25/11/2025
Às vezes, a voz que mais nos limita não vem de fora , vem de dentro.
E o mais curioso é que ela costuma soar familiar, quase convincente, como se estivesse apenas “dizendo a verdade”.
Mas muitas vezes essa voz está ecoando crenças centrais , aquelas conclusões rígidas sobre quem somos (“não sou bom o bastante”, “sempre estrago tudo”, “ninguém f**a por minha causa”) que aprendemos ao longo da vida e depois repetimos sem perceber.
Essas crenças são como lentes profundas que filtram nossa percepção. Não são fatos, mas interpretações antigas que continuam a operar no presente. E, quando não questionadas, viram rótulos que colamos na ''testa'' sem nem notar.
O problema é que, quando você se define pela dor, tudo ao seu redor começa a confirmar essa definição.
E é por isso que mudar dói: porque não é só aprender algo novo é desaprender as “verdades” que você contou para si mesmo por anos.
A boa notícia é que essas crenças podem ser revisadas.
Elas não são tatuagens, são histórias. E histórias podem ser reescritas.
Começa quando você percebe que aquela frase dura, automática e familiar não é a sua identidade é apenas um hábito mental.
E hábitos podem ser modif**ados com consciência, prática emocional e novas experiências.
A mentira que você repete não precisa ser o lugar onde você mora.
Se percebe que tem carregado rótulos pesados demais, talvez seja hora de ressignif**ar essas histórias. Estou aqui pra te ajudar nesse processo.