Everaldo Oldoni

Everaldo Oldoni Terapeuta - Filósofo Clínico - Especialista em Psicologia Transpessoal.

28/01/2026

Às vezes, a gente sente uma irritação desproporcional ao ver alguém fazendo algo que "não fazemos mais". Pode ser um comportamento imaturo, uma escolha errada ou uma atitude que hoje nos parece óbvia.

Mas a verdade é que essa raiva não é sobre o outro. É sobre o nosso próprio processo.

Esse incômodo é o contraste entre quem você é hoje e quem você já foi. Ver o erro alheio nos lembra de uma versão nossa que deixamos para trás — e isso pode ser desconfortável.

O aprendizado aqui é duplo:

1. A consciência de que você evoluiu (e isso é maravilhoso!).
2. A humildade de entender que cada um tem seu tempo.

Não se trata de ser "melhor", mas de ter caminhado mais um pouco. O que é do outro, deixe com o outro. Foque na paz que é não precisar mais estar naquele lugar.

Faz sentido para você? Me conta aqui nos comentários se você já sentiu esse "incômodo da evolução".

19/01/2026

O primeiro passo é sempre em direção a si mesmo.

Se você acabou de chegar por aqui ou se já me acompanha em silêncio, este vídeo é o meu abraço de boas-vindas.

Muitas vezes, o que nos traz até aqui é uma dor que aperta ou uma angústia que não sabemos nomear — aquela sensação de vazio, de falta de sentido, e tantas outras possibilidades...

Mas e se essa dor for, na verdade, a sua alma pedindo para crescer?
E se a vida te trouxe algo que te deixou sem chão?

O meu trabalho nasce da união de dois caminhos profundos:

A Filosofia Clínica, que olha para a sua estrutura de pensamento e como você organiza o seu mundo;

E a Psicologia Transpessoal, que acolhe a sua dimensão espiritual e as necessidades da sua essência.

Aqui, eu não ofereço fórmulas mágicas. O que eu ofereço é a minha presença inteira. Eu não sou o dono do seu caminho, sou apenas uma lanterna.

O meu papel é ajudar você a iluminar os seus próprios passos, a acolher sua criança interior e a transformar sua angústia em solo fértil para o amadurecimento.

Seja muito bem-vindo(a) a este espaço de busca e encontro.

Com escuta e afeto,
Everaldo Oldoni.

Na infância, muitas vezes aprendemos que confiar era perigoso.Que o mundo podia ser instável, que as pessoas podiam ir e...
15/01/2026

Na infância, muitas vezes aprendemos que confiar era perigoso.
Que o mundo podia ser instável, que as pessoas podiam ir embora, que o afeto podia falhar.

E então, criamos defesas.
Tentamos controlar o ambiente, prever reações, evitar surpresas.
Essa ausência de segurança se manifestou em frases como:
• “Você está exagerando.”
• “Pare com isso ou eu paro de cuidar de você!”
• “Se continuar assim, ninguém vai te aguentar.”

Frases que tentavam ajudar, mas que nos ensinaram a duvidar da nossa sensibilidade.
Nem sempre por maldade — mas por desconhecimento emocional.

Hoje, podemos fazer diferente.
Podemos respirar fundo e dizer:
“Eu não preciso controlar tudo.
Eu posso confiar.
Eu posso sentir.
Eu posso ser.”

Feche os olhos, respire fundo e diga para si:
“Eu sei que você tentou se proteger.
Sei que criou estratégias para não se machucar.
Mas agora eu vejo você.
Vejo sua coragem em querer confiar de novo.
Você não precisa controlar tudo.
Você só precisa ser acolhida.
E eu prometo: não vou quebrar sua confiança.
Vou cuidar de você com afeto, com presença, com verdade.”

Esse é o amor que sustenta.
Esse é o afeto que transforma.

📘 Para aprofundar essa reflexão, baixe meu e-book gratuito — o link está na bio.
📲 Se desejar iniciar sua terapia, me chame por mensagem.

Com escuta e afeto,
Everaldo Oldoni

Na infância, muitos de nós aprendemos a calar. A não incomodar, a não sentir demais, a não ocupar espaço com nossas emoç...
07/01/2026

Na infância, muitos de nós aprendemos a calar.
A não incomodar, a não sentir demais, a não ocupar espaço com nossas emoções.

O silêncio virou proteção — mas também afastamento de nós mesmos.
Essa ausência de escuta interna se manifestou em frases como:
• “Tem coisas mais importantes agora.”
• “Não é tão grave assim.”
• “Você está fazendo drama.”

