Eduardo Magrini - Psicólogo e Coach

Eduardo Magrini - Psicólogo e Coach Atendimento Psicoterapêutico e Coaching.

CONVÊNIOS MÉDICOS
25/10/2020

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INSTALAÇÕES -CONSULTÓRIO
25/10/2020

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27/02/2019

Sinais de que você está esgotado emocionalmente

Algumas pessoas estão emocionalmente exaustas devido a uma sobrecarga de exigências ou um acúmulo de experiências difíceis. Outros chegam emocionalmente esgotados à vida adulta devido a uma infância traumática.

O esgotamento psicológico é um estado angustiante que muitas pessoas sofrem sem saber. O indivíduo pode estar esgotado emocionalmente, mas acredita que tudo é devido a um trabalho não muito recompensador ou a relações sociais não muito fluidas. Isso pode até ser verdade, mas também é possível que o oposto esteja acontecendo. Você está sofrendo de uma fadiga emocional que não permite que o restante funcione.

Estar esgotado emocionalmente significa estar sem forças. Isso acontece quando você vive de forma automática, sem pensar ou sentir muito e agindo o tempo todo como se tudo o que acontecesse com você fosse imposto. Como se a sua vida não lhe pertencesse e isso não lhe importasse.

“O cansaço traz pensamentos sem esperança”.
-Juan Carlos Onetti-

Em alguns casos, a pessoa chega emocionalmente esgotada à vida adulta. Se a sua família é disfuncional, você provavelmente precisou investir muita energia na tentativa de se adaptar e entender um ambiente adverso. Estes são alguns dos sinais que podem ajudá-lo a identificar se você é vítima de fadiga emocional.

Cansaço constante

Essa fadiga é diferente do cansaço normal. Você se sente cansado mesmo tendo descansado o suficiente. É como se o corpo e a mente não quisessem trabalhar. Como se a única coisa viável fosse deitar na cama e levantar no mês seguinte. Mas, mesmo que você faça isso, a sensação de cansaço não se dissipa.

De fato, a fadiga emocional pesa tanto ou até mais do que a fadiga física. Quando você está emocionalmente esgotado, é porque as circunstâncias transbordam os recursos que você tem para enfrentá-las.

Da mesma forma, uma longa lista de dificuldades emocionais não resolvidas também resulta nessa sensação de peso subjetivo que leva à fadiga.

Cinismo: um sinal de que você está esgotado emocionalmente

O cinismo moderno é aquela atitude que o leva a insistir e até se gabar de algo que está sendo feito conscientemente de maneira inadequada. Algo como: “Sim, estou fazendo errado, e daí?” Da mesma forma, esse cinismo é expressado por ações autodestrutivas e/ou imprudentes. Por exemplo, caminhar até tarde em um local perigoso, dirigir em alta velocidade ou outras situações de risco.

Tudo isso é um sinal de que há um cansaço generalizado diante da vida. Você está emocionalmente esgotado e isso o leva a bloquear os seus sentimentos e anestesiá-los. É como se você quisesse ou não pudesse evitar gritar para o mundo que nada mais lhe importa. Talvez você se importe, mas a sua energia vital está diminuída e você sente que não tem forças para resistir ou tentar algo melhor.

Desapego

Esse tipo de desapego é experimentado como uma impossibilidade de se conectar com as pessoas ou situações em que você se encontra. É como se houvesse uma distância invisível que o impede de criar uma ligação genuína com o mundo e com a vida.

Dentro do quadro desse desapego, poderá surgir um sentimento de solidão,que também não é importante para você. Você a assume como um fato concreto, não como uma realidade que você poderia mudar a seu favor. É comum que você se arme com frases feitas sobre a validade do egoísmo ou a inutilidade dos afetos.

Sentimento de impotência

Quando alguém está emocionalmente esgotado, também se percebe impotente ou incapaz. A pessoa fará tudo ao seu alcance para se convencer de que nenhum esforço será suficiente para alcançar algo. Isso também irá depreciar a conquista: por que estabelecer metas, se no final tudo continua igual?

