Dr. Luiz Otávio Ladeira

Dr. Luiz Otávio Ladeira Sou um médico de outro mundo. Me formei em medicina pela UNIARA e meu CRM é 156.935.

Realizei residência pediátrica na Fundação Padre Albino (FAMECA) e ministro cursos de reanimação neonatal.

30/04/2026

Quando falamos de autismo, é importante entender um ponto básico.

Não é algo de “tem ou não tem”, como outras condições mais simples.

O autismo é um espectro.
Isso significa que pode se apresentar de formas muito diferentes, desde quadros mais sutis até situações com maior impacto no desenvolvimento.

Por isso, não existe uma idade única para diagnóstico.

Na prática, o que orienta é a observação ao longo do tempo.
Como a criança se comunica, interage, responde ao ambiente e como esses sinais evoluem.

O diagnóstico, em alguns casos, pode ser mais desafiador, principalmente nos primeiros anos.

Mas isso não significa esperar.

Sempre que há sinais de alerta, o mais importante é levantar a suspeita e iniciar as intervenções o quanto antes.

Nem sempre o diagnóstico vem cedo.
Mas a observação e a intervenção não precisam esperar.

Isso já gerou dúvida por aí em algum momento?

🩺 Dr. Luiz Ladeira
CRM 156935 | RQE 62864

Muitas vezes, a criança parece agitada ao longo do dia.E isso pode gerar a impressão de excesso de energia.Mas, na infân...
28/04/2026

Muitas vezes, a criança parece agitada ao longo do dia.

E isso pode gerar a impressão de excesso de energia.

Mas, na infância, o cansaço costuma aparecer de outra forma.

O corpo já está cansado, mas o cérebro ainda não conseguiu desacelerar.
E isso se manifesta como mais movimento, mais irritação e dificuldade de parar.

Ambientes com muitos estímulos também contribuem, mantendo o cérebro em alerta por mais tempo.

Por isso, antes de olhar apenas para o comportamento, vale observar o contexto.

Como está o sono?
Como está a rotina?
Qual é o nível de estímulo ao longo do dia?

Em alguns casos, a agitação é o corpo tentando lidar com o próprio cansaço.

Observar esse padrão ao longo dos dias costuma trazer mais clareza.

Isso já aconteceu por aí?

🩺 Dr. Luiz Ladeira
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26/04/2026

Muitas vezes, o comportamento da criança é o reflexo do dia que ela teve.

Sono bagunçado, rotina desorganizada, excesso de estímulo, alimentação desregulada… tudo isso pode deixar o corpo mais sobrecarregado e com mais dificuldade para se regular.

E quando a regulação não acontece bem, isso aparece no comportamento.

Mais irritação, mais intensidade, mais dificuldade de lidar com frustração.

Por outro lado, quando existe rotina, previsibilidade e um sono adequado para a idade, o corpo tende a funcionar melhor.

E isso impacta diretamente na forma como a criança reage no dia a dia.

Antes de olhar só para o comportamento, vale observar o que está por trás dele.

Como tem sido a rotina por aí?

🩺 Dr. Luiz Ladeira
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Essa é uma dúvida muito comum aqui no consultório.Quando a criança prefere brincar sozinha, é natural que isso gere ques...
24/04/2026

Essa é uma dúvida muito comum aqui no consultório.

Quando a criança prefere brincar sozinha, é natural que isso gere questionamento.
Mas o brincar acompanha o desenvolvimento.

Nos primeiros anos, é esperado que a criança passe mais tempo envolvida nas próprias atividades ou brincando ao lado de outras, sem necessariamente interagir o tempo todo.

Com o amadurecimento do cérebro, a interação vai se transformando. A criança começa a incluir o outro, mostrar o que está fazendo, dividir a brincadeira.

Por isso, mais importante do que o tipo de brincadeira é observar a qualidade da interação ao longo do tempo.

Existe troca?
Existe interesse pelo outro?
Existe evolução nesse processo?

É esse conjunto que ajuda a entender o desenvolvimento.

Você já observou como seu filho se comporta nas brincadeiras?

🩺 Dr. Luiz Ladeira
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22/04/2026

Disquesia costuma gerar bastante preocupação.

Mas, na maioria das vezes, está relacionada à imaturidade do corpo do bebê.

Nos primeiros meses, o bebê ainda está aprendendo a coordenar o esforço para evacuar. Por isso, pode fazer força, ficar incomodado, chorar... mesmo sem estar com constipação.

Com o tempo e o amadurecimento do sistema digestivo, essa dificuldade tende a melhorar de forma natural. Na maioria dos casos, isso acontece entre três e seis meses.

O ponto importante é observar o padrão e a intensidade dos sintomas.

Quando o quadro está dentro do esperado, algumas medidas simples podem ajudar no conforto do bebê. Mas, quando existem sinais diferentes ou mais intensos, vale avaliar com mais atenção.

Observar a evolução ao longo do tempo costuma trazer mais clareza.

Você já passou por isso por aí?

🩺 Dr. Luiz Ladeira
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No dia a dia, é comum fazer vários pedidos seguidos para a criança.Guarda isso, pega aquilo, vem aqui... tudo ao mesmo t...
21/04/2026

No dia a dia, é comum fazer vários pedidos seguidos para a criança.

Guarda isso, pega aquilo, vem aqui... tudo ao mesmo tempo.
E, muitas vezes, ela até olha, mas não consegue acompanhar.

Isso acontece porque o cérebro ainda está em desenvolvimento. Para obedecer, a criança precisa entender o que foi pedido, manter essa informação e organizar a ação.

Quando muitos comandos vêm de uma vez, isso pode virar uma sobrecarga. Ela escuta, mas não consegue transformar em ação naquele momento.

