AMA Pet - Clínica Veterinária

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Realizamos consultas, cirurgias, acompanhamentos e exames preventivos, hotel pet, para que seu pet tenha saúde e qualidade de vida.

27/01/2021
Todo tutor conhece a rotina e os hábitos de seu cão. Por isso, se o seu cachorro está se coçando mais do que o normal, a...
28/11/2020

Todo tutor conhece a rotina e os hábitos de seu cão. Por isso, se o seu cachorro está se coçando mais do que o normal, a ponto de chamar sua atenção, este pode ser um sinal de que alguma coisa está errada.

Coçadinhas rápidas são normais, mas, se elas se tornam frequentes, com queda de pelo em algumas regiões do corpo e por um período prolongado, é bom levá-lo ao médico-veterinário.

Coceiras podem ter causas diversas: pulgas e carrapatos, alergias ou doenças dermatológicas, e até até comportamentos obsessivos, ligados à ansiedade do cão.

Pulgas e carrapatos são os motivos mais comuns para que seu cão se coce. Estes parasitas são incômodos e podem ser perigosos, pois transmitem doenças. Há diferentes tratamentos antipulgas e anticarrapatos, que ajudam a evitá-los.

As alergias também são causas comuns para coceira em cães. Elas podem acontecer pela ingestão de alimentos (especialmente aqueles que o seu cão não conhece ou com os quais não está acostumado). Podem também ocorrer em devido à saliva das pulgas, pela ingestão de plantas ou pode também ser dermatites de contato, que ocorrem, por exemplo, quando seu cão pisa ou encosta em produtos químicos que causam irritação.

A sarna, doença de pele causada por um ácaro, também causa muita coceira em seu cão. Não existe vacina que previna a sarna, mas seu médico-veterinário pode recomendar medicação, pomadas e xampus específicos para tratá-la.

Algumas infecções de pele, excesso de poeira, estresse, otite, mudanças de temperatura, também podem causar coceira.

Se você percebe que a coceira no seu cão está maior do que o normal, dê uma boa olhada em seu corpo e leve-o ao médico-veterinário para um exame mais detalhado.

Um cão saudável é um cão mais feliz! E, como a felicidade é contagiosa, isso faz você feliz, também!

A dermatite alérgica é uma doença de pele muito comum em cães, mesmo nos que moram em apartamentos e saem pouco para pas...
28/11/2020

A dermatite alérgica é uma doença de pele muito comum em cães, mesmo nos que moram em apartamentos e saem pouco para passear. A alergia é uma reação do sistema imunológico contra algum agente (substância, produto, composto etc). É esse agente - chamado de alérgeno - que desencadeia a reação alérgica, que pode se manifestar de formas diferentes para cada animal.

Ela acontece quando o corpo do seu pet reconhece a substância como algo estranho e passa a "atacá-la" - desencadeando os sintomas. Quanto maior for o contato do pet com aquela substância, maior é a reação.

A dermatite alérgica causa vermelhidão na pele, coceira intensa (o que leva o animal a lamber excessivamente o local), podem surgir bolinhas parecidas com espinhas ou pequenas feridas, inflamações cutâneas e falhas no pelo. Pode haver também secreção nos olhos e ouvidos.

Mas vale lembrar que esses mesmos sintomas podem acontecer em quadros de ansiedade de separação, em cães que passam longos períodos sozinhos. É importante entender se o problema tem uma causa emocional ou não.

As causas mais comuns da dermatite alérgica costumam ser as picadas de pulgas ou de carrapatos, contato com detergentes ou produtos de limpeza, intolerância a alguma ração específica, ingestão de leite, plantas ou grama, pílulas hormonais, contato com tecidos sintéticos (poliéster, nylon etc.), reação a algum medicamento, entre outros.

Quando percebem a alergia, geralmente os tutores tentar eliminar do ambiente os possíveis elementos causadores, até terem certeza de qual deles realmente é a causa do problema. Mas existem também exames específicos, como o teste intradérmico, ou de sangue, que permite detectar com precisão as substâncias às quais o pet tem alergia.

Leve seu amigão ao médico-veterinário quando perceber que a alergia está incomodando. Quanto antes se descobrir a causa, melhor para ele!

