29/01/2026
A mãe chegou cansada…
Ela sentou, respirou fundo e disse:
“Eu não sei mais como ajudar meu filho.”
Na escola, vieram os bilhetes.
Em casa, as tarefas viraram choro.
Na família, começaram as comparações.
— “Mas o primo já lê.”
— “Na minha época era diferente.”
E ela… foi se sentindo pequena.
Como se tivesse falhado.
Como se o atraso na aprendizagem fosse culpa dela.💔
Mas a verdade é outra.
Crianças não aprendem todas do mesmo jeito.
Algumas precisam de mais tempo.
Outras, de outra forma.
E muitas precisam, antes de tudo, de acolhimento — não de rótulos.
Naquele dia, eu disse a ela:
👉 “Seu filho não é preguiçoso.
👉 Você não é uma mãe negligente.
👉 Ele não é ‘menos capaz’.”
Ele só está pedindo ajuda — do jeito que consegue.
🌱 Hoje, essa família segue em processo.
Com acompanhamento.
Com estratégia.
Com menos culpa… e mais esperança.
Se você é mãe, pai ou responsável e sente esse aperto no peito ao ver seu filho “ficar para trás”, eu quero te dizer algo importante:
✨ Vocês não estão sozinhos.
✨ Há caminhos.
✨ Há desenvolvimento possível.
E ele começa quando a gente troca julgamento por cuidado.
💙
📌 Se essa história parece a sua, procure ajuda especializada. O tempo importa — e o acolhimento também.