Drogaria Shalom de Barra Mansa

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25/05/2026

🌡️ Friozinho no Sul Fluminense? Prepare o casaco!

As temperaturas amanheceram mais baixas em cidades da região neste início de semana, e o clima mais gelado já virou assunto entre moradores nas redes sociais.

Em algumas cidades do Sul Fluminense, os termômetros marcaram temperaturas típicas de outono/inverno nas primeiras horas da manhã. 🥶☕

E aí na sua cidade, o frio apareceu forte hoje?

Atenção!Nossa região estará entre hoje e amanhã no mais alto nível de uma onda de calor extremo, esse final de semana ma...
23/09/2023

Atenção!

Nossa região estará entre hoje e amanhã no mais alto nível de uma onda de calor extremo, esse final de semana marcará o ápice dessa onda de calor que vem castigando boa parte do Brasil, há a possibilidade de que os termômetro ultrapassem a máxima dos 42° graus!.

É recomendado que se beba bastante água, evite atividades físicas entre as 10 até às 18 HS e em caso de exposição ao sol, o uso de protetor solar é indispensável, os níveis de raios UV estão em níveis muito alto podendo chegar ao extremo na tarde deste sábado .

Drogaria Shalom a melhor opção para a sua saúde!

11/09/2023

Mitos e verdades sobre os antibióticos!

Os antibióticos despertam muitas dúvidas, então descubra aqui os principais mitos e verdades sobre eles:

MITO! Antibióticos podem afetar o crescimento das crianças.

VERDADE! Antibióticos prescritos de forma inadequada não são efetivos e contribuem para aumentar a resistência bacteriana no mundo.

MITO! Após usar antibióticos, sua imunidade vai f**ar debilitada.

VERDADE! Os antibióticos podem comprometer a microbiota intestinal, causando diarreias ou constipação. Vale lembrar que esse efeito é transitório.

MITO! Tomar antibiótico melhora a gripe -> Os antibióticos combatem bactérias, portanto seu uso para o tratamento de quadros virais, como uma gripe, não resolve o problema.

MEIA VERDADE! O uso de antibiótico estraga os dentes -> Existe apenas um tipo de antibiótico, chamado tetraciclina, que realmente prejudica os dentes, fazendo-os nascerem manchados e mais fracos. Essa medicação foi muito utilizada no passado, porém já não é recomendada para pacientes pediátricos há muitos anos.

VERDADE! Os antibióticos prescritos adequadamente salvam muitas vidas. Não deixe de consultar o seu médico em caso de dúvidas.

01/09/2023

5 ações diárias para reduzir a ansiedade!

O Brasil está entre os países com mais pessoas ansiosas no mundo. De acordo com um relatório publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a ansiedade atinge mais de 18 milhões de brasileiros. A pandemia provocada pela Covid-19 também gerou impactos signif**ativos na saúde mental da população. Um estudo publicado em maio deste ano pela Organização das Nações Unidas (ONU) destacou que há necessidade de aumento nos investimentos em serviços de auxílio psicológico, devido a maior ocorrência de sintomas de depressão e ansiedade em diversos países.

Para auxiliar quem se sente ansioso, o professor Wagner de Lara Machado, docente da Escola de Ciências da Saúde e da Vida, reuniu cinco dicas de ações diárias para reduzir esses sintomas. Confira:

1. Autocuidado
Pratique meditação, busque dormir bem e identifique os momentos em que você precisa uma pausa para cuidar de si mesmo. Há exercícios (como os de respiração, por exemplo) que auxiliam no controle de crises de ansiedade e no desenvolvimento de um foco no presente, no “aqui e agora”. Além disso, essas práticas auxiliam a desenvolver uma “leitura” de seus estados internos (pensamentos e emoções) e seus sinais corporais (coração acelerado, suor, tremores).

