Mariana Galuppo - Psicologia e Sexologia

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Tenha relações mais leves e prazerosas consigo, com os outros e com o futuro

Psicóloga e Terapeuta de Casais
Especialista em Psicologia e S*xualidade
Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental
Certif**ação em Terapia de Sessão Única

26/11/2025

Na prática clínica e nas pesquisas mais atuais, já sabemos que a parte psicológica tem um impacto enorme — realmente enorme — na qualidade da ereção. Um dos fatores mais consistentes identif**ados nesses estudos são as crenças rígidas sobre o que signif**a ser “homem o suficiente”, que acabam criando um nível de pressão.

Vou deixar aqui algumas das crenças que mais aparecem no consultório, para que você possa refletir sobre elas agora que já sabe que podem estar interferindo diretamente na sua satisfação sexual:

• “Eu preciso estar sempre no controle.”
Quando o foco vai para o desempenho, o corpo sai do modo de prazer e entra no modo de vigilância, o que dificulta muito a ereção.

• “Se eu não tiver ereção, estou falhando como homem.”
Esse pensamento aumenta a ansiedade antecipatória — e a ansiedade é um dos fatores mais reconhecidos por bloquear a resposta sexual.

• “O s**o precisa ser perfeito, do começo ao fim.”
Essa busca por perfeição faz com que a atenção fique voltada para cada sensação, cada detalhe, cada sinal do corpo. Isso interrompe o fluxo da excitação.

• “O meu valor depende do meu desempenho.”
Essa é uma das mais profundas. Quando a autoestima f**a atrelada à performance sexual, qualquer oscilação vira uma ameaça pessoal.

O ponto central dos estudos?
👉 Não é a ereção que está “com problema”.
É o modelo mental que foi aprendido. Mas que pode ser modif**ado na terapia. Se esse vídeo fizer sentido pra você ou pra alguém que você conhece, compartilhe.

🙂
15/11/2025

🙂

Há alguns dias, perguntei nos stories o que fazia alguém bonito se tornar pouco atraente. A maioria das respostas não me...
08/10/2025

Há alguns dias, perguntei nos stories o que fazia alguém bonito se tornar pouco atraente. A maioria das respostas não mencionava aparência, mas comportamento. Falavam de arrogância, grosseria, comentários preconceituosos, falta de escuta, ironia. E essa percepção não é apenas uma opinião coletiva, é algo que a ciência explica muito bem.

Estudos sobre moralidade e emoção mostram que o nosso cérebro não separa beleza de comportamento. Quando alguém demonstra empatia, respeito e coerência, o sistema nervoso ativa áreas associadas ao prazer e à aproximação. Já quando há atitudes desrespeitosas, preconceituosas ou moralmente ofensivas, são acionadas as mesmas regiões cerebrais envolvidas no nojo físico, como quando sentimos repulsa diante de um cheiro desagradável.

Um estudo conduzido por Chapman e Anderson (2012), descreve que o chamado “nojo moral” não é simbólico, é literal. As reações fisiológicas são as mesmas: o corpo se afasta, a expressão facial muda, há diminuição da atividade em regiões ligadas ao prazer e aumento daquelas associadas à aversão. Em termos simples, o cérebro desliga a resposta de atração.

É o que vemos acontecer com figuras públicas consideradas bonitas e admiradas, que perdem o encanto quando se envolvem em comportamentos agressivos, intolerantes ou incoerentes com valores sociais. E o mesmo acontece nas relações do dia a dia. Aquele colega, parceiro ou conhecido que parecia atraente pode se tornar quase invisível depois de uma fala arrogante ou de um gesto desrespeitoso.

A repulsa que sentimos é uma resposta biológica a uma transgressão moral. Atração e desejo não são apenas sobre aparência, mas sobre coerência entre o que a pessoa mostra e o que desperta em nós.

A ciência confirma o que muitos já percebem na prática: o desejo não nasce só dos olhos. Ele depende de segurança, respeito e empatia. Sem isso, o corpo entende que ali não é um lugar bom para f**ar.

➡ Se o corpo responde à coerência entre o que vê e o que sente, então talvez a pergunta não seja “quem te atrai?”, mas “por que?”.
Conta nos comentários: que tipo de comportamento te faz achar alguém ainda mais atraente?

