Alessandra Lazdan - Psicóloga Clínica

Alessandra Lazdan - Psicóloga Clínica Psicoterapia, Psicologia Junguiana e Sexualidade. Atendimentos individuais a adolescentes, adultos e idosos.

Focos de atendimento:
Saúde emocional
Relacionamentos
Sexualidade
Questões existenciais

A tristeza é uma dor, e como toda a dor, queremos evitá-la e deixar de sentir.Mas a tristeza, como qualquer outro sofrim...
03/02/2026

A tristeza é uma dor, e como toda a dor, queremos evitá-la e deixar de sentir.
Mas a tristeza, como qualquer outro sofrimento, não irá embora enquanto não dermos espaço para ela. Parece paradoxal, mas é somente quando abrimos as portas de maneira consciente e recepcionamos nossa tristeza e a ouvimos de maneira genuína, é que ela pode ser transformada.
Deixar a tristeza ser tristeza é deixá-la desaguar-se em lágrimas. É permitir que as águas lavem sua alma, lavem a história que trouxe esse sofrimento.
A vida se transforma. Nosso trabalho é abrir espaço para que o corpo faça sua alquimia.

O divórcio, na vida adulta, não é apenas o fim de uma relação.É o colapso de uma narrativa.Não se perde apenas uma pesso...
30/01/2026

O divórcio, na vida adulta, não é apenas o fim de uma relação.
É o colapso de uma narrativa.

Não se perde apenas uma pessoa.
Perde-se um projeto, uma identidade construída a dois, uma ideia de futuro que parecia estável.

Na vida adulta, o divórcio não acontece no vazio.
Acontece entre responsabilidades, filhos, contas, expectativas sociais e uma pressão silenciosa para “seguir em frente” depressa demais.

Mas ninguém atravessa uma rutura profunda sem atravessar a si próprio.

Há lutos que não são reconhecidos.
O luto do “nós”.
O luto da versão de si que acreditava que aquilo ia durar.
O luto da casa cheia de significados que, de repente, ficam vazios.

E depois há o que poucos admitem.
Há culpa.
Há um sentimento de fracasso, mesmo quando a decisão foi necessária.
Há medo de repetir padrões.
E há uma solidão diferente, não a de estar só, mas a de ter de se reconstruir quando já se pensava construído.

Como profissional, vejo muitos adultos a tentar ser fortes depressa demais.
A racionalizar a dor.
A transformar feridas em discursos maduros antes de lhes dar espaço para sangrar.

Mas o divórcio exige mais do que força.
Exige honestidade emocional.
Obriga a rever limites.
A confrontar dependências afetivas.
A distinguir amor de medo de ficar sozinho.
A perceber quem se era na relação e quem se precisa de voltar a ser fora dela.

Há ganhos, sim.
Há alívio quando o conflito termina.
Há recuperação de partes esquecidas.
Há crescimento, autonomia e clareza.

Mas isso não invalida a dor do processo.

Divorciar-se na vida adulta é aceitar que recomeçar não é regressar ao ponto zero.
É avançar carregando história.
E talvez o maior desafio seja este:
não endurecer o coração para sobreviver à perda, nem romantizar a dor para lhe dar sentido.

Porque reconstruir-se não é apagar o passado.
É integrá-lo, sem deixar que ele defina tudo o que ainda pode ser vivido.

Texto de José Moraes. Psicólogo português.

Algumas frases me chamam especial atenção na clínica. Numa escuta desatenta, podemos até comprar a ideia: ele/ela tentou...
21/11/2025

Algumas frases me chamam especial atenção na clínica. Numa escuta desatenta, podemos até comprar a ideia: ele/ela tentou e, que pena, não conseguiu.
Mas quando atravessamos a camada superficial deste discurso, percebemos que não. A pessoa não tentou.
Aliás, “TENTAR” já é uma aposta no FRACASSO.
Ao invés de “tentar”, aquele que realmente deseja enfrentar um desafio pessoal, seja ele de que natureza for, deve se DISPOR à experiência. E nesta travessia, estar atento aos seus incômodos, olhar para suas dores, conhecer as fantasias internas que tentam afastá-lo da experiência, que muitas vezes podem ser dolorosas e assustadoras.
A realização da vida nos pede coragem. E muito trabalho interno.

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Fim de tarde.
09/06/2025

Fim de tarde.





O que se espera de uma boa análise.
09/04/2025

O que se espera de uma boa análise.






"Experimentem se colocar no lugar de objeto ao invés de sujeito (para a escuta das questões de gênero) - Gustavo Pessoa....
23/03/2024

"Experimentem se colocar no lugar de objeto ao invés de sujeito (para a escuta das questões de gênero) - Gustavo Pessoa. Vale também para as questões raciais.
Freedom Day 2024.

27/08/2023

09/01/2023
Na aula de ontem na turma de Medicina da Uniara conversamos sobre as disfunções se***is a partir de um olhar histórico, ...
27/10/2022

Na aula de ontem na turma de Medicina da Uniara conversamos sobre as disfunções se***is a partir de um olhar histórico, tendo como pano de fundo os alicerces do patriarcado na construção das sexualidades feminina e masculina.







Preparando nova palestra. No forno. Sai em breve!
07/10/2022

Preparando nova palestra. No forno. Sai em breve!

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