15/01/2026
👵✨ Dois casos. Duas histórias. Resultados muito diferentes.
Falamos sobre duas idosas com demência leve e como o tipo de cuidado fez toda a diferença ao longo do tempo.
➡️ Uma delas, apesar de ter boa reserva cognitiva, apresentava fraqueza muscular e pouca estimulação, o que acabou limitando sua independência.
➡️ A outra recebia estímulos constantes: caminhava, realizava atividades do dia a dia e mantinha uma alimentação equilibrada.
O que aprendemos com isso?
💡 Quando o cuidado é focado na autonomia, no movimento e na estimulação contínua, é possível retardar o avanço da condição.
Já quando o cuidado reforça apenas a ideia de “doença”, o declínio funcional tende a acontecer mais rápido.
Na geriatria, cuidar não é limitar.
É estimular, preservar capacidades e promover qualidade de vida — todos os dias. 💙