✨ Muito grata por esse reconhecimento!Há 12 anos me formei e sigo aprimorando e não pretendo parar, por dois motivos mui...
23/09/2025

✨ Muito grata por esse reconhecimento!
Há 12 anos me formei e sigo aprimorando e não pretendo parar, por dois motivos muito especiais: porque amo o que faço e porque respeito profundamente cada pessoa que confia em mim e compartilha sua história.
É por mim, é por vocês. Obrigada! 💙

Ainda é comum ouvir que relacionamentos em que um dos parceiros é autista seriam “mais complicados” ou “menos satisfatór...
16/09/2025

Ainda é comum ouvir que relacionamentos em que um dos parceiros é autista seriam “mais complicados” ou “menos satisfatórios”. Mas a pesquisa científ**a conta uma história diferente.

Um estudo publicado em 2023 (Yew, Hooley & Stokes) comparou casais autista + não-autista com casais não-autistas em relacionamentos de longo prazo. O resultado foi claro: não houve diferença signif**ativa nos níveis de satisfação entre os grupos.

Isso signif**a que a configuração do casal não determina se a relação será feliz ou duradoura. O que realmente faz a diferença são fatores como:

comunicação clara, que reduz mal-entendidos e cria confiança;

apoio mútuo, que fortalece o vínculo;

autenticidade, muitas vezes valorizada nos parceiros autistas como um sinal de honestidade e transparência;

e formas singulares de expressar intimidade, que não signif**am menos amor, apenas maneiras diferentes de se conectar.

Esses achados dialogam também com pesquisas sobre bem-estar subjetivo (Cummins et al., 2014), que indicam que as pessoas tendem a retornar ao seu ponto de equilíbrio de satisfação mesmo após desafios — uma resiliência que se reflete também nos relacionamentos.

Em outras palavras, o autismo não é um obstáculo para relacionamentos de longo prazo satisfatórios. O que sustenta a qualidade da vida a dois é a forma como cada casal constrói, no cotidiano, espaço para comunicação, apoio e crescimento conjunto.

Muita gente ainda se pergunta: “Mas afinal, existe vício em s**o?” 🤔A resposta da ciência é não. O que existe é o Transt...
10/09/2025

Muita gente ainda se pergunta: “Mas afinal, existe vício em s**o?” 🤔
A resposta da ciência é não. O que existe é o Transtorno de Comportamento S*xual Compulsivo (CSBD), reconhecido pela Organização Mundial da Saúde.

A diferença é importante:
👉 Nos vícios em substâncias, o corpo desenvolve tolerância e sofre abstinência física.
👉 No CSBD, não há isso. O problema está na dificuldade de controlar impulsos, mesmo diante de prejuízos reais em relacionamentos, trabalho ou saúde.

Falar corretamente sobre o tema evita rótulos moralistas e abre espaço para compreender a pessoa com cuidado e ciência.

📖 Quer se aprofundar? Leia o artigo completo no blog:
👉 https://psicologamarianagaluppo.com/vicio-em-s**o-compulsao-sexual/

🔎 Referências
• DSM-5 – Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (APA, 2013)
• CID-11 – Organização Mundial da Saúde (WHO, 2018)
• Silva Neves – S*x Addiction vs Compulsive S*xual Behaviours
• AASECT (American Association of S*xuality Educators, Counselors and Therapists) – Posição oficial sobre “sex addiction”

17/08/2025
📚 Leitura que transforma relacionamentosVocê já se sentiu travado tentando ter “aquela conversa difícil” no seu relacion...
25/07/2025

📚 Leitura que transforma relacionamentos

Você já se sentiu travado tentando ter “aquela conversa difícil” no seu relacionamento? Ou percebe que certos temas importantes acabam sempre deixados para depois?

💬 O livro “As 8 conversas que todo casal precisa ter” é um convite a mergulhar em assuntos que realmente importam — antes que virem problema. Escrito pelos pesquisadores e terapeutas John e Julie Gottman, ele propõe diálogos profundos (e possíveis!) sobre:

❤️ Confiança
💸 Dinheiro
🍼 Filhos
🏠 Vida doméstica
🌶 S*xualidade
🌍 Valores e propósito
🗣 Conflitos
👫 Sonhos de vida em comum

Não é um manual de regras, mas um guia para criar mais conexão, intimidade e clareza no dia a dia a dois.

✨ Recomendo tanto para casais que estão começando quanto para quem já tem uma longa história juntos. Se vocês sentem que é hora de alinhar caminhos, esse livro pode ser um ótimo ponto de partida.

Já leu? Me conta o que achou.
Quer ler? Me diz qual dessas conversas mais te chama atenção agora. 👇

Endereço

Arraial, BA

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