Pequenos ajustes na forma de orientar já fazem diferença. Um pedido por vez, com tempo para executar, costuma facilitar esse processo.

Obedecer não é só comportamento. É uma habilabilidade que se desenvolve ao longo do tempo.

Isso já acontece por aí no dia a dia?

🩺 Dr. Luiz Ladeira
CRM 156935 | RQE 62864

18/04/2026

Alguns movimentos nos bebês podem parecer apenas reflexos do desenvolvimento.E, na maioria das vezes, realmente são.

Mas, quando esses movimentos são repetitivos, rítmicos e sempre do mesmo jeito, vale observar com mais atenção.

Movimentos como tremores persistentes, contrações ou padrões que se repetem podem, em alguns casos, estar relacionados a crises convulsivas que nem sempre são fáceis de identificar no dia a dia.

Por isso, diante da dúvida, registrar o episódio costuma ajudar muito.
O vídeo permite uma avaliação mais precisa e orienta melhor a condução em consulta.

Observar o contexto e a repetição desses sinais faz diferença.

Você já percebeu algum movimento que te deixou em dúvida?

18/04/2026

Alguns movimentos nos bebês podem parecer apenas reflexos do desenvolvimento.
E, na maioria das vezes, realmente são.

Mas, quando esses movimentos são repetitivos, rítmicos e sempre do mesmo jeito, vale observar com mais atenção.

Movimentos como tremores persistentes, contrações ou padrões que se repetem podem, em alguns casos, estar relacionados a crises convulsivas que nem sempre são fáceis de identificar no dia a dia.

Por isso, diante da dúvida, registrar o episódio costuma ajudar muito.
O vídeo permite uma avaliação mais precisa e orienta melhor a condução em consulta.

Observar o contexto e a repetição desses sinais faz diferença.

Você já percebeu algum movimento que te deixou em dúvida?

Todo comportamento é uma forma de comunicação.Em alguns momentos, ele pode estar mostrando que algo precisa ser olhado c...
15/04/2026

Todo comportamento é uma forma de comunicação.

Em alguns momentos, ele pode estar mostrando que algo precisa ser olhado com mais atenção.

Entender quando algo faz parte do desenvolvimento…
e quando merece mais cuidado pode gerar dúvida.

Essa é uma situação comum, tanto para famílias quanto para profissionais.

Alguns sinais aparecem, trazem insegurança…
e muitas vezes a decisão é esperar.
“Vamos ver se melhora.”
“Cada criança tem seu tempo.”

Mas existe um ponto importante.

Quando há sinais de alerta, não é necessário aguardar um diagnóstico fechado para começar a agir.

Intervenções precoces, como fonoaudiologia, terapia ocupacional e ajustes na rotina e no cuidado em casa, podem fazer diferença real no desenvolvimento da criança.

Na dúvida, observar e buscar orientação é sempre um bom caminho. Esperar, nem sempre.

Compartilhe esse conteúdo com alguém que pode estar passando por essa fase.

🩺 Dr. Luiz Ladeira
CRM 156935 | RQE 62864

11/04/2026

Chupeta costuma dividir opiniões.
Mas, antes de decidir usar ou evitar, vale entender o contexto.

O choro de um bebê pequeno quase sempre tem uma causa. Pode estar relacionado ao sono, à rotina, ao desconforto ou até a alguma questão clínica. E quando a gente tenta apenas silenciar esse choro, corre o risco de deixar passar o
que realmente está por trás dele.

Por outro lado, a chupeta, quando usada com critério, pode sim ter um papel em
alguns momentos.

O ponto não está no “pode” ou “não pode”.
Está em entender o motivo do uso.
Mais importante do que oferecer algo para acalmar, é tentar entender o que o bebê
está comunicando.

Porque, muitas vezes, o choro é a única forma que ele tem de mostrar que algo
precisa de atenção.

Como você enxerga o uso da chupeta por aí?

Hoje, é muito comum a infância acontecer em meio a muitos estímulos.Tela, barulho, rotina acelerada, muita informação ao...
09/04/2026

Hoje, é muito comum a infância acontecer em meio a muitos estímulos.

Tela, barulho, rotina acelerada, muita informação ao mesmo tempo.
O corpo da criança até acompanha, mas o cérebro ainda está em desenvolvimento.

E, por isso, tem mais dificuldade para filtrar tudo isso e se reorganizar ao longo do
dia.

Na prática, isso pode aparecer de forma sutil.
Uma criança mais irritada, mais agitada, com dificuldade para desacelerar, para
sustentar a atenção ou para entrar no sono.

Nem sempre é um problema isolado. Muitas vezes, é o cérebro tentando lidar com
estímulo demais e pausa de menos.

Por isso, além de oferecer experiências, também é importante garantir momentos de
previsibilidade, descanso e menos estímulo.

É nesse equilíbrio que o cérebro consegue se organizar melhor.

Como está o ritmo do dia por aí?

07/04/2026

Uma coisa importante sobre o sono do bebê é entender que os despertares fazem
parte do processo.

Mesmo com rotina organizada, ambiente adequado e todas as orientações bem
feitas, o bebê ainda pode acordar durante a noite.
Isso acontece porque o sono depende de maturidade cerebral. E essa maturidade
leva tempo para se desenvolver.

Com o crescimento, o cérebro vai se organizando melhor, e os despertares tendem
a diminuir de forma natural.

Por isso, mais do que buscar um “sono perfeito”, vale entender em que fase o bebê
está e ajustar as expectativas para esse momento.

Isso costuma trazer mais tranquilidade para o dia a dia.

Como tem sido o sono do seu bebê por aí?

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