Fernando Pompermayer - Quiropraxia + Nutrição

Fernando Pompermayer - Quiropraxia + Nutrição Quiropraxista (ABQ 0125) e Nutricionista (CRN10 7150) na BIOPRAXIS - Clínica de Quiropraxia e Reabilitação

14/05/2026

Você já cometeu algum erro ao longo da sua carreira? **Essa é uma daquelas perguntas simples, mas que carregam um peso maior do que parece à primeira vista. Não é o tipo de coisa que se responde no automático, porque inevitavelmente leva a uma reflexão mais profunda sobre a própria trajetória.

Ao longo da carreira, a forma de pensar muda, o olhar clínico amadurece e aquilo que antes parecia certeza passa a ser revisto. Com o tempo, a experiência vai trazendo ajustes, refinando decisões e mostrando que evolução profissional não está só nos acertos, mas principalmente na capacidade de reconhecer, aprender e seguir evoluindo.

Esse tipo de questionamento não aponta fragilidade, mas sim maturidade. É parte do processo de quem leva a prática a sério e entende que construir um bom raciocínio clínico também envolve revisar o próprio caminho.

Sim, em alguns casos, isso pode acontecer e não significa, necessariamente, que algo deu errado.Após a sessão, o corpo e...
11/05/2026

Sim, em alguns casos, isso pode acontecer e não significa, necessariamente, que algo deu errado.

Após a sessão, o corpo está passando por um processo de adaptação. As articulações foram estimuladas, houve mudança na mecânica do movimento e, muitas vezes, tecidos que estavam sobrecarregados ou pouco ativos começam a responder de forma diferente.

Essa sensação pode ser parecida com uma dor muscular tardia, como quando você faz um exercício novo. É uma resposta do próprio organismo ao estímulo recebido.

Mas vale um ponto importante: muitas pessoas sentem exatamente o oposto, um alívio imediato, com mais leveza, mobilidade e redução da dor logo após o atendimento.

Ou seja, as respostas variam. Nem todo mundo vai sentir dor, e nem todo mundo vai sentir alívio na hora. Quando aparece algum desconforto, ele costuma ser leve e passageiro.

Por outro lado, dor intensa, persistente ou fora do padrão esperado não é algo comum e deve ser avaliada.

Por isso, o acompanhamento e o raciocínio clínico individual são fundamentais em cada atendimento.

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06/05/2026

Receitas milagrosas costumam ter algo em comum: prometem resultados rápidos para problemas complexos.

Quando falamos de dor, especialmente dor persistente, não existe atalho seguro. O tratamento envolve entender o corpo, avaliar o contexto de cada pessoa e considerar diferentes fatores como movimento, hábitos, rotina e alimentação.

Isso exige estudo, raciocínio clínico e uma abordagem individualizada.

Soluções genéricas podem até parecer atrativas no início, mas nem sempre consideram o que realmente importa para o seu caso.

Cuidar da dor é um processo. E ele precisa ser baseado em ciência, estratégia e acompanhamento adequado.

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04/05/2026

O corpo humano responde ao movimento. E isso vale especialmente para quem convive com dor.

O exercício não precisa ser intenso para começar a gerar benefícios. Pelo contrário, estratégias leves, bem orientadas e respeitando os limites do corpo já podem contribuir para melhorar a função, a mobilidade e até a forma como a dor é percebida.

Substâncias analgésicas e anti-inflamatórias são produzidas pelo nosso organismo quando exposto a atividade física, ou seja, produzimos internamente, medicamentos para controlar a dor e a inflamação. Por isso quem estuda dor costuma mencionar que o exercício ativa nossa farmácia interna.

Ficar parado por muito tempo tende a reduzir essa produção, piorando a percepção de dor e aumentando a circulação de substâncias inflamatórias.

Lembre-se, mesmo com dor, o movimento, quando bem conduzido, é parte importante do processo.

Não é sobre intensidade. É sobre consistência e orientação adequada.

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Com o passar dos anos, o corpo passa por adaptações naturais que envolvem redução de mobilidade, perda de força muscular...
29/04/2026

Com o passar dos anos, o corpo passa por adaptações naturais que envolvem redução de mobilidade, perda de força muscular e alterações na percepção corporal. Essas mudanças impactam diretamente o equilíbrio, mesmo quando isso ainda não é claramente percebido no dia a dia.