2. Aceitação
Nem tudo está sob nosso controle, procure aceitar isso. Compreender esse fato pode eliminar boa parte das fontes de nossa ansiedade e frustração. Entenda que há momentos em que você está ansioso/a, mas você não é a sua ansiedade. Não exija de si mesmo a perfeição. Busque estabelecer metas em que você consiga dar um passo de cada vez. Valorize seus pequenos avanços. Compartilhe com alguém que você tenha intimidade os seus planos e as suas vitórias em relação ao manejo de sua ansiedade.

3. Autoconhecimento
Repórteres e apresentadores negros são menos de 6% no telejornalismo gaúcho - Pesquisa realizada pelo jornalista Gabriel Bandeira levantou dados dos sete principais veículos do Rio Grande do Sul

Aprenda com sua ansiedade. Identifique as situações ou estímulos que deixam você ansioso/a ou muito estressado/a. Uma boa dica é anotar pensamentos e os sentimentos que se repetem. Gradualmente você passa a entender melhor seu funcionamento e pode ir modif**ando seus pensamentos. Você começará a examiná-los e questionar o quão são justificáveis. Nesta etapa, considerar uma ajuda profissional é fundamental.

4. Bons hábitos
Reduza alimentos com cafeína, açúcar, estimulantes e industrializados. Eles podem ser um “gatilho químico” para a ansiedade, ativando em excesso seu sistema nervoso. Faça exercícios físicos regularmente. Entre tantos outros benefícios, a prática de exercícios auxilia na regulação das emoções.

5. Cultive o que há de melhor em você
Conheça suas habilidades e procure ampliá-las e desenvolvê-las. Reconheça a melhor versão de si mesmo e trabalhe para cultivá-la. Estudos indicam que se envolver em atividades voluntárias, exercitar a gratidão e o otimismo (esperar os melhores resultados mediante engajamento nas tarefas), envolver-se em atividades que geram absorção (concentração, dedicação) e afetos positivos (alegria, realização, tranquilidade) promovem a saúde e diminuem signif**ativamente os efeitos de problemas como a ansiedade.

5 dicas para a prevenção e combate à hipertensão arterialMudança de hábitos e acompanhamento médico ajudam a manter a pr...
01/09/2023

5 dicas para a prevenção e combate à hipertensão arterial
Mudança de hábitos e acompanhamento médico ajudam a manter a pressão arterial sob controle

A hipertensão é uma doença crônica não transmissível (DCNT) que não tem cura, mas tem tratamento para ser controlada. Os sintomas normalmente aparecem quando a pressão sobe muito, podendo causar dores no peito, dor de cabeça, tonturas e visão embaçada, entre outros sinais.

Dentre os principais fatores de risco estão a má alimentação, o consumo em excesso de sal e sódio, sedentarismo, ingestão de álcool, tabagismo ou narguilé, estresse, depressão e má qualidade do sono.

A ajuda de um especialista é indispensável para determinar um método adequado para cada caso, indicando algum tipo de medicamento específico com o objetivo de não deixar a pressão descontrolada e ultrapassar os níveis considerados bons, como a média de 12 por 8.
A elevação da pressão arterial igual ou maior que 140 x 90 mmHg (milímetros de mercúrio) é um sinal de alerta e devemos pensar em um quadro de hipertensão instalada.

As pessoas hipertensas não devem interromper o tratamento sem acompanhamento ou orientação de um profissional. Mesmo em caso de melhora, o remédio precisa completar o seu ciclo de atuação.

Medicamentos para diabetes, colesterol e hipertensão são de uso contínuo e devem ter horários respeitados. Seja de 12 em 12 horas ou apenas uma vez ao dia, mantenha a regularidade.

Além de contínuos, os cuidados com doenças crônicas, como é o caso da hipertensão arterial, devem ser redobrados no contexto da pandemia, seja com a saúde física ou mental. Como a pressão alta pode agravar o quadro da Covid-19, é preciso intensif**ar os cuidados preventivos.

