Espaço Psico Vida- Leidiane Feitosa CRP 06/119435

Espaço Psico Vida- Leidiane Feitosa CRP 06/119435 Sou Psicóloga e Psicanalista, Especializ. em Traumas Emocionais, Doenças Psicopatologicas e Psicossomáticas. Atendo Mulheres e Mães, Orientação de Pais e Casais.

Acolho familias que buscam desenvolvimento emocional e transformar dores em novas histórias. Atendimento psicoterapeutico voltado para Saúde da Mente,

03/02/2026

Você sabia que nem toda depressão parece tristeza?

Muitas pessoas continuam trabalhando, cuidando da família, sorrindo em público…
Mas por dentro vivem um cansaço profundo, uma sensação de vazio, de estar apenas sobrevivendo.

A depressão tem tratamento.
E quando a dor encontra palavras, o sujeito começa a recuperar sentido, desejo e movimento.

💬 Se esse video tocou algo em você, não ignore.
💛 Procurar ajuda é um ato de cuidado.
👉 Salve este post, compartilhe com alguém que pode estar sofrendo em silêncio e, se sentir que é o momento, busque acompanhamento profissional.

Leidiane Feitosa da Costa Lima
Psicóloga Clínica | Psicanalista
Especialista em Traumas Emocionais e Doenças Psicopatologicas
📍 Granja Viana e Alphaville
💻 Atendimentos presenciais e online (Brasil e exterior)

22/01/2026

Sabe quando você promete que não vai comer, comprar, mexer no celular, trabalhar até se esgotar…
e mesmo assim faz?

Na clínica, eu vejo isso todos os dias: a compulsão não começa no ato, começa no vazio.
Ela aparece quando algo dói por dentro e não encontrou palavra, colo ou espaço pra existir.

E o que geralmente acontece é que o corpo vai lá e tenta resolver do jeito que dá.
Naquele momento, comer, comprar ou se distrair gera prazer e um alívio momentâneo.
É o seu sistema emocional dizendo: “eu não aguento sentir isso agora”.

Muitas mulheres se culpam depois.
Mas eu sempre digo: o comportamento não é o problema, ele é a tentativa de solução.

O problema é que essa solução dura pouco… e a dor volta, geralmente com culpa junto.

A psicanálise nos ajuda justamente aí: a entender o que essa compulsão está tentando calar.
Entenda... quando você consegue falar do que machuca, o corpo já não precisa agir por você.
Não se trata de controle.
Se trata de escuta especializada.

O que te oriento nesta situação:
Em vez de brigar com você mesma, tenta se perguntar com gentileza:
“O que eu estava sentindo antes disso?”
Nem sempre a resposta vem na hora e tudo bem.
É por isso que o processo terapêutico existe: pra transformar impulso em compreensão.

Tem algo dentro de você que pede alívio, mas ainda não encontrou espaço pra ser cuidado. Se volta o olhar para dentro, pare de justificar a falta de controle e olha pra essa dor com verdade, com intenção de entender o que realmente ocorre aí dentro.

Leidiane Feitosa da Costa Lima
Psicóloga Clínica | Psicanalista
Especialista em Traumas Emocionais
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Escuto muito isso: “Não sei por que estou ansiosa, minha vida está normal.”Mas, para a psicanálise, a ansiedade rarament...
20/01/2026

Escuto muito isso: “Não sei por que estou ansiosa, minha vida está normal.”
Mas, para a psicanálise, a ansiedade raramente é sem causa ela apenas não é consciente.

A ansiedade surge quando conteúdos emocionais vividos e que foram reprimidos internamente pressionam por expressão. De alguma forma tenta sair, tomar um lugar.

São medos antigos, experiências não elaboradas, perdas silenciadas e emoções que não encontraram palavra.

O corpo, então, passa a falar: aperto no peito, falta de ar, taquicardia, tensão constante, insônia.
Os sintomas são reais, não imaginários.

Tentar apenas controlar a ansiedade seja com tecnicas ou tomando somente medicamentos pode até aliviar momentaneamente, mas não resolve a origem, a raiz retorna.
Enquanto a causa inconsciente não é escutada, o sintoma insiste.

A psicanálise compreende a ansiedade como um sinal não de fraqueza, mas de que algo dentro que precisa ser reconhecido e elaborado.

Melhorar não é eliminar o sintoma à força, é criar espaço para compreender o que ele representa na sua história.
Quando o que dói encontra palavra, o corpo já não precisa gritar.

O que ajuda neste caso;
• Escutar a ansiedade sem julgamento
• Investigar quando e com quem esse estado começou
• Diferenciar perigos reais de memórias emocionais
• Elaborar, em terapia, aquilo que foi silenciado para sobreviver

O que sua ansiedade tenta proteger em você que ainda não foi cuidado?

Agende seu horário no link da bio

Leidiane Feitosa da Costa Lima
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Repetir padrões não é falta de amor-próprio, é tentativa inconsciente de reparação.Freud chamou isso de compulsão à repe...
19/01/2026

Repetir padrões não é falta de amor-próprio, é tentativa inconsciente de reparação.
Freud chamou isso de compulsão à repetição: onde a pessoa revive o trauma tentando, finalmente, ter outro final. Mas sem consciência, sem tratamento, sem conhecimento o final costuma ser o mesmo.

Exemplo:
Mulheres que sempre se envolvem com parceiros emocionalmente indisponíveis.

No início, a relação costuma ser vivida com intensidade e promessa: acolhimento, cuidado, reparação.

