Especialista em reabilitação sexual com abordagem integrativa. Siga e descubra e conquiste + saúde. Olá. A Clínica Dra. Iranilde Brito, realiza. Clínica Dra.
Homens e mulheres superarem disfunções sexuais como anorgasmia, dispareunia, disfunção erétil e ejaculação precoce, unindo ciência, corpo e mente. Agendamento de consultas e tratamentos:
1 - Terapia Ocupacional na Reabilitação Sexual (Atividades do dia a dia, restaurar função sexual - Prática e individualizada)
2 - Sexóloga (Tratamento de disfunções sexuais e questões relacionadas à sexualidade humana, resolução de questões sexuais, conversas, educação sexual, terapia de casal e orientações)
3 - Terapia Tântrica ou Massagem (Expansão da consciência sexual, respiração consciente e espiritual)
4 - Terapia Integrativa e Massagem para Dor e Relaxamento (Bem-estar físico e emocional - Massagem, diversas técnicas terapêuticas)
Em seguida passarei as informações necessárias ao seu atendimento. Iranilde Brito - CNPJ: 57728957000176
27/02/2026
O problema não é o seu corpo mudar depois do s**o. É ninguém ter te ensinado o que é normal?
E hoje eu vou te explicar o que realmente acontece. Na prática clínica, vejo isso com frequência… E abordar a alteração química pós-s**o, é um assunto pouco falado, mas extremamente comum no consultório e em nosso dia a dia.
Quando normalizamos a mudança fisiológica, reduzimos culpa e ansiedade feminina e até mesmo as dúvidas do cônjuge. Esse mix de alterações como pH, sêmen alcalino e autorregulação va**nal. Se nós mulheres soubessemos disso, metade das preocupações pós-s**o deixariam de existir.
Bem! Durante o s**o, a química va**nal realmente sofre alterações temporárias. O contato com o sêmen (mais alcalino), o aumento da lubrif**ação, o atrito e as oscilações hormonais podem modif**ar o pH va**nal por algumas horas. E isso, na maioria das vezes, é fisiológico.
O corpo feminino é autorregulável. Mas ele também dá sinais quando algo está em desequilíbrio.
Educação sexual é aprender a diferenciar o que é adaptação natural do que é alerta clínico.
♿ Este carrossel tem audiodescrição, garantindo acesso a pessoas com deficiência visual. Aqui a inclusão também é prioridade
💛 Salve, compartilhe e ajude a ampliar o acesso.
10/02/2026
A ciência está sempre evoluindo para confirmar nossas alegações e dúvidas e uma delas é essa: Estudos clínicos mostram que a exposição seminal aumenta temporariamente o pH va**nal, alterando o equilíbrio da microbiota e podendo favorecer o crescimento de bactérias oportunistas e queixas como odor e corrimento após o s**o.
✔️ Após s**o sem pr********vo, o pH va**nal aumenta temporariamente.
✔️ Essa alteração está associada a mudanças na microbiota, incluindo redução de lactobacilos e aumento de diversidade bacteriana ou patógenos.
✔️ Mudanças microbianas e inflamatórias pós-s**o são descritas em múltiplos estudos, especialmente envolvendo exposição seminal.
✔️ O mecanismo defendido no seu texto (pH + microbiota + odor/alterações) tem respaldo científico real.
Às vezes vem esse pensamento do posto, e você não está “suja”.
E sua va**na não está falhando.
Após o s**o sem pr********vo, ocorre uma reação química real:
o sêmen (alcalino) entra em contato com a va**na (ácida) e o pH va**nal se eleva temporariamente.
Esse aumento do pH:
• enfraquece a ação dos lactobacilos
• altera o equilíbrio da microbiota va**nal
• pode favorecer odor, corrimento ou desconforto nas horas seguintes
👉 Isso é fisiologia, não falta de higiene.
Um ecossistema va**nal saudável costuma levar 8 a 24 horas para recuperar o pH ácido e restabelecer sua proteção natural.
