19/04/2020
Você sente dor atrás do pescoço? Nesse período de isolamento social e de home office essa dor pode aparecer com mais frequência. Esse desconforto chama-se cervicalgia. E quando essa sensação incômoda inventa de irradiar pelo braço, pelo antebraço e pela mão, o mal-estar vem em dobro e esse problema é classif**ado de cervicobraquialgia. Trata-se de uma inflamação que geralmente surge por causa da carga excessiva e dos esforços a que a nossa coluna cervical é submetida no dia a dia.
Cervicalgia é causa comum de dor na população geral acometendo em torno de 67% a 70% de indivíduos adultos em algum momento de sua vida, sendo que as mulheres têm maior probabilidade do que os homens de desenvolver dores cervicais e de sofrer com problemas cervicais persistentes. O uso de computadores e a sobrecarga de trabalho estão associados ao aumento de sintomas cervicais.
Sintomas comuns da cervicalgia
– Dores na região do pescoço, ombros e cabeça.
– Dificuldades para movimentar o pescoço.
– Sensação de peso nos ombros.
Além dos sintomas descritos acima, se você sentir fraqueza nos membros e formigamento por mais de quatro semanas, procure atendimento médico.
Com relação ao tratamento fisioterapêutico, vai depender do estado do paciente e da avaliação feita pelo profissional. Às vezes um simples repouso e retirar a causa da sobrecarga já resolve, mas se as dores estiveram acima do tolerável e causarem incapacidade física, o profissional irá intervir utilizando recursos que ajudem a minimizar a dor, controlar o edema, diminuir a contratura muscular e restaurar a capacidade natural da região afetada. Para isso o profissional fisioterapeuta poderá utilizar dos seguintes recursos:
• Terapia manual,
• Eletroterapia,
• Alongamento muscular, exercícios e correção postural,
• Aplicação de fita elástica,
• Uso de ventosa terapia.
Procure um profissional capacitado.
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Referências: Travell, J.G., Simons, D.G. Myofascial pain and dysfunction: the trigger point manual. 2.ed. Philadelphia, Williams and Wilkins, 1999. Linton SJ, Boersma K, Jansson M, Svard L, Botvalde M. The effects of cognitivebehavioral and physical therapy preventive interventions on pain-related sick leave: a randomized controlled trial. Clin J Pain 2005. Kay TM, Gross A, Goldsmith C, Santaguida PL, Hoving J, Bronfort G, et al. Exercises for mechanical neck disorders. Cochrane Database Syst Rev 200. Souza, R. C. et al. Efeitos da liberação miofascial na qualidade e frequência da dor em mulheres com cefaleia do tipo tensional induzida por pontos-gatilho. Faculdade Integral Diferencial, Piauí, 2015. Sobral MKM, Silva PG, Vieira RAG, Siqueira GR. Artigo: A efetividade da terapia de liberação posicional (TLP) em pacientes com cervicalgia. Fisioter. Mov. Licenciado sob uma Licença Creative Commons. Curitiba. 2010. Rev. Med. (São Paulo), 80(ed. esp. pt.2):307-16, 2001.