Pequenas instabilidades começam a surgir em movimentos simples e, muitas vezes, são compensadas de forma automática pelo próprio corpo. O problema é que essas compensações nem sempre acontecem de maneira eficiente. Ao longo do tempo, podem gerar sobrecargas, aumentar o risco de lesões e contribuir para o desenvolvimento de dores persistentes.

Nesse contexto, a quiropraxia atua na melhora da mobilidade articular, na qualidade do movimento e na consciência corporal, favorecendo um melhor controle do corpo e mais estabilidade nas atividades do dia a dia.

Quando associada a outras estratégias, contribui para reduzir riscos e preservar a autonomia ao longo do tempo. Observar sinais de instabilidade e mudanças no equilíbrio é um passo importante para evitar que pequenas alterações evoluam para quadros mais complexos.

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27/04/2026

Se a sua dor já dura há meses, talvez o problema não esteja só na falta de tratamento, mas na forma como você está lidando com ela no dia a dia.

Muita gente ainda espera que a solução venha de fora, quando na prática o automanejo da dor é uma das partes mais importantes do processo. E é exatamente aí que muita gente se perde.

Sem entender o que influencia a sua dor, a tendência é continuar no mesmo ciclo, mesmo tentando diferentes abordagens.

Nesse vídeo, eu trago um direcionamento importante para quem quer começar a olhar para isso de forma mais ativa.

Assista até o final e entenda por que isso pode fazer diferença no seu caso.

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24/04/2026

Nem sempre a dor começa onde ela aparece.

Ao longo dos atendimentos, comecei a observar um padrão em comum na alimentação de muitos pacientes que convivem com dor há mais tempo do que gostariam.

Não é sobre um alimento específico, nem sobre “cortar tudo”.

Mas sobre algo que quase ninguém percebe no dia a dia.

E que pode estar influenciando muito mais do que você imagina.

No vídeo, eu explico melhor o que venho observando na prática.

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Conviver com dor crônica não é só lidar com o desconforto físico.É também carregar uma série de frases, opiniões e crenç...
22/04/2026

Conviver com dor crônica não é só lidar com o desconforto físico.
É também carregar uma série de frases, opiniões e crenças que, muitas vezes, mais confundem do que ajudam.

O problema é que essas ideias acabam limitando o processo de melhora.

Dor não é apenas sobre lesão.
Ela envolve o sistema nervoso, comportamento, contexto e até fatores como sono, alimentação e estresse.

Por isso, olhar para a dor de forma simplista costuma levar a resultados frustrantes.

Quando você entende o que realmente está por trás da dor, as decisões mudam.
E o caminho também.

A proposta aqui não é prometer solução rápida.
É mostrar que existe estratégia, direção e possibilidades reais de evolução.

Se você convive com dor há tempo demais, vamos conversar?
Existe um caminho, e você não precisa passar por isso sozinho.

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16/04/2026

A dor crônica costuma ser muito mais complexa do que parece à primeira vista. Nem sempre ela aparece nos exames, nem sempre é fácil de explicar e, muitas vezes, quem sente precisa lidar também com a falta de compreensão ao redor.

No vídeo, compartilho algumas coisas sobre a dor crônica que muitos pacientes só descobrem depois de viver esse processo por um tempo.

Entender melhor como a dor funciona é um passo importante para lidar com ela de forma mais consciente e com estratégias de cuidado mais adequadas.

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08/04/2026

Quando a dor deixa de ser apenas um sintoma e passa a fazer parte da rotina, a forma de enxergá-la também muda.

Neste vídeo, explico por que decidi me aprofundar no estudo da dor e direcionar minha atuação para esse campo. Uma experiência pessoal com dor crônica foi um dos pontos de partida, mas também pesaram os mais de 20 anos acompanhando pacientes que convivem diariamente com esse tipo de condição.

Ao longo do tempo, ficou cada vez mais claro que tratar apenas a estrutura que aparece no exame muitas vezes não é suficiente. A dor crônica envolve diferentes fatores e exige um olhar mais amplo sobre o corpo, os hábitos e o estilo de vida.

No vídeo, compartilho um pouco dessa trajetória e de como isso influenciou a forma como conduzo o cuidado com quem chega ao consultório.

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