16/07/2020
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As lesões musculares são a causa mais frequente de incapacidade física na prática esportiva. Estima-se que 30 a 50% de todas as lesões associadas ao esporte são causadas por lesões de tecidos moles.
Apesar de o tratamento não cirúrgico resultar em bom prognóstico na maioria dos atletas com lesão muscular, as consequências da falha do tratamento podem ser dramáticas, postergando o retorno à atividade física por semanas ou até mesmo meses.
As lesões musculares podem ser causadas por contusões, estiramentos ou lacerações. Mais de 90% de todas as lesões relacionadas ao esporte são contusões ou estiramento.
O diagnóstico da lesão muscular inicia-se com uma história clínica detalhada do trauma, seguida por um exame físico com a inspeção e palpação dos músculos envolvidos, assim como os te**es de função com e sem resistência externa. O diagnóstico é fácil quando uma típica história de contusão muscular é acompanhada por um evidente edema ou uma equimose distal à lesão.
Exames de imagem como ultrassom, tomografia computadorizada e ressonância magnética demonstram informações úteis para se verificar e determinar a lesão com maior precisão.
Tratamento fisioterápico é de acordo com a fase da lesão e evolução do paciente, visando precocemente um controle da dor, do processo inflamatório, do hematoma.
Após essa fase aguda, a ênfase é na cicatrização muscular através de recursos de eletrotermofototerapia variados e cinesioterapia visando ativação muscular e alongamento evitando fibroses.
Na fase final entram os exercícios mais intensos de fortalecimento muscular, assim como os exercícios de pliometria, saltos e mudança de direção.
✅ Deve ser realizada uma nova avaliação através de te**es clínicos e funcionais colocando o paciente em estresse muscular semelhante com sua prática esportiva, para assim ser liberado ao retorno total.