28/11/2022
Em situações normais, a quantidade de colostro produzida é suficiente para sanar as demandas nutricionais de um bebê nos primeiros dias. Porém, para os bebês de mulheres diabéticas, essas necessidades adicionais de glicose precisam ser ofertadas por outros meios como leite materno ordenhado, fórmula ou soluções de glicose intravenosa. O que se vê no dia a dia nas maternidades com maior frequência, é a oferta de fórmula para bebês de mulheres diabéticas.
Com o intuito de prevenir a exposição precoce de bebês ao uso de fórmula, que contém proteína do leite de vaca, tem se considerado a prática de ordenha de colostro da gestante diabética, ainda no período gestacional, não só para estoque e oferta ao bebê no período pós-natal, como também para estimular maior fluidez de colostro após o nascimento
Segundo uma revisão, os estudos mostraram que a prática de ordenhar colostro no período gestacional pode ser indicada também para melhorar o sucesso da amamentação e promover lactogênse, não só em mulheres diabéticas, como também em outras situações como:
Gemelaridade, hipoplasia mamária, protése de silicone, redução de mamas, portadoras de síndromes metabólicas e cesareana eletiva.
Quanto ao método, quando iniciar a coleta e protocolos é preciso o ACOMPANHAMENTO DE PROFISSIONAIS ESPECIALISTAS EM LACTAÇÃO DESDE A GESTAÇÃO, SE O SEU DESEJO FOR AMAMENTAR.
Com a orientação adequada conseguimos evitar a introdução de fórmulas precoce, de preferência nos 3 primeiros dias de vida do seu amor.
Precisando de ajuda com a amamentação é só me chamar.
Sheila Feio
Enfermeira obstétrica
Consultora em lactação