frequente em delegacias de polícia. Na verdade, são as mães que mais sofrem, comparativamente, agressões e abusos por parte de seus filhos.
Cimentando a boa educação desde a infância
Os psicólogos e psicopedagogos concordam que é imprescindível definir uma base sólida na educação das crianças. Para educar futuros filhos, adolescentes e adultos saudáveis, livres e responsáveis, não devemos abrir mão da demarcação de limites claros, permitindo que a criança experimente algum grau de frustração para entender que o mundo não gira em torno do seu ego.


Psicopedagoga Wylksa Nunes Barros.

Endereço

Rua Sadoc Correia
Araguaína, TO
CEP77826-604

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