A parvovirose é uma doença grave, de progressão rápida e com alto risco de contágio e propagação. Seus sintomas mais com...
28/11/2020

A parvovirose é uma doença grave, de progressão rápida e com alto risco de contágio e propagação. Seus sintomas mais comuns são letargia, febre, vômito, diarreia, taquicardia, perda de peso e interior das pálpebras e gengiva pálidas.

É uma doença causada por um vírus muito resistente, que pode provocar graves complicações gastrointestinais. Este vírus, ao ar livre e longe da luz solar direta, pode viver por anos e resiste a produtos de limpeza e desinfetantes. Seu contágio pode acontecer pelo contato direto do pet com o vírus por meio de lambidas ou por cheirar um animal infectado, suas fezes ou vômito, ou quando o cão tem contato com um local, objeto ou pessoa contaminada. O vírus pode estar em roupas, móveis, sapatos e até na pele humana.

Os primeiros sinais da doença são a perda de apetite e febre. Em poucos dias começam os vômitos e a diarreia com presença de sangue. Os sintomas progridem rapidamente para um quadro de desidratação grave, que pode levar à morte. Os filhotes de cachorros, antes dos 2 meses, têm maior taxa de mortalidade para a parvovirose.

Cães contaminados devem receber a medicação adequada e soro intravenoso, para compensar a desidratação causada pela doença. O vírus destrói as células da barreira intestinal e danificam a medula óssea, levando a uma diminuição brutal dos glóbulos brancos. Como resultado, o pet, já vulnerável, torna-se um alvo ainda mais fácil para todo tipo de infecções.

A prevenção da parvovirose se dá por meio de vacinação, que deve ser iniciada aos 45 dias de vida do pet. As vacinas V8 e V10 previnem contra esta e outras doenças, o que reforça sua importância. A administração deve continuar ao completar um ano e, depois disso, seguindo o calendário anual de vacinas, com os devidos reforços.

Vacine e fique atento à saúde do seu pet. Diante de sinais de infecção, leve-o ao médico-veterinário, para que ele diagnostique e ofereça a assistência e tratamentos adequados. Seu melhor amigo merece seu melhor cuidado!

A toxoplasmose é uma doença causada pelo protozoário Toxoplasma Gondii, que pode infectar quase todos os animais de sang...
28/11/2020

A toxoplasmose é uma doença causada pelo protozoário Toxoplasma Gondii, que pode infectar quase todos os animais de sangue quente, como aves e mamíferos, incluindo os humanos. É um parasita encontrado em fezes de felinos (como os gatos) e alimentos contaminados.

As principais fontes de infecção para os gatos são a ingestão de carne crua contaminada ou morder uma presa que esteja infectada. Os seres humanos, cães e outros mamíferos costumam se infectar pela ingestão da carne, leite cru de cabras infectadas e pela ingestão acidental de material f***l de gatos - por mãos ou alimentos contaminados, por exemplo.

Felinos são os únicos hospedeiros primários do T. Gondii. O protozoário vive em seu intestino e seus cistos (parecem ovos), saem nas fezes e podem sobreviver por anos no ambiente, já que resistem à maioria dos desinfetantes.

Quando ingeridos por hospedeiros intermediários, como roedores, aves, cães e seres humanos, migram para seus músculos e cérebro, onde causam danos.

Os principais sintomas nos animais são a perda de apetite e febre, mas não são incomuns a pneumonia, arritmia cardíaca, diarreia e dores abdominais. Quando afeta o sistema nervoso, a toxoplasmose pode causar convulsões, paralisia e perda das funções nervosas. Os músculos podem se tornar rígidos e pode haver perda de massa muscular.

Entre os humanos, 90% dos que contraem a toxoplasmose não manifestam sintomas. Os outros 10% apresentam aumento de gânglios, febre, dor muscular e de cabeça. Em casos avançados sem tratamento, é uma doença que pode ser bastante grave, especialmente em gestantes e pessoas com o sistema imunológico fragilizado.

Embora os cistos possam ser visíveis nas fezes, esta não é uma maneira confiável de diagnóstico. Por isso, nos animais a doença é diagnosticada com exame de sangue.

Leve seu pet ao médico-veterinário sempre que notar algum desconforto. Mesmo que sem a cura definitiva para a Toxoplasmose, a administração de medicamentos específicos diminui muito os sintomas - e seu amigo pet poderá viver com ótima qualidade de vida!