Durante esse período, a va**na está mais vulnerável.
🚨 Quando esses sintomas são frequentes ou persistem por mais de 48 horas, é importante avaliar clinicamente, pois pode haver disbiose va**nal ou vaginose bacteriana — condições tratáveis.
🧪 Conteúdo baseado em evidências científ**as atuais sobre pH va**nal, microbiota e exposição seminal.
📚 Referências nos comentários.
Este post é educativo e não substitui avaliação profissional.
✨ Sua va**na se defende.
Ela só precisa de informação, tempo e cuidado.
04/02/2026
A dor na penetração associada ao vaginismo é classif**ada como Transtorno da Dor Gênito-Pélvica/Penetração e não é considerada uma resposta normal do organismo.
Não existe exame laboratorial específico para seu diagnóstico, que é essencialmente clínico.
A avaliação envolve anamnese detalhada, escuta qualif**ada das experiências dolorosas, investigação de fatores físicos e psicossociais e exame físico realizado de forma gradual e respeitosa por profissional capacitado.
O está relacionado a contração involuntária da musculatura do assoalho pélvico, frequentemente associada à ansiedade e respostas condicionadas de medo.
O tratamento é individualizado, baseado em evidências científ**as, e pode incluir fisioterapia pélvica, psicoterapia sexual, exercícios perineais, dessensibilização progressiva e outras intervenções conforme indicação clínica.
28/01/2026
12/01/2026
O prazer feminino não é um mistério, é anatomia (e saúde!).
🧠 Você sabia que o clitóris possui corpos cavernosos funcionais, exatamente como o p***s? Sim, o clitóris f**a ereto, aumenta de volume e depende de um sistema vascular saudável.
Mas a pergunta que não quer calar: se a ciência já comprovou isso, por que ainda falamos tão pouco sobre a disfunção erétil feminina? 🧐
Por décadas, ouvimos que se uma mulher não sente prazer ou não chega ao orgasmo, o "problema" está na cabeça dela, no estresse ou na falta de romance. Mas a ciência acaba de dar um soco na mesa. 🥊
O artigo da Revista Brasileira de Fisioterapia Pélvica (2025), alerta a negligência histórica sobre o prazer da mulher, onde criaram um abismo no diagnóstico de saúde sexual. Nele cita uma verdade que incomoda muita gente: o clitóris tem uma ereção real, física e vascular.
Sim, você leu certo. O clitóris possui corpos cavernosos idênticos aos do p***s. Ele enche de sangue, aumenta de tamanho e f**a rígido. E aqui vem a parte polêmica: se existe ereção, existe disfunção erétil feminina. Apesar de sua fundamental importância, por diversos motivos, esse órgão ainda é bastante invisibilizado nos dias atuais.
Por que nunca te contaram isso?
O artigo é categórico: vivemos uma "pandemia" de disfunção sexual feminina que é mascarada por uma misoginia sistêmica. Enquanto a pílula azul para os homens foi celebrada, a anatomia do prazer feminino foi apagada dos livros de medicina por séculos.
Onde entra o Terapeuta Ocupacional (T.O.) nessa história? 🧠✨
A sexualidade é uma das atividades humanas mais centrais. Como T.O, nós não olhamos apenas para o "órgão", olhamos para a função:
1️⃣ Reeducação Sensorial: Treinar o corpo para reconhecer e processar o estímulo dessa ereção.
2️⃣ Adaptação de Rotina: Como o cansaço e a sobrecarga impedem o fluxo sanguíneo necessário para a resposta física?
3️⃣ Tecnologia Assistiva: Indicação de recursos que auxiliam na performance sexual de forma terapêutica.
Ignorar a anatomia do clitóris não é apenas uma falha acadêmica, é uma barreira para a sua saúde e liberdade.
Agora me diz: você sabia que o clitóris tinha uma ereção tão complexa quanto a masculina?
