CONVITE À 2ªJORNADA PEDAGÓGICA ON-LINE - [TREINAMENTO DE PAIS]
Meu convite a você,
É com imenso prazer que lhe dou as boas-vindas ao "Treinamento para Pais de filhos com dificuldade de aprendizagem na escola".
Este Treinamento é mais do que um simples curso; é um convite para uma jornada transformadora e enriquecedora.
Ao longo das aulas, você encontrará um conteúdo cuidadosamente elaborado, que visa não apenas informar, mas também inspirar e capacitar você em sua jornada como pai ou mãe.
Com estima,
Edinei Messias Alecrim Psicopedagogo
Mestre em educação
Setembro verde - "O preconceito limita, a inclusão liberta".
Quais os desafios de mães com filhos com deficiência?
💚Dias agitados, noites em alerta. Na rua, a pressão e o preconceito da sociedade. Em casa, a autocobrança.
💚Enquanto isso tentar equilibrar vida pessoal, profissional, e o medo de não conseguir ser uma boa mãe para o filho que precisa de cuidados especiais. Essa é a rotina de boa parte das "mães atípicas" - mulheres que têm filhos neuroatípicos ou com alguma deficiência física ou intelectual.
Semana nacional da pessoa com deficiência intelectual e multipla 2024
Momento de fortalecer a luta por inclusão na escola e nos espaços sociais a partir da formação cotidiana de seus atores: professores, gestores, pais e cuidadores de pessoas com deficiência.
06/08/2024
18/07/2024
Julho - mês de conscientização mundial do TDAH
15/07/2024
Oi😊☝🏻
Tenho um convite para ti...
Sabe aquela criança que não consegue ficar parado, parece estar no mundo da lua, sempre correndo de um lado para o outro em casa ou na escola? Sabe que ele pode ter o Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade - TDAH?
Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Todos podem Aprender posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.
O que uma criança com deficiência espera da escola?
Edinei Messias Alecrim
Atualmente, quando adentramos os muros das escolas, em especial no interior das salas de aula, há uma criança que por alguma condição específica tem peculiaridades que a impede de aprender. A escola carrega limitações, bem como os professores temem não conseguirem atender os anseios desse aluno com deficiência. Assim, todos na escola, educadores, gestores caminham indagando o que fazer, quais ajudas são possíveis a esse sujeito?
A escola necessita do despertar do sentimento de humanização por cada sujeito que se encontra no seu interior. É urgente o pensamento de que a escola não é o lugar apenas para o aprendizado das letras e dos números. Este pensamento tradicional precisa ser rompido. A escola é para Freire (2013) o espaço que fortalece o pensamento de que a escola é o lugar de fazer amigos, e que por isso não deve ser o lugar exclusivo do aprendizado formal do ensino.
As crianças quando adentram os espaços das salas de aula de cada professor, trazem consigo vivências familiares que não conhecemos, trazem angústias, sofrimentos, que se não observadas sob um olhar humanizado, não aprenderão com prazer e consequentemente não irão construir um elo com a escola. Aqui, se quer do professor, um novo sentimento capaz de contrariar o seu planejamento diário e buscar alternativas que perpasse pela dimensão afetiva, a fim de ajudar este sujeito a superar algum momento de sofrimento trazido do lar.
Mas se este sujeito que se encontra na minha sala de aula, for uma criança com alguma deficiência? Seria possível atender às suas limitações? Aqui, se pergunta inicialmente, qual o papel social do professor? Muito se tem valorizado no ofício de cada professor, sua tarefa pedagógica, e pouco se tem enfatizado a necessidade de estimular neste profissional um olhar sensível do ponto de vista social sobre cada sujeito em sala de aula. Este olhar mais sociológico, diz da sua função, que é de interferir na vida de cada criança possibilitando contribuir com a mudança da realidade em que se encontra. Ir além da sala de aula é uma tarefa urgente dos atuais professores, pois não cabe mais o olhar tradicional de sua função que se limitava ao ensino de ler, escrever e contar.
Respondendo a pergunta anterior sobre o que fazer se uma criança com deficiência adentra a minha sala de aula? A resposta que se pretende aqui trazer não será um olhar clínico do problema, nem tampouco pedagógico, mas identificar em nós educadores a necessidade de que haja no contato com a pessoa deficiente, um olhar sensível para com este sujeito que carrega uma limitação.
Estes sujeitos com deficiência se encontram em todos os espaços educativos, estão à procura de alguém que os acolha, que os ajude a direcionar também seus medos, angústias e aflições. Às vezes, estes sujeitos com alguma deficiência, só tem você professor como porto-seguro, em meio a tantas tempestades.
Assim, o que esta criança com deficiência espera da escola? Cada criança chega à escola esperando desta mesma escola que preencha sua vida com gestos e atitudes que a torne autônoma, nada mais que isso. Autonomia é o que precisamos ajudar a construir nestes sujeitos com deficiência. Torná-los livres para as atividades da vida diária, ajudá-los a conviverem com seus pares, se relacionarem, ir e vir nos espaços sociais de direito. Alguns sujeitos com deficiência construirão habilidades, fortalecerão outras competências que aliadas ao que trouxeram de casa, possibilitarão sua autonomia para a vida. Eles buscam na escola a autonomia. Cabe a escola e a seus professores, retomarem no tempo e se perguntarem: o que fiz para tornar autônomo este sujeito com deficiência que chegou até mim?