Giárdias são protozoários, microorganismos unicelulares, que se instalam no intestino delgado de cães e de gatos. Giardí...
28/11/2020

Giárdias são protozoários, microorganismos unicelulares, que se instalam no intestino delgado de cães e de gatos. Giardíase, ou giardiose, é a infecção provocada pela Giárdia. O pet é infectado quando ingere o parasita, normalmente pelo contato com as fezes de outro animal infectado.

A Giardíase degrada o revestimento intestinal, impedindo a absorção de nutrientes. A maior parte das vezes são quadros assintomáticas, mas, nos casos em que há manifestação de sintomas, os animais apresentam diarreia, podem perder peso, as fezes ficam pálidas, gordurosas e com mau cheiro. Pode haver também sangue nas fezes.

Para diagnosticar a Giárdia pode ser preciso testar várias amostras de fezes. A Giárdia presente nas fezes pode contaminar a água e o ambiente, infectando também outros animais e pessoas. Se o seu médico-veterinário detectar a contaminação, ele indicará o medicamento correto para o seu cão e, provavelmente, recomendar que todas as pessoas que convivam com ele também sejam medicadas.

Os cistos (ovos) podem viver por várias semanas, e até mesmo meses, fora do hospedeiro, em ambientes frios e molhados, em gramados de parques e outras áreas contaminadas com fezes de animais. Os cistos podem também ficar presos à pelagem dos animais infectados, por isso é preciso que eles tomem banho com frequência durante o tratamento.

A prevenção da disseminação da Giárdia é feita pelo tratamento dos animais infectados e pela higienização cuidadosa do ambiente. Soluções com compostos de amônio são eficazes. É recomendável também vaporizar a área e deixar secar por vários dias, antes de reintroduzir os animais no ambiente.

Faça visitas regulares ao seu médico-veterinário e relate qualquer mudança na saúde do seu pet. Existem vários medicamentos eficazes para combater a Giárdia e evitar sua transmissão. Seu melhor amigo tem que transmitir só alegria e nada mais!

Você sabia que uma das principais causas da otite canina é a limpeza incorreta dos ouvidos de cães e gatos?Você está eng...
28/11/2020

Você sabia que uma das principais causas da otite canina é a limpeza incorreta dos ouvidos de cães e gatos?

Você está enganado se acha que é inofensivo inserir um cotonete no ouvido do seu amigão… Pinças, lenços umedecidos e hastes flexíveis usadas inadequadamente podem irritar e causar inflamações do conduto auditivo, que geram dores e são muito incômodas para os pets.

É preciso cuidado e atenção aos ouvidos do seu pet. Se perceber vermelhidão na região, se observar que seu pet chora ao ser tocado nas orelhas, se houver excesso de cera, odor forte ou se notar que o seu pet balança muito a cabeça ou coça excessiva as orelhas, é aconselhável levá-lo ao médico-veterinário, pois estes são sinais de que ele pode estar com algum problema no ouvido.

Muitas vezes, o tutor, com a melhor das intenções, acredita que deve limpar a cera aparente da orelha de seu pet, mas, no lugar de removê-la, empurra ainda mais a cera para dentro do ouvido, aumentando o risco de inflamações auriculares. Um simples escorregão do cotonete, ou uma movimento brusco do animal durante a limpeza da área externa do ouvido, pode machucar o canal auditivo.

O contrário também pode ser um problema… O acúmulo de sujeira facilita o desenvolvimento de inflamações e infecções por fungos e bactérias.
Existem alguns produtos que seu médico-veterinário pode indicar para a higienização. São os ceruminolíticos, para uso rotineiro ou para tratamento de otite. Eles dissolvem a cera e, conforme o animal balança a cabeça, o excesso de conteúdo e sujeira são expelidos, dispensando a necessidade de usar cotonetes ou outros objetos.

A limpeza do ouvido deve ocorrer a cada de 10 dias, aproximadamente, para evitar os maus odores e garantir a saúde auricular do seu pet. Tenha em mente que a higienização feita por profissional pode evitar desconfortos para o seu pet. Em caso de dúvida, peça orientação ao seu médico-veterinário.

Assim como acontece com os seres humanos, os cachorros também pode desenvolver câncer de pele, que é o segundo tipo mais...
28/11/2020

Assim como acontece com os seres humanos, os cachorros também pode desenvolver câncer de pele, que é o segundo tipo mais frequente de neoplasias em cães adultos.

