27/04/2021
Vocês pediram, e eu preparei um Post sobre ESTABILIZAÇÃO PROTETORA NA ODONTOPEDIATRIA para vocês! 😍
A pergunta que eu sempre escuto é:
- Dra. Vou precisar segurar meu filho, e agora???
✨ O comportamento de crianças e bebês frente ao tratamento odontológico é muitas vezes imprevisível, e resulta em várias reações emocionais, positivas 👍🏻 ou negativas 👎🏻, que se manifestam através de ansiedade, medo do desconhecido, fobia, choro e etc...
😷 Nós Odontopediatras, especialistas no atendimento de bebês e crianças, temos a psicologia infantil como grande aliada em todas as consultas. Várias são as técnicas usadas para manejo da criança durante a consulta odontológica que nós permite uma boa colaboração durante todo o tratamento.
👉🏻 São elas: músicas, histórias, brinquedos, técnicas falar-mostrar-fazer, reforço positivo e mutio amor ❤️
❌ Porém, muitas vezes, mesmo com toda pscicologia, condicionamento e técnicas de manejo, o Odontopediatra não tem sucesso no necessário no controle do comportamento da criança (talvez pela pouca idade da mesma), e são em casos como esses, ou em atendimentos de urgência que precisamos lançar mão da estabilização protetora.
💉 Nós Dentistas trabalhamos com inúmeros aparelhos perfuro-cortantes, e o menor movimento inesperado que seja feito por um bebê ou criança na hora do atendimento pode levar a um acidente ⚠️, e para evitar é que usamos essa técnica!
👨👦 Estabilização protetora, resume-se em restringir a liberdade de movimentos do paciente durante o procedimento odontológico!
Pode ser feita de duas maneiras:
1️⃣ Ativa: pelos próprios pais e/ou auxiliar
2️⃣ Passiva: com dispositivos próprios (pedwrap)
🚼 Visando sempre promover maior segurança tanto para o paciente que não colabora, como para o profissional. Lembrando que quando bem indicada, não traumatiza a criança. Só a protege ❤️!
Dra. Francinne Dórea