04/07/2025
Eu lembro que em 2022, quando eu fui morar na Bahia, eu fui me recuperando de algumas situações que me afastaram da psicologia por motivo de força maior.
Eu passei por algumas experiências de quase morte um tanto atípicas, tipo pegar malária quando a doença já estava praticamente erradicada, o que prejudicou bastante a minha recuperação, além do tratamento ser em grande parte com cloroquina e eu ter calhado de adoecer no meio do governo Bolsonaro, o que quase zerou os postos de saúde do medicamento - o tratamento é feito pelo SUS, o que inclusive me lembra:
Enfim, pós tietagem do SUS ✊ cheguei em Salvador sem total noção de como eu ia trabalhar, até porque, pelas recuperações, eu já estava há meses afastada. Ou seja, sem clínica, sem pacientes, sem “networking”.
Foi aí que eu comecei a me interessar pelas plataformas de atendimento online e uma delas tinha sido a Psicologia Viva. Desde aquela época, ela já era uma das mais bem avaliadas do mercado e por isso já era um tanto difícil conseguir vagas pra novos profissionais.
Com o tempo, eu fui tendo outras experiências, fiz minha pós, entrei no mestrado, comecei a trabalhar em uma clínica presencial. As coisas foram mudando e eu meio que arquivei a ideia das plataformas.
Quando eu retornei pra Belém no finalzinho do ano, minha vida tinha virado de cabeça pra baixo de novo e, mais uma vez, fiquei alguns meses afastada por questões de saúde, essas um pouco mais íntimas e particulares, mas ainda tendo que lidar com as mortes e os morreres, em outros sentidos.
Me vi perdida mais uma vez entre saúde e trabalho. O que eu ia fazer e como?
Onde eu poderia encontrar algo que coubesse nas minhas novas demandas?
E, assim… eu também precisava de dinheiro, né 🤪 kkkkk *detalhes*
Coincidência ou não… tantos anos depois, finalzinho de maio eu recebi esse e-mail da Luiza, quem fez a minha entrevista pra fazer parte do time da Psicologia Viva, que agora faz parte do grupo Conexa.
Esses são registros de um dia muito feliz e de muito orgulho… e o texto, passagens da vida de uma menina que segue sobrevivendo (literalmente) e se sustentando (mais metaforicamente do que literalmente rs) de psicologia.