O sentimento de impotência alimenta a fadiga emocional que é experimentada. É como se para fazer alguma coisa fosse necessária uma tonelada de energia. Uma energia que a pessoa não tem. Dessa forma, tudo parece distante e difícil. É por isso que uma pessoa emocionalmente esgotada geralmente opta pela passividade.

Tédio frequente

Há uma enorme dificuldade para desfrutar do grande e do pequeno. Quase tudo parece chato, monótono ou sem graça. Não há desejos de fazer planos ou empreender qualquer projeto. O que prevalece é a inércia. A pessoa simplesmente se deixa levar pelas circunstâncias, sem resistir. Se isso não for tratado, pode se transformar em anedonia.

Se você acha que está emocionalmente esgotado, deve saber que tudo pode ser diferente. Você provavelmente precisa de ajuda profissional. Isso não quer dizer que você seja vítima de algum tipo de deficiência, mas alguém de fora poderá detectar com mais facilidade e ajudá-lo a resolver assuntos que podem passar despercebidos.

Nessa situação, você deverá priorizar o seu bem-estar.

Nada é mais importante do que você. Você poderá se surpreender ao comprovar que, se empreender um processo de transformação, os resultados poderão começar a ser vistos rapidamente.

Não é necessário utilizar força para desbloquear as suas emoções, o que você precisa é simplesmente tomar a decisão de escolher um novo caminho.

Transtorno de ansiedade: sem tempo para o agora“Quando nos preocupamos com algo que pode vir a acontecer, tomamos uma sé...
21/02/2019

Transtorno de ansiedade: sem tempo para o agora

“Quando nos preocupamos com algo que pode vir a acontecer, tomamos uma série de medidas para resolver previamente aquela situação”. Do mesmo modo que nossos antepassados estocavam comida para não sofrer com a fome nos períodos de estiagem e um macaco evita certos lugares da floresta por saber que lá ficam os predadores que adorariam devorá-lo, hoje elaboramos eventuais respostas às perguntas da entrevista de emprego ou estudamos com afinco antes de uma prova difícil. Ao contrário do medo, que é uma reação a ameaças concretas, a ansiedade está mais para um mecanismo de antecipação dos aborrecimentos futuros.

O transtorno começa quando essa emoção passa do ponto. Em vez de mover para frente, o nervosismo exagerado deixa o indivíduo travado, impede que ele faça suas tarefas e atrapalha os seus compromissos. “Isso lesa a autonomia e prejudica a realização de atividades simples e corriqueiras”.

Aí, sair de casa torna-se um martírio. Entregar o trabalho no prazo é praticamente missão impossível. Convites para festas e encontros viram alvo de desculpas. A concentração some, os lápis são mordidos, as unhas, roídas… e a qualidade de vida cai ladeira abaixo.

Existem, porém, alguns fatores que são patrocinadores em potencial de ansiedade. A infância, por exemplo, é fundamental. “Crianças que passaram por abuso ou negligência têm um risco duas a três vezes maior de sofrer com transtornos mentais na adolescência ou na fase adulta”. A própria convivência próxima a um familiar com os nervos à flor da pele já elevam a probabilidade de desenvolver a condição posteriormente.

Como saber se eu tenho ansiedade?

A despeito de existirem tantos ansiosos por aí, ainda penamos com a demora no diagnóstico. De acordo com um estudo da americana Universidade Harvard, sujeitos com os quadros graves e agudos levam em média sete anos para buscar o auxílio de um profissional de saúde.

Nos casos em que os sintomas são mais leves e perenes, essa delonga se arrasta por 16 anos. Esse desperdício de tempo valioso faz o quadro evoluir para enfermidades ainda mais sérias, como o alcoolismo e a depressão. Para ter ideia, estima-se que, de cada cinco pacientes depressivos, quatro deles tiveram ansiedade lá no início.
“Infelizmente, persiste um preconceito com os transtornos mentais na nossa sociedade. Para muitos, os psicólogos e psiquiatra seguem como os ‘médicos de loucos'. Já passou da hora de virar a chavinha, né?

