30/01/2026
O jogo termina no apito.
Mas, para o cérebro, nem sempre.
Após uma decisão difícil, é comum o árbitro entrar em um processo chamado ruminação cognitiva — quando a mente repete o lance, analisa cenários alternativos e revisita a escolha feita.
Esse mecanismo surge da hiperativação do sistema de controle:
o cérebro tenta “corrigir” algo que já passou como forma de prevenção futura.
O problema é que, quando esse ciclo não é interrompido, ele gera:
• queda de confiança
• aumento da autocrítica
• fadiga mental
• dificuldade de foco no próximo jogo
Não é falta de preparo técnico.
É excesso de carga mental sem processamento emocional adequado.
Encerrar o jogo mentalmente também é treino.
A Psicologia do Esporte atua justamente nesse ponto: ajudando o árbitro a processar decisões, regular emoções e recuperar clareza cognitiva.
🧠⚖️
Você consegue finalizar o jogo na mente ou ele continua depois do apito?