Embora muitos cânceres ocorram por predisposição genética, o câncer de pele também está relacionado diretamente à exposição excessiva aos raios solares, sem a devida proteção.

Caminhadas e atividades físicas ao ar livre, sobretudo no verão, acabam expondo muito o animal à radiação solar. O recomendado, na verdade, é que estes passeios aconteçam fora dos horários de pico do sol, antes das 09h e após às 17h.

Em cães albinos, com a pelagem clara ou curta, ou pele despigmentada, como os pitbulls, buldogues e boxers, o recomendado é a aplicação de protetor solar antes do passeio. Mas atenção: não use o seu protetor no seu cão, pois ele não é adequado! Existem opções específicas para pets, de acordo com as características de suas peles.

Passe o protetor por todo o corpo do pet, principalmente nas áreas sem pelo, como a barriga, a face e embaixo do focinho. Para animais que possuem pelos longos ou pelagem em grande quantidade, a indicação para épocas quentes é a tosa, que faz com que o animal sinta-se menos incomodado, e que facilita a aplicação do protetor solar.

Mesmo tomando todas as precauções, tenha sempre cuidado com o sol: o excesso de calor pode queimar a pele e as patas do seu pet, deixá-lo desidratado e prejudicar sua saúde. A exposição exagerada ao sol pode, inclusive, gerar estresse no animal.

Mesmo sabendo que o seu pet adora um passeio, evite-o quando o calor estiver forte demais. Nem sempre os pets são tão resistentes a situações extenuantes, como os seres humanos. É preciso respeitar os limites de cada animal.

Fique sempre atento à pele, aos pelos e ao comportamento do seu melhor amigo. Se notar manchas, irritações, feridas, bolhas, falhas no pelo ou outros problemas de pele, leve-o ao veterinário, para uma avaliação mais cuidadosa. O câncer de pele é tratável, especialmente quando é detectado nas fases iniciais. Seu melhor amigo merece este cuidado!

Cães adoram se exercitar e se divertir, e fazem isto correndo e saltando. Se seu melhor amigo está mancando, é sinal de ...
28/11/2020

Cães adoram se exercitar e se divertir, e fazem isto correndo e saltando. Se seu melhor amigo está mancando, é sinal de que algo está errado - e que provavelmente ele sente dor.

Existem muitas causas possíveis para um pet mancar. Ele pode, por exemplo, ter sofrido alguma torção ou estiramento por exercício físico. Pode haver algum corte nas patas, feridas, espinhos, farpas, ou queimadura nas almofadas plantares (a parte macia das patas, que toca o chão).

A idade e o porte do animal também geram maior ou menor propensão a problemas ósseos ou musculares. Alguns cães podem apresentar displasia coxo-femural (mais comum em cães de grande porte) ou hérnias de disco. Cães idosos podem desenvolver doenças como a artrite ou artrose. Tumores ósseos e carcinomas de células escamosas - doenças mais graves - também podem fazer com que seu pet manque ao caminhar.

Felizmente, porém, muitas vezes o quadro é mais simples… Unhas compridas, por exemplo, podem machucar as patas, ou ainda, se tiverem sido cortadas de forma errada ou quebradas, podem causar dor e levar seu cão a mancar.

Picadas de insetos podem gerar infecções doloridas nas patas. Esforços excessivos também causam dor muscular.

Em caso de acidentes e quedas, é importante investigar se há fraturas ou ligamentos rompidos, que podem provocar muita dor.

Se perceber que o incômodo do seu amigão está grande, leve-o ao médico-veterinário para uma análise mais detalhada. Nunca ministre anti-inflamatórios por conta própria, não faça massagens, compressas, nem passe pomadas ou cremes, sem saber exatamente o que o ele tem.

Além do exame clínico, o veterinário poderá solicitar exames complementares, como radiografias, para identificar o problema e definir o melhor tratamento. Existem, inclusive, médicos veterinários especializados em ortopedia.

Andar, correr, brincar e sentir-se livre são fundamentais na vida de um pet. Observe e cuide da saúde dele, para que não sinta dores e possa circular por aí cheio de alegria, curiosidade e doçura, como ele merece e adora!

Endereço

Bela Vista, SP

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