E assim, aprendemos a silenciar não só a voz, mas o sentir.
Não por maldade — mas porque nossos cuidadores também não sabiam como escutar a si mesmos.

Hoje, podemos fazer diferente.
Podemos parar. Respirar.
Podemos escrever o que sentimos, mesmo que pareça confuso.
Podemos caminhar em silêncio, sem distrações.
Podemos colocar a mão no peito e perguntar:
O que está vivo em mim agora?

Feche os olhos, respire fundo e diga para si:
“Eu sei que você aprendeu a se calar.
Sei que teve medo de sentir demais.
Mas agora eu vejo você.
Vejo sua alma pedindo luz.
E eu prometo: vou acender essa vela com você.
Com cada palavra escrita, com cada pausa, com cada gesto de amor que nasce de dentro.”

Esse é o amor que sustenta.
Esse é o afeto que transforma.

Se essa mensagem tocou você, compartilhe.
Marque alguém que gostaria de ler isso hoje.
Para aprofundar essa reflexão, baixe meu e-book gratuito — o link está na bio.

Se precisar de ajudar para o teu caminhar, estou aqui!

Com escuta e afeto,



Everaldo Oldoni

06/01/2026

Voltar nem sempre é retomar de onde se parou.
Às vezes, é voltar de um outro lugar — mais atento, mais respeitoso com o próprio ritmo.

Depois de um tempo de pausa e escuta, eu retorno aos atendimentos levando comigo aquilo que considero essencial:
presença, cuidado e humanidade.

Este espaço segue sendo um lugar de reflexão, mas meu trabalho acontece principalmente na escuta terapêutica, para quem sente que esse tipo de conversa pede um espaço mais cuidado e contínuo.

Se sentir que este é o seu momento de olhar para dentro, você pode me chamar.

Seguimos. Sem pressa. Com verdade.

Com escuta e afeto,
Everaldo









Aos meus partilhantes:Caminhar com vocês é um grande privilégio, uma verdadeira troca de humanidades. Cada história acom...
19/12/2025

Aos meus partilhantes:

Caminhar com vocês é um grande privilégio, uma verdadeira troca de humanidades. Cada história acompanhada toca em meu Ser e também me constrói. Ser uma lanterna realiza minha alma, não de um lugar vaidoso, mas de um lugar grandemente pequeno, pois a subjetividade de cada um é o mais importante.
No encontro presente ou através da tela, foram muitas as conexões e momentos sagrados que vivemos. Muito obrigado pela confiança, pela entrega e principalmente pela dedicação e respeito à própria história de vocês.
Seriam tantos testemunhos, porém uma frase tenta sintetizar: vocês foram grandes no momento em que escolheram se conhecer, se cuidar, se nutrir e se amar — e eu sou muito grato por poder acompanhar cada passo dessa jornada.

Aos meus alunos e parceiros de jornada transpessoal:

Em cada (re)encontro de almas, tenho certeza absoluta que estávamos no lugar certo e no momento certo. Minha alma tem guardado cada troca de olhar, cada lágrima chorada juntos, cada olhar espantado de susto, cada suspiro de alívio, cada gesto de autoacolhimento amoroso, e muito mais...
Sou profundamente grato por estar neste lugar de facilitador do encontro, pois nele não ensino nada: apenas transbordo, aprendo e realizo partes do meu processo de individuação nos espelhos das almas com que tenho a sagrada oportunidade de me conectar.

À EPAL e à FAMPER, que me acolhem como professor (facilitador), minha gratidão por serem espaços vivos de formação e humanidade.

Aos Coordenadores de núcleos:

Minha gratidão também se estende a vocês, que sustentaram cada grupo com presença firme e silenciosa. Foram guardiões do espaço, cuidando para que cada encontro florescesse em segurança e respeito. Vocês foram pontes que tornaram possível cada passo, e sua dedicação é parte essencial desta jornada coletiva.

Neste Natal e neste fim de ano, celebro cada um de vocês que confiaram em mim e me permitiram estar presente em suas histórias. Vocês me construíram tanto quanto eu pude contribuir com vocês. Que o novo ano nos traga ainda mais luz, coragem e autenticidade, para que sigamos juntos, inteiros e verdadeiros, em nossas jornadas.

Um grande abraço a todos!!

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19/12/2025

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"A lembrança que cura"Na infância, fomos ensinados a melhorar, a evoluir, a ser alguém “melhor”.  Mas poucas vezes nos d...
15/12/2025

"A lembrança que cura"

Na infância, fomos ensinados a melhorar, a evoluir, a ser alguém “melhor”.
Mas poucas vezes nos disseram que já éramos suficientes.
Que não precisávamos nos reinventar — só nos lembrar.

