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O celular virou um refúgio rápido para momentos de desconforto. Quando surge tédio, ansiedade, insegurança ou até triste...
29/04/2026

O celular virou um refúgio rápido para momentos de desconforto. Quando surge tédio, ansiedade, insegurança ou até tristeza, é comum abrir um aplicativo quase no automático. Rolar a tela distrai, ocupa a mente e dá a sensação de alívio imediato, como se aquele incômodo fosse embora — mesmo que só por alguns minutos.
O problema é que, ao usar o celular para fugir do que sentimos, deixamos de entender nossas emoções. Em vez de lidar com o que incomoda, a gente adia, evita e até perde a chance de se conhecer melhor. Com o tempo, isso pode aumentar a ansiedade, dificultar conversas importantes e enfraquecer a forma como lidamos com frustrações.
Isso não significa que o celular é o vilão, mas sim que vale observar como estamos usando. Criar pequenas pausas, perceber o que sentimos antes de pegar o aparelho e se permitir viver o momento são passos importantes. Nem todo desconforto precisa ser evitado — muitas vezes, é justamente ele que ajuda a gente a crescer e se fortalecer emocionalmente.
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Hoje, nunca foi tão fácil falar com alguém. Em segundos, mandamos mensagens, reagimos a posts e acompanhamos a vida de v...
28/04/2026

Hoje, nunca foi tão fácil falar com alguém. Em segundos, mandamos mensagens, reagimos a posts e acompanhamos a vida de várias pessoas ao mesmo tempo. Mesmo assim, muita gente sente um vazio difícil de explicar. É o paradoxo do nosso tempo: estamos sempre conectados, mas nem sempre nos sentimos realmente acompanhados.
Isso acontece porque nem toda conexão vira vínculo. Muitas relações ficam na superfície — conversas rápidas, respostas automáticas, interações sem profundidade. Falta presença, escuta de verdade, troca emocional. Aos poucos, isso pode aumentar a sensação de solidão, mesmo quando estamos cercados de notificações e contatos.
Vínculos reais exigem tempo, atenção e presença. São construídos no olho no olho, nas conversas sem pressa, nos momentos compartilhados de verdade. A tecnologia pode aproximar, sim — mas não substitui o encontro humano. No fim, o que mais faz falta não é falar com muitas pessoas, e sim sentir que alguém realmente está com a gente.
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Choque. Procurando sinais de vida inteligente: envelhescênciaO texto teatral é de Jane Wagner e foi encenado pela primei...
27/04/2026

Choque. Procurando sinais de vida inteligente: envelhescência
O texto teatral é de Jane Wagner e foi encenado pela primeira vez em 1985, nos Estados Unidos. A versão que se vê no Brasil em 2026, na FAAP São Paulo, aponta intervenções de Gerald Thomas que dirige o espetáculo solo com a atriz Danielle Winits. Por que envelhescência também nesse espetáculo? Acompanhamos uma alta executiva destituída de tudo e que se vê em meio a sacos de lixo. Ela se torna uma catadora de lixo que acredita em alliens e tenta explicar a eles que mundo é esse em que habitamos. Quem são os seres humanos é talvez a pergunta que se faz o espectador atônito ao observar as várias tentativas dessa mulher de subir escadas imaginárias e assustadoras que pudessem levá-la a esses outros. O outro sou eu, a máxima que se repete aqui, mostra que há um controverso choque nessa mulher. Quem é ela? Quem são os alliens? Estará a mulher em outro mundo, enlouqueceu? Há nela um limite que mostra a passagem de todos nós por um mundo saturado que nos impede de parar. E o limite nos atinge.
Para mais detalhes, confira o vídeo em:https://youtu.be/f3XbRGa4mQk?si=0OmefSn_7jskIXbq
Por: Roseli Gimenes
Coordenadora do Cultura em Foco

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Você não é o que aconteceu com você, você é o que escolhe se tornar.Carl Gustav Jung***          legus
26/04/2026

Você não é o que aconteceu com você, você é o que escolhe se tornar.
Carl Gustav Jung
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Livro: A Parte que falta Neste clássico da literatura infantil relançado pela Companhia das Letrinhas, acompanhamos a bu...
25/04/2026

