21/01/2026
Durante muito tempo, quando uma contratação não dava certo, a explicação era simples:
👉 “O mercado está fraco.”
👉 “As pessoas não querem trabalhar.”
Mas a realidade é mais complexa — e mais desconfortável também.
📌 Bons profissionais existem.
O que mudou foi o nível de consciência, expectativa e limite das pessoas.
Hoje, candidatos observam:
• Como a empresa se comunica
• Se há coerência entre discurso e prática
• Se o processo seletivo respeita o tempo e a dignidade
• Se existe clareza sobre cultura, rotina e expectativas
Quando essas respostas não aparecem, eles simplesmente… não ficam. Ou nem entram.
🧠 Do ponto de vista psicológico, o recrutamento é o primeiro vínculo. E vínculos frágeis não sustentam relações de trabalho saudáveis.
🚨 Muitas empresas não enfrentam escassez de talentos.
Enfrentam:
• Processos seletivos desatualizados
• Falta de escuta real
• Expectativas irreais sobre o “profissional ideal”
• Pouca reflexão sobre o impacto emocional do trabalho oferecido
✨ Quando o R&S amadurece, a pergunta muda:
“Quem está disponível no mercado?”
para “Que tipo de relação estamos oferecendo?”
Empresas que revisam seus processos não só contratam melhor. Elas constroem confiança antes do contrato.
💬 Talvez o problema não seja a falta de bons candidatos.
Talvez seja a dificuldade de sustentar relações de trabalho mais conscientes.