29/04/2026
O celular virou um refúgio rápido para momentos de desconforto. Quando surge tédio, ansiedade, insegurança ou até tristeza, é comum abrir um aplicativo quase no automático. Rolar a tela distrai, ocupa a mente e dá a sensação de alívio imediato, como se aquele incômodo fosse embora — mesmo que só por alguns minutos.
O problema é que, ao usar o celular para fugir do que sentimos, deixamos de entender nossas emoções. Em vez de lidar com o que incomoda, a gente adia, evita e até perde a chance de se conhecer melhor. Com o tempo, isso pode aumentar a ansiedade, dificultar conversas importantes e enfraquecer a forma como lidamos com frustrações.
Isso não significa que o celular é o vilão, mas sim que vale observar como estamos usando. Criar pequenas pausas, perceber o que sentimos antes de pegar o aparelho e se permitir viver o momento são passos importantes. Nem todo desconforto precisa ser evitado — muitas vezes, é justamente ele que ajuda a gente a crescer e se fortalecer emocionalmente.
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