31/12/2025
25/12/2025
🎁🎉😍👠... Faltou minha mãe, irmãs e sobrinhos...❤️🩹🎁😍
25/12/2025
Com todo carinho.
Nesta época de renovação, desejo que seu Natal seja tranquilo e cheio de energia positiva para o novo ano que se aproxima. Cuide-se e aproveite os momentos em família. Feliz Natal e um 2025 com muita saúde!
Atenciosamente
Clínica Dra. Iranilde Brito
19/12/2025
Curso de Massagem tântrica on-line para elas que amam, fazer aquele agrado para o amado na cama, Curso será pelo zoom. Aguarde. Se você quer aprender, escreva no comentário" MASSAGEM TÂNTRICA". Que envio o questionário e o link de pagamento.
❤️
18/12/2025
Autocuidado sexual vai muito além do momento íntimo. É uma prática diária de respeito, conhecimento e atenção ao próprio corpo e às próprias emoções. 💖 Como Terapeuta Ocupacional e Sexóloga Clínica, incentivo fortemente essas práticas como base para uma sexualidade saudável e prazerosa.
**ologiaclinica
18/12/2025
Endereço
Avenida Duque De Caxias, N°1305 Com Tv. Timbó/Edifício Victor Hugo Belém, PA 66093-345
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Hoje em dia há uma diversidade de definições sobre deficiência devido ao fato de ser um fenômeno complexo com dimensão biológica, social e subjetiva, que limita a vida de um sujeito. Graças as abordagens utilizadas na área da saúde e ainda com a presença do modelo médico, nota-se a crescente mudança em relação ao foco do tratamento dos indivíduos que sofreram alguma alteração nas funções, sendo uma dela a disfunção sexual, que afeta em particular esse público, e assim pode ser usado como instrumento a CIF na reabilitação. Segundo sua a Classif**ação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF, 2004) a deficiência é vista como “problemas nas funções ou nas estruturas do corpo, tais como, um desvio importante ou uma perda”. Essa classif**ação é voltada para a funcionalidade e incapacidade do paciente, com objetivo multidisciplinar e, por consequência, com o olhar voltado para o contexto do paciente com deficiência entendendo as disfunções apresentadas por eles e as marcas que trazem consigo em consequência da mudança que ocorre no seu corpo.
Esse processo de reabilitação de um paciente com deficiência que atinge a sexualidade desse individuo requer um cuidado diferenciado, uma vez que essa nova condição/situação modif**a estruturas corporais e, consequentemente, as capacidades e as atividades de sua vida. Isso irá alterar desde a estrutura do cotidiano, como seu desempenho nas Atividades de Vida Diária (AVD’s), que são consideradas segundo AOTA (2015) “atividades orientadas para o cuidado do indivíduo com seu próprio corpo”, até nos papéis ocupacionais e participação social e, principalmente, os projetos de vida. Essas modif**ações se dão pelos aspectos físicos e psicológicos que sofreram alterações. Inclusive há alteração no que tange ás relações afetivas, como manter um companheiro sexualmente. Segundo a OTA, definição sobre a sexualidade é “ atividades que proporcionam satisfação sexual e/ou satisfazer as necessidades relacionais ou reprodutivas”, item muito importante que compõe os princípios fundamentais do processo de subjetivação com dimensão social, gerando prazer e bem-estar.