Confira as dicas para manter a pressão sob controle:

Mantenha uma alimentação saudável, controle seu peso corporal e evite o sobrepeso;
Reduza a ingestão de sal e sódio de produtos industrializados;
Pratique atividades físicas regularmente;
Diminua o consumo de álcool e tabaco;
Durma bem e cuide de sua saúde mental.

31/08/2023

Descongestionante nasal vicia? Verdade ou mito?

As alergias respiratórias típicas de épocas frias, tais como a rinite, fazem com que muitas pessoas estejam sempre acompanhadas de um descongestionante nasal. Apesar do produto ser bastante útil para aliviar o entupimento das narinas, seu uso indiscriminado pode trazer prejuízos à saúde.

“O descongestionante nasal faz uma vasoconstrição na mucosa nasal, causando a sensação quase imediata de desentupimento. Porém, quando esta mucosa retorna ao normal, apresenta-se um pouco mais inchada e maior que anteriormente, o que chamamos de rinite de rebote. Isso leva a pessoa a usar quantidades cada vez maiores da medicação, criando uma certa dependência”, explica a alergista e imunologista Laira Vidal.

Perigos do uso excessivo de descongestionante nasal

Como o descongestionante nasal é vendido sem a necessidade de receita, f**a a cargo de cada um controlar o seu uso. Isso acaba sendo perigoso, já que nem todo mundo sabe que o produto deve ser aplicado com moderação. “O ideal é que ele seja usado somente sob prescrição médica, geralmente não devendo ultrapassar o limite de três dias”.

“Quando utilizado em excesso, o descongestionante nasal pode causar males como lesão das células nervosas do nervo olfatório, necrose com consequente perfuração de septo nasal e rinite medicamentosa. Além disso, é uma medicação que pode levar ao aumento da pressão arterial”. Logo, o produto não é recomendado para hipertensos e cardíacos.

No entanto, é importante destacar que nem todos os descongestionantes nasais trazem ativos com propriedades vasoconstritoras. Alguns produtos, geralmente voltado para crianças, são apenas soluções salinas que ajudam a reduzir o incômodo da congestão e hidratam as vias nasais, sem apresentar riscos à saúde relacionados ao uso indiscriminado e sem acompanhamento médico. Se tiver alguma dúvida, cheque a bula do seu descongestionante ou converse com seu otorrinolaringologista.

Riscos da congestão nasal .

fonte: cuidadospelavida.com.br

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Todavia, a congestão nasal deve ser tratada, visto que tende a trazer prejuízos. “É ruim para o sono, com consequente dificuldade de concentração, para o aprendizado em crianças e atividades laborais. A congestão nasal crônica também pode levar à respiração bucal permanente, ocasionando alterações crânio-faciais e de dentição”.

Os malefícios do uso constante de remédios para dor de cabeça.A ação mais comum diante de uma dor de cabeça é recorrer a...
30/08/2023

Os malefícios do uso constante de remédios para dor de cabeça.

A ação mais comum diante de uma dor de cabeça é recorrer aos analgésicos. Entretanto, essa atitude não é a mais adequada: diversos estudos vêm mostrando que tomar remédios em excesso pode, além de não resolver o problema, ser um fator fundamental para o desenvolvimento das dores de cabeça.

Existem cerca de 200 tipos de dor de cabeça e é de extrema importância buscar um profissional gabaritado para um um diagnóstico preciso evitando, assim, abusar da automedicação e por fim, levar a cronif**ação da dor.

Outro perigo apontado pelo Dr. Mario Kondo, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e gastroenterologista do Hospital Sírio-Libanês é a superdosagem.

De fato, muitos pacientes acabam se intoxicando pela tomada excessiva destas dr**as.

O paracetamol, por exemplo, um dos mais consumidos para amenizar as dores de cabeça, é seguro apenas quando o seu consumo não ultrapassa os 3g por dia. Além desta dosagem, uma autorização médica é imprescindível.

Muitas vezes, devido às dores intensas, as pessoas chegam a tomar até 4 doses de paracetamol por dia, ultrapassando demais a quantidade recomendada.