A psicanálise nos mostra que, nessa fase, não nos relacionamos apenas com o outro real, mas com aquilo que projetamos nele. Esperanças antigas, faltas primárias e desejos não elaborados entram em cena.
Com o tempo, o vínculo deixa de sustentar essa idealização. O outro se mostra humano, limitado, diferente do que foi inconscientemente esperado.

É nesse momento que o conflito aparece, não apenas pelo que o outro faz, mas pelo que ele não consegue preencher.
Neste movimento de compulsão à repetição: a pessoa revive, nas relações atuais, experiências emocionais antigas, tentando inconscientemente dar um novo final ao que ficou em aberto.
O problema é que, sem elaboração, o roteiro se repete e a dor também. Por este motivo a terapia se faz necessário.
Assim, relações não se tornam dolorosas porque “sempre dão errado”, mas porque carregam demandas inconscientes que nenhum parceiro consegue sustentar. Cada um tem a sua.
Quando o passado não é reconhecido, ele dirige os vínculos do presente.

✨ O que você espera que o outro repare hoje, e que, na verdade, pertence à sua história?

Orientação:
Não se pergunte “por que comigo?”, mas o que isso tenta resolver em mim?

Não continue em caminhos longos, se cuide, olhe para dentro.

Leidiane Feitosa da Costa Lima
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Há muitos anos que atendo mulheres no consultório e com a maioria o sentimento de  culpa se faz presente.A culpa exagera...
12/01/2026

Há muitos anos que atendo mulheres no consultório e com a maioria o sentimento de culpa se faz presente.

A culpa exagerada não nasce do erro atual, mas de uma história em que a mulher precisou assumir mais do que podia.

Assim, mesmo quando faz o suficiente, ela sente que nunca é bastante.
A culpa passa a funcionar como um modo inconsciente de manter vínculos e evitar rejeição, ainda que às custas do próprio adoecimento físico e mental. Dores frequentes, pesos sobre o corpo e a alma.

Freud já nos mostrava que o superego rígido se forma quando a criança aprende que só é amada se corresponder.
Na vida adulta, a culpa vira companhia constante. Isso se manifesta como autocobrança e dificuldade em se priorizar.

Exemplo:
Mães que se culpam por descansar ou mulheres que se sentem mal ao dizer “não” ou não saber se posicionar por medo de magoar, de afastar ou perder quem ama. Infelizmente são as que mais aguentam a humilhação, rejeições e críticas.

Orientação:
Pergunte-se: essa culpa é do presente ou eco de uma infância exigente demais? Muitas responsabilidades desde criança, cuidados que tomaram lugar interno.

✨ Pergunta: O que você teme perder se parar de se culpar?

Vamos tratar isso?

Leidiane Feitosa da Costa Lima
Psicóloga Clínica | Psicanalista
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Atendimento Granja Viana e Alphaville
Online e presencial

Mulheres com traumas emocionais vivem em estado de alerta constante. Mesmo quando tudo parece bem, o corpo permanece ten...
07/01/2026

Mulheres com traumas emocionais vivem em estado de alerta constante. Mesmo quando tudo parece bem, o corpo permanece tenso.
Na psicanálise, entendemos a hipervigilância como uma defesa construída após experiências de imprevisibilidade emocional. O psiquismo aprende que relaxar é perigoso.
O problema é que o perigo já passou, mas o corpo não foi avisado.

Exemplo:
Mulheres que dormem mal, se assustam facilmente ou estão sempre esperando uma notícia ruim.
Orientação:
Antes de tentar “se acalmar”, é preciso elaborar onde e com quem você precisou estar sempre alerta.

✨ O que dentro de você ainda vive como se estivesse em risco?


Leidiane Feitosa da Costa Lima
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Quando as metas viram régua de valor pessoal, a sensação de insuficiência cresce.Você não é o que não conseguiu cumprir,...
05/01/2026

Quando as metas viram régua de valor pessoal, a sensação de insuficiência cresce.
Você não é o que não conseguiu cumprir, você é tudo o que precisou atravessar.

Me conta o que quer priorizar para este novo ano. E como foi o ano que passou?

Final de ano reúne pessoas, mas também reativa histórias mal resolvidas.Cobranças veladas, comparações, expectativas irr...
22/12/2025

Final de ano reúne pessoas, mas também reativa histórias mal resolvidas.

Cobranças veladas, comparações, expectativas irreais e antigos conflitos que nunca foram elaborados.
O corpo sente.

A ansiedade aumenta.
A paciência diminui.

Não existe a família perfeita, mas se submeter a encontros pela necessidade de agradar quem te desagrada, repense.

Nem toda família se torna um lugar seguro emocionalmente e reconhecer isso não é ingratidão, é consciência. Sem culpa.

Família é onde se formam nossos primeiros vínculos emocionais.
Quando esses vínculos foram marcados por críticas, rejeições ou cobranças, o reencontro ativa o sistema emocional de defesa. Lugar de descontração e alegria passa a ser ambiente de mal estar.

Por isso, você pode se sentir irritada ou ansiosa sem entender o motivo.
Os adultos estão alí, excessos, bebidas, egos de quem é melhor e as feridas antigas ficam permeando o ambiente e as pessoas.
Estabelecer limites emocionais é um cuidado psíquico.

Confraternizar é uma escolha, fazer isso com quem se gosta é melhor ainda.

Já conseguiu estabelecer limites? Como tem sido pra você o final de ano?

Leidiane Feitosa
Psicóloga Clínica | Psicanalista | Especialista em Traumas
📍 Granja Viana e Alphaville | Presencial e Online para todo o Brasil e Brasileiros no exterior

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