Livro: A Parte que falta
Neste clássico da literatura infantil relançado pela Companhia das Letrinhas, acompanhamos a busca por completude e refletimos sobre relacionamentos com a poesia singela de Shel
Silverstein. O protagonista desta história é um ser circular que visivelmente não esta completo: falta-lhe uma parte. E ele acredita que existe pelo mundo uma forma que vai completá-lo perfeitamente e que, quando estiver completo, vai se sentir feliz de vez. Então ele parte animado em uma jornada em busca de sua parte que falta. Mas, ao explorar o mundo, talvez perceba que a verdadeira felicidade não está no outro, mas dentro de nós mesmos. Neste livro, leitores de todas as idades vão se deparar com questionamentos sobre o que é o amor e quanto dependemos de um relacionamento ou parceira para nos sentirmos plenamente felizes.
Desejamos uma boa leitura e um excelente sábado! 🤍

As crianças aprendem muito mais pelo que veem do que pelo que escutam. Não adianta pedir calma gritando, ou exigir respe...
24/04/2026

As crianças aprendem muito mais pelo que veem do que pelo que escutam. Não adianta pedir calma gritando, ou exigir respeito tratando a criança com impaciência. No dia a dia, elas observam como os adultos reagem, falam e lidam com as próprias emoções — e é isso que acabam imitando, mesmo sem perceber.
Quando um adulto demonstra empatia, paciência e respeito, a criança aprende que esse é o caminho. Mas quando vê explosões, críticas constantes ou falta de escuta, tende a reproduzir esses comportamentos também. O exemplo tem um impacto silencioso, mas muito poderoso, porque ensina na prática como agir e se relacionar com o mundo.
Por isso, educar uma criança também é olhar para si mesmo. Não é sobre ser perfeito, mas sobre ser consciente. Pequenas mudanças na forma de agir fazem grande diferença no desenvolvimento emocional da criança. E, quando necessário, buscar ajuda profissional também é válido para apoiar esse processo e fortalecer relações mais saudáveis.
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Evitar emoções pode até parecer mais fácil no momento, mas não ensina a criança a lidar com o que sente. Quando dizemos ...
23/04/2026

Evitar emoções pode até parecer mais fácil no momento, mas não ensina a criança a lidar com o que sente. Quando dizemos “não chora”, “isso não é nada” ou tentamos distrair o tempo todo, a criança aprende a fugir do sentimento, não a entendê-lo. Ela pode até parar de demonstrar, mas a emoção continua ali, sem ser compreendida.
Com o tempo, isso pode dificultar a forma como a criança lida com situações desafiadoras. Sem aprender a reconhecer e nomear o que sente, ela pode reagir com mais intensidade, confusão ou até se fechar emocionalmente. Emoções ignoradas não desaparecem — elas voltam em forma de comportamentos, inseguranças ou dificuldades de expressão.
Ensinar a lidar com emoções começa justamente no oposto: acolher, nomear e orientar. Quando o adulto ajuda a criança a entender o que está sentindo, ela desenvolve recursos internos para enfrentar situações difíceis de forma mais saudável. E, quando necessário, buscar ajuda profissional também é válido para apoiar esse processo e fortalecer o desenvolvimento emocional.
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Quando ninguém escuta o que a criança sente, ela aprende que suas emoções não são importantes. Aos poucos, pode começar ...
22/04/2026

Quando ninguém escuta o que a criança sente, ela aprende que suas emoções não são importantes. Aos poucos, pode começar a acreditar que sentir é errado ou exagerado. Em vez de entender o que está acontecendo dentro dela, passa a guardar, esconder ou até negar o que sente — porque percebe que não há espaço para isso.
Com o tempo, isso pode aparecer de outras formas. Algumas crianças ficam mais irritadas, agressivas ou desafiadoras. Outras se fecham, ficam mais quietas e evitam se expressar. O comportamento muda, mas a origem continua a mesma: sentimentos que não foram acolhidos e não encontraram um lugar seguro para existir.
Por outro lado, quando a criança é ouvida, ela aprende algo muito importante: que pode confiar, se expressar e entender a si mesma. Isso fortalece sua autoestima, sua segurança emocional e sua forma de se relacionar com o mundo. E, quando necessário, buscar ajuda profissional também é válido para apoiar esse processo e garantir que ela tenha o suporte que precisa.
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Emoções que não são acolhidas ou ensinadas não desaparecem — elas se transformam. Quando uma criança não aprende a enten...
21/04/2026

