Caroline Giane Canestraro

Caroline Giane Canestraro Psicoterapia para crianças, adolescentes e adultos.

Nossos filhos nos observam o tempo todo.Mais do que palavras, eles aprendem pelas nossas atitudes.Se você reage com grit...
24/04/2026

Nossos filhos nos observam o tempo todo.
Mais do que palavras, eles aprendem pelas nossas atitudes.

Se você reage com grito, ele aprende a gritar.
Se você se fecha, ele aprende a se fechar.
Se você acolhe, ele aprende a acolher.

O comportamento deles não nasce do nada —
muitas vezes, é reflexo do ambiente em que estão.

Educar não é só corrigir.
É ser exemplo emocional todos os dias, mesmo nas pequenas reações.

Seu filho não é um adulto em miniatura.O cérebro só amadurece completamente após os 20 anos, principalmente a parte resp...
15/04/2026

Seu filho não é um adulto em miniatura.
O cérebro só amadurece completamente após os 20 anos, principalmente a parte responsável por decisões, controle emocional e consequências.

Aos 12, ele oscila entre brincar e querer independência.
Aos 15, desafia regras, mas ainda teme ser tratado como adulto.
Aos 18, começa a dirigir, namorar, morar fora, mas ainda precisa muito da sua presença.
Aos 21, já parece distante do adolescente clássico, mas ainda não é um adulto completo.
E aos 24, finalmente, o cérebro amadurece, e você pode enxergar nele o adulto que ajudou a formar.

Por isso, ele pode:
– agir por impulso
– mudar de humor rapidamente
– querer independência, mas ainda precisar de você

Isso não é falha na educação. É desenvolvimento.
Quando você entende isso, a forma de reagir muda e a relação também.

Muitas vezes, o que parece excesso… é necessidade.O adolescente vive um turbilhão interno, e nem sempre sabe expressar. ...
14/04/2026

Muitas vezes, o que parece excesso… é necessidade.

O adolescente vive um turbilhão interno, e nem sempre sabe expressar. Por isso, ele busca, mesmo que inconscientemente, espaços onde consiga se organizar por dentro.

O banho, em muitos casos, é esse lugar.

Cuidar da saúde mental não é sobre “estar em crise”.É sobre manter equilíbrio no dia a dia.Assim como o corpo, a mente t...
07/04/2026

Cuidar da saúde mental não é sobre “estar em crise”.
É sobre manter equilíbrio no dia a dia.

Assim como o corpo, a mente também precisa de atenção, cuidado e acompanhamento.

Ansiedade e estresse afetam sono, imunidade e energia.
Quando você está bem, se comunica melhor e se conecta de forma mais saudável.
Ajuda a tomar decisões com mais equilíbrio e segurança.
Você aprende a lidar com o que sente, sem se sobrecarregar.
Cuidar da mente te dá base para dar conta da vida com mais leveza.

Sua mente sustenta tudo.
Cuidar dela é cuidar da sua vida.

A leitura vai muito além do conhecimento.Ela estimula o cérebro, ativa a imaginação e contribui diretamente para o equil...
06/04/2026

A leitura vai muito além do conhecimento.

Ela estimula o cérebro, ativa a imaginação e contribui diretamente para o equilíbrio emocional.

Mesmo não sendo um músculo, o cérebro precisa de estímulo — e a leitura é uma das formas mais acessíveis de exercitá-lo no dia a dia.

Pequenos hábitos constroem grandes mudanças.

Pesquisas mostram que adolescentes que dormem mais — e, principalmente, que dormem mais cedo — tendem a ter melhor funci...
30/03/2026

Pesquisas mostram que adolescentes que dormem mais — e, principalmente, que dormem mais cedo — tendem a ter melhor funcionamento cerebral e desempenho em tarefas cognitivas.

Mesmo pequenas diferenças no tempo de sono já impactam:
🧠 memória
📚 aprendizado
🎯 concentração
💡 resolução de problemas

Durante o sono, o cérebro se reorganiza, fortalece conexões e elimina toxinas acumuladas ao longo do dia.

E aqui está um ponto importante:
a maioria dos adolescentes ainda dorme menos do que o recomendado.

📊 O ideal para essa fase é entre 8 e 10 horas por noite.

A adolescência já é um período de muitas mudanças — e o sono tem um papel fundamental para sustentar esse desenvolvimento.

Mais do que rotina, dormir bem é parte do cuidado com a saúde mental e cognitiva.

Fonte: Universidade de Cambridge

Na convivência com adolescentes, é fácil cair na armadilha de transformar cada atitude em uma oportunidade de ensinar.Ma...
27/03/2026

Na convivência com adolescentes, é fácil cair na armadilha de transformar cada atitude em uma oportunidade de ensinar.
Mas quando tudo vira confronto, o vínculo pode se desgastar.
Nem toda resposta atravessada é desrespeito.
Nem toda discordância é rebeldia.
Nem todo erro pede correção imediata.
Educar também envolve observar.
Perceber o que realmente pede direcionamento e o que faz parte do amadurecimento.
Nem sempre é sobre responder a tudo,
mas sobre escolher onde colocar energia.
Porque, no fim, mais importante do que ter razão
é preservar a conexão.

Entre os 9 e 12 anos, muitas crianças começam a entrar na pré-adolescência que é uma fase marcada por mudanças intensas....
24/03/2026

Entre os 9 e 12 anos, muitas crianças começam a entrar na pré-adolescência que é uma fase marcada por mudanças intensas.

📊 Nessa fase, é comum observar:
– mais questionamentos
– maior sensibilidade emocional
– oscilações de humor
– necessidade de mais espaço
– início das mudanças corporais

Essas transformações fazem parte do desenvolvimento e não significam, necessariamente, problema de comportamento.

A criança não deixou de ser quem era.
Ela está tentando entender quem está se tornando.

Quanto mais compreensão, mais leve essa fase pode ser — para os filhos e para os pais.

Viva o seu tempo com presença. 🌿
17/03/2026

Viva o seu tempo com presença. 🌿

Quando nos permitimos ouvir nossos filhos de verdade, descobrimos que eles também nos ensinam sobre paciência, flexibili...
10/03/2026

Quando nos permitimos ouvir nossos filhos de verdade, descobrimos que eles também nos ensinam sobre paciência, flexibilidade e amor.

O autoconhecimento transforma. ✨
06/03/2026

O autoconhecimento transforma. ✨

O tédio e o mau-humor na adolescência costumam ser interpretados como falta de vontade ou desinteresse.Mas, na maioria d...
28/02/2026

O tédio e o mau-humor na adolescência costumam ser interpretados como falta de vontade ou desinteresse.

Mas, na maioria das vezes, eles estão ligados a mudanças intensas no cérebro e nos hormônios.
Nessa fase, o adolescente ainda está aprendendo a reconhecer o que sente, dar nome às emoções e lidar com limites internos.
Por isso, mais do que corrigir comportamentos, é fundamental ensinar caminhos emocionais:
• Ajudar a entender o que está acontecendo por dentro
• Oferecer escuta, presença e orientação
• Construir recursos para lidar com frustrações
Tédio também pode ser um pedido de ajuda — mesmo quando não vem em palavras.

Você já tinha pensado no tédio como parte do desenvolvimento emocional?

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