As doenças que abalam a mente devem ser abordadas com o mesmo respeito e seriedade de diabetes, câncer ou qualquer outra moléstia do corpo. Se você sentir alterações de humor ou se estiver de alguma maneira incomodado com pensamentos que não saem da sua cabeça, procure um profissional. A avaliação com base em um questionário respondido no consultório já ajuda a flagrar a ansiedade e nortear a abordagem terapêutica.

O que nos leva a não apreciar o que temos e a valorizar o que nos falta?Um dos nossos maiores problemas é que estamos ac...
13/02/2019

O que nos leva a não apreciar o que temos e a valorizar o que nos falta?

Um dos nossos maiores problemas é que estamos acostumados a não apreciar o que temos e a valorizar muito aquilo que nos falta. Não ligar para aquilo que, se for perdido, nos fará falta é uma forma comum e pouco realista de pensar sobre determinadas pessoas e situações. Apesar dos nossos objetivos nascerem daquilo que nos faz falta, é um erro criar necessidades de coisas das quais, na verdade, não precisamos.

Às vezes caímos no erro de chamar de necessidades quase tudo que não temos, e de obrigação o que realmente deveríamos apreciar, como as pessoas, os sentimentos ou as situações. Desse modo, desperdiçamos muitas ocasiões porque preferimos fantasiar do que experimentar a realidade, possivelmente porque o primeiro costuma ser muito mais fácil do que o segundo.

Geralmente aproveitamos muito pouco aquilo que temos, e este costuma ser um padrão que algumas pessoas exercitam durante grande parte do seu tempo. Alguns especialistas nesse assunto falam, inclusive, da chamada síndrome da parte faltante para se referir à fixação constante por aquilo que não possuímos, chegando a beirar uma obsessão.

Não espere ter tudo para aproveitar a vida; você já tem a vida para aproveitar tudo.

Devemos parar de idealizar e começar a apreciar o que temos

Atingir uma meta e pensar na seguinte é algo razoável e lógico. No entanto, o problema ocorre quando, ao mesmo tempo, aproveitamos muito pouco aquilo que temos. E aqui está o segredo: o momento presente, queiramos ou não, é o único que temos, e é o segredo para viver plenamente.

O inconformismo é uma tendência intrínseca do ser humano, mas ele não deve angustiar as nossas vidas. Por outro lado, a motivação é fundamental e, até certo ponto, instintiva. Isso não precisa ser negativo, mas se nós reunirmos o inconformismo crônico com a idealização daquilo que não temos, podemos cair em um poço de insatisfação.

A idealização costuma nos enganar. Sentimos falta ou desejamos algo porque acreditamos que vamos nos sentir muito melhor se conseguirmos alcançá-lo; na realidade, não podemos saber com certeza como será uma situação até ela ser vivida. Idealizar é valorizar cegamente o que, normalmente, não corresponde à realidade. Ser conscientes de tudo isso é o primeiro passo para aproveitar o nosso dia a dia.

Devemos ser conscientes daquilo que temos, do que somos, e aproveitar o que a vida nos oferece. Devemos ter cuidado com o que buscamos e desejamos. Não existem situações perfeitas, só as que nós imaginamos em nossas mentes. Aí entra em jogo a idealização daquilo que não temos, aquilo que os outros têm e tudo aquilo que nos faz falta.

Às vezes deixamos de viver a nossa realidade por algo que não existe. Idealizar é o primeiro passo para a desilusão.

O inferno está cheio de más intenções

Aproveitamos pouco o que temos porque nós não prestamos muita atenção.
Saber o que deve ser considerado é o primeiro passo para valorizar. Prestar atenção às coisas certas abre uma janela para o bem-estar, porque quem sabe aproveitar o pouco ou muito que o cerca já aprendeu a verdadeira essência da vida.

Valorizar e apreciar o que temos é fundamental para cobrir tanto as nossas necessidades quanto as das pessoas que nos rodeiam.

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