Dra Sekimoto, Karina Mami

Dra Sekimoto, Karina Mami Japonesa nata abrasileirada há mais de 50 anos, com experiência importante na área psicológica e Atendimento Psicológico presencial e on line.

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Email:
drakarinamamisek@gmail.com
Formação acadêmica (em Psicologia/ Neuropsicologia/ Psicanálise), especializações, experiências há mais de 25 anos pela PUC-SP, IPqFMUSP, HCFMUSP, cursos, centros de reabilitações neurológicas, empresas e atendimentos de pacientes on line de outros estados do Brasil e exterior.

16/11/2024

Por mais atitudes assim:

01/09/2024
Relacionamento In*******al Um assunto importante e pouco refletido. Possivelmente porque é comum que a pessoa que tem ma...
10/05/2024

Relacionamento In*******al

Um assunto importante e pouco refletido. Possivelmente porque é comum que a pessoa que tem maior resiliência e adaptabilidade, acaba cedendo para manutenção de uma interação mais saudável e duradoura, mesmo não correspondido.
Sim.
Relacionamento é uma arte. Mesmo pessoas pertencentes da mesma cultura, apresentam diferenças de opiniões, crenças e hábitos. Somos educados e criados em ambientes diferentes, famílias diferentes, histórias diferentes e mesmo assim, nós nos unimos. É importante ter flexibilidade para não romperem uma história interessante por qualquer desavença, para escreverem uma obra significativa, e aprenderem juntos!
Num relacionamento saudável e maduro, não pode ter competição, comparação, e excesso de controle prepotente e impositivo.
Vivemos num mundo de diversidade cultural e de gênero. E esta consciência nos ajuda a reconhecer a respeitar as diferentes manifestações que moldam a identidade de um povo, de um relacionamento. Nossa cultura, nossas tradições e costumes são os elementos que moldam a nossa identidade e que promovem a diversidade cultural de um povo, de uma sociedade, de um relacionamento.
"Tem que ser do meu jeito" - Por que? Para que? É produtivo? É apaziguador? É construtivo?
"Ah, Karina... Tá na minha terra, então os intrusos tem que se adaptar e não viverem do jeito deles!"
Ok. Nesta colocação, vejo a falta da palavra "respeito". Tanto da pessoa nativa como do imigrante. Bom senso cabe em qualquer tipo de relação. Precisamos ter acolhimento, compreensão, senso de gratidão, limite, civilidade e DIÁLOGO. Muitas pessoas não tem deste amadurecimento e acabam prejudicando qualquer tipo de relacionamento, seja familiar, na amizade, no trabalho ou em qualquer lugar que vão. Não criam relacionamentos duradouros.
A empatia é a chave para a compreensão mútua em relacionamentos interculturais. Por isso, tente se colocar no lugar da outra pessoa e entender sua perspectiva, experiências e valores. Isso requer abertura mental e a disposição de aprender com as diferenças culturais.
Não dói dizer "muito obrigado", licença ou por favor, por gentileza. Conversar. Compreender.
Se dói, incomoda ou não tem s**o, seu relacionamento consigo mesmo (a) está doente.
Qual é a sua frustração e descontentamento?
O que vê no espelho?

" Estou me odiando..."Reza a lenda que na companhia de certas pessoas, a gente se torna a versão melhor ou pior de nós m...
24/02/2024

" Estou me odiando..."
Reza a lenda que na companhia de certas pessoas, a gente se torna a versão melhor ou pior de nós mesmos.
Conveniência ou não, os dois tipos de personalidade estão dentro de nós; sejam eles heranças genéticas ou itens de sobrevivência adotados.
Ouço pessoas dizerem que "se odeiam no que se tornaram, quando escolheram viver com fulano (a) ou trabalharem em X lugar". A culpa do que se tornaram é o país onde vivem, dos "amigos" que fizeram e acham que não são, "só atraem invejosos e interesseiros", da casa onde moram, culpa da mãe, culpa do mato que cresceu na calçada, do calor ou frio que faz, da chuva, enfim, culpados e justificativas.
Tem uns que centralizam a culpa e erros como na tentativa de pouparem de aparências um tanto negativas de si mesmos. "Santos"? Afinal, quem condena ou beatifica terceiros com maledicências ou reconhecimentos, mostram-se. Revelam-se.
Sim, o ódio e o amor fazem parte da mesma moeda. Dualidade. Natural.
Como tudo na vida: bom - mau, bem - mal, perda - ganho, saúde - doença, dia - noite.
Logo, não são os outros que nos transformam
Temos tendência dentro de nós mesmos para tais mudanças serem permitidas por nós mesmos.
Mas, Karina, por que culpamos a nós ou alguém ou a uma situação?
Tendências. Hábito. Ciclo que repetimos teimosamente. Não se encerra para o novo. Por conveniência, busca da aceitação, medo da rejeição, falta de ampliar o conhecimento e a experiência fora da ilha ou da caverna, ociosidade e a falta de amadurecimento. Basta observarmos o dia a dia da pessoa.
Como a gente quer ser visto e aceito? Por que desta necessidade? Como a gente é realmente, dentro de nossos quartos? E dentro desta casca, o templo sagrado chamado corpo? Como está evoluindo? Cuida-se do corpo e da mente? Como? Anda sem o carro?
O ódio não acontece de fora para dentro de nossos corpos. Saca? Já está dentro de nós. A lenda do lobo mau e do lobo bom: O lobo que alimentarmos mais, criará mais força.
Trabalhemos nisto se está nos incomodando.
"- Ah, Karina...Cansa! Enche o s**o...Vou dormir, comer, trepar, ir na balada..."

É. Percebem? Cansa este pensar. É pesado, repetitivo e nada maduro. E querem aceitação?
Sei...

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