Até mesmo a dipirona, um dos analgésicos mais seguros, pode causar malefícios quando ingerida em quantidades acima de 4g.

E nem pense em intercalar diferentes tipos de remédios pensando em reduzir a dosagem de cada substância, pois, apesar dessa redução, você f**aria exposto a uma quantidade maior de efeitos colaterais.



Principais malefícios do excesso de remédio para dores de cabeça
O consumo de paracetamol acima de 3g coloca o fígado em risco. Além disso, pessoas desnutridas ou alcoólatras tendem a tolerar ainda menos esta droga;
Inchaço na pele, marcas e ardência podem aparecer após o uso da dipirona;
Além de causar o mascaramento do tipo e origem de sua dor de cabeça.
Percebe como é prejudicial não consultar um médico?

Ficar tomando remédios só trará outros males para a sua saúde e não eliminará a dor de cabeça. A partir da análise de um especialista, cada tipo de dor deverá ser tratada de uma forma.

Tratamentos adequados para dor de cabeça
A cefaleia tensional é um tipo de dor de cabeça causada geralmente por contrações musculares constantes nos músculos do pescoço e cabeça e pode estar associada ao bruxismo de vigília (apertamento dos dentes que ocorre durante o dia).

Para tratar esse tipo de dor de cabeça, o especialista deve aplicar um tratamento que age diretamente na origem do problema. O tratamento LIVA é o mais indicado para o bruxismo de vigília e, o melhor, dispensa o uso de remédios.

Esse tratamento consiste no uso do Dispositivo Interoclusal de Vigília (DIVA®), dispositivo formado por uma mini placa presa nos dentes posteriores.

Este dispositivo tem a capacidade de monitorar, em tempo real, os apertamentos dentários, tornando-os consciente para o paciente, ajudando assim na reeducação deste hábito tão pernicioso. Conforme estes apertamentos forem diminuindo, as dores de cabeça tendem a cessar.

Por isso, ao invés da automedicação é importante procurar ajuda de um profissional que te indicará o tratamento mais adequado.



Para mais informações sobre esse tratamento inovador, entre em contato com a LIVA. Assim, você poderá entender melhor a sua dor e marcar uma consulta com um especialista em dor orofacial.

Qual a diferença entre medicamentos de referência, genérico e similar?:Se você ainda não entende a diferença entre medic...
30/08/2023

Qual a diferença entre medicamentos de referência, genérico e similar?:
Se você ainda não entende a diferença entre medicamentos de referência, genérico e similar, não está sozinho. Para esclarecer essa dúvida, a drogaria Shalom preparou um infográfico resumindo tudo. E fique ligado, pois a internet está cheia de informações pouco precisas e desatualizadas sobre o assunto.
O medicamento de referência é aquele que foi desenvolvido por um laboratório após anos de pesquisa e muito dinheiro investido. Para ter sua comercialização autorizada pelo órgão de vigilância de cada país, o laboratório precisa apresentar estudos clínicos comprovando a eficácia e a segurança do medicamento. Em geral, após um novo medicamento ser lançado no mercado, somente o laboratório criador tem o direito de comercialização. Essa exclusividade termina quando expira o prazo da patente, que dura de 10 a 20 anos na maioria dos casos.

Depois desse tempo, outros laboratórios podem usar o mesmo princípio ativo e fazer cópias do medicamento de referência. Essas cópias são os medicamentos genéricos e os similares, que são mais baratos pois os laboratórios não tiveram que gastar tempo e dinheiro na descoberta e desenvolvimento do fármaco. O genérico é aquele com a tarja amarela e o G de genérico, e não tem nome de marca, ao contrário dos medicamentos de referência e dos similares. Para garantir que a cópia possa ser usada no lugar do medicamento de referência, é preciso realizar alguns te**es que comprovem essa intercambialidade.