Emoções que não são acolhidas ou ensinadas não desaparecem — elas se transformam. Quando uma criança não aprende a entender o que sente, ela tenta mostrar isso através do comportamento. A raiva pode virar agressividade, a tristeza pode aparecer como irritação, e o medo pode se transformar em resistência ou silêncio. Muitas vezes, o que parece “dificuldade de comportamento” é, na verdade, uma dificuldade emocional.
A criança ainda não tem maturidade para explicar com palavras tudo o que sente. Por isso, ela expressa do jeito que consegue. Quando o adulto olha apenas para o comportamento e não para a emoção por trás dele, perde a chance de ajudar de verdade. Corrigir sem acolher pode até silenciar naquele momento, mas não ensina a lidar com o que está acontecendo por dentro.
Por isso, mais importante do que apenas corrigir é ensinar. Ajudar a criança a nomear sentimentos, validar o que ela está vivendo e mostrar caminhos mais saudáveis de expressão faz toda a diferença. Quando a emoção é compreendida, o comportamento também muda — porque a criança passa a ter recursos internos para lidar com o que sente. E, quando necessário, buscar ajuda profissional também é válido e pode fazer toda a diferença nesse processo.
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Noites brancas, de Dostoievski: EnvelhescênciaEssa obra de Dostoievski foi publicada em 1848. Trata-se de uma novela rom...
20/04/2026

Noites brancas, de Dostoievski: Envelhescência
Essa obra de Dostoievski foi publicada em 1848. Trata-se de uma novela romântica que narra o encontro ao acaso entre sonhador, solitário e idealista, e Nástienka, uma jovem desiludida. São transcorridos os encontros durante quatro noites de verão em São Petersburgo. O nome da obra reporta à mágica das noites brancas do verão de São Petersburgo em que o sol praticamente não se põe. A obra explora temas como
solidão, a efemeridade da felicidade, a intensidade dos sonhos e amores passageiros. Mais que tudo, esses personagens encontram contrastes claros. Em que pese a idade
que mostra um homem mais velho do que vemos em nossos tempos, ele é, antes de mais nada, um sonhador, alguém com mínima visão real do mundo. A jovem, no entanto, bem mais jovem, tem um ar de saber o que deseja da vida, daquilo que
busca, o amor. Ela também se diz sonhadora. Uma sonhadora de tipo diverso. Ele a si se define, um sonhador é uma criatura de gênero neutro. Um caracol, diz o narrador. Ela, no
entanto, bem sabe que não tem nada de neutra. Busca o amor de um homem. Ele apenas sonha. Ela se casará com o amor. Ele esposará esse momento de júbilo. É o que lhe basta, ainda que tenha tentado ultrapassar seu limite. Agarra-se tão somente a imagem do sonho.
Para mais detalhes, confira o vídeo em: https://youtu.be/0hU72t6K9b8?si=Gifs2fAsQbGqsb0v
Por: Roseli Gimenes
Coordenadora do Cultura em Foco

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A infância é o chão que se pisa pela vida toda.Lya Luft***          legus
19/04/2026

A infância é o chão que se pisa pela vida toda.
Lya Luft
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Livro: Coisas que a gente sente e a duração das coisas: Um livro para a infância que resiste em nósQuanto conseguimos no...
18/04/2026

Livro: Coisas que a gente sente e a duração das coisas: Um livro para a infância que resiste em nós
Quanto conseguimos nomear o que a gente sente? Quanto tempo dura uma emoção? Quantas coisas cabem em um instante? Quanto do nosso passado se faz presente no agora? E, finalmente, quanto de nós é feito das crianças que fomos?
Baseado em pequenos poemas cheios de ternura e afeto, além de ricamente ilustrado pela artista Natalya Osowiec, Coisas que a gente sente e a duração das coisas é um manifesto para nos lembrarmos da infância que resiste em nós, quando o tempo parecia ter a dimensão de um conta-gotas. Do escritor bestseller Cláudio Thebas, uma ode a tudo aquilo que nos constitui.
Desejamos uma boa leitura e um excelente sábado! 🤍

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Barueri, SP
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