É frisar e pensar que a sexualidade não é apenas o ato sexual em si, mas sim uma gama de comportamentos e sentimentos que são socialmente construídos e corporalmente vividos, como “excitação, sensualidade, desejo, construção de gênero, sentimentos de amor, relações afetivas e se***is” (SILVA, et al, 2015). Com relação a questão da sexualidade não se deve focar apenas na disfunção sexual originada pela deficiência. Os terapeutas ocupacionais devem atentar para a complexidade abordada, incluindo nesse tema a influência que as normas sociais exercem sobre as práticas se***is de indivíduos e grupos ao tentarem manter ou retomar as relações se***is, muitas vezes o indivíduo não se encontra com disfunção mas por não estar dentro da visão normativa, imposta pela sociedade, se sentem impedidos de praticá-las. Mesmo que a sexualidade seja entendida conceitualmente como uma das atividades de vida diária e que essas atividades são um dos focos principais trabalhados na profissão, há uma deficiência na atuação específ**a dentro da reabilitação sexual que discursa sobre as implicações e estratégias de intervenção para melhorar e desenvolver o desempenho da sexualidade em pacientes com deficiência. Sabemos que diariamente há um aumento de número de pessoas acometidas por doenças ou que sofrem acidentes e adquirem uma deficiência e um dos profissionais que deve estar preparado para prestar atendimento é o terapeuta ocupacional.
E assim, o terapeuta ocupacional pode trabalhar a reabilitação sexual do deficiente físico que se encontra em duas formas deficiência congênita e adquirida; a primeira diz respeito a doenças que se originam com qualquer “perda ou anormalidade de estrutura ou função fisiológica ou anatômica, desde o nascimento, decorrente de causas variadas, entre elas a prematuridade, anóxia perinatal” (MACEDO, 2008). Já a deficiência adquirida é considerada, também, como uma perda ou anormalidade dessas funções, juntamente com a perda da função psicológica, que ocorre depois do nascimento por doenças infectocontagiosas ou por acidentes (RIBAS, 1985). Dentro da reabilitação o profissional pode usar os modelos da Terapia Ocupacional que tendem a ter um olhar biopsicossocial do indivíduo relacionando seu contexto, suas características físicas, seu entorno cultural, social e atividades cotidianas, tratando e entendendo sua deficiência, suas disfunções expostas e as marcas que trazem consigo em consequência da mudança que ocorre no seu corpo através de uma deficiência adquirida, tetraplégicos (lesão medular ), aspectos psíquicos e físicos e sofrimento mental para o sujeito, de acordo com cada grau de complexidade do indivíduo.
O assunto da sexualidade estar referente ao modelo de atenção do Sistema Único de Saúde (SUS), que tem na sua teoria, o atendimento que prioriza a integralidade do sujeito, ou seja, este deve ser atendido de forma integral, em que se alcança, ou se tenta alcançar, todas as dimensões do sujeito. (MACHADO et al, 2007). Além desse princípio, sabe-se que o SUS prega o paradigma de um sistema holístico, mesmo que seus profissionais muitas vezes não estejam preparados para colocar em prática o que descreve esse sistema, que também está voltado ao sujeito como um ser biopsicossocial e que a saúde deve ser estudada e entendida como um fenômeno multidimensional (TEIXEIRA, 1996).
Como o terapeuta ocupacional pode na prática ser treinado e capacitado para atender de forma mais completo essa demanda?
1 - Precisa entender que intervir sobre a sexualidade com pessoas com deficiência congênita e adquirida vai além de técnicas e treinos para uma relação sexual;
2 - Entender o conceito de sexualidade;
3 - Aprender a lidar com ela;
5 - Passar ao paciente o verdadeiro signif**ado e importância que esta tem no desempenho ocupacional e na qualidade de vida.
Essa mudança na prática do profissional na reabilitação sexual, deve está vinculada com sua forma de pensar e de olhar o paciente, avaliando-o nos mínimos detalhes, pois muitas vezes a sexualidade é deixada de lado por todos os fatores apresentados na reabilitação, e acaba passando por despercebido. Com isso, o terapeuta deve modif**ar a relação com o paciente de forma a equilibrar o atendimento, usando o educar como forma de reabilitação, transformando o foco do paciente, que antes era na deficiência para as novas possibilidades e capacidades que serão desenvolvidas, e abri a visão para inserir aparelhos que possibilite esse desenvolvimento e desempenho sexual com uso de Tecnologia Assistiva que possa auxiliar o desempenho desse individuo no tratamento.