27/10/2020
“[no caso da brincadeira, parece que percebemos que as crianças repetem experiências desagradáveis pela razão adicional de poderem dominar uma impressão poderosa muito mais completamente de modo ativo do que poderíamos fazê-lo simplesmente experimentando-a de modo passivo. Cada nova repetição parece fortalecer a supremacia que buscam]” (FREUD, p. 16. 1920).
A brincadeira afasta a angústia porque o sujeito está em posição de agente. Ao fazer de uma experiência passiva um jogo ativo, a criança domina a situação, transformando-a.