No passado, genéricos e similares precisavam passar pelo teste de equivalência farmacêutica, mas somente os genéricos precisavam passar pelo teste de bioequivalência. Hoje no Brasil, tanto os genéricos quanto os similares precisam passar pelos mesmos te**es para mostrar que são cópias fiéis do medicamento de referência. Entretanto, a ANVISA ainda não analisou todos os documentos apresentados pelos laboratórios que fabricam similares, mas é possível consultar uma lista com aqueles que já são considerados equivalentes com seus respectivos medicamentos de referência. Essa lista está disponível no site da ANVISA, e o atendente da farmácia também pode consultá-la pra tirar a dúvida na hora da compra.

Uma informação importante: genéricos e similares (quando for o caso) são intercambiáveis somente com o medicamento de referência, mas genérico não é intercambiável com similar, e vice-versa.

Agora que você está por dentro do assunto, compartilhe essa matéria com seus amigos e familiares para que eles também fiquem informados na hora de escolher qual medicamento comprar.

Verdades e mentiras sobre o Omeprazol e outros “prazois”Existem muitas teorias sobre os riscos do uso dos medicamentos m...
29/08/2023

Verdades e mentiras sobre o Omeprazol e outros “prazois”

Existem muitas teorias sobre os riscos do uso dos medicamentos mais comuns para tratar doenças do tubo digestivo, relacionadas ao excesso de acidez. Os remédios com nomes terminados em “prazol”, sendo o Omeprazol o mais conhecido, são vistos com muita desconfiança e medo por parte dos pacientes.
Muitas dúvidas e informações desencontradas

Risco aumentado de câncer, maior risco de Alzheimer, doenças dos rins e dos ossos e falta de vitaminas são algumas preocupações. Mas será que isto é verdade? Este tipo de remédio realmente oferece todos estes riscos?

Esses medicamentos, utilizados desde 1980, são muito ef**azes para doenças relacionadas ao excesso de acidez (gastrite, refluxo, ulceras) e são considerados muito seguros também. Seu uso correto mudou a história do tratamento das úlceras, diminuindo a necessidade de cirurgias para reparação de perfurações, estreitamentos e sangramentos.
Mitos

Não existe nenhuma comprovação científ**a que associe o uso destas dr**as ao aumento do risco de demência, nem da incidência de doenças renais, pneumonia ou câncer.
Fatos comprovados

O uso crônico do Omeprazol pode diminuir a absorção de vitaminas, como a B12, e magnésio, assim como o aumento da incidência de algumas infecções intestinais.
O uso correto é fundamental

O grande problema, não apenas desse tipo de medicamento, é o uso abusivo e sem critério. Há quem use algum “prazol” há anos, sem nunca ter feito ao menos um exame do estômago e sem ao menos tentar mudar seus hábitos alimentares. Qualquer remédio, se usado da forma errada e abusiva, pode causar danos à saúde. Atenção! Evite se automedicar, procure sempre uma orientação profissional.
Interações medicamentosas

Os “prazois”, administrados junto com alguns antidepressivos, anticoagulantes ou anticonvulsivantes, pode aumentar ou diminuir a ação destes, podendo levar a consequências, por tanto requer cuidado o uso conjunto com estes medicamentos.
Resumo

Confira abaixo, um resumo sobre algumas verdades e mentiras em relação ao uso do Omeprazol e similares:

PODEM DIMINUIR A ABSORÇÃO DE VITAMINAS - VERDADE;

PODEM CAUSAR DEMÊNCIA - MENTIRA;

PODEM PIORAR DOENÇAS RENAIS - MENTIRA;

PODEM AUMENTAR INCIDÊNCIA DE INFECÇÕES INTESTINAIS - VERDADE;

PODEM CAUSAR PNEUMONIA - MENTIRA;

PODEM AUMENTAR INCIDÊNCIA DE POLIPOS GÁSTRICOS - VERDADE.

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25/08/2023

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Rua Miguel Gomes De Souza 246
Barra Mansa, RJ

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