Essa ausência de validação se manifestou em frases como:
- “Você precisa mudar.”
- “Assim você não vai ser aceito.”
- “Seja alguém que dê orgulho.”

Frases que tentavam ajudar, mas que nos fizeram duvidar da nossa essência.
Não por maldade — mas por desconhecimento do valor do ser.

Hoje, podemos parar de tentar ser outra pessoa.
Podemos silenciar as exigências externas e perguntar:
“Quem sou eu, antes de tentar agradar?”
Podemos lembrar, em vez de reinventar.

Feche os olhos, respire fundo e diga para si:

“Eu sei que você tentou se adaptar.
Sei que se esforçou para ser aceito.
Mas agora eu vejo você.
Vejo quem você é, sem máscaras, sem esforço.
Você não precisa se reinventar.
Você só precisa se lembrar.
E eu prometo: nunca mais vou te esquecer.”

Esse é o amor que sustenta.
Esse é o afeto que transforma.

Se essa mensagem tocou você, compartilhe.
Marque alguém que gostaria de ler isso hoje.
Para aprofundar essa reflexão, baixe meu e-book gratuito — o link está na bio.

Se precisar de ajuda para a reconexão cm a sua essência, estou por aqui, me chame!

Com escuta e afeto,
Everaldo Oldoni


https://youtu.be/LA_bdb_xEAESolidão não é ausência de pessoas, é ausência de acolhimento.
10/12/2025

https://youtu.be/LA_bdb_xEAE

Solidão não é ausência de pessoas, é ausência de acolhimento.

Você já se sentiu sozinho, mesmo rodeado de pessoas? Neste vídeo te explico como a falta de acolhimento emocional na infância pode gerar padrões de isolamen...

Os primeiros anos não são apenas o começo — são onde tudo começa a ser sentido.É nesse tempo que a criança absorve o mun...
08/12/2025

Os primeiros anos não são apenas o começo — são onde tudo começa a ser sentido.

É nesse tempo que a criança absorve o mundo com o corpo, com os olhos e com o coração.

Cada gesto, cada ausência, cada palavra… tudo vira trilha emocional.

Se você já se perguntou por que sente o que sente, talvez a resposta esteja lá: na infância.

E a boa notícia é que nunca é tarde para acolher quem você foi — e transformar quem você é.

Estou aqui pata te ajudar a acolher a sua história e ressignificar as dores que te prendem no lugar da vítima. Me chame, será uma honra caminhar com você!

📘 Pode começar Baixando gratuitamente o eBook “Reconectando com a Essência” — o link está na bio.

Ele é um convite para você se ouvir com mais amor e se cuidar com mais consciência.

💬 Me conta nos comentários: qual parte desse carrossel mais tocou você?
🔁 Salve para reler com calma.
📤 Compartilhe com quem precisa desse abraço.

Com escuta e afeto,
Everaldo Oldoni



Na infância, o medo do abandono não vinha só da ausência física. Vinha do silêncio, da falta de continuidade, da sensaçã...
01/12/2025

Na infância, o medo do abandono não vinha só da ausência física.

Vinha do silêncio, da falta de continuidade, da sensação de que não éramos lembrados.

A criança não queria que ficassem o tempo todo — só queria saber que importava mesmo quando não estava por perto.

Essa ausência de vínculo se manifestou em frases como:

- “Depois a gente vê isso.”
- “Agora não dá, estou ocupado.”
- “Você já é grandinho, não precisa de atenção o tempo todo.”

Frases que pareciam simples, mas que deixaram marcas profundas.

Não por maldade — mas por falta de consciência emocional.

Nossos cuidadores também carregavam suas ausências.

Hoje, podemos reconhecer essa ferida sem culpa.
Podemos entender que o medo de ser esquecido ainda vive em nós.
E podemos começar a curar com gestos de presença e memória afetiva.

Feche os olhos, respire fundo e diga para si:

“Eu sei que você se sentiu esquecido.
Sei que esperou por sinais de que ainda importava.
Mas agora eu vejo você.
Eu lembro de você.
Mesmo quando o mundo se distrai, eu permaneço.
Você é digno de ser lembrado.
Você é importante mesmo no silêncio.
E eu prometo: nunca mais vou te deixar de lado.”

Esse é o amor que sustenta.
Esse é o afeto que transforma.

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Com escuta e afeto,
Everaldo Oldoni


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Terça-feira 09:00 - 18:00
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Quinta-feira 09:00 - 18:00
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Site

https://www.instagram.com/terapeutaeveraldooldoni/?hl=pt-br

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